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Cão tem rabo amputado após se ferir ao brincar com linha de pipa com cerol

Foto: Dibea/Divulgação

Um cachorro ficou ferido após brincar com uma linha de pipa com cerol que caiu dentro do quintal da casa onde ele mora, na comunidade do Quilombo, em Florianópolis, no estado de Santa Catarina.

O acidente, que aconteceu na tarde da última segunda-feira (1º), expõe a responsabilidade que cada pessoa que usa linha de pipa com cerol tem sobre possíveis ferimentos causados em animais e também em pessoas.

O cachorro foi socorrido, mas, por conta do ferimento em sua cauda, teve que passar por uma cirurgia de amputação. Ele se feriu após brincar com a pipa, em um ato de inocência. Enrolado na linha, o cão acabou machucando o rabo.

O atendimento veterinário foi prestado por profissionais da Diretoria de Bem-Estar Animal (Dibea), da Prefeitura de Florianópolis. De acordo com os veterinários, foi identificado cerol na linha da pipa.

Até o momento, o responsável pelo uso da linha que causou o ferimento no cachorro não foi identificado.

O uso de instrumentos cortantes, como o cerol, em linhas de pipa é proibido em Santa Catarina pela lei estadual 11.698, sancionada em 2001. Infratores podem ser punidos com multa. No entanto, desde a criação da legislação poucos casos foram identificados e punidos.

Para tentar coibir o uso do cerol, ações de fiscalização estão sendo feitas pela Guarda Civil Municipal (GCM). No último mês, 29 casos foram denunciados. Apesar das denúncias, em alguns casos, os infratores fugiram antes da chegada dos guardas e, em outros, a GCM apreendeu materiais, mas não aplicou multas.

Foto: Dibea/Divulgação

Em um dos casos em que o crime foi flagrado, mas não houve aplicação de multa, 100 pessoas soltando pipa foram abordadas pelos guardas no bairro Costeira do Pirajubaé, no último final de semana. Pelo menos seis usavam cerol. Elas não foram multadas, no entanto, porque eram menores de 18 anos.

Para por fim ao uso do cerol e proteger animais e humanos, é importante que a população faça sua parte, denunciando. As denúncias a respeito da utilização de qualquer material cortante em linhas de pipa podem ser feitas à Guarda Civil Municipal, pelo 153, à Polícia Militar, através do 190, ou ainda à Polícia Rodoviária Federal, por meio do 191. A PRF, porém, deve ser acionada apenas quando o crime estiver sendo praticado nas proximidades de rodovias federais.


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Barco é retiro pela polícia durante investigação sobre baleia mutilada em SC

Foto: Reprodução/ NSC TV

Um barco foi retiro pela Polícia Federal na marina de Itajaí, em Santa Catarina, nesta quarta-feira (27) como parte das investigações sobre o caso da baleia que teve sua cauda mutilada no litoral do estado. O objetivo é descobrir se o animal foi vítima de um acidente ou de um crime ambiental.

Um vídeo divulgado na internet mostra a cauda do animal decepada, amarrada a um barco, e pescadores falando sobre a aproximação da baleia.

Um pescador envolvido no caso foi identificado. O delegado da PF em Itajaí Oscar Biffi explicou ao G1 que o homem e a embarcação são da cidade de Navegantes.

A mutilação é investigada também através de processo administrativo de autoria do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), que tenta localizar a baleia. A capitania dos portos também está colaborando.

Na opinião do oceanógrafo Roberto Wahrlich, que é professor na Univali, em Itajaí, a baleia foi vítima de um acidente. Ao G1, o especialista afirmou que acredita que o animal marinho ficou preso entre os cabos da rede e acabou sendo mutilado.

Foto: Reprodução/ Redes sociais

A mutilação da cauda da baleia, segundo o pesquisador Jules Soto, curador do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Balneário Piçarras, poderá levá-la à morte por inanição.

De acordo com Wahlich, acidentes do tipo já ocorreram no passado envolvendo barcos pesqueiros – o que revela, sob o ponto de vista abolicionista da ANDA, o quão nociva é a prática da pesca, que além de matar peixes de maneira direta, tira a vida de baleias e também de golfinhos e tartarugas, que frequentemente morrem após ficarem presos em redes de pesca.


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Homem mata cachorro ao colocá-lo em saco plástico e agredi-lo em SC

Pixabay/Timur85

Um cachorro morreu em Joinville, no estado de Santa Catarina, após ser brutalmente agredido. Denúncias indicam que um homem colocou o animal dentro de um saco plástico e desferiu golpes contra ele.

No último domingo (25), um protesto foi realizado no bairro Itinga em repúdio ao ato brutal cometido contra o cachorro.

O caso, registrado em um vídeo, foi denunciado à Divisão de Investigação Criminal (DIC). “No domingo de manhã recebemos uma série de denúncias de notícias-crimes envolvendo toda essa situação que o suspeito morador aqui da cidade pegou um cão e colocou em um saco plástico e desferiu diversas agressões contra esse cão”, disse ao G1 o delegado Larry Costa.

A presidente da Frente de Ação pelos Direitos Animais (Frada), Liliane Lovato, contou que o cachorro foi encontrado com várias lesões pelo corpo.

Cachorro resgatado com vida da casa (Foto: Polícia Civil/ Divulgação)

Liliane tentou salvar a vida do animal, mas não foi possível. “Eu entrei na casa e a primeira coisa que eu fiz foi pegar o cachorrinho e levar no veterinário pra ver se ele tinha alguma chance de salvar. Ele [o suspeito] falou que o cachorro não era dele, que o cachorro tinha morrido na noite anterior envenenado. Ele deu uma série de desculpas”, disse.

Outro cachorro também foi encontrado na casa do homem. Resgatado, ele foi encaminhado para o Centro de Bem-estar Animal (CBEA) para receber os cuidados necessários.

O homem apontado como responsável pela morte do cão foi encaminhado à delegacia e assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência. Um inquérito foi instaurado e o caso será investigado.


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Baleia tem cauda decepada e envolvimento de pescadores no crime é investigado

Foto: Reprodução/ Redes sociais

Vítima de uma atrocidade, uma baleia-jubarte teve sua cauda decepada em alto-mar. O Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) acredita que o crime tenha sido cometido no litoral de Santa Catarina no último final de semana. O órgão ambiental investiga, junto da Polícia Federal, o possível envolvimento de pescadores no caso.

Um vídeo (veja abaixo) mostra a cauda do animal, já decepada, no mar. Em seguida, aparece a baleia, nadando e deixando um rastro de sangue. Nas imagens, divulgadas nas redes sociais, é possível ver pescadores em um barco afirmando que o animal se aproximou da embarcação.

O pesquisador Jules Soto, curador do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Balneário Piçarras, repudiou o ato brutal cometido contra o animal. A justificativa, dada pelos pescadores no vídeo, de que tamanha crueldade teria sido realizada para evitar que o barco virasse foi refutada pelo especialista. Ao G1, Soto explicou que a baleia não teria condições de fazer a embarcação tombar.

“A reação da baleia quando prende a cauda sempre é girar para tentar se libertar daquilo, isso geralmente ocasiona o emalhamento no cabo. A primeira análise que a gente tem é que está tudo errado. De forma alguma uma baleia daquele tamanho põe aquele barco a pique. Ela não ameaçaria aquele barco. Existe uma desproporção muito grande de massa, principalmente porque a baleia não vai puxar pra baixo quando ela está nessa situação, ela vai puxar pra frente ou para os lados”, disse.

No entanto, a postura de uma pessoa em uma situação dessa, independentemente do animal ter ou não condições de virar uma embarcação, deveria ser outra. O recomendado é danificar o apetrecho de pesca para salvar a vida do animal, ao invés de condená-lo a sofrimento físico e psicológico, além de fazê-lo agonizar até a morte, para não estragar um mero objeto.

“É uma atrocidade. É um animal protegido por lei, teria que danificar o petrecho de pesca [para soltá-la]. Ela não vai morrer de hemorragia, é um animal que praticamente vai morrer de inanição”, disse Soto.

No domingo (24), conforme a bióloga Fábia Luna, coordenadora do Centro de Mamíferos Aquáticos (CMA) do ICMBio, em Santos (SP), uma rede de fiscalização estadual e federal responsável por amparar mamíferos aquáticos encalhados foi acionada para que fique atenta à possibilidade da baleia encalhar ou ser vista em alto-mar. O ICMBio também busca identificar o barco e os pescadores. Caso sejam encontrados, eles prestarão depoimento sobre o caso.

O animal brutalmente mutilado é uma baleia-jubarte juvenil. “Possivelmente estava em migração para o sul da Bahia, área para onde esta espécie migra durante o inverno”, informou ao G1 a diretora de pesquisa do Instituto Australis, Karina Groch.

O caso foi alvo de nota de repúdio por parte do Instituto Baleia Franca (IBF), assinada pelo presidente da instituição, Eduardo Peixoto.

“O que aconteceu foi um ato criminoso e deve ser alvo de um inquérito criminal, incluindo até a prisão”, diz o comunicado do IBF.

Confira o vídeo abaixo (as imagens são fortes):


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Aumenta infecção pela febre amarela em macacos em Santa Catarina e no Paraná

dMz/pixabay

O Paraná e Santa Catarina registraram aumento no número de macacos infectados pela febre amarela. Juntos, os estados sulistas concentram praticamente 99% de todas as notificações confirmadas de epizootias – isso é, óbitos ou adoecimentos de macacos infectados pela doença.

O Ministério da Saúde informou o registro de 867 epizootias, de julho de 2017 a junho de 2018, em seis estados. São eles: Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins. De 2018 a 2019, foram 126 casos notificados pelos estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina e São Paulo.

De julho de 2019 a maio de 2020, apenas Paraná, Santa Catarina e São Paulo registraram a doença em macacos, com 348 casos. Um aumento de 180% em comparação ao período epidemiológico anterior, embora ainda faltem dois meses para o final do atual período.

Santa Catarina registrou 54 casos de julho de 2019 até o início de maio de 2020. Entre 2018 e 2019, foram quatro casos e nenhum de 2017 a 2018.

Entre julho de 2019 e o último dia 8 de maio, 287 adoeceram ou morreram em decorrência da doença no Paraná. Outros 89 casos estão sendo investigados e 423 ainda não tiveram amostras colhidas para análise. Ainda assim, o número de casos confirmados é superior ao registrado nos anos anteriores. Foram 49 epizootias de julho de 2018 a junho de 2019 e nenhum registro de julho de 2017 a junho de 2018.

Os dados surpreenderam o professor Fernando de Camargo Passos, do Departamento de Zoologia da Universidade Federal do Paraná. “É surpreendente esse grande número de casos no Paraná. Ainda que já estivéssemos prevendo um avanço da febre amarela [entre macacos] no estado, pois a doença, que já tinha atingido outros estados antes de vir em direção ao Sul, agora avança em ondas entre estes animais [no Paraná]”, disse o pesquisador, em entrevista à Agência Brasil.

O especialista lembrou que o macaco não transmite a doença, que é repassada a animais e humanos através da picada de mosquitos de dois gêneros (Haemagogus e Sabethes) que costumam viver na copa das árvores.

“Já houve casos de pessoas matarem ou maltratarem os animais por achar que podem ser responsáveis pela transmissão da febre amarela, o que não é verdade”, alertou o pesquisador.

Maltratar e matar animais é crime ambiental, passível de multa e detenção de até um ano.


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Projeto que proíbe cirurgias mutiladoras em animais é aprovado em Florianópolis (SC)

Foto: Alexandre Milton

A Câmara Municipal de Florianópolis, em Santa Catarina, aprovou na última quarta-feira (6) um projeto de lei que proíbe cirurgias mutiladoras em animais.

A proposta, de autoria da vereadora Maria da Graça Dutra (DEM), criminaliza procedimentos que mutilem os corpos dos animais, como a remoção de unhas, rabos e cordas vocais.

“O que fizemos foi tipificar a prática como maus-tratos e penalizar qualquer pessoa que a pratique, inclusive o tutor que submeta seu animal a estas cirurgias”, disse a vereadora, em entrevista ao portal ND+.

A Câmara tem realizado votações virtualmente para que os vereadores não se reúnam presencialmente, como forma de conter o avanço do coronavírus.

A medida que beneficia os animais foi a primeira relacionada à causa animal a ser discutida pelos parlamentares através da internet desde o início da pandemia.


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Farra do boi volta a ser registrada em meio à pandemia em Santa Catarina

Divulgação/GOR

Mais uma ocorrência de farra do boi, prática proibida por lei, foi registrada durante a pandemia de Covid-19 em Santa Catarina. Desta vez, o caso foi encaminhado ao Grupo de Operações e Resgate (GOR) pela Polícia Militar na terça-feira (21), em Porto Belo.

O animal, que foi resgatado, havia sido visto no morro de acesso a Bombinhas, para onde a equipe do GOR se deslocou. O trânsito teve que ser interrompido no limite entre as duas cidades por cerca de uma hora, até que o boi fosse resgatado.

Testemunhas afirmam que o animal fugiu após ser submetido a maus-tratos durante a farra realizada no bairro Araçá. Após o resgate, o boi foi entregue à Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc). As informações são do portal NSC Total.

O caso é o segundo registrado durante a quarentena. Ao invés de respeitar o período de isolamento social, imposto como forma de combate ao coronavírus, há quem opte por ir às ruas para submeter um animal a uma prática cruel e exploratória.

Neste ano, na região atendida pelo GOR Costa Esmeralda, três casos foram registrados, em Governador Celso Ramos, Bombinhas e Porto Belo. No ano passado, 48 ocorrências foram feitas em Santa Catarina durante a quaresma.

A preocupação do presidente do GOR, Pedro Henrique da Silva, é de que os organizadores das farras deixem de realizá-las apenas na quaresma, o que também configura crime, e aumentem a realização desses eventos, estendendo-os para o restante do ano.

“Deu uma diminuída considerável (nos casos), até por conta da quarentena. O que a gente acha é que os praticantes desse crime vão continuar fazendo a farra de boi, só que fora da quaresma”, disse.

O GOR solicita que a população se mantenha atenta e, ao tomar ciência de ocorrências de farra do boi, faça a denúncia através do 190.


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Após reabilitação, pinguins são devolvidos à natureza em Florianópolis (SC)

Foto: Emanuel Ferreira/Associação R3 Animal

Seis pinguins-de-magalhães que receberam cuidados dos profissionais da R3 Animal, no Centro de Pesquisa, Reabilitação e Despetrolização de Animais Marinhos (CePRAM), retornaram à natureza na quinta-feira (16) em Florianópolis, em Santa Catarina.

Os pinguins iniciaram o processo de recuperação no ano passado e foram libertos após trocarem de penas.

A R3 Animal explicou ao G1 que um dos pinguins devolvidos ao mar foi tratado com um curativo similar a uma pele sintética para auxiliar na cicatrização de um ferimento profundo na cabeça.

Dois dos animais foram resgatados pela R3 Animal nas praias da Ilha de Santa Catarina, outras duas estavam em Laguna quando foram salvas pela equipe do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS)/ Udesc. As duas restantes foram encontradas pelo PMP-BS/Univille na região de São Francisco do Sul.

Foto: Emanuel Ferreira/Associação R3 Animal

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Embarcações podem ter causado a morte de filhotes de boto em SC

Lanchas e jet skis podem ter matado dois filhotes de boto encontrados sem vida nas últimas duas semanas em Laguna (SC). A suspeita se deve às fraturas presentes nos corpos dos animais.

Foto: Polícia Militar Ambiental

Para proteger os botos, o Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA) pede que donos de lanchas e jet skis evitam passar pelo complexo das lagoas Santo Antônio dos Anjos, Imaruí e Mirim, e pelo Canal da Barra, em Laguna.

Quando a passagem pela região realmente for necessária, a orientação é de que os pilotos tenham atenção redobrada e respeitem o limite de velocidade.

Um dos botos, encontrado morto no dia 20 de fevereiro, tinha entre 15 e 20 dias de vida, media 1,45 metro e pesava 32 kg. A necrópsia concluiu que ele sofreu trauma mecânico craniano na região da têmpora. A mãe do animal, vivenciando o luto, não se separou do corpo do filhote.

Três dias depois, outro filhote da espécie, com pouco mais de 30 dias de vida, foi encontrado morto com marcas pelo corpo de atrito com pedras, fratura na região do maxilar e desgastes na mandíbula.


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Gata jogada em riacho retorna para casa após receber alta médica

O crime cometido contra o animal foi registrado em um vídeo que repercutiu nas redes sociais


A gata que foi arremessada no último domingo (16) em um riacho por adolescentes em Brusque (SC) teve alta médica e retornou para casa. O caso de agressão repercutiu nas redes sociais.

Os responsáveis pelo crime foram identificados pela Associação Brusquense de Proteção aos Animais (Acapra). Um boletim de ocorrência foi registrado.

Acapra/Divulgação/O Município Blumenau

O delegado Matusalém Júnior de Morais Machado disse que os adolescentes prestaram depoimento na presença dos pais e serão responsabilizados com um ato infracional análogo a maus-tratos contra animais.

Além do caso da gata, que foi registrado em vídeo, outro gato foi forçado por um jovem a beber bebida alcoólica. O crime também foi filmado e aconteceu em Brusque no ano passado. O infrator não foi identificado.

Após ser resgatada, a gata que foi arremessada no rio foi submetida a exames e ficou em observação até a quinta-feira (19). Ela estava com febre e aparentava ter dores na barriga.

Inicialmente, acreditou-se que a gata estava grávida. No entanto, depois os voluntários descobriram que ela é castrada.


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Filhotes de gato-do-mato-pequeno serão reabilitados após resgate em SC

Os filhotes não apresentam ferimentos pelo corpo. No entanto, por serem muito jovens, eles precisam ser reabilitados antes de retornarem ao habitat


Dois filhotes de gato-do-mato-pequeno que foram resgatados em Itapiranga e em São José do Cedro, em Santa Catarina, ficarão, a partir desta semana, sob a responsabilidade do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Parque do Rio Vermelho, em Florianópolis, onde serão reabilitados.

Foto: Polícia Militar Ambiental / Divulgação

O resgate foi feito pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Ambiental de São Miguel do Oeste e de Florianópolis, e o Instituto do Meio Ambiente (IMA). Um dos filhotes foi resgatado no dia 15 de novembro em São José do Cedro e recebeu cuidados da PMA e de funcionários da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc). O outro foi salvo na última quarta-feira (12) em Itapiranga.

Antes da reabilitação, os animais serão examinados por profissionais. O IMA informou ao G1 que a posterior soltura na natureza será feita em Itapiranga, mas que ainda não há data para que ela seja realizada.

Os filhotes não apresentam ferimentos pelo corpo. No entanto, por serem muito jovens, eles precisam ser reabilitados antes de retornarem ao meio ambiente.

Foto: Polícia Militar Ambiental / Divulgação

No processo de reabilitação, eles começarão a ser introduzidos ao habitat e a equipe do Cetas irá acostumá-los com alimentos próprios para a espécie, já que uma alimentação errada pode prejudicá-los.

O gato-do-mato-pequeno está ameaçado de extinção por conta da caça e da destruição do habitat desses animais, que são mortos para que sua pele seja comercializada.


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Justiça condena homem por agredir cadela com cano de PVC em SC

O homem já tinha contra si outro registro de agressão a animais. A cadela ferida por ele foi resgatada e submetida a tratamento


A juíza Maria Augusta Tonioli, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), condenou um homem por agredir uma cadela com um cano de PVC em Lauro Müller (SC). A pena, de três meses de detenção e 10 dias-multa, foi substituída por pagamento de um salário-mínimo. A decisão cabe recurso.

Pixabay/RonaldPlett/Imagem Ilustrativa

Apesar de ter negado a agressão, o homem já tem contra si o registro de outro caso de maus-tratos a animais. O crime cometido contra a cadela aconteceu em março de 2016. As informações são do G1.

O caso chegou à Justiça após voluntários de uma ONG, acionados por vizinhos do agressor, fazerem a denúncia. A cadela sofreu um ferimento em uma das patas traseiras.

Voluntárias da entidade afirmaram que encontraram a cadela ferida. Na época, testemunhas apontaram o homem como responsável pela agressão.


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