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Cangurus são vendidos em feira do Porto, em Portugal

Foto: Reprodução

Por Lobo Pasolini (da Redação)

A Sociedade Vegan, uma organização vegana de Portugal, denunciou em seu website que uma feira na cidade do Porto vende até cangurus. E o que é pior, os vendedores têm licença para o fazer.

A organização disse em seu website que após a denúncia, O SEPNA (Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente) disse que cangurus podem ser comercializados porque não se encontram protegidos pela legislação de conservação da natureza.

O que as autoridades, em toda sua miopia burocrata, não parecem perceber é que, ninguém compraria um canguru com boas intenções. Quem pode querer ter esse animal em Portugal? Com certeza não para colocá-lo em um apartamento.

O fato da venda de um animal estar legalizada e talvez dele ter sido criado em cativeiro não muda uma verdade fundamental: uma vida está sendo comercializada como se fosse um objeto. De um ponto de vista ético, todo animal vendido é um animal traficado e toda pessoa que compra um animal, independente do IBAMA e equivalentes dizerem que está tudo bem, compactua com esse crime contra a vida.

A feira no Porto realiza-se todos os domingos 7.30h e as 12.30h em frente à antiga “Cadeia da Relação” e ao Jardim da Cordoaria.

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Notícias

Cavalos garranos são assassinados a tiro no último mês, em Portugal

Foto: Reprodução/DN Portugal
Desde dezembro, a freguesia de Serdedelo, em Ponte de Lima, assiste à morte, a tiros, de cavalos garranos que pastam pelos montes da localidade. Ao todo, disse ao DN o presidente da junta local, já há registo de oito cavalos mortos, sendo que só na semana passada foram quatro. A possível destruição de algumas culturas pode estar na origem do caso, admite Fernando Fiúza.
“Os cavalos até nem andam pela freguesia. Só que nesta altura do ano descem o monte para comer e entram nas propriedades privadas, destruindo as culturas, o que não deve agradar muito aos proprietários”, apontou o autarca.
O fenômeno não é novo. Há menos de um ano, dois cavalos desta raça nacional protegida foram mortos a tiro em Paredes de Coura e, poucos meses antes, outros quinze. Além de Coura, também em Melgaço. Em todos estes casos a GNR foi chamada a investigar, decorrendo diligências para apurar os autores dos disparos. A suspeita recai sob proprietários de terrenos agrícolas. “Os cavalos destroem as culturas e os proprietários tratam-lhes da saúde”, atira o autarca.
O Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR tem reforçado a vigilância e aponta para que apenas metade dos garranos criados livremente tenham a marca, obrigatória, de identificação do tutor.
Por diversas vezes a Fundação Alter Real já alertou para a possibilidade de a ameaça de extinção da raça garrana agravar-se  – de acordo com registos de dez anos atrás, eram apenas cerca de dois mil animais. Classificada como espécie protegida, a ameaça aos garranos acontece, ainda, por se tratar de uma raça que exige um regime “semi-selvagem”, com os animais em criação livre pelos montes, espaços cada vez mais reduzidos e limitados.
Desde 2008, segundo dados oficiais relativos a queixas participadas, há registo de 25 garranos abatidos a tiro, entre Paredes de Coura, Ponte de Lima, e Melgaço, apenas nos últimos 18 meses.
Fonte: DN Sapo
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