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Araras livres visitam aves no Centro de Reabilitação em Araras (SP)

Araras livres visitam aves no Centro de Reabilitação de Animais em Araras, SP — Foto: Reprodução/EPTV

Desde o início de setembro, pássaros do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) do município de Araras (SP) estão recebendo a visita constante de araras que estão soltas na natureza.

Todos os dias, elas chegam voando e ficam do lado de fora do viveiro onde estão outras araras que ainda estão em processo de reabilitação.

“Elas nunca foram alimentadas, se elas vem é porque querem bater um papo, conversar com as suas colegas, ver o que elas têm aqui, reconhecer o local”, brincou a bióloga Fabiana Hencklein.

O fato é inédito nos quatro anos de atuação do centro que recebe e recupera animais resgatados em criação clandestina, tráfico ou por maus-tratos e, depois, os devolve para natureza, quando é possível.

Socialização

A vinda das aves tem despertado a curiosidade dos biólogos, que descobriram que as araras visitantes já passaram por outro CRAS. A descoberta foi da bióloga Giuliana Garcia que conseguiu fotografar a numeração das anilhas delas.

Segundo o histórico das aves, elas foram recuperadas em São Paulo e soltas em uma fazenda no município de Araras, mas bem longe do centro de reabilitação.

“Elas conseguem voar em média 25 quilômetros por dia, então a distância não é tão longe para elas”, disse.

O comportamento das araras tem sido observado também pela veterinária Fernanda Magajevski, inclusive alguns momentos em que as aves locais parecem estranhar as visitantes.

“Elas são animais que gostam de viver em grupo, mas cada um tem o seu, então quando aparece um novo grupo causa um pouco de estranhamento, um pouco de estresse, mas isso é bom, positivo porque na natureza elas vão ter que conviver”, explica.

Para Fabiana, essa socialização é um sinal positivo. “A gente espera que esses animais que são reabilitados aqui quando retornarem para a natureza reencontrarem seu próprio bando e até façam seu próprio bando com as outras aves daqui.”

Fonte: G1

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Descalvado, em SP, educa cães para aumentar número de adoções

Os cães abandonados que chegam ao canil municipal de Descalvado, em SP, estão sendo treinados, para aumentar a chance de adoção dos animais. O objetivo da iniciativa, em parceria com a universidade Unicastelo, é melhorar o comportamento já condicionado de cães adultos. Durante os treinos, eles aprendem a conviver também com outros animais.

Em São Carlos, apenas 25% dos cães que chegam todo mês ao canil são adotados. Em Ribeirão Preto, 40%. Já em Campinas, a média adoção do ano passado inteiro é de 50%.

O estudante de veterinária Fábio Terrassi Leitão explica que quem tem problemas com o cão em casa pode seguir algumas dicas simples para deixar o companheiro mais obediente. “O mais importante é saber dizer não, como um comando de correção para o animal, assim ele para de fazer o que é errado e quando estiver fazendo o correto, o tutor deve dar um afago ou um petisco” diz.

Os interessados em saber mais sobre o projeto podem entrar em contato com a universidade pelo telefone é (19) 3593-8500.

Fonte: EPTV

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Retirada de cordas vocais de cães causa polêmica mundial

Por Raquel Soldera (da Redação)

Os defensores dos direitos dos animais manifestaram indignação com uma operação que retira as cordas vocais do cão, após a qual o animal, em vez de latir, só pode emitir um murmúrio.

A operação, que exige que o cão receba anestesia geral, parece ser o último recurso de alguns tutores de cães ameaçados por queixas dos vizinhos sobre o animal barulhento.

A retirada de cordas vocais de cães é proibida na Inglaterra e em outros países europeus, a menos que seja exigido por motivos médicos ou terapêuticos. Mas, em vários Estados americanos, essa prática é permitida, principalmente nos lugares onde aumentam as cláusulas que proíbem que animais emitam ruído em demasiado, isto é, que simplesmente latam.

Protetores de animais no mundo inteiro dizem que o procedimento é “desumano”, porque destrói o sistema de comunicação do cão. O latido é uma das formas mais primitivas de os cães se comunicarem, quando, por exemplo, alertavam o restante da matilha sobre um invasor.

Peritos afirmam que os latidos dos cães variam de acordo com as raças, porque tudo depende do instinto guardião de cada espécie. Por isso, um pastor alemão pode latir mais que um vira-lata manso.

As pessoas retiram as cordas vocais dos animais apenas por conveniência, em vez de se preocuparem em identificar o motivo dos latidos em excesso e treinar os cães para latir menos. Vale ressaltar, no entanto, que o mau comportamento nem sempre é o motivo principal para os latidos. Os cães podem latir, grunhir e até uivar por estresse ou sofrimento.

A retirada das cordas vocais pode gerar problemas psicológicos aos animais, que perdem um dos seus principais instrumentos de comunicação e sociabilização. Veterinários e protetores dos animais concordam que, para controlar os latidos, o melhor é optar pelo adestramento, que faz parte do processo de educação dos cães.

Com informações de PrensAnimalista

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