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Senador vegano apresenta projeto que visa acabar com a criação de animais em escala industrial

Foto: Jose Luis Magana/AP
Foto: Jose Luis Magana/AP

Na terça última (16), o senador americano pelo estado de Nova Jersey e também candidato democrata à presidência, Cory Booker, apresentou o texto da Lei de Reforma do Sistema Agrícola (FSRA), um novo projeto de lei que visa acabar a criação de animal da agricultura industrial em larga escala.

A FSRA proíbe a abertura de novas operações concentradas de alimentação (consumo) por animais (CAFOs) em larga escala e limita o crescimento das CAFOs existentes no setor de carnes e laticínios. O projeto também visa eliminar gradualmente as maiores CAFOs – conforme definido pela Agência de Proteção Ambiental – até 2040 e responsabilizar os grandes frigoríficos pela poluição que eles causam.

Com seu projeto de lei, Booker espera proteger pequenos criadores de animais, que muitas vezes são contratualmente vinculados e explorados por grandes corporações. “As grandes fazendas industriais são prejudiciais às comunidades rurais, à saúde pública e ao meio ambiente e principalmente aos animais. Devemos começar imediatamente a transição para um sistema mais sustentável e humano”, afirmou Booker – que é vegano desde 2014.

A FSRA reservaria 100 bilhões de dólares do orçamento do país ao longo de dez anos para ajudar os ex-proprietários da CAFOs a fazerem a transição para o que o projeto descreve como “melhores formas de criação de animais”, como a criação de bois e vacas livres na pastagem, o cultivo de culturas especializadas ou a produção de commodities orgânicas”.

O ideal seria que os animais não fossem explorados por sua carne ou pelos produtos extraídos seus corpos, pois são vidas e não produtos para serem comercializados, mas rumo a uma sistema mais justo e humano de convívio com estes seres, passos como legislações que protegem os animais são ganhos rumo a um objetivo maior: a igualdade de condições e o respeito total à toda e qualquer forma de vida. As informações são do VegNews.

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Jornalismo cultural, Notícias

Senador defende uso de agrotóxicos genéricos para ampliar lucro dos produtores

Por David Arioch

Assunto vai ser debatido na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) na próxima quarta-feira (Fotos: Agência Senado/Getty)

O senador Lasier Martins (Pode-RS) solicitou uma audiência pública com a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) para a próxima quarta-feira (12), às 11h, com a finalidade de discutir o mercado de agrotóxicos, principalmente o impacto das políticas de propriedade industrial nesse segmento.

A reunião que vai ocorrer na sala 7 da Ala Senador Alexandre Costa foi justificada pelo senador como de grande importância porque, segundo ele, os agricultores que trabalham com as culturas de soja, milho e algodão não têm o poder de definir o preço de seus produtos porque dependem de fatores externos, como o mercado internacional.

Considerando isso, Lasier Martins defende que uma das formas de garantir maior rentabilidade ao produtor é reduzir custos de produção, o que, de acordo com o senador, seria possível com o uso de agrotóxicos genéricos, que chegam a ser até 25% mais baratos do que os oferecidos por grandes empresas multinacionais.

Conforme informações da Agência Senado, Lasier sustenta que maior competição nesse mercado, hoje concentrado nas mãos de poucas empresas, poderia vir pelo aumento da oferta de agroquímicos genéricos, possibilitando oferta de insumos mais baratos.

O senador aponta ainda que o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) é moroso na análise dos pedidos de quebra de patentes nesse setor (requisito para a produção de genéricos) que, em alguns casos, chegou a superar 14 anos.

“Para se ter uma noção de valores, só em 2009 foram movimentados no mercado de defensivos agrícolas no Brasil R$ 12,9 bilhões. Segundo matéria divulgada no jornal O Estado de S. Paulo, em 2014, apenas três produtos — um herbicida e dois inseticidas — movimentaram cerca de R$ 300 milhões por ano, sendo que tais produtos ainda estavam protegidos por patentes”, informa Lasier Martins.

Foram convidados para o debate representantes da Secretaria de Governo da Presidência da República, do Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, além da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI).

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Senador propõe aumento nas penas de maus-tratos e abandono de animais

Relatos apontam que cachorro foi brutalmente agredido (Foto: Reprodução | Facebook)

O senador Randolfe Rodrigues (REDE –AP), apresentou, nesta quarta-feira (6), projeto de lei que aumenta de três meses para até três anos a pena de maus-tratos contra animais, e estabelece punição financeira para os estabelecimentos comerciais que sejam coniventes com esta prática. Para o senador Randolfe, é inadmissível o fato do crime contra patrimônio ter uma pena superior aos crimes de maus-tratos.

O projeto ganhou forma uma semana depois da morte do cachorro cruelmente espancado com um cabo de vassoura e envenenado por um funcionário do supermercado Carrefour, Carrefour de Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, fato que causou comoção dos brasileiros nas redes sociais.

Hoje, os crimes de maus-tratos e abandono são considerados crime de menor potencial ofensivo, e a penalidade é facilmente revertida em trabalhos sociais, por exemplo. “Só para se ter ideia, o crime de dano, de “destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia”, previsto no artigo 163 do Código Penal, possui penalidade 6 vezes maior que o crime de mutilar um animal”, justificou Randolfe.

Para o senador, “é preciso repensar na modificação da lei para uma maior proteção aos animais”. E, para isso, “os crimes precisam ser punidos com mais rigor – inclusive com a reclusão – e as penas devem ser mais duras àqueles que cometem esse absurdo.

No projeto, Randolfe expõe que o Brasil possui a quarta maior população de animais de estimação no mundo, segundo levantamento da empresa de pesquisa de mercado Euromonitor, e para ele, “não é possível, diante da realidade social ocupada pelos animais na sociedade moderna, enquadrá-los como meros objetos”.

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Senador dos EUA cria podcast sobre veganismo

Booker criou o podcast para ressaltar a negligência dos problemas relacionados à justiça social e entrevistará ativistas de todo o país que promovem mudanças positivas em suas comunidades.

Foto: VegNews

O primeiro episódio contou com a participação do representante dos Estados Unidos, John Lewis – um ativista que trabalhou ao lado de Martin Luther King  durante a Era dos Direitos Civis, revela a VegNews.

“o Dr. King teria 89 anos hoje. Estou animado de sempre lembrar seu aniversário e tentar ter certeza de que não é apenas um momento de reconhecimento, mas um momento de cumprirmos sua missão e seu mandato, que ainda está muito vivo hoje.  A melhor maneira de mostrar gratidão não é  com palavras, mas sim com ações”, disse Booker.

Ele tem utilizado sua plataforma política para defender tanto os direitos humanos quanto os direitos animais e, em resposta a um rumor de teria sido companheiro de Hillary Clinton na disputa para a vice-presidência em 2016, ele disse: “Eu já sou uma pessoa vegana”.

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Inconsciência e crueldade: senador australiano mata e come elefante

O Senador australiano Robert Borsak, durante viagem de caça no Zimbábue, matou um elefante e comeu a carne do animal. Inicialmente, quando as fotos do senador com o elefante morto foram compartilhadas nas redes sociais, muitos australianos e ativistas dos direitos animais ficaram indignados com a atitude cruel do político, o que piorou após a declaração de Borsak.

Senador posa ao lado de elefante morto durante expedição de caça
Senador Robert Borsak matou e comeu elefante curante viagem de caça no Zimbábue (Foto: Reprodução / Force Change)

Segundo grupos de conservação de animais, a população de elefantes no Zimbábue tem sofrido uma diminuição drástica, principalmente na região do Vale do Zambeze Médio, onde o senador matou o elefante.

Desde 2001, 6.500 elefantes morreram no país do sudeste africano, principalmente por conta das expedições de caça na região.

Nota da Redação: O senador australiano teve uma atitude vergonhosa como cidadão, mas principalmente como representante político. Animais, como seres sencientes, devem ter suas vidas e seus habitats preservados, pois são seres dotados de direitos. Todos os animais são imprescindíveis para a sobrevivência e equilíbrio da natureza. Por isso, submeter suas vidas aos desejos cruéis e egoístas dos seres humanos deve ser um crime punido pela lei de todas as nações.

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Senador Otto Alencar estuda apresentar PEC para regulamentar vaquejada

Divulgação
Divulgação

O senador Otto Alencar (PSD) estuda apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para regulamentar a vaquejada no país, após o Supremo Tribunal Federal (STF) julgar inconstitucional uma lei cearense sobre o assunto.

“Fiquei estarrecido com essa decisão do Supremo. Sou relator do Projeto de Lei nº 24/2016 da Câmara dos Deputados, que torna a vaquejada um patrimônio cultural imaterial, se esse projeto não for suficiente para a vaquejada continuar, vamos apresentar uma PEC. Mais de um milhão de pessoas serão desempregadas se essa decisão for mantida. Vou até as últimas consequências”, disse o senador, em entrevista ao Bocão News.

De acordo com Otto Alencar, a proposta, que torna a vaquejada um patrimônio imaterial, deve ser votada no dia 25 de outubro, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado. O senador fez questão de ressaltar ainda que o STF “feriu a autonomia e a independência” do Legislativo ao proibir a atividade no Ceará.

A decisão do Supremo já repercutiu na Bahia. Nesta terça-feira (11), a Justiça baiana proibiu a vaquejada que estava marcada para acontecer entre os dias 13 e 16 de outubro no Parque Nossa Senhora de Fátima, em Praia do Forte, no município de Mata de São João, durante o evento “Desafio Bahia Forte Vaquejada 2016”.

Fonte: Bocão News

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Senador quer o fim das pesquisas com animais na produção de cosméticos

O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) defendeu o fim do uso de animais em testes de produtos cosméticos, de higiene e de limpeza.

Raupp apresentou, este ano, projeto proibindo esses testes, que já estão suspensos em vários países. “A União Européia, por exemplo, desde 2003 não usa animais em testes de cosméticos”, disse o senador.

Valdir Raupp informou que algumas empresas brasileiras, como a Natura, já suspenderam os testes com animais e que pesquisa do Ibope, feita este ano, revelou que dois terços dos brasileiros são contra o uso de animais em pesquisas sobre toxidade de cosméticos.

“A proibição do uso de animais para testes de produtos cosméticos em nossa legislação será um avanço considerável sem prejuízo da atividade, pois já existem técnicas capazes de substituir animais anteriormente necessários ao desenvolvimento das pesquisas”, argumentou.

Com informações de O Repórter.

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Conheça os políticos do RS que são contra os animais

Adriane Rog
aneane_8@yahoo.com.br

Como tem sido enviado por todos amigos, avisos de que este ou aquele candidato as próximas eleições, legislativas principalmente, pelo Rio Grande do Sul (Senado, Câmara Federal, Assembleia Legislativa Estadual), tem se apresentado como candidato a cargo eletivo. Lançamos mão de algumas informações encontradas nas épocas de atuação de alguns candidatos, como vereador, deputado, senador, governador, que tenham haver com o bem estar animal, bem como os que se posicionaram contra a causa.

Não pretendemos impor, nem pedir, ou exigir votos para um ou outro candidato, deixamos a que cada cidadão, livre e democraticamente, de acordo com sua própria conciencia, tome a decisão que julgar mais acertada para os fatos.

Começamos pela nomenclatura daqueles que votaram contra legislação especifica que visava o bem estar animal e proteção do meio ambiente.

CARLOS ATILIO TODESCHINI – 13001 – PT.
Este vereador em Porto Alegre, reeleito em 2008, votou contra a lei Sebastião Melo, lei 10531 de 10.09.2008.
Ainda como presidente da COSMAN, numa manobra politica, tentou promover uma votação de abertura, de poder eutanaziar animais em Porto Alegre, contrario a lei 13193 de 30.06.09, chegando a alegar ter sido atacado por cão na rua, sem qualquer registro no HPS, com isto tentado burlar a Lei Carlos Gomes. Foi apartado por Beto Moesch e Dr. Thiago Duarte PDT. Não tendo sucesso na sua iniciativa.

EDSON LUIZ PORTILHO (Profº Edson Portilho) 13160 – PT.
Vereador em Sapucaia do Sul, ex-Deputado Estadual RS em 2001, foi autor do nefasto, projeto de lei estadual 282/2003, em que torna-se permitida a tortura de animais quando parte de “cultos e liturgias das religiões de matriz africana”. A votação estava marcada para o terceiro quadrimestre de 2004, mas Edson criou um regime de urgência, em uma manobra injustificável que retirou a voz de qualquer oposição. Após uma votação de 32 contra 2 votos, seres vivos podem agora ser mutilados e feridos e suas vidas podem ser, simplesmente, descartadas uma vez não sirvam mais para o ritual.

MAURO CESAR ZACKER (Mauro Zacker) 12180 – PDT.
Recentemente, votou contra a queda dos vetos do executivo a lei que regulamentava o comércio de animais na capital gaúcha, Lei 10.933 de 14.07.2010, de autoria de Beto Moesch, principalmente os artigos que impunham sofrimento e desgaste dos animais.

ANTONIO SILIPRANDI (Jacaré) – 45015 – PSDB.
É empresário em Carazinho e Passo Fundo, 51 anos, dono de casas lotéricas, é sua primeira candidatura a Deputado Estadual, sendo sua propaganda toda feita com panfletagem da Rinha de Galos. Com o slogan “Para o esporte ser legalizado”.

Reprodução de propaganda do candidato Jacaré resssaltando a legalização das rinhas de galo

Junto com sua possível atuação em favor das rinhas galisticas, tem o apoio de outro galista que concorre a Câmara Federal.

LUIZ CARLOS TRAMONTINI (CARLÃO) – 1121 – PP.
Galista que vai lutar junto com o Jacaré para aprovação de lei que libere as Rinhas de Galos no país.

PAULO R. D. BORGES (PAULO BORGES) – 25000 – DEM.
Levou nosso voto, tendo em vista ter se destacado por reportagens na RBS TV com defesa de animais, após eleito jamais fez qualquer ação em favor dos animais, seu antigo cabo eleitoral, nos enganando direitinho. Desta feita não vai levar-nos ao mesmo erro.

ONIX DORNELES LORENZONI (ONIX) – 2522 – DEM.
Candidato novamente a Deputado Federal, veterinário, nos passou a ideia de lutar pela causa animal, porem, jamais se fez presente em qualquer ato de defesa animal. Nos levou a primeira votação, mas não pretendemos repeti-la novamente. Existe gente mais competente atuando neste ramo.

Ainda estão na nominata de candidatos, os que votaram contra a causa animal:

ALDACIR JOSÉ OLIBONI – PT – 13580
ALCEU DE OLIVEIRA ROSA (BRASINHA) PTB – 14118.
RAUL TORELLI FRAGA (Dr. RAUL) PMDB – 15888.

CONVÉM não esquecerem que os votos para os seus partidos poderão levá-los ao mandato legislativo pelo coeficiente.

PARA O SENADO:
GERMANO ANTONIO RIGOTTO – PMDB – 151
Quando governador do Estado do Rio Grande do Sul foi o responsável por sancionar a nefasta lei do Prof. Edson Portilho, sem emendas ou ressalvas.

ALCEU BARBOSA VELHO – PDT
Em Caxias do Sul o então vice-prefeito mandou cortar mais de 670 árvores nativas no parque da festa da uva para a construção de uma Cancha de Rodeios, uma Cancha de laço. Foi o maior crime ambiental e contra  os animais da cidade de Caxias do Sul.

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Senador se manifesta contra a extinção da raça pit bull

O senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) manifestou-se em Plenário contrário à ideia contida em projeto do senador Valter Pereira (PMDB-MS), de limitar a circulação de 16 raças de cães, exigindo que eles só sejam levados a local público com focinheiras.

Lamentou que o senador tenha afirmado que se deve extinguir a raça pit bull.


Senador Arthur Virgilio. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado


Virgílio disse que já teve vários cães desta raça e que o problema da sua violência está ligado aos ‘pit boys’, que conduzem mal seu adestramento.

Fonte: Agência Senado

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