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Cadela é adotada por servidores públicos e ganha “cargo” com direito a crachá

Divulgação/PMS

Sesa Caramelo é o nome que ganhou uma cadela adotada por servidores públicos no Espírito Santo. Ela também passou a ter uma casinha, cuidados e muito afeto. Moradora da sede da Secretaria de Saúde da cidade de Serra, a cadela conquistou o coração dos funcionários.

Desde que foi adotada, Sesa ganhou até um cargo de segurança, com direito a crachá, numa brincadeira que demonstra o amor que os servidores nutrem por ela. Juntos, eles pagam ração, veterinário e já arcaram até com a castração dela.

De acordo com o secretário de Saúde Alexandre Viana, a cadela foi abandonada na região em novembro de 2019.

“Ela apareceu no estacionamento da secretaria em outubro do ano passado. A Sesa começou a aparecer alguns dias e demos ração. Com o passar do tempo fomos arrumando um espaço para ela, com uma casinha e comida, e fomos nos apegando cada vez mais”, comentou o secretário, em entrevista ao jornal Tribuna Online.

E apesar de gostar de todos os servidores, Sesa é especialmente apegada a Sebastião Cunha Torezani, funcionário da área de transportes. “Nós adotamos ela, mas na verdade ela escolheu um preferido, o Tião. Aonde ele vai ela vai atrás”, contou Alexandre.

Além de ser muito amada no local, Sesa motivou a idealização de uma ação social que deve ser realizada ainda este ano.

“A Sesa inspirou um projeto de castração de animais que planejamos fazer a partir do próximo mês setembro. Até o final do ano pretendemos castrar 3 mil animais no município. Esperamos que a cachorrinha seja garota-propaganda na campanha”, concluiu Alexandre.


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Vídeo flagra o resgate de uma vaca com a cabeça presa aos galhos de árvore

Foto: Caters
Foto: Caters

Uma vaca prendeu sua cabeça em meio aos galhos de uma árvore que teve que ser serrada para que o animal pudesse ser libertado. Seus salvadores são moradores na região que estavam passeando com seu cachorro quando viram o animal em apuros.

Julius Engedal estava andando por um campo em Bording, na Dinamarca, com a irmã e a mãe quando notaram que a vaca estava com a cabeça nos galhos e lutando para libertar-se.

A vaca da raça Jersey havia sido abandonada pelo resto de seu rebanho e a família se encarregou de salvá-la, o incidente ocorreu em 20 de agosto.

No vídeo tenso, um membro da família pode ser ouvido serrando os galhos da árvore enquanto a vaca é distraída pelo cão labrador preto de seus salvadores.

O animal deita na grama ao lado da vaca, cuja cabeça está paralisada pelos galhos, e eles cheiram um ao outro.

Ele então pula na vaca e a chama para brincar, enquanto a família pode ser ouvida cortando a árvore.

Foto: Caters
Foto: Caters

O animal pode ser visto esticando o pescoço e mantendo-se imóvel enquanto espera pacientemente para ser libertado.

E após 10 minutos de serragem, a família consegue cortar a árvore e um membro do grupo empurra a árvore para permitir que ela ceda.

Após um esforço conjunto para empurrar e puxar a árvore, ela se divide em duas.

Foto: Caters
Foto: Caters

Momentos depois, a família pode ser ouvida exclamando “viva”, enquanto a vaca se solta rapidamente.

Eles içam o galho e se mostram muito satisfeitos quando a vaca se afasta feliz.

A vaca examina a grama em busca de comida depois de solta um mugido para as outras vacas que parecem tê-la abandonado.

E a família diz “Adeus!” enquanto vê o animal desaparecer ao longe.

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Queimada na serra de São Pedro (SP) prejudica reprodução de aves

Espécies que dependem de árvores para fazer ninhos têm a reprodução ameaçada pelo fogo


A queimada que teve início no sábado (12) na serra de São Pedro (SP) ameaça a reprodução de diversas espécies de ave. Dentre elas, chocas, choquinhas, arredios, cambacicas, pula-pula, limpa-folha, tangarás e sairás – animais que usam galhos para fazerem ninhos. Assim como pica-paus e corujas, que dependem do oco de árvores para ter os filhotes e bacurais que fazem ninhos no chão, usando folhas secas. Estimativas indicam que o fogo atingiu pelo menos 20 mil metros quadrados.

Pixabay/Gellinger/Imagem Ilustrativa

De acordo com o ambientalista e guia de observador de aves, Gustavo Pinto, a queimada que atingiu a região traz danos irreversíveis ao meio ambiente.

“Além das aves, a região da Serra é rota de macacos como pregos, bugios e micos, pois eles se alimentam de brotos de árvores, bambus, frutas, ovos de aves e até mesmo aves”, afirmou Gustavo, em entrevista ao Jornal de Piracicaba. “O incêndio está acabando com tudo isso”, alertou.

O ambientalista alerta que várias situações podem ter ocasionado o incêndio. “Precisamos conscientizar a população a não jogar lixos nas bordas das matas, pois com esse sol muito forte basta uma garrafa de vidro para causar danos irreparáveis”, enfatizou.

A Prefeitura de São Pedro informou que uma lei municipal proíbe queimadas em vias públicas e no interior de imóveis, públicos ou particulares, na zona urbana, e também em terrenos marginais a rodovias, rios, lagos ou matas.

Os infratores podem ser punidos com multa que varia de R$ 530,60 a R$ 1.326,50. Se a queimada for realizada entre às 18h de um dia e às 6h do dia seguinte ou aos sábados, domingos e feriados, o valor da multa pode ser dobrado. A prefeitura afirma que está realizando a Operação Corta Fogo, para coibir queimadas, desde o início de 2019 e que já aplicou 28 multas.


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Quatorze tartarugas mortas são encontradas presas à rede de pesca no ES

Moradores de Serra, no Espírito Santo, encontraram 14 tartarugas mortas e duas vivas presas a uma rede de pesca na praia de Bicanga. Os animais foram localizados no domingo (13) e os que sobreviveram foram levados para um centro de reabilitação em Cariacica.

Foto: Divulgação/ CTA

De acordo com o coordenador de projetos Wilson Meirelles da CTA, empresa contratada pela Petrobras para monitorar praias da região, um técnico foi informado sobre as tartarugas.

“Nossa equipe técnica e o corpo de biólogos foram até o local e encontraram os 16 animais: 14 mortos e dois vivos. Eles estavam em uma rede de pesca”, contou Meirelles ao G1.

Além das tartarugas vivas, levadas Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (IPRAM), em Cariacica, as que morreram também foram retiradas do local. Os corpos serão examinados para que a causa da morte seja descoberta.

“Ainda não podemos dizer que a rede de pesca foi o que causou a morte dessas tartarugas. Só poderemos afirmar isso após o resultado necropsia, porque elas já podiam apresentar algum grau de debilidade”, esclareceu o coordenador.


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Dois rinocerontes ameaçados de extinção são mortos por caçadores em Botsuana

Caçados por seus chifres, valiosos no mercado negro devido a demanda criada pela medicina tradicional chinesa, os animais enfrentam risco de extinção enquanto sua população declina


 

Foto: Mirror/Reprodução
Foto: Mirror/Reprodução

Dois rinocerontes foram brutalmente mortos e mutilados por caçadores em Botsuana. Os criminosos usaram uma serra elétrica para cortar e roubar os chifres dos animais.

As fotos da cena foram tiradas no Delta do Okavango, norte de Botswana, e ilustram de forma real e cruel, o comércio ilegal abastecido pela caça furtiva e caça aos troféus.

Os corpos dos animais foram encontradas em Mombo, um santuário particular dentro da Reserva de Caça Moremi.

Eduardo Gonçalves da Campaign to Ban Trophy Hunting (Campanha para Proibir Caça aos Troféus) disse: “O chifre de rinoceronte vale mais que ouro e heroína no mercado negro”.

Foto: Mirror/Reprodução
Foto: Mirror/Reprodução

“Toda caça, tanto furtiva e como a caça aos troféus precisa ser interrompida se quisermos ter alguma chance de salvar esses magníficos animais”.

“Isso significa uma proibição global apoiada por punições duras”. Botsuana está passando pela pior crise de caça furtiva em anos, de acordo com o Mirror.

“O último presidente do país, Ian Khama, proibiu toda a caça a troféus em 2014 e adotou uma política de atirar para matar em caçadores ilegais”, diz Eduardo Gonçalves.

Mas o atual presidente, Mokgweetsi Masisi, eleito no ano passado, anulou a proibição de seu antecessor além de desarmar e desmantelar unidades de combate à caça furtiva.

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Relatos de caça furtiva de rinocerontes na África do Sul ressurgiram no mês passado, com a morte de um rinoceronte fora de uma parte protegida do Delta do Okavango.

Na semana passada, foram encontrados os corpos mostrados na foto acima, elevando o total de rinocerontes caçados recentemente para sete. Os incidentes acontecem apenas alguns dias após Botsuana ter permitido oficialmente o início (retorno) da caça aos troféus de elefantes, depois da atividade ter sido banida em 2014.

A Interpol classificou Botsuana como o “principal país de origem” de chifres de rinoceronte contrabandeados para a Europa, Oriente Médio e Ásia.

Um relatório enviado ao governo de Botsuana afirma que 25 elefantes foram caçados só nas últimas semanas.

Foto: Mirror/Reprodução
Foto: Mirror/Reprodução

Gonçalves disse: “Botsuana deu efetivamente luz verde para matar animais selvagens ameaçados, reiniciando a caça aos troféus de elefantes”.

No mês passado, a conferência internacional da CITES sobre comércio de animais silvestres aprovou a duplicação de licenças para caçar troféus de rinocerontes negros criticamente ameaçados.

Gonçalves respondeu à medida: “Os caçadores furtivos costumam usar licenças de caça de troféus para adquirir chifres de rinoceronte para vender no mercado negro”.

Kevin Pietersen, ativista e defensor dos rinocerontes sul-africano, disse: “Isso é assassinato, puro e simples. Essas fotos mostram mais uma vez que os rinocerontes são vítimas inocentes da brutalidade terrível desses caçadores”.

Foto: LightRocket via Getty Images
Foto: LightRocket via Getty Images

“Os rinocerontes estão com sérios problemas, suas populações estão vulneráveis ou criticamente ameaçadas. Fazer isso com um animal tão belo e perigosamente ameaçado é uma violência irracional do pior tipo”.

“Precisamos de uma ação imediata para proteger os rinocerontes e garantir que eles sobrevivam. Precisamos conscientizar, mudar o comportamento e reprimir as pessoas que fazem isso.

“Este é um alerta dramático”, concluiu ele.

Em 2018, Pietersen fundou a SORAI – Save our Rhinos Africa and India – para proteger a espécie cuidando de rinocerontes infantis abandonados, feridos e órfãos e liberando-os de volta à natureza.

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Gato foge de casa para ir a cemitério acompanhar velório de tutora

Um gato fugiu de casa para ir ao velório da tutora que morreu em um acidente. A menina Júlia dos Santos, de três anos, foi vítima, assim como sua mãe, Luzia Aparecida Alencar dos Santos, de 32 anos, de um acidente com um ônibus de turismo que saía de Campos do Jordão (SP) com destino à Baixada Santista. Parentes relevaram que o gato foi escondido para o cemitério.

Foto: Carlos Nogueira/Jornal A Tribuna de Santos

Ópera, como foi batizado o gato pela tutora, a pequena Júlia, aproveitou que o portão da casa onde ele vive estava aberto, fugiu e encontrou dentro do carro da família, que seguia para o velório, e ficou escondido embaixo do banco. As informações são do G1.

Mãe e filha foram duas das 10 vítimas fatais do acidente, que aconteceu na serra de Pindamonhangaba (SP). Outras 51 pessoas se feriram. Os corpos de Júlia e Luzia foram velados na funerária Osan, em São Vicente, no litoral de São Paulo. Durante todo o velório, Ópera não saiu de perto do corpo da criança.

Durante toda a manhã desta terça-feira (11), o gato foi visto em volta dos caixões e até mesmo sentado em uma cadeira, ao lado dos familiares e amigos das vítimas. Em alguns momentos, Ópera saiu do interior da capela para beber água em uma vala localizada no entorno da funerária, mas depois voltou para perto dos corpos.

Foto: Nina Barbosa/G1
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Raposa é resgatada após ficar presa em tampa de lixeira escolar

Foto: Daily Mail/Reprodução
Foto: Daily Mail/Reprodução

Os professores da escola telefonaram para a ONG RSPCA em busca de ajuda ao encontrarem uma jovem raposa presa pela cabeça na tampa de uma lixeira do lado de fora do colégio de educação secundária.

A tampa da lixeira teve que ser serrada para que a raposa pudesse ser solta, logo após ela ter sido descoberta nos terrenos da Saracens High School, no noroeste de Londres (Inglaterra).

Uma lâmina de serra foi usada pela oficial responsável pelo resgate de animais, Mariam Adwan, depois de tentar retirar a raposinha manualmente, o que não funcionou.

Foto: Daily Mail/Reprodução
Foto: Daily Mail/Reprodução

Ela disse: “Essa jovem raposa se meteu em um verdadeiro problema. O animal estava realmente com medo, apavorado”.

“De alguma forma, ela conseguiu colocar a cabeça exatamente no buraco que fica na tampa da lata, mas depois não conseguiu mais sair”.

“Consegui acalmá-la e verifiquei se poderia gentilmente remover a tampa da cabeça dela, mas suas bochechas pareciam ser o obstáculo”.

“Logo percebi que aquele não ia ser um resgate fácil e eu tive que encontrar uma solução rápida”.

Os professores da escola encontraram a raposa com a cabeça entalada na lixeira em 17 de maio.

Foto: Daily Mail/Reprodução
Foto: Daily Mail/Reprodução

Adwan descreve a operação delicada: “Protegendo a raposa com uma das minhas mãos, eu cuidadosamente cortei uma fenda em forma de T para abrir o buraco estreito na tampa”.

“Uma vez que eu fiz isso, ele saiu facilmente e, depois de um rápido check-up no veterinário, fiquei feliz em saber que ela não se feriu e estava bem após dua aventura.”

Uma vez liberada, a raposa foi direto para seu covil e parecia saber exatamente onde ela estava.

A Sra. Adwan disse: “Espero que ela agora esteja reunida à sua família”.

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Você é o Repórter

Cachorra resgatada consegue realizar cirurgia e passa bem após receber doações, na Serra (ES)

Vanessa
vanessap1@hotmail.com

Foto: Divulgação

A cachorra chamada de Sol foi resgatada com deficiência na perna e teve que passar por cirurgia para a retirada de placa de titânio da pata, na Serra (ES). Graças às doações, a protetora conseguiu pagar as contas de todo o tratamento da Sol. Hoje ela já está recuperada e em breve irá para um lar temporário, onde terá cuidados especiais. Continue ajudando os animais a terem uma vida melhor.

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Carro é roubado com cão dentro e família faz apelo para encontrar animal desaparecido na Serra (ES)

Foto: TV Vitória
Foto: TV Vitória

Uma família capixaba está desesperada a procura de Dudu, um cão da raça pinscher, de 9 anos. O animal estava há 15 dias em um hotel para cães na Serra enquanto a família estava em São Paulo.

No retorno do cão para a casa, o dono do hotel foi rendido por dois homens armados em uma motocicleta, na última quarta-feira (27). Os suspeitos levaram o carro com o animal dentro. Três horas após o crime, o veículo foi encontrado no bairro Morada de Laranjeiras, Serra, mas Dudu não estava dentro do carro.

A família distribuiu panfletos e cartazes na esperança de encontrar Dudu. Nas redes sociais, a história de Dudu tem sido compartilhada entre os internautas. “A família está a semana inteira procurando desde quarta-feira até tarde da noite. Fizemos cartazes, panfletos, colocamos nas redes sociais. Estamos realmente atrás. Ele faz muito falta. Dudu é muito querido aqui em casa”, afirma o empresário Osório Braga.

A esposa de Osório, Sandie Braga, conta que não está se alimentando direito desde que Dudu desapareceu. “Não consigo me alimentar direito porque ele está fazendo muita falta mesmo”.

Já a filha do casal, a estudante Vitória Braga, faz um apelo especial para encontrar o animal doméstico, que cresceu junto com ela e o irmão.

“De noite na hora de dormir eu sinto muita falta dele porque ele dormia comigo todo dia. Estamos levando né? Estamos esperando o dia que ele vai aparecer. A gente deixa a caminha dele até ali fora, caso ele encontre o caminho de casa. Se alguém encontrar, por favor, pode ligar. Em qualquer horário” diz.

Fonte: Folha de Vitória

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Cachorro morre ao ser esquecido por 4 horas dentro de porta-malas, na Serra (ES)

bul
Divulgação

Um cachorro de seis anos da raça bulldog francês morreu na última quinta-feira (25), após ficar quatro horas dentro do porta-malas de um pet shop do bairro Morada de Laranjeiras, na Serra, Espírito Santo.

A acusação foi feita pelo tutor do animal, Leonardo Gois, que afirma ter levado seu cão para tomar banho no local por volta das 8h30, mas, às 14h, recebeu a informação de que o bulldog ainda não havia sido entregue em sua casa, como havia combinado.

De acordo com ele, ao ligar para o pet shop, a proprietária informou que o cão teria saído às 10h30 do estabelecimento e que não sabia onde o cachorro estaria. Sem conseguir mais informações sobre seu cão, Leonardo diz ter tentado mais de 30 vezes falar novamente por telefone com a proprietária da loja. Ela só o atendeu às 17h e revelou ter esquecido o animal no carro das 10h até às 14h.

“Já éramos cliente da loja há algum tempo e nunca tivemos problema anteriormente. Estamos muito tristes pela situação e pelas mentiras que ouvimos do pet shop até saber que nosso cão estava morto. Vamos fazer um boletim de ocorrência na próxima segunda-feira”, contou Leonardo.

A proprietária do pet shop ainda tentou levar o animal para um veterinário que não possuía o equipamento para reanimá-lo. Procurada pela reportagem, ela não atendeu às ligações até o fechamento da edição.

Fonte: Gazeta Online

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Lixo e placa de publicidade impedem desova de tartaruga na Serra (ES)

Além do lixo, o animal teve que enfrentar a estrutura de uma placa de publicidade colocada na areia. Foto: Divulgação / Claudiney Rocha
Além do lixo, o animal teve que enfrentar a estrutura de uma placa de publicidade colocada na areia. Foto: Divulgação / Claudiney Rocha

Ontem (03) à noite o lixo na praia do Barrote em Jacaraípe impediu uma tartaruga de desovar. O fato foi presenciado por monitores de uma empresa contratada pela Petrobras para fazer o monitoramento, pelo diretor do Instituto Brasileiro de Fauna e Flora (Ibraff), Claudiney Rocha e por alguns populares.

Segundo Claudinei, a tentativa de desova frustrada aconteceu por volta das 20h, no trecho da praia em frente ao terreno onde são instalados circos e parques de diversões. “O animal da espécie cabeçuda (caretta caretta), medindo 0,92 cm de comprimento por 0,66 cm de largura, desistiu da desova quando cavou o ninho e viu que tinha um saco desses que se coloca areia para conter a erosão”, relata.

De acordo com o ativista, o animal voltou para a água. “Ele pode tentar procurar outro ponto do litoral, mas é possível que desove no mar perdendo toda a ninhada”, observa.

Claudiney observou ainda que a tartaruga teve outro obstáculo: uma placa de publicidade de uma pizzaria da região que foi instalada sobre a areia da praia.

O ativista lembrou que de setembro a abril é a temporada de desova e eclosão de ninhos tartarugas nas praias do litoral capixaba e que situações como a de ontem na praia de Jacaraípe coloca a reprodução dos répteis marinhos em risco.

Fonte: Portal Tempo Novo

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Cachorro Dálmata é mutilado por assaltantes e morre na Serra, ES

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Um cão foi mutilado por criminosos que invadiram a oficina onde ele ficava, na madrugada de quarta-feira (27), no bairro São Diogo, na Serra, Espírito Santo. O animal que morava no lugar acabou sendo alvo da brutalidade dos criminosos. Eles levaram mais de R$ 4 mil em ferramentas e peças. Antes de deixarem o local, ainda cortaram os testículos do cachorro.

Os suspeitos invadiram a oficina durante a madrugada. Eles quebraram o cadeado do portão principal da oficina. Depois de entrarem no pátio, os bandidos quebraram outros quatro cadeados que protegiam as portas de acesso ao escritório, ao depósito de peças e ao de ferramentas. Os proprietários acreditam que o prejuízo ultrapasse R$ 4 mil. O valor, porém, pouco importou aos donos quando viram o que os criminosos haviam feito ao cão que vivia no local.

Por ser uma área grande, os donos deixavam na oficina o cachorro Alemão, da raça dálmata. “É um cão dócil, super carinhoso com todos nós. O trouxemos para a oficina há quatro anos. Não sei porque fizeram uma covardia dessas com ele, não consigo acreditar nisso”, contou uma funcionária, 29 anos, que pediu para não ser identificada.

O animal teve os testículos cortados pelos criminosos. Alemão foi encontrado ensanguentado, no meio do pátio da oficina, por volta das 6h30, quando os primeiros funcionários chegaram ao local. “Pegamos o Alemão no colo e o levamos para uma clínica veterinária. Estou muito triste com isso, não tem como não se apaixonar por ele”, desabafou a funcionária.

Luta pela vida

O dálmata Alemão foi levado para a Centro Veterinário do Espírito Santo (Ceves), em Eurico Salles, na Serra, onde passou por uma cirurgia. Infelizmente, à noite, o cão não resistiu à violência sofrida e morreu. “Foi brutal. Com certeza, mais de duas pessoas fizeram essa violência com ele. Utilizaram uma faca ou estilete afiado e o corte foi grande. Ele sofreu uma laceração grande na região escrotal e perdeu muito sangue, foi uma violência imensa e desnecessária. Poderia até ter morrido, antes de chegar aqui. Alemão foi muito forte”, destacou o anestesista veterinário Guilherme Figueira.

O dálmata passou por uma cirurgia e chegou a ter parada cardíaca durante o procedimento operatório, mas conseguiu sobreviver. Durante a cirurgia, o cão ainda teve sangramento intestinal, o que levou o anestesista a acreditar que Alemão possa ter sido envenenado pelos criminosos.

No final do dia, o cachorro foi levado pela médica veterinária para outra clínica, onde acabou morrendo à noite.

Fonte: G1

 

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