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Baleia beluga solitária avistada no rio Tâmisa finalmente retorna ao Ártico

O conto da solitária baleia que nadava pelo urbano rio Tâmisa, na Inglaterra, encalhada a milhares de quilômetros de distância de sua casa, prendeu a imaginação do público quando o animal foi descoberto nas águas fliviais ano passado.

Centenas de pessoas vieram de todo o país para ver “Benny”, a beluga, quando a baleia foi descoberta em setembro por observadores de pássaros que analisavam a região.

Enquanto muitos temiam que a baleia estivesse presa, os especialistas descobriram mais tarde que a criatura do Ártico estava perfeitamente feliz alimentando-se dos peixes abundantes no trecho do rio de Gravesend Inglaterra.

A única preocupação dos espcialistas era que o animal estivesse sozinho, pois as belugas são animais altamente sociáveis.

A visitante incomum agora parece estar a caminho de casa, esperançosamente para junto do seu grupo de origem. A baleia beluga é freqüentemente encontrada no Ártico.

Os responsáveis por monitorar a baleia estimam que ela tenha partido por volta de dezembro, quando os peixes migraram para longe do rio Tâmisa, levando com eles sua fonte de alimento.

No entanto, os especialistas não sabem exatamente ao certo para onde a baleia teria ido, assim como não sabem de onde ela veo.

Um porta-voz do departmento de Resgate de Vida Marinha da British Divers disse ao The Telegraph: “Provavelmente já seguiu em frente”.

“Não sabemos para onde foi, porque não sabemos de onde veio, mas temos razões para creditar que o cetáceo retornou ao Ártico, seu local de origem e habit primário”

Os chefes do setor de Autoridade do Porto de Londres disseram em um comunicado: “O último avistamento confirmado da baleia foi em dezembro de 2018, mais próximo de Gravesend.

“Os hidrofones foram colocados na água e podem gravar o ruído produzido pela baleia – estes também não registraram nenhuma evidência de atividade do animal marinho mais”.

“Como os peixes que provavelmente eram a fonte preferida de alimento da baleia migraram fora do estuário no início do ano, concluímos que a baleia se mudou para outro lugar “.

Enquanto muitos dos moradores de Gravesend, Kent, podem ficar desamparados pelo fato de seu visitante incomum ter partido, o conselho local pode ficar contente que a interrupção causada pela baleia acabará.

Eventos como a Noite da Fogueira tiveram que ser cancelados no ano passado por medo de prejudicar a baleia, e os navios tiveram que emendar suas viagens ou viajar lentamente pelas áreas onde a baleia estava alimentando e nadando.

Os moradores locais aproveitaram ao máximo o entusiasmo causado pela baleia, com lojas vendendo brinquedos beluga de pelúcia e uma cervejaria local batizando uma cerveja em homenagem ao animal do Ártico.

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Morre em zoo espanhol o “elefante mais triste do mundo”

A elefanta Flavia sozinha em seu cativeiro | Foto: Pacma
A elefanta Flavia sozinha em seu cativeiro | Foto: Pacma

A elefanta conhecido como “mais triste do mundo” morreu aos 47 anos, após mais de quatro décadas vivendo em confinamento solitário no zoológico de Córdoba (Espanha).

Flavia foi separada de sua família na selva aos 3 anos e passou ao todo 43 anos vivendo sozinha em seu cativeiro e faleceu na semana passada.

Grupos de defesa dos direitos animais tentaram por diversas vezes junto ao zoológico conseguir que Flavia se mudasse para um local onde ela pudesse ter contato com outros elefantes, mas não tiveram sucesso a tempo.

A saúde da elefanta vinha se deteriorando há vários meses, suspeitava-se que ela sofria de depressão, segundo informações do jornal The Local.

Ela desmaiou em seu cativeiro na sexta-feira, e após os veterinários atestarem que Flavia não conseguia mais ficar em pé, a elefanta foi eutanasiada.

Amparo Pernichi, vereador encarregado de questões ambientais da prefeitura de Córdoba, disse que a morte de Flavia foi “um tremendo golpe para a equipe toda do zoológico”, segundo o site.

“Nos últimos seis meses, a condição física de Flavia se deteriorou muito, mas especialmente nas duas últimas semanas esse declínio foi mais acentuado”.

Pernichi chamou Flávia de “ícone da cidade” e declarou que sua ausência seria muito sentida.

Os elefantes são seres altamente sociais que vivem em grupos cm estruturas familiares na natureza.

Os elefantes africanos vivem em bando com uma média de 11 membros ou mais por grupo, porém, alguns “mega-bandos”, de mais de mil indivíduos vivendo juntos, já foram observados na natureza.

Um estudo de 2009 apontou que a interação com outros elefantes propicia “a forma mais significativa de enriquecimento e bem estar” para os animais que vivem em cativeiro.

Há relatos de elefantes vivendo sozinhos que chegaram a recorrer a “auto-mutilação” como forma de alívio da solidão, praticando atos como morder-se, ou adotar comportamentos que indicam problemas de saúde mental, como o balançar rítmico de pernas e cabeça.

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Cadelinha solitária adota um filhote de gambá

Molly, uma pequena beagle em luto pela perda trágica de toda a sua ninhada, criou laços profundos e improváveis com uma adorável bebê gambá.

A cadelinha simplesmente entrou em casa, no sudoeste de Victoria, Austrália, carregando a filhote em suas costas.

“Elas são inseparáveis ​​desde então”, disse a tutora de Molly, Elle Moyle, ao jornal 9News.

A bebê pulou nas costas de Molly e se sentiu em casa”, completou Moyle.

Moyle disse também que era quase como se a bebê tivesse Molly como sua mãe e, da mesma forma, a solitária beagle aparentemente adotou a gambá como filha.

“O humor normalmente brincalhão de Molly mudou um pouco desde a perda de seus filhotes, mas depois de formar a nova aliança ela está mais feliz do que nunca”, disse sua outra tutora, Sara Moyle. As informações são do Daily Mail.

“Certamente elevou seu humor, elas precisavam uma da outra, acho que tem sido um relacionamento fantástico”, disse Sara.

A pequena gambá dorme em uma árvore próxima durante o dia, quando aparece, normalmente segue direto para as costas de Molly.

“Molly fica sentada embaixo da árvore onde está dormindo e espera por ela”, disse Moyle.

Os tutores da beagle não sabem quanto tempo durará o relacionamento das duas, mas por enquanto eles não poderiam estar mais felizes por elas.

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Você é o Repórter

Pastor confinado em solitária do CCZ de Santo André precisa ajuda para recuperação e adoção

Fabiana
ghatyh@yahoo.com.br

Este pastor está numa solitária, obviamente apertada pro tamanhão dele (porque esse cão é enorme), no CCZ  de Santo André. Só de eu olhar para ele já me mostrou todos os dentes. O comportamento tem sido esse desde que ele chegou lá. Ninguém mexeu com ele, nem pra tomar sol ou interagir com outros cães ele sai porque ninguém tem confiança ainda. Se continuar assim, será sacrificado mesmo, como me disse uma funcionária do CCZ.

Ele precisa de um tutor bem firme, talvez alguém com sítio. E nada de crianças, afinal, por mais reabilitado que ele possa ser, ele precisa se adaptar e ganhar confiança das pessoas.

Estive no CCZ com o adestrador e a pessoa que encontrou o pastor na rua . O adestrador disse que não adianta adestrar o cão dentro do CCZ. Ele precisaria de um lugar pra ficar, como um canil. E também disse que não adianta doar para alguém de longe, pois a reabilitação teria de ser feita junto ao novo tutor, senão não dá certo, ele não vai simplesmente obedecer qualquer pessoa. O adotante que eu tinha era de Ribeirão Preto, ou seja, não dá certo mais. O adestrador também disse que o processo demora, podendo levar meses. Talvez ele tenha até uns 3-4 anos, pela dentição.Ou seja, não é tão idoso quanto pensamos…

E vale lembrar que esse cão só vai sair desse CCZ se for com um adestrador acompanhando, pois ninguém tem coragem de relar nele. Com o adestrador perto parece que ele estava um pingo mais calmo, pode até ser que esse cão já tenha adestramento. Mas mesmo o adestrador não encostou nele hoje, disse que é um processo lento.

Então, a situação é a seguinte:

– Precisamos encontrar adotante.
– Precisamos de dinheiro para pagar um canil por uns 3 meses (o que deve custar um valor alto por mês) ou achar algum lugar de graça (lembrando que hoteizinhos não servem, pois ele não é um cão sociável).
– E ainda precisamos de dinheiro pra pagar no mínimo uns 3 meses de adestramento.

A princípio eu pensava que seria apenas pagar o adestrador, o que o adotante ajudaria. Mas agora estou na estaca zero. Aguardo sugestões.

Contato:
camilafurry@bol.com.br

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