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Nova York é nomeada a melhor cidade vegana nos EUA

O site de planejamento financeiro WalletHub apontou a cidade de Nova York como a melhor cidade vegana dos Estados Unidos.

O resultado foi feito por um novo estudo sobre a simpatia vegana e vegetariana das 100 cidades mais populosas dos Estados Unidos. A empresa comparou 16 métricas, destinadas a traçar um retrato da acessibilidade a alimentos sem carne em cada cidade.

WalletHub descobriu que a cidade de Nova York é a mais “veg-friendly”, enquanto Baton Rouge, em Los Angeles, ficou no final da lista.

Em pesquisa, a cidade de Nova York foi nomeada como a melhor cidade vegana dos Estados Unidos (Foto: Pixabay)

Quando se trata de métricas específicas, Corpus Christi, no Texas apregoa os mantimentos vegetarianos com preços mais baixos e Honolulu, no HI, é o mais alto. Scottsdale, AZ possui a maior percentagem de restaurantes que servem opções veganas, enquanto Newark, NJ é o mais baixo.

Ainda, São Francisco tinha o maior número de mercados de agricultores per capita, enquanto Newark, NJ, tinha o mínimo.

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Cães rejeitam pessoas que são hostis com seus tutores

Os cães não gostam de pessoas que são desagradáveis com os seus tutores e rejeitam até mesmo comida se ela é oferecida por tais pessoas, de acordo com um estudo japonês.

Os cães seriam, portanto, capazes de julgar uma pessoa com base em seu comportamento na sociedade.

“Descobrimos pela primeira vez que um cão pode avaliar a sociabilidade de um indivíduo, independentemente de seu interesse direto”, explicou à AFP Kazuo Fujita, um professor de psicologia da Universidade de Kyoto e diretor do estudo.

Esta conclusão é apoiada por uma série de experimentos com um total de 54 cães divididos em três grupos.

O primeiro grupo recebeu a sua comida das mãos de uma pessoa que, na frente deles, se negava a ajudar o seu tutor a abrir a lata de comida. Estes cães tinham ao mesmo tempo a possibilidade de escolher a comida servida por uma pessoa “neutra”, desconhecida dos animais e que não demonstrava qualquer sentimento.

Os cães do segundo grupo podiam escolher entre um comedouro servido por uma pessoa que ajudou seu tutor a abrir a lata e outro de uma pessoa neutra.

Finalmente, os cães do terceiro grupo (chamado de “controle”) podiam escolher entre duas pessoas que não tiveram nenhuma interação com seus tutores.

Os testes foram repetidos quatro vezes em cada conjunto.

No primeiro caso, apenas um cachorro escolheu o pote da pessoa que não colaborou com seu proprietário.

Nos outros dois grupos, os animais não apresentaram rejeição ou preferência pela pessoas que os alimentavam.

Se os cães agissem apenas por interesse, não teria havido nenhuma diferença entre os grupos, disse o professor Fujita, observando que os cães partilham com os seres humanos a capacidade de agir de forma independente de seu interesse pessoal.

O estudo será publicado até o final do mês na revista científica “Animal Behaviour”, publicado pela Elsevier em Amsterdã.

Fonte: Estado de Minas

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