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Cão é resgatado após viver acorrentado e sozinho em terreno durante um ano

Foto: Polícia Civil/Divulgação

Um cachorro da raça pit bull vivia há cerca de um ano acorrentado e solitário em um terreno no bairro Cidade Jardim, no município de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Após tanto sofrimento, o animal foi resgatado.

O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Repressão à Crimes Ambientais e Atendimento ao Turista (Decat).

“Nós checamos o fato e percebemos que muitos vizinhos já estavam consternados com a situação. É um pit bull de três anos, acorrentado há mais de um ano, segundo moradores da região”, explicou ao G1 o delegado Maercio Barboza, titular da delegacia.

Após iniciar a investigação, a polícia descobriu que o cachorro é tutelado por um empresário de 68 anos e que a alimentação dele era precária, muitas vezes sendo alimentado por pessoas que se comoviam com seu sofrimento.

Depois de ser retirado do local, o cachorro foi levado para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e será disponibilizado para adoção.

“Ele prestou depoimento nessa quarta-feira (3) e confessou que não queria ter despesas com o animal e o deixava amarrado ali para cuidar dos terrenos. Só que, amarrado, ele não cuidava de nada na verdade. Era algo simbólico para ele para mostrar que ali tinha um dono”, finalizou o delegado.

O tutor do animal deve responder judicialmente pelo crime de maus-tratos a animais.

Nota da Redação: não existem “cachorros de guarda”. Animais devem ter o direito de viver suas vidas em paz, sem que seja colocada sobre eles a responsabilidade de zelar por um imóvel. Colocar um cachorro nesta condição, havendo ou não maus-tratos, é objetificá-lo e negar a ele o direito a uma vida digna, com uma família que o ama, o respeita e que jamais o colocaria na condição de “segurança” por considerá-lo um ser senciente. Para proteger imóveis, o proprietário deve recorrer à tecnologia, que é vasta, e até mesmo a serviços especializados. Isso porque, além de submeter o cão à exploração, ao obrigá-lo a proteger um bem, como uma casa, o tutor o coloca sob o risco de ser envenenado por criminosos, que podem tomar atitudes extremas para conseguir ter acesso ao local.


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Gatinho atropelado é abandonado na estrada sem socorro no meio da chuva

Foto: Saving Macedonian Strays (SMS)
Foto: Saving Macedonian Strays (SMS)

Um gatinho abandonado não resistiu aos ferimentos após ser atropelado por um carro e deixado sem socorro. Voluntários descobriram o gatinho imóvel, deitado de lado, embaixo de um cobertor, na cidade de Veles, no norte da Macedônia. Agora eles acreditam que o gatinho, nomeado de Felix, foi atropelado por um carro, o que causou os ferimentos severos que o animal apresentava, e foi deixado ali para morrer na chuva.

Não se sabe quem ou quando um cobertor foi colocado sobre seu corpo ferido. Ele foi retirado do chão e colocado em uma caixa de papelão antes de ser levado ao veterinário pela ONG Saving Macedonian Strays (SMS).

Apesar de todos os esforços feitos para salvar o gatinho, ele entrou em coma e morreu. Segundo Julie Matthews, da SMS: “Se ele tivesse sido protegido, recolhido, levado para algum lugar quente imediatamente e recebido socorro provavelmente teria sobrevivido”.

Ela acrescentou: “Infelizmente, cães e gatos são atingidos por carros o tempo todo. Os cães são encontrados frequentemente feridos nas estradas. Ninguém para. Eles são deixados para morrer”.

Julie registrou a ONG de proteção animal no Reino Unido para trabalhar ao lado de um grupo de jovens macedônios comprometidos em resgatar animais em situação de rua.

Desde que a SMS foi fundada em 2015, a ONG resgatou milhares de animais do sofrimento, abuso e negligência e impediu que outros milhões mais nascessem para uma vida de sofrimento com um programa de castração.

Foto: Saving Macedonian Strays (SMS)
Foto: Saving Macedonian Strays (SMS)

Matthews da SMS disse: “O norte da Macedônia é aproximadamente do mesmo tamanho que o País de Gales, com uma população humana de dois milhões de habitantes. Estima-se que haja mais cães em situação de rua do que pessoas no país. É difícil imaginar como é isso, a menos que você visite e veja por si mesmo”.

Foto: Saving Macedonian Strays (SMS)
Foto: Saving Macedonian Strays (SMS)

Ela acrescentou: “Nós resgatamos milhares de animais nos últimos cinco anos e, infelizmente, nem todos têm um final feliz”.

A equipe do SMS construiu um abrigo sede em Veles, onde atualmente cuidam de mais de 200 cães, alguns gatos e dois cavalos.

Foto: Saving Macedonian Strays (SMS)
Foto: Saving Macedonian Strays (SMS)

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Gatinha abandonada é encontrada com bilhete comovente preso em sua coleira

Foto: Effingham County Animal Shelter
Foto: Effingham County Animal Shelter

Uma gatinha abandonada em um abrigo de animais partiu o coração dos funcionários do local depois que o bilhete de uma criança foi encontrado amarrado à sua coleira.

Quando Violet, a gata chegou ao abrigo de animais de Effingham County, em Illinois, nos Estados Unidos, na segunda-feira (25), ficou claro que ela costumava ter uma casa e um tutor muito amoroso.

O socorrista que encontrou Violet a descreveu como “um animal muito doce que adora ser coçada na cabeça”, e seu temperamento amigável foi logo explicado pela mensagem anexada em sua coleira rosa.

O pedaço de papel A4 dobrado estava coberto com caligrafia roxa escrita com canetinha por uma criança, com erros de ortografia adoráveis, sob o enorme cabeçalho de “Vilet”.

A mensagem, corrigida pela ortografia, dizia: “Tchau, Violet. Acho que esse nome escolheu você. Gostaria de poder mantê-la. Tchau, Violet, espero que você consiga um bom tutor. Com amor, Lacey”.

Do outro lado da página, continuava: “Para o futuro tutor: cuide bem dela. A propósito, eu que dei esse nome a ela. Obrigada!”

A carta deixou os funcionários devastados, sabendo que Violet não estava sentindo falta de uma casa, mas uma criança estava sentindo falta de Violet, conforme relatado pelo The Dodo.

Foto: Effingham County Animal Shelter
Foto: Effingham County Animal Shelter

Vanessa Skavlem, uma oficial de controle de animais no abrigo, disse: “Quando retiramos o papel da coleira do animal e lemos, isso tocou nosso coração”.

“Eu apenas imagino uma criança amando essa gatinha profundamente e sabendo que não pode ficar com ela”.

Violet não tinha um microchip, então o abrigo postou uma foto da gata adorável em sua página no Facebook, onde o desejo da criança de encontrar um bom lar para ela foi visto por Cindy Murray.

Cindy disse que o bilhete trouxe lágrimas aos seus olhos e ela decidiu ir para o abrigo em seu dia de folga para conhecer Violet.

Antes de partir, ela enviou uma mensagem para o marido, dizendo: “Eu quero pegar essa gata. De verdade – me fale o que você acha”.

Ele não se incomodou em tentar, e assim, Violet tinha uma família que poderia cumprir o pedido comovente feito na carta, de cuidar bem dela.

Depois de parecer nervosa no abrigo, Violet agora está confiante em sua nova casa, ronronando muito e feliz.

Cindy diz que deseja conhecer a criança que escreveu a carta para que ela saiba que sua amada gatinha está em boas mãos.

Ela disse: “Pensei em fazer um pequeno vídeo para essa garota dizendo: “Querida Lacey, adotei sua linda Violet”.

“‘Ela terá uma vida maravilhosa – cheia de guloseimas, carinhos e tudo de melhor que pudermos dar a ela.'”

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Cachorrinha morre de insolação após ser deixada fechada em van por seus cuidadores

Foto: Gazette Media
Foto: Gazette Media

Davina Boyes, 34, ficou inconsolável depois que seu cachorro morreu de insolação quando os cuidadores contratados por ela deixaram o animal preso  numa van em um dia quente de verão.

A cachorrinha da raça bulldog de dois anos, Betty, ficou sob os cuidados de cuidadores da empresa Petpals, enquanto ela trabalhava.

Mas quando ela deixou Betty pela manhã, não fazia ideia de que ao final do dia seria informada que sua cachorrinha havia morrido.

A tutora e seu marido Steve, 43 anos, ficaram devastados, o casal recebeu um pedido de desculpas da cuidadora – que já ficara com Betty muitas vezes no passado e a levara para passear – quando ela deu as trágicas notícias à família.

Desde então, a Petpals pagou 3 mil libras (cerca de 16 mil reais) como compensação ao dano causado, mas a tutora disse que o dinheiro nunca trará de volta um membro da família. Davina, que vive em Guisborough, North Yorkshire, disse ao Metro UK em matéria de 21 de novembro: “Não há como compensar financeiramente a perda de alguém que se ama”.

“Sinto-me absolutamente destruída, ficamos arrasados com o que aconteceu com a nossa amada cachorra e isso poderia ter acontecido com qualquer outro cachorro também”, acrescentou ela. “Você acha que seu cão está seguro, especialmente usando os serviços de uma grande empresa. O que poderia dar errado?”.

A Petpals insiste que suas vans são climatizadas e o veículo ainda estava frio quando os cuidadores voltaram ao veículo depois de passear com outros cães. Davina disse que acredita que um grupo de cães foi levado para passear na praia de Redcar.

Foto: Gazette Media
Foto: Gazette Media

Depois que o primeiro grupo, incluindo Betty, foi levado para caminhar na praia, os cães foram deixados na van enquanto a próxima turma foi passear.

Davina disse: “Eles exercitaram o primeiro grupo e colocaram os cães de volta na van. Quando foram deixar o segundo grupo, Betty estava vomitando. Eles a levaram ao veterinário, mas quando chegaram lá ela já estava com morte cerebral e insolação grave. Pagaram as contas do veterinário, enviaram flores, pediram muitas desculpas, mas isso realmente não importa quando o seu cachorro está morto”.

Davina continuou: “Ficamos arrasados. Tivemos que assinar os papéis para que ela fosse sacrificada, foi de partir o coração porque Betty era nossa família”.

A tutora descreveu Betty como “enérgica, engraçada e fofa” e disse que desde então acolheu outro cão da raça buldogue, Barbara, de quatro meses de idade, que agora faz parte da família e desde que entrou em suas vidas está ajudando o casal a lidar com a perda.

Kevin Thackrah, diretor da Petpals, disse: “Revisamos a correspondência e a investigação realizadas na época e, embora não neguemos que Betty tenha morrido sob os cuidados de nossa franquia Redcar, não estava claro que isso se devia inteiramente ao fato de ela ter sido deixada na van por 20 minutos, pois o veículo era climatizado e estava ainda fresco quando os cuidadores voltaram  depois de passear com outros cães. Acreditamos que a insolação deveu-se principalmente a uma caminhada em um dia muito quente. Nenhum dos outros cães sob responsabilidade dos cuidadores sofreu dano naquele momento”.

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Cachorrinho preso em banco de terra em rio é resgatado e adotado por seu salvador

Foto: Facebook
Foto: Facebook

Um cão encontrado preso em um banco de terra em um rio foi resgatado por um grupo de pessoas bem intencionadas que usaram seu equipamento de escalada para descer mais de 100 pés e salvar o animal.

Brittany Meyer, de Whitefish, estado de Montana (EUA), estava dirigindo às 16h de terça-feira (26), quando notou uma mancha escura em uma pequena ilha de terra no rio Flathead, que fica abaixo da Montanha Teakettle.

Depois de parar o carro, Brittany percebeu que a mancha era na verdade um cachorro preso no local.

Em um esforço para ajudar, ela ligou para o departamento de controle de animais de Flathead County e postou um pedido de ajuda no Facebook enquanto esperava pela equipe de resgate: “Dava para perceber que ele estava fraco, cansado e com dores. Nós não poderíamos simplesmente deixá-lo lá”, disse a sra. Meyer ao Hungry Horse News em .

“Estava escurecendo, mas senti que se não fizéssemos algo naquele momento, aquilo terminaria mal. Eu simplesmente não podia deixar ele lá sem tentar ajudar”, acrescentou ela.

Infelizmente, o departamento de controle de animais considerou que estava muito escuro para prosseguir e eles resolveram esperar até a manhã seguinte para agir.

Foto: Facebook
Foto: Facebook

Ela então postou uma atualização no Facebook: “Conseguimos chegar perto, mas quanto mais perto chegávamos, mais o cãozinho se assustava. Ele ainda está lá fora, congelando até a morte. As autoridades responsáveis foram chamadas, mas não havia nada que eles pudessem fazer hoje à noite”.

“Temo que ele não sobreviva lá sozinho durante a noite toda. Talvez se alguém tivesse um barco. Alguma ideia? Talvez um tutor que sente falta desse cachorro o reconheça?”

O post recebeu mais de 300 compartilhamentos em questão de horas, levando Jake Kirby e Tony Dewindt a se encontrarem com a Brittany às 23h do mesmo dia, em um ponto ao longo do rio.

Os homens usaram seu equipamento de escalada para descer 100 pés abaixo do aterro do rio antes de atravessar as águas para iniciar sua busca.

Depois de alguns minutos, eles encontraram o cachorro preto enrolado na margem, já a menos de dois metros da água.

“Quase passamos por ele sem vê-lo. Se ele não tivesse levantado a cabeça para que seus olhos refletissem a luz da lanterna, nunca o teríamos visto”, disse Tony.

Ele não conseguiu se aproximar do animal abalado à princípio e usou um pino de escalada para se apoiar e conseguir chegar até ele.

“O cachorrinho não gostou muito de mim no começo, quando eu estava usando o bastão para prendê-lo. Depois que ele percebeu que eu estava tentando ajudá-lo, ele não saiu mais do meu lado”, disse Tony.

O cão sem raça definida, cruzamento de Labrador e Rottweiler, havia sofrido com o frio e tinha um corte profundo no pescoço, a orelha esquerda partida e estava com sarna, causada por ácaros.

Tony levou o cachorro carregando-o por cima do ombro até sua caminhonete, onde o animal exausto adormeceu antes que os dois chegassem em casa às duas e meia da manhã.

Em uma tentativa de ajudar com os custos do tratamento, Brittany postou um pedido de ajuda no Facebook pedindo doações para pagamento do veterinário.

E quando Tony chegou à Clínica de Animais em Kalispell, descobriu que 175 dólares já haviam sido doados online pela comunidade.

As doações aumentaram rapidamente para mais de 885 dólares às 13h de ontem e Tony planeja adotar o cão e chamá-lo de Valor.

Quaisquer doações que excedam o custo da conta do veterinário serão doadas a um abrigo de animais da clínica.

Brittany disse: “Sem a ajuda da comunidade, nada disso seria possível. Estou tão agradecida por alguém ter conseguido resgatar o cachorrinho da ilha com sucesso”.

Tony, que já tem dois cães, disse que espera que alguém faça o mesmo com seus animais domésticos caso ele estejam em perigo e explicou que o salvamento arriscado “foi a única coisa a ser feita”.

Valor entrou em cirurgia ontem à tarde e deve se recuperar totalmente, conforme informações do veterinário.

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Girafa abandonada se torna melhor amiga de cão resgatado em abrigo de animais

A girafa Jazz e o cão Hunter | Foto: AP (Associated Press)
A girafa Jazz e o cão Hunter | Foto: AP (Associated Press)

Um cachorro resgatado na África do Sul iniciou uma amizade improvável com uma girafa bebê abandonada que também foi resgatada e levada para o orfanato e abrigo de animais local.

Jazz, a girafa de apenas nove dias de idade chegou ao Orfanato de Rinocerontes na província de Limpopo, na África do Sul, depois que um fazendeiro a encontrou lutando para sobreviver na natureza, fraca, desidratada e sem a mãe. Ohomem então pediu ajuda ao centro de resgate de animais.

A girafa Jazz e o cão Hunter | Foto: AP (Associated Press)
A girafa Jazz e o cão Hunter | Foto: AP (Associated Press)

O cão que vive no abrigo, Hunter, jovem e da raça pastor belga mallinois, rapidamente começou a cuidar do recém-chegado, fazendo amizade com o belo ser de pescoço comprido.

Janie Van Heerden, zeladora do orfanato que fica há três horas de viagem ao norte de Joanesburgo, disse que os animais se uniram imediatamente, Hunter logo se aconchegou ao corpo da girafa como se fosse outro cachorro.

A girafa Jazz tomando mamadeira | Foto: AP (Associated Press)
Girafa Jazz tomando mamadeira | Foto: AP (Associated Press)

Ela disse que a girafa bebê agora está se saindo muito melhor depois de receber uma dose de soro intravenoso para substituir os líquidos perdidos, além de tomar leite na mamadeira e até tentar mastigar algumas folhas.

Foto: AP (Associated Press)
Foto: AP (Associated Press)

Infelizmente para Hunter, seu amigo Jazz, talvez mais amigável do que os rinocerontes no orfanato, pode não ficar para sempre, pois os guardiões pretendem reintroduzí-lo em seu habitat natural quando ele estiver forte o suficiente.

Foto: AP (Associated Press)
Foto: AP (Associated Press)

Falando em 22 de novembro ao Daily Mail , Heerden acrescentou: “Possivelmente em breve a girafa poderá voltar para casa na natureza”.

A localização exata do orfanato The Rhino não pode ser informada devido à ameaça de caçadores.

Foto: AP (Associated Press)
Foto: AP (Associated Press)

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Cachorrinho sorri de felicidade ao ser resgatado após passar meses acorrentado na neve

Foto: Vanessa Skavlem
Foto: Vanessa Skavlem

Roscoe foi abandonado em uma casa vazia por sua família. A situação era dolorosa, mas o animalzinho tentou manter o ânimo corajosamente.

O pequeno cachorrinho foi amarrado a um caixote com nada além de palha para mantê-lo aquecido. O máximo que seus tutores faziam por ele era dirigir até a casa uma vez por semana para jogar ração para que Roscoe não morresse de fome. Mesmo quando a comida e a água acabavam, Roscoe acreditava que alguém se lembraria dele, um dia.

Só que na semana passada, a neve pesada começou a cair no sul de Illinois, nos Estados Unidos, e o cachorrinho percebeu que talvez não conseguisse sobreviver desta vez.

Foto: Vanessa Skavlem
Foto: Vanessa Skavlem

Felizmente, alguém notou sua situação.

No sábado, uma pessoa preocupada com a situação do cachorrinho, ligou para o Controle e Abrigo de Animais do Condado de Effingham para relatar a situação de Roscoe. A policial Vanessa Skavlem e a diretora Michelle Shoot sabiam que tinham que se mover rapidamente para salvar a vida do animal maltratado.

“Eles nos ligaram porque havia nevado na noite anterior e, no sul de Illinois, havia uma grande quantidade de neve e estava muito frio”, disse Vanessa ao The Dodo. “Ele estava tremendo como se fosse realmente morrer porque pesava menos de 4 quilos e meio”.

Foto: Vanessa Skavlem
Foto: Vanessa Skavlem

Assim que Roscoe viu Vanessa e Michelle saírem do carro, ele soube que estava finalmente a salvo. “Ele ficou tão feliz em nos ver, era como se soubesse que o sofrimento tinha acabado”, disse Vanessa.

Roscoe foi então cuidadosamente enrolado em um cobertor e levado para o carro. Finalmente um lugar quente pela primeira vez em semanas, Roscoe não conseguia conter sua alegria: “Ele estava tão feliz que era impossível não se emocionar”, acrescentou Vanessa. “Ele choramingava e gania repetidamente”.

Depois de compartilhar o almoço de suas salvadoras, o cãozinho finalmente relaxou nos braços de Michelle com um grande e tranquilo sorriso no rosto.

Momento da foto especial: Roscoe relaxado e feliz por ter sido salvo | Foto: Vanessa Skavlem
Momento da foto especial: Roscoe relaxado e feliz por ter sido salvo | Foto: Vanessa Skavlem

Vanessa aproveitou o momento único e tirou uma foto do cachorrinho aliviado, que ela postou no Facebook com a legenda: “É assim que a felicidade se parece quando você salva um cãozinho que vivia preso em uma corrente na neve congelante”.

Roscoe agora deixou seus dias de tristeza para trás e vive no abrigo. Ele passa cada momento seguro e quentinho. “Temos um ambiente aquecido lá, e ele tem todos os seus pequenos cobertores, só dele”, disse Vanessa. “Quando alguém entra no escritório, ele fica tão feliz que se mexe e pula em cima da pessoa”.

Roscoe ainda solta gemidos de felicidade, exatamente como no dia em que foi resgatado e especialmente quando suas salvadoras estão por perto. “Ele faz esse lamento adorável que é quase como se estivesse falando conosco”, disse Vanessa. “Sabe, ele realmente sente toda essa emoção e é grato”.

Foto: Vanessa Skavlem
Foto: Vanessa Skavlem

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Raposa mantida como animal doméstico e abandonada chega em santuário e se apaixona imediatamente

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

Nada poderia descrever melhor a situação de Zoe do que a palavra milagre. A raposa que possui um lindo pêlo prateado, saiu viva de uma fazenda de peles.

Zoe é uma “raposa pastel”, o resultado do cruzamento entre uma raposa-prateada e uma raposa-de-cara-branca para criar peles com aquele brilho prateado, algo que nunca teria ocorrido na natureza. Zoe enfrentou uma vida de miséria e com certeza teria uma morte precoce na fazenda de peles na Holanda onde sua vida começou – mas, em 2012, ela foi alvo de um golpe de sorte.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

A raposinha foi resgatada quando tinha apenas um ano e foi trazida para Tierart, um santuário na Alemanha, que acolhe principalmente grandes felinos, administrado pela ONG Four Paws International.

A luz do sol e alimentos frescos e nutritivos estavam muito longe do que Zoe havia experimentado antes. Durante anos após seu resgate, Zoe aprendeu a amar sua nova vida no ambiente natural do santuário, livre de sofrimento e medo.

Então, em 2016, algo inesperado aconteceu em uma cidade próxima – e estava prestes a abalar o mundo de Zoe.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

Os moradores locais viram um animal de aparência incomum vagando pelo bairro. O animal parecia um cachorro e tinha um pelo marrom prateado que ninguém nunca tinha visto antes.

O animal misterioso foi preso e levado para Tierart. Ele também não era um cachorro. Na verdade tratava-se de uma raposa, e não qualquer raposa: ele era uma “raposa pastel” como Zoe.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

Os socorristas o nomearam Frodo. E Frodo era estranhamente amigável com as pessoas, dando aos seus socorristas uma dica sobre de onde ele poderia ter vindo.

“Como a coloração de uma raposa pastel não é encontrada originalmente na natureza e Frodo parecia estar acostumado com as pessoas, a equipe da Tierart suspeitava que Frodo tivesse sido mantido como animal doméstico e simplesmente abandonado”, disse Florian Eiserlo, gerente da unidade em Tierart, ao The Dodo. “Infelizmente, ainda existem criadores na internet que anunciam “raposas pastéis” como animais de estimação exóticos. Ficamos felizes em oferecer a ele um lar para sempre”.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

Que duas dessas raposas raras, criadas em cativeiro, acabassem no mesmo santuário parecia uma questão do destino – mas, como as raposas são territoriais, as pessoas no santuário não queriam apressar nenhum tipo de relacionamento entre Frodo e Zoe.

Eles colocaram Frodo em um recinto que compartilhava uma cerca com a casa de Zoe. Dessa forma, as duas raposas poderiam muito lentamente se acostumar com a visão e o cheiro da outra.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

“Planejamos introduzir lentamente as raposas”, escreveu o Four Paws. “Nós os encontramos abraçados através de uma cerca que separa seus recintos”.

Demorou apenas uma noite para Zoe e Frodo perceberem o quanto eles queriam estar perto um do outro. De manhã, os funcionários encontraram as raposas, cada uma ao lado da cerca, o mais perto possível para trocarem carinhos e abraços.

Logo depois disso, Zoe e Frodo se mudarame passaram a viver juntos – e eles se tornaram inseparáveis desde então.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

“Quais são as chances de Zoe, uma raposa inicialmente trazida a Tierart de outro país, e Frodo, uma raposa mantida por humanos e depois abandonada, se encontrarem?”, disse Claire LaFrance, chefe de comunicações da Four Paws USA.

Zoe e Frodo se divertem tomando banho de sol um ao lado do outro, brincando juntos, abraçando-se, explorando sua casa recém-expandida – eles adoram qualquer coisa desde que possam participar daquilo juntos.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

Em cativeiro, as raposas podem viver até 14 anos. Como Zoe tem 7 anos e acredita-se que Frodo tenha 4 anos, parece que esse casal feliz tem muitos anos alegres pela frente.

“Esperamos que esses dois tenham uma vida longa e feliz juntos”, disse Eiserlo.

Foto: Tierart/Henri Schuh
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Cachorro cego que viveu nas ruas por dez anos finalmente encontra um lar

Foto: Hope for Paws
Foto: Hope for Paws

Por quase 10 anos, Faraó viveu sozinho nas ruas de Los Angeles, nos Estados Unidos. Ele vagava por um bairro onde os moradores o mantinham alimentado, mas ninguém tinha certeza se ele tinha uma casa ou não. Ele nunca chegou perto o suficiente de qualquer pessoa, para deixar alguém tocá-lo, e em algum momento o pobre cachorro ficou cego, o que tornou sua vida nas ruas ainda mais difícil.

Finalmente, alguém decidiu fazer algo a respeito e entrou em contato com a ONG Hope for Paws para ver se eles poderiam ajudar o pobre Faraó. Equipes de resgate foram até o bairro em que ele morava e, eventualmente, o viram caminhando lentamente por uma calçada. Eles podiam ver que seus olhos estavam nublados, confirmando que ele tinha pouca ou nenhuma visão.

Foto: Hope for Paws
Foto: Hope for Paws

As equipes de resgate de Lisa Arturo e JoAnn Wiltz começaram a jogar comida para ele, na esperança de ganhar sua confiança, mas toda vez que tentavam se aproximar, Faraó recuava, o cachorro morria de medo de deixar alguém chegar perto dele. Faraó estava sozinho há tanto tempo que não fazia ideia de como confiar nas pessoas.

As mulheres o seguiram por um tempo enquanto ele caminhava lentamente, bebendo em poças de água e mantendo distância de seus socorristas, até que finalmente uma delas foi capaz de se esgueirar atrás dele e deslizar uma coleira em volta de seu pescoço.

Foto: Hope for Paws
Foto: Hope for Paws

O pobre Faraó ficou tão aterrorizado quando viu que a coleira estava ao seu redor, que ele tentou desesperadamente se libertar. Seus socorristas conseguiram colocá-lo em segurança no carro deles, onde ele finalmente começou a se acalmar e relaxar um pouco.

Foto: Hope for Paws
Foto: Hope for Paws

Depois de ser examinado por um veterinário, Faraó foi levado pela Fundação Frosted Faces, um centro de resgate para cães idosos. Mesmo quando ele estava sob os cuidados do resgate, Faraó levou um tempo para se aproximar das pessoas. Ele passou sua vida toda sozinho e confuso, e seus socorristas sabiam que superar suas ansiedades definitivamente levaria algum tempo.

Foto: Hope for Paws
Foto: Hope for Paws

Ele ainda luta um pouco para aceitar e andar na coleira, mas agora ele tem um monte de amigos e adora receber a atenção de seus amigos humanos.

Um de seus novos amigos de quatro patas, Duncan, também é um cachorro cego que foi resgatado pela ONG Hope for Paws e tem ajudado Faraó a aprender os caminhos e a navegar em sua nova casa.

Faraó teve uma vida extremamente difícil, mas os funcionários do abrigo para cães idosos, Frosted Faces, esperam que ele aprenda a relaxar e confiar um pouco mais a cada dia e aproveitar o restante de seus anos dourados ao máximo.

Assista ao vídeo completo do resgate do Faraó abaixo:

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Cão perdido sobrevive por mais de um ano na floresta sozinho

Foto: BDRR
Foto: BDRR

Bandit é um cachorro de três anos, da raça labrador, com pelos lisos e negros, que escapou do consultório veterinário em Gardiner, Nova York, nos Estados Unidos. Foi aí que sua aventura se iniciou.

Depois de viajar 16 quilômetros de onde ele havia fugido originalmente, Bandit se estabeleceu em um denso trecho de floresta pantanosa perto de Walden, em Nova York – onde viveu desde então.

O cachorro fujão ficou desaparecido por um ano e meio – até o mês passado, quando um motorista o viu parado na estrada, na beira da floresta. Ele ainda estava usando a coleira que sua família lhe deu.

Foto: BDRR
Foto: BDRR

O motorista surpreso ligou imediatamente para Nicole Asher, do Centro de Resgate de cães, Buddha Rescue and Recovery (BDRR), e descreveu o que tinha visto.

“Montamos uma armadilha e uma câmera de vigilância na floresta imediatamente”, disse Asher ao The Dodo. “Quando soube que ele usava uma coleira, mal podia esperar para descobrir quem ele realmente era e de onde havia vindo. Eu esperava que pudéssemos reuni-lo com sua família”.

Asher, especialista em capturar cães perdidos, observou cuidadosamente Bandit por dias pela câmera de vigilância e voltou com frequência para lhe trazer mais comida, brinquedos e ossos. Depois de alguns dias sem sorte com a armadilha montada, Asher montou um recinto grande e cercado com guloseimas para qual, com esperança, atrairia Bandit.

Foto: BDRR
Foto: BDRR

“Ele estava muito nervoso e assustado, então tudo o que introduzíamos em sua área causava medo a ele”, disse Asher. Mas depois de cinco dias se acostumando a ter o cercado ali, Bandit finalmente começou a atravessar a porta do local pouco a pouco – e ficou claro que ele tinha um lado divertido e brincalhão.

“Assistir suas palhaçadas em vídeo era uma fonte constante de diversão”, disse Asher. “Ele afugentava animais que apareciam no seu cercado, brincava com os brinquedos que deixávamos para ele, se divertia e fazia sua pequena dança lúdica na frente do cercadinho”.

“De vez em quando, uma raposa ou guaxinim farejava um pouco de sua comida – mas Bandit sabia exatamente como cuidar deles”, conta Asher.

Foto: BDRR
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“Ele ficava lá latindo com o peito estufado e a cauda levantada”, disse Asher. “Ele sempre foi tão destemido! Você poderia dizer que ele era um verdadeiro personagem”.

No final do mês, quando Asher pensou que Bandit nunca entraria completamente no recinto, ele finalmente ganhou coragem suficiente para entrar. Asher correu para o local. Ela ficou feliz em finalmente conhecê-lo pessoalmente e ligou para o número no crachá imediatamente – mas sua família não tinha boas notícias.

“O estilo de vida deles havia mudado e eles simplesmente não podiam aceitá-lo mais”, disse Asher. “Eles o doaram para nós imediatamente. Aparentemente, não foi a primeira vez que ele fugiu por um longo período de tempo também”.

Foto: BDRR
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O Refúgio Animal Ramapo-Bergen, um parceiro de abrigo de Asher, ofereceu-se para abrigar Bandit, levá-lo ao veterinário e fornecer os tratamentos necessários. Felizmente, ele não estava muito magro pois se estabeleceu em uma área onde caçadores costumavam deixar animais mortos – mas ele estava aterrorizado.

“Vivendo na floresta, ele tinha que estar sempre atento”, disse Asher. “Se um galho estalava, ele sabia. Bandit passou metade da vida se defendendo, então levará muito tempo para ele se acostumar a uma casa novamente”.

Apesar de precisar de tratamento para duas doenças transmitidas por carrapatos, Bandit está com boa saúde – então, por enquanto, o resgate trabalhará com ele diariamente para que o cachorrinho se acostume a estar mais próximo das pessoas.

Ele também está aproveitando a oportunidade para tirar um cochilo necessário, pois estava sempre dormindo com um olho aberto quando estava sozinho.

“Quando o resgatamos, ele estava tão exausto”, disse Asher. “Seus olhos começaram a fechar e ele simplesmente adormeceu”.

Enquanto ele ainda está um pouco tenso após todo o calvário pelo qual passou, Asher está confiante de que ele começará a mostrar o lado brincalhão e divertido que ela tanto admirava quando o observava através das câmeras de vigilância na floresta.

“Posso dizer que ele é um garoto bobo e adorável por dentro”, disse Asher. “A história dele é incrível e acho que Bandit tem uma tonelada de pessoas com esperança de poder adotá-lo agora que sua história de sobrevivência tornou-se pública. Os cães são muito mais resistentes e inteligentes do que nós acreditamos”.

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Notícias

Caçadores podem ter matado o único lobo selvagem que apareceu na Bélgica em um século

Foto: Eva Blue on Unsplash
Foto: Eva Blue on Unsplash

Grupos de conservação anunciaram que evidências fortes apontam que caçadores mataram o primeiro lobo selvagem que apareceu na Bélgica em mais de um século. Naya, a loba em questão, está desaparecida desde maio. Ela foi vista pela primeira vez em janeiro de 2018 e grupos ambientalistas agora afirmam ela foi baleada por um caçador.

August, seu companheiro, tem demonstrado por meio de sinais que a loba realmente morreu. Ele está agindo como um lobo solitário, caçando menos e andando sem rumo, de acordo com Jan Loos, da ONG Welcome Wolf (Sejam Bem-vindos Lobos). Existem 60 câmeras de observação de animais selvagens instaladas perto da fronteira holandesa da Bélgica, em Limburgo. As câmeras capturaram Naya em maio. Ela estava grávida na época.

O porta-voz do abrigo de animais Natuurhulpcentrum, Sil Janssen, disse sobre a loba desaparecida ao One Green Planet: “Estou 100% certo de que Naya foi baleada. É a única explicação plausível. Os caçadores não tem nenhum tipo de controle na área. Eles podem caçar javalis por lá, mas se de repente tiverem um lobo na frente deles, não hesitarão. “Se Naya foi baleada, seria o primeiro lobo morto por caçadores desde 1897”.

Grupos de conservação afirmam base em todas as evidências que ela foi baleada. A lógica deles inclui os fatos de que os lobos não morrem no parto, não saem do território após o parto e se ela fosse atropelada por um veículo, um corpo teria sido encontrado.

A associação de caça flamenga Hubertus Vereniging Vlaanderen pediu evidências do assassinato para Janssen. A agência de assuntos de natureza e floresta da Bélgica está investigando seu desaparecimento. Nenhum corpo foi encontrado. A agência se reunirá com as partes envolvidas na próxima semana para discutir o assunto.

Os lobos desapareceram da Europa Ocidental no início de 1900 por causa da caça, expansão de cidades e industrialização. Agora eles estão voltando e estão sendo monitorados de perto por grupos ambientais.

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Histórias Felizes, Notícias

Cachorro traumatizado passa seus dias olhando para a parede em abrigo

Foto: Second Chance Rescue NYC Dogs
Foto: Second Chance Rescue NYC Dogs

Ninguém precisa dizer a um cachorro quando sua vida está terrivelmente errada. Quando Romeu chegou ao movimentado abrigo em Nova York, Estados Unidos, essa realidade ficou dolorosamente óbvia para ele.

Há uma abundância de barulhos e cheiros estranhos. E, o mais importante, a súbita ausência do que ele veio a conhecer como família.

Não é de admirar que tantos cães que pareciam cheios de vida fiquem completamente arrasados e tristes em um abrigo. Para Romeo, um cão sem raça definida mistura de pit bull, de 7 anos de idade, não foi exceção.

Foto: Second Chance Rescue NYC Dogs
Foto: Second Chance Rescue NYC Dogs

“Por dois dias seguidos, ele se recusou a levantar a cabeça da borda do canil. Na verdade, ele não mexeu sequer um músculo”, escreveu o Second Chance Rescue NYC Dogs em um post no Facebook.

É claro que não foi culpa de Romeu que ele acabou se tornando mais um número em um abrigo. Ele já havia rodado bastante por aí.

“Ele foi dado a um amigo da família que o manteve por dois meses, mas eles não tinham tempo para ele”, disse Kelcy Kimmerer, do Second Chance, ao The Dodo.

Foto: Second Chance Rescue NYC Dogs
Foto: Second Chance Rescue NYC Dogs

Mas, assim como o relógio girava incessantemente, um dia a porta do canil também se moveu para Romeo e finalmente se abriu.

Fazendo jus ao seu nome, o Second Chance Rescue NYC Dogs (Segunda chance para Cães Resgatados em Nova Yorque) o arrastou para fora dali. Foi o único grupo de resgate que se aproximou para salvar o cachorro traumatizado. E logo Romeo foi colocado em um lar temporário com uma família amorosa.

Por um tempo, as coisas tomaram um rumo decididamente para melhor. Na companhia da família, Romeu voltou a sorrir.

Foto: Second Chance Rescue NYC Dogs
Foto: Second Chance Rescue NYC Dogs

“Ele é extremamente gentil e amigável”, diz Kimmerer. “Ele precisa estar perto das pessoas para se sentir feliz”.

O cachorro que uma vez ficou entristecido em um canto frio do canil, de repente tinha esperança estampada por todo o rosto.

Mas a família adotiva não pôde mantê-lo por muito tempo. Kimmerer diz que não foi culpa de Romeo – “simplesmente não era uma boa opção para ele ficar naquela casa”.

Então ele foi devolvido ao resgate.

Foto: Second Chance Rescue NYC Dogs
Foto: Second Chance Rescue NYC Dogs

Romeu só precisava esperar mais um pouquinho de tempo. Ele já havia passado por muita coisa. O cachorrinho já realizou seu milagre ao escapar do corredor da morte. Agora ele precisava torná-lo duradouro.

E foi isso o que aconteceu, algum tempo depois Romeo foi adotado por uma família amorosa e ganhou até uma irmã cachorra: Porsha. Sua tutora Karen diz que ele não para mais de sorrir e mostra sua gratidão a cada minuto do dia.

O tempo em que passava seus dias encarando uma parede não passam de um passo distante e sombrio para Romeo hoje ele desfruta de dias felizes e cheios de amor ao lado de sua nova família.

Você também pode proporcionar um milagre a um animal. Não compre adote. Assim como Romeo há milhares de cães esperando por um lar em abrigos e Centros de Zoonoses. Cães não são produtos para serem comprados, a presença de um cachorro na vida de uma pessoa pode fazer toda a diferença.

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