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Fotos subaquáticas mostram lado instintivo dos cães

Por Natalia Cesana (da Redação)

Foto: Reprodução/Green Me

As imagens do fotógrafo Seth Casteel, de Los Angeles, nos EUA, que retratam os cachorros em versão subaquática, já são um viral na internet. As informações são do site Green Me.

As fotografias mostram os cães se divertindo na água. Segundo Casteel, o sucesso das imagens se deve ao fato de que mostram um lado desconhecido dos animais, que as pessoas nunca tinham visto antes.

Mas o mérito do fotógrafo é ter captado o instinto selvagem dos cães. Entretanto, algumas fotos mostram que a intenção dos animais é só se divertir perseguindo uma bolinha.

Foto: Reprodução/Green Me

“No decorrer de vários anos, lobos deram origem a cães. No entanto, em seus corações ainda existe um instinto selvagem e para mim foi ótimo admirar isso embaixo d’água, onde encontrei as melhores condições de fazê-lo”, conta Casteel ao Huffington Post.

Depois que suas fotos foram publicadas no Facebook, além de ter recebido em poucos dias mais de 30 mil aprovações, Casteel também recebeu muitos pedidos em sua loja online. O site teve até alguns problemas de estabilidade.

“As pessoas se identificam com os cães porque compartilham uma mesma gama de emoções. Eu e meus cachorros nos entendemos e construímos uma relação fantástica”, disse.

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Notícias

Mamadeira é criada para peixe-boi não entrar em contato direto com humanos

O contato com humanos deixa os peixes-bois dóceis, o que facilita a ação dos caçadores. Augusto Bôaviagem desenvolveu uma forma de preservar esses animais sem deixá-los vulneráveis. (Foto: Augusto Rodrigues/ Mamirauá)

Uma mamadeira subaquática está ajudando a conservar diferentes espécies de peixes-bois. Feita de materiais atóxicos, a mamadeira tem a grande vantagem de eliminar o contato do animal com o tratador, o que, além de diminuir a incidência de doenças, garante um comportamento menos dócil com o ser humano – a grande arma dos caçadores de peixes-bois.

A mamadeira subaquática é criação de Augusto Bôaviagem. Estudante de medicina veterinária na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Bôaviagem desenvolveu o instrumento durante seu estágio no Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, em Tefé (AM).

Mamadeira para peixe-boi

Ele conta que o diferencial da mamadeira é a haste por onde o tratador a direciona até o animal. “Com o uso da mamadeira subaquática, os animais não conseguem ver o tratador, o que favorece o comportamento arredio à presença humana, um fator bastante desejável, pois depois de soltos os animais tendem ao afastamento da civilização, dificultando a caça.”

O diferencial da mamadeira é a haste por onde o tratador a direciona até o peixe-boi. (Foto: Augusto Rodrigues/ Mamirauá)

O primeiro importante teste para a mamadeira subaquática foi alimentar um animal já acostumado com as mamadeiras comuns. “Esse animal foi alimentado por três anos com a mamadeira convencional e criou uma relação de afeto com os tratadores, o que fez do desmame um obstáculo severo. Com o passar do tempo ele ficava cada vez mais dócil”, conta Bôaviagem.

A mamadeira subaquática passou com nota 10: o animal deixou de se aproximar dos humanos e em exatos cinco meses após o início dos testes estava desmamado.

O sucesso foi tanto que a mamadeira subaquática está hoje em uso nos dois principais centros de preservação de peixes-bois do Brasil – o Projeto Peixe-boi Amazônico, de Mamirauá, e o Projeto Peixe-boi Marinho, desenvolvido em Pernambuco pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Fonte: Ciência Hoje

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