Histórias Felizes

Leopardo das neves nasce com “síndrome do cão nadador” e recebe tratamento para aprender a andar

A “síndrome do cão nadador” é um problema que atinge muitos cachorros e também gatos. O animal nasce com dificuldades de se manter em pé, porque as patas não tem força o suficiente para aguentar o peso de seu corpo. Ele fica deitado, com as patas “espalhadas” para os lados, como se parecesse que iria nadar.

Reprodução | Express

Recentemente, um leopardo das neves mostrou que os grandes felinos também estão suscetíveis a ela. O filhote de seis semanas de idade nasceu com defeitos que afetaram seus olhos e também o tórax, e fizeram com que ele desenvolvesse pernas traseiras visivelmente fracas. Assim como cães e gatos, o único tratamento é a fisioterapia.

Reprodução | Express

Para fortalecer as pernas, os especialistas usam um cinto de borracha que levanta os quadris do leopardo e fornece apoio para ajudar o filhote a posicionar as patas traseiras embaixo dele enquanto caminha. Ele é então colocado em superfícies com boa tração, como grama ou piso de borracha de alta fricção, que ajudam a obter aderência.

Serão três sessões de terapia por dia, especialmente desenvolvidas para garantir que o filhote mantenha uma relação próxima e muito positiva com a mãe. Erin Dougher, uma das principais tratadoras do filhote, disse em entrevista a jornal local: “Estamos muito felizes com o progresso que vimos até agora, e continuamos a reavaliar as necessidades do filhote para que ele tenha sucesso nesta jornada”.

Reprodução | Express

“Observá-lo ganhar confiança e progredir em suas sessões diárias tem sido uma experiência muito gratificante”, ela conta. Além de seus problemas de mobilidade, o filhote também tem defeitos congênitos nas pálpebras, o que pode exigir cirurgias à medida que ele envelhece.

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Os leopardos da neve estão sob ameaça devido à caça, à perda de presas e à destruição de seu habitat.

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Notícias

Cadela com a síndrome do cão nadador que foi encontrada no lixo volta a andar

Duas semanas depois de ser encontrada em uma lata de lixo, deformada e com a síndrome do cão nadador, Harper, uma cadela abandonada na Flórida, EUA, surpreendeu com uma rápida recuperação.

Fotos: Reprodução

Harper, hoje com 11 semanas, foi encontrada no lixo no dia 31 de agosto em Sanford, na Flórida. Levada a um abrigo animal, a primeira reação de funcionários e veterinários foi pensar que a eutanásia seria o melhor destino para ela. A cadela sofria da síndrome do cão nadador, uma doença que exige tratamento, muitas vezes até cirurgia, mas que na maioria das vezes impede que os cães vivam muito. Os cães que sofrem deste problema ficam deitados com os braços e pernas esticados, como se estivessem nadando.

Ao ver que o animal seria sacrificado, a voluntária Erica Daniel entrou na história e decidiu levar Harper para a sua casa, para que ela pudesse ter uma noite “mais humana” antes de morrer. “Planejei levá-la para casa naquela noite, deixei ela dormir na cama conosco. Queria mostrar a ela o que era o amor”, disse Erica ao MSNBC.

No dia seguinte, Erica percebeu uma pequena melhora no cão e decidiu que não iria sacrificar o animal. O resultado, em alguns dia de convivência, foi surpreendente.

As possibilidades de melhora fizeram Erica investir no tratamento para Harper. A cadela começou a receber massagens para estimular a coordenação motora, além aulas de natação. O Hip Dog Canine Hydrotherapy & Fitness, um centro de terapia para animais em Winter Park, também na Flórida, ofereceu hidroterapia e massagens terapêuticas a Harper, gratuitamente.

Tudo isso foi contribuindo para a melhor de Harper que, hoje, já consegue andar quase que com movimentos perfeitos. Em um mês, Erica acredita que Harper estará pronta para a adoção.

“Nesse momento ainda não tomamos nenhuma decisão. Se eu abrir mão dela, poderei cuidar de outro cão. Mas ela é como uma filha para mim. Ainda não decidi”, disse Erica. “Cães precisam de amor de um lar. O mundo estava contra ela, mas ela foi uma lutadora”.

Fonte: Paraíba.com.br

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Você é o Repórter

Filhote com síndrome do cão nadador precisa de ajuda, em Campo Grande (MS)

Laura Elis
laura_elis@hotmail.com

Foto: Divulgação

O Fabinho é um filhote de aproximadamente 3 meses que foi arremessado de um carro no dia 10/09 pela manhã. Provavelmente foi “descartado” por algum monstro apenas por ser um cãozinho com necessidades especiais. Foi resgatado pela protetora Laura Elis de Campo Grande (MS) e a equipe da ONG Fiel Amigo – www.fielamigo.com.br

Fabinho nasceu com a Síndrome do Cão Nadador e necessitará de cirurgia nas patinhas. O valor da cirurgia e reabilitação pós cirúrgica de cada patinha gira em torno de R$ 1300,00, fora gastos com fisioterapia, exames, medicamentos, fraldas, tapetes higiênicos, alimentação especial, etc.

Após a realização de exames: raio-x dos membros, ultrassom, hemograma, perfil renal e hepático, bioquímico e urina, foi constatado que Fabinho também possui uma obstrução do canal urinário pela formação permanente de cristais, o que o obrigará a comer ração medicinal (Urinary – Royal Canin) para o resto da vida. Hoje, Fabinho só urina por intermédio de sonda.

Os custos para salvar o Fabinho e lhe dar uma qualidade de vida são bem elevados! Motivo pelo qual, estamos pedindo a sua preciosa ajuda!

Quem tiver alguma dúvida ou quiser ajudar doando fraldas, ração Urinary, tapetes higiênicos ou medicamentos entre em contato com a Laura Elis que é a responsável pelo pequeno Fabinho.

Vakinha: http://www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=107326
Contatos:
(67) 92474636 – Laura Elis
email: laura_elis@hotmail.com
Twitter: @_Mellzinha

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Você é o Repórter

Filhote deficiente com apenas 40 dias é abandonado em SP e precisa de ajuda

Katia Berni Miller
katiabernimiller@hotmail.com

Esse filhote foi jogado na rua por um desgraçado. Ele sofre da síndrome do cão nadador. Ele tem apenas 40 dias e tem chances de aprender a andar.

Já fizemos radiografia e sua estrutura ossea é normal, porém ele precisara de fisioterapia intensa. Quem puder ajudar doando a fisioterapia ou comprando bolsas e camisetas para que seus exames e tratamento seja pago, é tudo que ele precisa.

Toda ajuda é bem-vinda para salvar este bebezinho de uma possível eutanasia.

Contatos no email acima.

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