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Moradores lutam pela preservação do Sauim-de-Manaus

Criticamente ameaçado, o sauim-de-coleira tende a se extinguir nos próximos 40 anos, segundo levantamentos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade(ICMBio) (Márcio Silva)
Criticamente ameaçado, o sauim-de-coleira tende a se extinguir nos próximos 40 anos, segundo levantamentos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade(ICMBio) (Márcio Silva)

Compartilhar medidas simples de preservação fazem parte da rotina da técnica em eletrônica Suelen Fonseca, que acorda todos os dias às 6h para monitorar os sauins-de-coleira, primata endêmico da área urbana de Manaus. Além do vínculo afetivo com os animais, ela é uma das moradoras da cidade que lutam para que a espécie não desapareça.

“Tinha um (macaco) muito especial, o Chico. Foi o primeiro que aceitou contato. Ele vinha cedo e praticamente entrava na minha casa para pedir alimentos. Depois de um tempo ele sumiu, assim como outros também sumiram”, conta Suelen, que também é monitora voluntária do Projeto Sauim-de-Coleira, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Ela mora há uma década no bairro Nova Cidade, na Zona Norte de Manaus, e luta há pelo menos dois anos pela preservação de um fragmento florestal no entorno da casa dela.

Os macacos

Rosinha, Smurf, Zangado e Pintado são os sauins batizados por ela. Juntando mais dois filhotes que ainda não receberam nomes, o grupo forma a segunda família da voluntária.

Ela se comunica com os animais por meio de assobios. Os sinais logo são percebidos pelos macacos que, em bando, se aproximam da mulher. “Eu sinto que existe um apego da parte deles por mim. Mesmo sendo animais silvestres, criamos um laço afetivo e, quando eu não venho vê-los, eles vão até as árvores da minha casa me visitar”.

Além disso, ela coleciona histórias e arquivos fotográficos sobre os sauins. “Aprendi que eles são muito curiosos e vivem juntos, em comunidades. Quando a fêmea ganha filhotes, o grupo cuida dos bebês e ela só os amamenta. Eles são muito unidos e esfomeados, acordam e dormem bem cedo”, disse, antes de comentar sobre a maior luta dela em prol do meio ambiente.

A batalha

A construção da maior avenida da cidade, a Governador José Lindoso (das Torres) ameaça a vida dos animais que vivem na mata detrás da residência da voluntária. Para tentar reduzir o impacto, ela plantou árvores frutíferas e realiza um trabalho de educação ambiental no bairro. “Vivo tentando chamar a atenção de todos para preservar os sauins e os outros animais silvestres que ainda vivem aqui”.

A avenida das Torres continua sendo construída. A empresa responsável pela obra ficou de apresentar um levantamento de custos para verificar a possibilidade de se criarem travessias ecológicas e grades de proteção, entretanto, os moradores ainda não receberam uma resposta sobre o caso, segundo a técnica em eletrônica.

A Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra) informou que as “passagens de fauna” serão construídas e que o órgão está apenas aguardando a indicação dos locais onde as placas de sinalização deverão ser instaladas.

Conjunto verde

A angústia de ver os animais desaparecendo impulsionou moradores do Conjunto Acariquara, na Zona Leste, a propagarem boas ações para a preservação das áreas verdes do local. Lá, asfalto e concreto dão lugar ao verde e os animais fazem a festa nas árvores de ingás, cupuaçus, abius, araçá-bois, entre outras frutas regionais.

Com a instalação de lombadas e placas nas ruas do conjunto, o número de acidentes com os animais diminuiu. Mesmo sentindo falta do apoio de órgãos públicos, os protetores dos sauins não desistem da causa.

É o caso da bióloga Erika Schloemp, que há 15 anos saiu do Rio de Janeiro para trabalhar no Amazonas. “Cheguei aqui e achei lindo ter macaco no meu quintal. Perder um animal ameaçado de extinção é ridículo. Falta vontade do poder público. O sauim não pode ficar esperando planejamento”, desabafou.

Em 2011, os moradores conseguiram que o conjunto fosse considerado uma Área de Proteção Ambiental Municipal (APA). Uma página no Facebook (SOS Fragmentos e Sauim-de-Coleira) foi criada pela carioca para a divulgação de medidas simples de preservação, fazer denúncias e exigir que as leis ambientais sejam cumpridas.

No livro vermelho da extinção

O sauim-de-coleira (saguinus bicolor) está no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção. A espécie tende a se extinguir nos próximos 40 anos, segundo levantamentos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

De acordo com o coordenador do Projeto Sauim-de-Coleira da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Marcelo Gordo,o desmatamento, a fragmentação da floresta e possivelmente a competição/interação negativa com saguinus midas (outra espécie de primata) são as principais causas de morte dos animais. As pesquisas do projeto da Ufam originaram a maior parte do conhecimento existente para a formulação do Plano de Ação Nacional do Sauim-de-coleira.

Equilíbrio

Os sauins-de-coleira desempenham vários serviços ambientais. O maior deles é a dispersão de sementes frutíferas e manutenção do equilíbrio de vetores de doenças, uma vez que eles também se alimentam de insetos.

Em números

5,5 mil é o número estimado da população de sauins-de-coleira na cidade Manaus. Os dados são do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação dos Primatas Brasileiros (CPB) do ICMBio.

10 sauins-de-coleira foram resgatados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em 2014. Quatro foram soltos, quatro foram para pesquisa e dois morreram.

Coabitando com os sauins-de-coleira

O analista ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Diogo Lagroteria, explica que, por conta da redução da oferta de alimentos, é comum que algumas pessoas alimentem os sauins-de-coleira. No entanto, existem algumas regras básicas que devem ser seguidas. “O ideal é que sejam utilizadas somente frutas e de preferência regionais”. Outra recomendação importante é nunca tocar os animais, que podem se assustar e acabar mordendo. “Também oriento nunca utilizar alimentos consumidos por humanos, como biscoitos, salgadinhos ou doces. O mais certo é que os moradores protejam as áreas verdes onde os animais estão, e que eles se alimentem apenas de frutas, insetos e outros alimentos naturais”, recomendou.

O pesquisador da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Marcelo Gordo, alertou sobre a aproximação do homem com o primata. “Em casos onde o fragmento é muito mal conservado e pequeno, havendo falta de comida, essa alimentação extra pode ajudá-los. Mas a aproximação pode ser perigosa para os dois lados. Acidentes com animais domésticos, fiação e atropelamentos podem ocorrer com mais facilidade”.

Gordo desenvolve pesquisas e trabalha com os sauins desde 1999. “Nosso projeto atua em diferentes frentes, fazendo pesquisas básicas sobre a espécie e a floresta onde habita, mas também com algumas ações de resgate, recuperação de animais atropelados, plantio de árvores em áreas degradadas e corredores ecológicos e eventualmente algumas palestras para educação ambiental”.

Fonte: Portal A Crítica

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Sauim de Manaus é tema de campanha de proteção aos animais

Foto: Reprodução/ Internet
Foto: Reprodução/ Internet

O Sauim de Manaus, ou de Coleira (Saguinus bicolor), é o tema do mês de agosto para campanha educativa de proteção aos animais em risco ou ameaça de extinção do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS).

O objetivo é sensibilizar a sociedade quanto à importância desses animais e divulgar os telefones de contato do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e do Batalhão Ambiental para denúncias de crimes e para resgate.

O Sauim de Coleira é encontrado nos remanescentes florestais de Manaus. Por conta do crescimento da cidade, nos últimos anos, houve uma diminuição dessas áreas, o que tem afetado as populações do único representante da família Callitrichidae (que compreende micos, sagüis e sauins). Ele também sofre ameaças do sauim-de-mãos-douradas (Saguinus midas), um outro calitriquídeo presente nas áreas de entorno da cidade de Manaus.

A titular da SDS, Kamila Amaral, destaca a importância do Governo em capitanear uma campanha desse porte. “Estamos dedicados a disseminar informações sobre esses animais e a importância de sua proteção, especialmente, pela participação da sociedade. O Sauim precisa de muita dedicação para sua proteção, pois é encontrado apenas em Manaus, sendo de nossa maior responsabilidade divulgar essas informações e sensibilização”.

No mês passado, foi lançada a campanha com o boto-rosa (Inia geoffrensis), também conhecido como boto vermelho, que é alvo constante de pescadores para uso como iscas.

As instituições públicas e privadas, e a sociedade civil, que tiverem interesse de contribuir com a campanha, poderão baixar os arquivos, no site da SDS, compartilhar no facebook ou retirar o material impresso na assessoria de comunicação da SDS.

Para resgate e denúncias, a população pode entrar em contato pelos telefones (92) 2123-6715 (Ipaam) e 3214-8904 (Batalhão Ambiental).

Fonte: Pontal do Purus

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Sauim-de-Manaus segue no topo da lista de animais em extinção

Sauim-de Manaus segue no topo da lista de animais em extinção (Márcio Silva)
Sauim-de Manaus segue no topo da lista de animais em extinção (Márcio Silva)

O crescimento desordenado da cidade de Manaus tem afetado gravemente as populações de primatas da espécie Sauim-de Manaus, que segue no topo da lista de animais em extinção. A construção de grandes empreendimentos e avenidas tem feito com que os fragmentos florestais se tornem menores e os animais busquem alternativas de sobrevivência.

Segundo o professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Marcelo Gordo, o atropelamento é uma das principais causas de morte dentro e entre fragmentos florestais na cidade e nas estradas, depois do desmatamento. Somente na estrada da Ufam, morrem em média dez sauins atropelados por ano.

De acordo com o professor, na capital há mais de 50 fragmentos florestais que abrigam o Sauim-de-Manaus, mas a maioria tem populações muito pequenas e instáveis, com grandes riscos de extinção local. Mesmo os fragmentos maiores, como a Ufam, não têm mais do que 140 individuos, garante ele. Já os fragmentos menores, como o Parque do Mindu e o Parque Sumaúma, têm entre dez e 18 animais, enquanto outros possuem uma população ainda menor da espécie.

Alerta

Para o professor, como forma de tentar diminuir os impactos do homem sobre a população de Sauim-de Manaus, é necessário evitar os atropelamentos desses animais, diminuindo o desmatamento e a degradação ambiental, implantando redutores de velocidade nas avenidas de grande movimento e construindo passarelas para a fauna, refazendo a conexão entre os fragmentos florestais urbanos.

Na avenida das Torres, Zona Norte, foram instaladas placas de sinalização para os motoristas saberem que o local é passagem dos sauins. Apesar do alerta, o local não conta com passarelas para a fauna, e a travessia dos animais é arriscada.

A professora Neide Aparecida de Almeida, que mora na avenida, conta que já presenciou atropelamento dos macacos e que os motoristas, na maioria dos casos, não sabem que o local é passagem dos animais. “Eu espero que, depois da colocação das placas, os motoristas reduzam a velocidade e prestem mais atenção, afinal, somos nós que invadimos o espaço dos animais”, disse professora.

Monitorados

A gerente de fauna do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), Sonia Canto, explica que o órgão tem feito o acompanhamento das populações de Sauim na avenida das Flores, que está sendo construída. No local, há cerca de 12 animais que estão sendo monitorados. “A população também está recebendo orientação para que não ofereça comida para esses animais, que se acostumam e acabam se aproximando e sendo atropelados”, disse Sonia.

Proposta

Segundo a gerente de fauna do Ipaam, Sonia Canto, há uma discussão no Ministério Público Federal (MPF) para fazer a interligação dos fragmentos florestais existentes de forma a possibilitar a passagem desses animais em segurança. Um grupo formado por vários órgãos estuda a melhor alternativa.

Em números

10 é o número de Sauins atropelados, anualmente, na estrada da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Segundo a gerente de fauna do Ipaam, Sonia Canto, devido às características da espécie, a transferência desses animais para outros locais está descartada já que eles dificilmente conseguirão se adaptar

Estratégia

As placas de sinalização de fauna implantadas na avenida Governador José Lindoso fazem parte de uma estratégia de conservação e proteção da fauna, com ênfase no Sauim-de-Manaus. Elas foram produzidas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) e a confecção foi possibilitada por meio de uma parceria com a Manauscult. Expansão Inicialmente, foram instaladas na Área de Proteção Ambiental (APA) Tarumã-Ponta Negra, devido ao grande fluxo de circulação no período da Copa, mas a ideia é estender a implantação para outras áreas com passagem de fauna, como a APA Ufam/Acariquara e o Corredor Ecológico do Mindu.

Fonte: A Crítica

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Órgão fiscaliza obras que ameaçam sobrevivência de animais em Manaus (AM)

Representantes do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) fiscalizou, nesta quinta-feira (1º), os canteiros da obra da avenida das Flores na AM-010 e no bairro do Nova Cidade, zona norte de Manaus (AM), para verificar as ações de monitoramento ambiental ao longo da área de intervenção do empreendimento.

Segundo a gerente de Fauna do Ipaam, Sônia Canto, o objetivo é fortalecer as ações direcionadas à redução de desgaste e prevenção de acidentes com animais.

As medidas de monitoramento ajudam a atenuar impactos ambientais e proteger espécies animais que habitam fragmentos florestais no curso da obra.

O resultado da visita foi discutido em reunião na tarde desta quinta-feira, com técnicos da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), que a partir da próxima semana vai coordenar, com o acompanhamento da Gerência de Fauna do Ipaam, o resgate dos animais das áreas de intervenção da obra. Para isso, a Seinfra vai formalizar junto ao Ipaam a autorização para o manejo de fauna.

O local para onde serão encaminhados os animais resgatados ainda está sendo definido. Entre as áreas em estudo está o Parque Samaúma e a área florestal da Universidade Federal do Amazonas.

Para auxiliar o trabalho de resgate, a Seinfra vai realizar uma ação educativa junto aos moradores da redondeza para que acionem a equipe de resgate quando localizados animais silvestres, por meio do telefone da Gerência de Fauna do Ipaam, no número 2123-6774.

Independentemente da ação emergencial, o monitoramento pela gerência de Fauna do Ipaam continua, para garantir o cumprimento do recomendado no Estudo Ambiental Simplificado (EAS) da obra.

A Seinfra também mantém o acompanhamento da produção de relatório de monitoramento ambiental e de fauna, a ser apresentado pela construtora responsável pela obra.

O documento deverá detalhar o conjunto de ações que estão sendo adotas para mitigar os impactos ambientais.

“Temos um foco na situação do Sauim (Sauim-de-Manaus), espécie criticamente ameaçada de extinção. Isso vai fazer com que a gente consiga acompanhar mais de perto a questão da fauna e tomar as medidas necessárias”, disse Sônia Canto.

Nos trechos da avenida das Flores já em obras, o que envolve o traçado que vai até a AM-010, passando pelo Nova Cidade, a Seinfra criou um Programa de Monitoramento e Resgate da Fauna a partir de um Estudo Ambiental Simplificado (EAS).

O programa contempla todos os animais, inclusive os macacos da espécie Sauim, e seu modelo de execução está em fase final de formatação para ir à licitação.

Entre as medidas de compensação ambiental pela obra, está a revitalização do Parque Estadual Samaúma. Por meio da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), a Seinfra vai repassar um total de R$ 5 milhões para a restauração.

O local terá suas áreas preservadas, mas será margeado pelo traçado da nova avenida. As ações foram estabelecidas após audiências públicas envolvendo a comunidade do entorno da avenida, a sociedade civil organizada e o Ministério Público Federal (MPF).

Centro de Triagem

O presidente do Ipaam, Antônio Stroski, anunciou ainda reforço no monitoramento ambiental nas obras de infraestrutura na capital. Uma Câmara Técnica de Fauna está em fase de instalação para acompanhar o assunto.

Em outra frente de fortalecimento da área, a SDS costura um convênio para repasse de recursos ao Fundo Municipal de Meio Ambiente direcionados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres de Manaus, que acolhe os animais resgatados.

O convênio foi acordado entre a secretária estadual de Meio Ambiente,Kamila Amaral, e a secretária municipal de Meio Ambiente, Kátia Schweckardt, na última quarta-feira (30). O valor dos repasses ainda não foi definido.

Fonte: D24AM

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Polícia resgata sauim-de-Manaus mantido em cativeiro

O primata estava amarrado ao pé da mesa no interior da cozinha do estabelecimento. (Foto: Divulgação)
O primata estava amarrado ao pé da mesa no interior da cozinha do estabelecimento. (Foto: Divulgação)

Policiais Civis do 28º Distrito Integrado de Polícia (DIP), coordenados pelo delegado titular, Marcos Paulo Graciano, resgataram na tarde desta sexta-feira (12), por volta das 14h, um macaco primata, conhecido como Sauim-de-Manaus, no bairro Puraquequara, zona leste de Manaus.

O resgate ocorreu após denúncia anônima feita aos investigadores do DIP sobre a existência de um animal silvestre, que era mantido no interior de um estabelecimento comercial, situado na Rua Princesa Diana, da Comunidade Bela Vista.

Ao chegar no local informado, os investigadores fizeram buscas e encontraram o primata amarrado ao pé da mesa no interior da cozinha do estabelecimento.

No 28º, o dono do estabelecimento assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), por manter em cativeiro espécie da fauna silvestre considerada ameaçada de extinção, previsto no Art. 29, parágrafo 1º, inciso III, combinado com parágrafo 4º, inciso I, da Lei 9.605/03.

O animal foi entregue ao Refúgio da Vida Silvestre Sauim-Castanheiras, Unidade de Conservação de Proteção Integral gerida pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas).

Fonte: D24am

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