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Empresa americana lança sashimi vegano de enguia feito de beringela

Neste fim de semana, a marca vegana Ocean Hugger Foods vai lançar seu mais novo produto, a enguia feita à base de berinjela batizada de “unami”, no evento do National Restaurant Association Show, em Chicago (EUA).

O novo produto – feito para se assemelhar a enguia, usa um processo de fabricação (patente ainda pendente) que infunde a beringela ao molho de soja sem glúten, com mirin e óleo de algas – estará disponível em amostragem para mais de 65 mil profissionais de que trabalham na industria alimentícia na feira que reúne especialistas.

“Estamos felizes em poder compartilhar o Unami no evento mais importante da indústria de serviços alimentícios”, disse James Corwell, master chef certificado e co-Fundador da Ocean Hugger Foods.

“O Unami é uma ótima alternativa para chefs e operadores de restaurantes e delivery´s que desejam oferecer aos seus convidados pratos que ressaltem a textura natural e firme do unagi (termo japonês para enguia), sem os impactos ambientais negativos da enguia selvagem ou de criação de animais em cativeiro”.

Cromwell criou o conceito da empresa após visitar o Japão e ver o massacre de peixes em primeira mão e ao vivo em um mercado de peixes de Tóquio.

A estréia do Unami segue-se ao lançamento bem-sucedido do “ahimi” também da Ocean Hugger Foods – um atum à base de tomate que agora está disponível nos estojos de sushi dos supermercados, além de lanchonetes nas universidades e restaurantes da América do Norte.

“Mais da metade dos consumidores estão tentando comer mais proteínas à base de vegetais tanto por motivos de saúde, como ambientais”, disse o CEO da Ocean Hugger Foods, David Benzaquen.

“Os produtos à base de vegetais são uma alternativa deliciosa não apenas para veganos e vegetarianos, mas também para qualquer pessoa preocupada com o impacto de suas escolhas alimentares no meio ambiente”.

Além de unami e ahimi, a empresa está trabalhando para criar o “sakimi” – um substituto de salmão feito de cenouras.

Ahimi: sushi de atum vegano feito à base de tomate

A empresa canadense Sushi Quinoa fez uma parceria com a marca vegana americana Ocean Hugger Foods para criar uma refeição rica em proteínas para o maior evento TED Talk do ano.

Nos dias 17 e 18 de abril, visitantes e palestrantes da Conferência TED deste ano que acontecerá no Canadá serão presenteados com sushis veganos recheados com quinoa e atum à base de vegetais.

O prato é o resultado de um esforço conjunto entre a marca canadense Top Tier Foods e a empresa vegana com sede nos EUA, Hugger Foods.

A seu turno, a Top Tier Foods contribuiu com seu Sushi Quinoa, um produto de quinoa desenvolvido especialmente para a indústria de sushi que pode ser usado no lugar do arroz de sushi. O “ahimi” de Ocean Hugger – um atum vegan preparado com tomates – completa o prato.

“Uma das melhores coisas sobre o Sushi Quinoa é que ele permite que o chef crie opções veganas e vegetarianas únicas usando a quinoa como veículo de alta proteína”, disse o presidente da TopTier Foods, Blair Bullus, ao canal de mídia Straight.

“A união do famoso ahimi (atum de tomates), com o Sushi Quinoa, cria uma opção deliciosa e saudável para pessoas que procuram uma alternativa de refeição sem carne que tem o mesmo sabor de um sushi roll de atum com perfil nutricional e semelhante, mas sem peixe ou arroz.”

A conferência anual do TED tem enfoque no tema “Maior que nós” e conta com mais de 70 palestrantes e mais de mil visitantes.

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Matéria que recomenda sashimi de lagosta viva gera revolta

Por Renata Takahashi (da Redação)

Foto: Eduardo Sena/ Cortesia
Foto: Eduardo Sena/ Cortesia

Uma matéria publicada no dia 23 de julho na página da jornalista Roberta Jungmann, dentro do site do Jornal Folha PE, gerou a revolta de leitores ao noticiar um prato para lá de cruel servido em uma cevicheria de Recife (PE).

“Em um tanque de água marinha filtrada e depurada, você escolhe a lagosta mais atraente; o chef recolhe o bicho, abre no meio, corta a carne em cubos e tempera com limão. Translúcida e gelatinosa, a lagosta, crua, é servida em sua própria carapaça, ainda mexendo patas e antenas em espasmos finais.”, lê-se na abertura da matéria “Nova cevicheria oferece sashimi de lagosta viva”, que segue claramente recomendando o prato aos leitores, dando as coordenadas de como chegar ao restaurante, horário de funcionamento e outros atrativos que possui.

O ápice do desrespeito e descaso com a vida das lagostas está na legenda colocada na foto do prato, que ilustra a matéria, levando a seguinte frase: “Lagosta mais fresca, impossível”.

Até o fechamento desta matéria, os cinco comentários deixados no site foram contra a reportagem e demonstraram indignação com a falta de consciência da jornalista ao divulgar como algo normal, positivo e digno de ser recomendado um prato regado a crueldade e insensibilidade. Nas redes sociais, comentários de repúdio também vem circulando vinculados ao link da matéria.

Fonte: http://www.folhape.com.br/robertajungmann/?p=74810&fb_source=message

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