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Polícia resgata 74 animais após maus-tratos em São José dos Campos (SP)

Além dos animais resgatados, oito gatos foram encontrados mortos na residência


A Polícia Ambiental resgatou 74 animais encontrados em situação de maus-tratos em uma casa em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Foram 71 gatos e três cães salvos na quinta-feira (7).

Foto: Divulgação/ Polícia Ambiental

A tutora dos animais, de 68 anos, foi multada em R$ 276 mil – R$ 3 mil por cada animal maltratado e R$ 6 mil por cada animal que morreu.

Durante a ação policial, ela passou mal e foi encaminhada para uma unidade de saúde. O caso foi descoberto após denúncia. As informações são do G1.

Além dos animais resgatados, a polícia encontrou oito gatos mortos na residência. O local foi interditado por questões de insalubridade após uma vistoria ser feita pela Polícia Civil e pela Defesa Civil.

Foto: Divulgação/ Polícia Ambiental

Os animais estavam presos em um ambiente com muito lixo, não tinham comida nem água à disposição e viviam sem ter contato com o sol.

Os animais resgatados serão encaminhados para uma ONG e a tutora deles irá responder pelo crime de maus-tratos.

Foto: Divulgação/ Polícia Ambiental

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Homem abandona filhote de cão em quintal de casa em São José dos Campos (SP)

Uma filhote de cachorro foi abandonada no quintal de uma casa no Jardim Santa Luzia, em São José dos Campos (SP). O homem que abandona a cadela, flagrado por uma câmera de segurança, foge em um carro.

Reprodução | G1

A imagem mostra quando ele chega ao local e joga a fêmea pelas grades do portão. Depois entra no carro e vai embora.

A casa onde ocorreu o abandono é do autônomo Henrique Gregório Silva, que só foi perceber a presença do animal, após vizinhos acusarem a presença da cadela dentro do quintal.

“Eu puxei as imagens e vi como ela tinha sido abandonada. Aqui no quintal ela caiu na obra que estamos fazendo. Quando achei estava assustada, com medo e levou um tempo para conseguir tirá-la de lá. Nunca vi abandonar animal desse jeito, ela poderia ter se machucado”, contou.

Após resgatar o animal, a cadela foi adotada por um dos vizinhos. “Eles se apaixonaram por ela e ela ganhou o nome de Luna. Eu já tenho um cachorro, mas se ela não encontrasse um lar, ela ia acabar ficando”, disse.

A família da Mariana Siqueira Silva também já tinha um cachorro chamado Alvin, de 10 anos, mas não resistiu aos encantos da Luna e adotou. Ela acredita que ela tenha cerca de três meses.

“A gente já queria adotar uma fêmea para fazer companhia para o Alvin. Quando vimos foi a nossa chance. Resolvemos adotar e ela está aqui toda familiarizada”, contou.

Por Luna ter encontrado um novo lar, nem o proprietário da casa, nem os adotantes registraram boletim de ocorrência contra o homem que a abandonou.

Fonte: G1

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Vídeo: cão é agredido com tapas e chutes em São Bernardo do Campo (SP)

Uma câmera de segurança registrou o momento em que um cachorro é agredido com tapas e chutes por um homem que aparenta ser o tutor do animal. O caso aconteceu no bairro Assunção, em São Bernardo do Campo (SP), nas proximidades do Sacolão.

(Foto: Reprodução / Vimeo)

O crime de maus-tratos a animais ocorreu em 11 de outubro e foi divulgado no último domingo (14) pela Comissão de Defesa e Proteção dos Animais (CPDA) da OAB de São Bernardo do Campo. Nas redes sociais, a comissão pede ajuda para identificar o agressor.

“Recebemos este vídeo que mostra uma pessoa, aparentemente o próprio tutor, espancando seu cão em São Bernardo do Campo, próximo ao Sacolão localizado no Bairro Assunção. Precisamos da sua ajuda para localizar quem é o agressor e ter notícia do cãozinho. Caso reconheça quem é esta pessoa, encaminhe mensagem inbox”, solicitou a CPDA, que garantiu que a denúncia será anônima.

O vídeo já foi visto por 20 mil pessoas na internet e compartilhado 1.176 mil vezes. Informações que ajudem a identificar o agressor devem ser repassadas à CPDA através do Facebook.

Tutor from Redação São Bernardo do Campo on Vimeo.

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Corte de árvores ameaça aves de bosque em São José dos Campos (SP)

Muitas aves que vivem no Bosque da Tívoli, no município de São José dos Campos, no interior de São Paulo, correm risco de morte caso as árvores do local sejam cortadas sem a realização de um trabalho de afugentamento e resgate dos animais, segundo o médico veterinário Carlos Rodrigo Moraes, especialista em silvestres.

Tucano vive no Bosque da Tívoli (Foto: Colaboração/Nelben Azevedo)

A área de 8,4 mil metros quadrados pertence ao Grupo Marcondes Cesar, que pretende cortar 430 árvores para a construção de um estacionamento. A Justiça suspendeu o corte.

De acordo com moradores da região, o bosque abriga várias espécies de aves, entre elas tucano, jacu, cambacica, bem-te-vi, sanhaço, sabiás (laranjeira do campo e do peito branco), fim-fim, suiriri, saíra amarela, gavião e beija-flor.

“Antes da supressão das árvores, um biólogo precisa fazer o levantamento de todas as espécies que vivem naquela região e quais são as áreas mais próximas onde essas aves e os outros animais poderiam se estabelecer”, afirmou o especialista. Outros animais que vivem no bosque, como cobras e sapos, também devem ser remanejados para outra área com características semelhantes, segundo Moraes.

De acordo com Moraes, as aves devem ser retiradas do local dias antes do início do corte. “Sabendo quais as espécies que vivem no local, é possível fazer o afugentamento reproduzindo sons de predadores, assim as aves saem espontaneamente. Depois deve ser feita a captura dos animais que ficarem”, disse. O corte das árvores deve ser feito com acompanhamento de um médico veterinário, segundo Moraes, para garantir a retirada de ninhos e a assistência a animais que estiverem no local. As informações são do portal Meon.

Área verde do bosque corresponde a 8,4 mil m²(Foto: Colaboração)

A Prefeitura do município não solicitou nenhum estudo de impacto ambiental antes de se declarar favorável ao desmatamento da área. De acordo com a Secretaria de Urbanismo e Sustentabilidade, a competência para solicitação do estudo é da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

A Cetesb, por sua vez, também autorizou o corte das árvores sem que antes fosse realizado o estudo. O órgão alega que o laudo de fauna, gerado pelo estudo, só é exigido no caso de imóveis urbanos para supressão de vegetação nativa de Mata Atlântica de área igual ou superior a 0,2 hectares de estágio médio de regeneração ou 1,0 hectare para estágio inicial de regeneração. O Bosque da Tívoli tem 0,84 hectare e o seu grau de regeneração não foi informado. De acordo com a Cetesb, entretanto, um estudo pode ser solicitado se for constatado qualquer indício revelante.

Movimento contra o desmatamento

Um movimento contrário ao desmatamento da área foi lançado por moradores da Vila Betânia, onde fica o bosque, entidades e ambientalistas. Duas caminhadas e um abaixo-assinado foram feitos.

O Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comam) irá discutir o assunto no próximo dia 4 de abril. O encontro deverá ser aberto ao público.

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Vereador quer criar Fundo Municipal de Proteção Animal em São José dos Campos (SP)

Foto: Divulgação

Com a intenção de garantir recursos para ações em prol dos animais, o vereador Esdras Andrade (SD) apresentou um projeto de lei (PL 65/2017) autorizando a prefeitura a criar o Fundo Municipal de Proteção Animal, em São José dos Campos.

A justificativa do vereador para a criação do Fundo Municipal está baseada na implantação de políticas públicas, envolvendo poder público e sociedade civil, para promover o bem-estar e o controle populacional de animais na cidade.

O fundo poderá captar e aplicar recursos para ações voltadas ao amparo, proteção e bem-estar dos animais por meio de parcerias ou convênios com clínicas veterinárias, associações, ONGs ou entidades protetoras de animais, segundo Esdras.

“Pelo projeto, o órgão será vinculado à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e também poderá fazer convênios com o governo do estadual para arrecadação de recursos”, informou por meio de assessoria de imprensa.

O projeto segue para análise das comissões permanentes e apresentação de emendas.

Fonte: Meon

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Vinte animais vítimas de maus-tratos são resgatados em São José dos Campo (SP)

Por Giovanna D’Amico | Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

resgate jabuti
Na casa foram encontrados dez animais silvestres, incluindo um jabuti | Foto: Divulgação / Meon

Na última segunda-feira (06) o vereador de São José dos Campos (SP), Esdras Andrade, recebeu uma denúncia feita por vizinhos de uma residência que abrigava vinte animais em péssimas condições de higiene e habitação, sendo dez deles silvestres.

Segundo o site Meon, no dia seguinte (07) o vereador formalizou a questão junto à Polícia Ambiental que resgatou todos os animais. A vigilância sanitária, a prefeitura, por meio do Controle de Zoonoses, e o Iepa (Instituto Ecológico e de Proteção Aos Animais) também participaram da operação.

Na casa haviam cinco cães, quatro gatos, uma galinha, oito pássaros, um jabuti e uma tartaruga. Os animais silvestres foram encaminhados para a Univap (Universidade do Vale do Paraíba) e estão sob os cuidados da instituição. Os cachorros, gatos e a galinha estão no abrigo do vereador.

A dona da residência, que, segundo Esdreas, apresenta sinais de problemas psicológicos. “O quintal da casa estava todo cheio de entulho e muito sujo.”. disse. Ela vai responder por maus-tratos e guarda ilegal de animais silvestres.

A moradora autorizou a entrada na residência e a remoção dos animais, que de acordo com Esdras, apresentavam traumas diversos.”Os felinos estavam acorrentados e muito estressados. Muitos deles estão anêmicos, sem vacina, castração, e vermífugo. Alguns pássaros já nem tinham penas”, diz.

Para Esdras, faltam iniciativas da prefeitura para coibir esse tipo de caso. “Ainda não existem políticas públicas em respaldo aos animais. Elas precisam ser criadas, assim como uma campanha de conscientização nas escolas. Essas denúncias são muito comuns, alguma coisa precisa ser feita. Essa estrutura precisa ser criada com urgência”, afirmou.

Tanto a Prefeitura, quanto a Polícia Ambiental ainda não se manifestaram sobre o caso.

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Cãezinhos abandonados buscam novas famílias em São José dos Campos (SP)

Phedra Danay
phedra.danay@hotmail.com

Estes cãezinhos fazem parte de um grupo de nove animais que viviam abandonados e doentes nas ruas da Praça da Matriz, em São José dos Campos.

Felizmente, eles foram resgatados por uma protetora, porém essa semana serão despejados do lar temporário em que estão.
Eles possuem portes diferentes e todos são castrados. Agora, estão em busca de novos lares que os acolham com o carinho que merecem. Quem puder adotar algum deles, entre tem contato com a Phedra por email.

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Contato: Phedra
phedra.danay@hotmail.com

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Cadela "comunitária" alimentada com marmita fica obesa em São José dos Campos (SP)

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Uma cadela em situação de abandono e com obesidade mórbida foi resgatada por uma fotógrafa na noite desta quinta-feira (22) em São José dos Campos, no interior de São Paulo. A sem raça definida chamada ‘Pompom’ tem aproximadamente oitos anos e mais que o dobro do peso considerado ideal – ela pesa 25,5 quilos. O peso ideal, segundo o veterinário, é de 11 quilos.

O animal, de porte pequeno, foi encontrado pela fotógrafa Roberta Evelyn enquanto ela ia entregar algumas fotos para um cliente na zona Leste da cidade. No caminho, ela viu o animal e, na volta, decidiu tentar dar algum tipo de ajuda ao animal.

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“Ela estava muito gorda, me chamou a atenção. Eu não tenho condições de cuidar, nem ficar com ela porque já tenho três e minha casa é pequena, mas ao vê-la naquele estado, não podia deixá-la”, recordou.

Ela perguntou para os moradores sobre o animal e uma vizinha disse que ela estava abandonada no bairro há pelo menos três anos e que estava obesa porque as pessoas sentiam dó e davam marmitas com todo tipo de comida para ela.

“Quando vi já falei com um amigo veterinário, perguntando se eu podia pagar depois pela consulta, porque eu não tinha dinheiro. Ele deixou e fez o atendimento, além da obesidade, ela tem uma queimadura na pata esquerda, provavelmente alguém jogou água quente nela”, contou.

O veterinário Washington Luiz Camargo Galvão Bueno, que fez o atendimento, afirma que o peso ideal para o animal é 11 quilos.
“Ela está bem acima do peso, por isso ela tem problemas na articulação. Falei para a Roberta procurar uma piscina para fazer exercício, já que por causa da obesidade mórbida, caminhar é difícil”, afirmou. Além do exercício, ela precisa se alimentar com ração diet. O veterinário conta ainda que o animal precisará fazer outros exames para verificar o estado geral de saúde.

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Dica
A orientação, segundo o veterinário, é sempre alimentar os animais de rua com ração.

“Atendemos poucos cachorros obesos, mas quando acontece é falha humana. Antigamente o homem queria domesticar, hoje quer humanizar os cachorros, e muitas vezes usa alimentos indevidos. A marmita é composta de arroz e feijão que são carboidratos que o animal não digere”, explicou.

Para conseguir ajuda, Roberta publicou fotos do animal nas redes sociais. Ela ganhou uma piscina infantil de plástico para começar o tratamento e precisa de ajuda. A intenção é reabilitar ‘Pompom’ até que ela consiga um lar definitivo – Roberta vai doá-la após o tratamento.

“Mesmo com a piscina, preciso de ajuda porque são necessárias três pessoas para conseguir levantá-la. Precisamos que ela melhore para não ficar doente e encontre um lar saudável e alguém que cuide bem dela porque ela é muito amorosa e dócil. Precisa ter uma segunda chance”, afirmou.

Fonte: G1

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Animais carentes resgatados por ONGs buscam por uma vida melhor

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Um animal domésticos sempre leva alegria para um lar. Você pode morar sozinho, com mais uma pessoa ou ter uma família enorme, um animal sempre deixa o local com mais vida e mais harmonia, além de nunca te deixar na mão nos momentos mais solitários. O que muitas pessoas não levam em consideração é que animais domésticos precisam de cuidados.

Sim, como qualquer ser vivo, ele também fica doente, precisa de atenção e inúmeras outras coisas. Acontece que muita gente compra ou adota um animal por impulso, para agradar algum parente ou para não se sentir tão solitário em uma casa vazia. Após algum tempo, depois de descobrir que não está capacitado, ou com vontade, para criar o animal, acaba o abandonando.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), atualmente existem cerca de 30 milhões de animais abandonados no Brasil, sendo 20 milhões cachorros e 10 milhões gatos. Para ter uma noção da gravidade do problema, a população de animais em situação de abandono em nosso país é bem próxima da população de seres humanos no continente da Oceania, com 36 milhões de habitantes.

E é sabendo desse grande número de animais carentes que diversas pessoas pelo país se organizam e criam ONGs para tentar salvar a vida de muitos deles. Em São José dos Campos não é diferente, criada há dez anos, a OPAR realiza um trabalho com voluntários da cidade e de municípios vizinhos, buscando promover o bem-estar animal e a relação harmoniosa com os humanos.

Porém, muitas pessoas confundem o propósito da ONG. O grupo não se considera recolhedor de animais abandonados, mas sim pessoas que cuidam de animais abandonados ou carentes para que possam ser adotados. “É muito comum estarmos em uma feira de adoção e chegarem pessoas com uma caixa cheia de filhotes, dizendo que seu cachorro deu cria e não tem o que fazer com eles. Nós não aceitamos. Apenas indicamos para que procurem pessoas que queiram um animal de estimação e os doem”, informa a integrante da Opar, Lisiane Michelin, arquiteta e moradora de São José dos Campos.

Todos os sábados, das 10h às 16h, a ONG promove duas feiras de adoção em São José dos Campos: no estacionamento do Vale Sul Shopping e no estacionamento do Parque Santos Dumont. São montadas tendas, onde alguns dos animais são levados para talvez conseguirem uma nova família e um novo lar. Mas os voluntários da Opar não dão para a adoção seus animais de forma irresponsável. “Nós traçamos o perfil da pessoa ou família que pretende adotar o animal. Por exemplo, se você quiser um animalzinho mais calmo, eu jamais vou indicar um com menos de um ano, pois os mais novinhos são mais enérgicos”, diz Adriele Rodrigues, de 30 anos, voluntária na Opar.

Atualmente a ONG conta com cerca de 100 cães e 60 gatos, todos retirados das ruas, vacinados, castrados e em boas condições de saúde, aguardando por um lar. “Nem sempre é fácil. Nós recebemos algumas ajudas de doações, de vendas de camisetas, de rifas que fazemos e coisas do tipo. Mas cada animal que tiramos das ruas é um custo que temos, pois além de ração, sempre castramos e vacinamos todos os animais. Na maioria das vezes, o dinheiro sai do nosso bolso mesmo”, explica Denise Nery, comerciante de 50 anos, integrante de Opar.

“Além disso, não temos um local fixo. Os animais ficam em nossas casas, em casas de amigos, de vizinhos ou de parentes. É o que chamamos de lares temporários, mas mesmo assim, às vezes não conseguimos lugar e então temos que recorrer aos hotéis de animais, que custam cerca de R$ 300 a diária. Isso tudo sai do nosso bolso, é uma realidade paralela a que vivemos. Fazemos tudo isso por amor aos animais”, afirma Denise.

Dos animais carentes, dois são casos especiais: Sissi e Bento. “A Sissi foi encontrada em junho do ano passado, na zona Leste de São José. Totalmente desnutrida, mal conseguia andar. Ela foi resgatada pesando apenas 8 kg e atualmente está saudável, pesando 38 kg. Não encontramos um lar para ela até o momento, pois é um cão de grande porte, por isso é um pouco mais difícil”, diz Adriele.

“Já o Bento foi encontrado às margens da Rodovia dos Tamoios, no início deste ano. A situação era bem parecida com a da Sissi, estava muito fraco e pesando apenas 9 kg. Atualmente está muito bem de saúde, pesando 35 kg. Pela mesma situação, por ser um animal de grande porte, até o momento não encontramos um lar para ele”, completa Denise.

Apesar de todo o sacrifício, os voluntários da Opar sempre estão dispostos a ajudar mais e mais animais. Mas isso nem sempre acontece recolhendo os abandonados. Denise, por exemplo, fundou há três anos a Farmácia Veterinária Comunitária, no Facebook. “Eu pedi ajuda uma vez, para saber se alguém tinha remédios para doar para me ajudar no tratamento de um cachorro que eu havia resgatado e foi um sucesso”, afirma a comerciante.

“Atualmente o grupo funciona muito bem, tem pessoas do país inteiro, muita gente se ajudando, enviando remédio por correio e tudo mais. É questão de um ajudar o outro, sabe? Os remédios são caros e, de repente, sobrou metade de um frasco de um tratamento que o animal estava fazendo. Não faz sentido deixar guardado, pois tem muita gente precisando. Além disso, também é liberada a doação de cobertores, casinhas, vasilhas de ração e coisas do tipo. Não aceitamos divulgação de animais para doar, para não perder o foco do grupo”, finaliza Denise.

Por conta própria
Além das ONGs, existem também pessoas de bom coração, que não conseguem ver um animalzinho em situação de abandono e resolvem ajudar. É o caso do estudante e estagiário de direito Iryneu dos Santos Neto, 22 anos, que já passou pela situação duas vezes em sua vida. “É uma atitude muito cruel abandonar um filhote na rua, com fome e frio. Eu não consigo ver uma situação dessa e não fazer nada”, afirma.

“Há mais ou menos um ano e meio, minha mãe estava indo trabalhar e encontrou o Simba, nosso gato, ainda filhote, recém-nascido, abandonado no telhado de uma casa. Ela o levou pra casa e nós o acolhemos, levamos ao veterinário, pagamos as injeções e o castramos. Ele está até hoje com a gente, virou o animalzinho que sempre quisemos”, diz Neto.

“A outra situação aconteceu agora, no final de junho. Estava voltando da academia, era de noite, e ouvi o choro de um cachorro vindo do meio do mato, em um terreno baldio. Fui ver e lá estava ele abandonado. Um filhote de pelo bem escuro e patas brancas. Não aguentei e o levei para casa. Fiquei com ele cerca de uma semana, não tinha condições de castrar nem de pagar as vacinas, mas encontramos um tutor para ele, que se dispôs a tomar conta e fazer tudo direitinho”, finaliza Iryneu.

Animais são seres vivos e merecem ser tratados com respeito, sempre. Se não tem certeza, não adote. Se adotar, cuide, seja responsável, dê atenção, carinho e amor. Mantenha as vacinas sempre em dia, castre e o alimente bem. Alguns são bagunceiros, outros são mais calmos, mas todos, sem exceção, irão lhe amar de uma forma única e inexplicável.

Fonte: Meon

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Especialista de São José dos Campos (SP) dá dicas para cuidar de animais durante tempo seco

Cachorro Verao
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O tempo seco em São José dos Campos (SP) deixa a saúde dos animais domésticos em estado de atenção. Com o tempo seco, os animais também precisam de um cuidado especial. Na última terça-feira (12), a umidade do ar chegou a 22% na cidade.

Durante o inverno, é preciso evitar a prática de atividades com os animais no horário do almoço, pois apesar do tempo seco, o sol pode resultar em lesões graves.

“Como o sol no inverno continua muito forte, os animais podem até ter hipertermia e outras lesões graves. Durante as atividades, devemos sempre levar água para o animal e hidratá-lo com frequência”, afirmou o veterinário Marcos Pereira.

Segundo o especialista, o tratamento para o animal durante os dias de baixa umidade é semelhante ao do humano. “Em casa devemos ter os mesmo cuidados com os cachorros do que temos com a gente, como usar a toalha molhada perto do anima . Já fora de casa, o uso de cobertores de casinha, porque é frio de madrugada”, disse Pereira.

Fonte: G1

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São José dos Campos (SP) realiza ‘Feira de Adoção de Animais’ no parque da cidade

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A Prefeitura de São José dos Campos realiza no próximo domingo, dia 26, das 9h às 13h, a 9ª edição da Feira Municipal de Adoção de Animais. O evento, que ocorre sempre no último domingo do mês, será no Pavilhão das Gaivotas do Parque da Cidade. A coordenação do evento é do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

Nesta edição, a feira de adoção contará com sete animais: um cão adulto macho, um gato macho, dois filhotes de gato e três filhotes de cão, que estarão em exposição à procura de um lar. Todos os animais estão devidamente vermifugados e vacinados. Quem quiser adotar um novo amigo é necessário levar RG, CPF e assinar um termo de adoção responsável. Apenas maiores de 18 anos podem ser os titulares da adoção.

Durante a feira, o CCZ também estará recebendo inscrições para a castração gratuita de cães e gatos. Os interessados devem observar algumas regras. É permitida a inscrição de até dois animais, por residência, que deverão, obrigatoriamente, estar em idade reprodutiva (6 meses a 8 anos de idade) e não serem explorados para fins comerciais e/ou competições.

O tutor deve ser maior de idade e apresentar, além dos documentos pessoais (RG e CPF), um comprovante de residência. Uma análise socioeconômica dos interessados poderá ser realizada. O agendamento da cirurgia será por meio de contato telefônico, feito diretamente por clínica credenciada pela Prefeitura.

No ato da inscrição, o tutor deverá assinar um termo declarando estar ciente ser de sua inteira responsabilidade o transporte do animal até o local da cirurgia, além dos cuidados pré e pós-operatórios, de acordo com as orientações do veterinário.

A inscrição para castração é feita apenas nas Feiras de Adoção de Animais, não sendo possível fazê-las nos outros dias, na sede do CCZ. O atendimento é por ordem de chegada. São 350 vagas: 150 para cães (50 para fêmeas e 100 para machos) e 200 para gatos (100 machos e 100 fêmeas).

A gerente do CCZ, Margarete Correia, faz um chamado para que as pessoas que tenham animais sem castração que compareçam pra fazer as inscrições. “Esperamos preencher todas as vagas dessa vez. Para isso, pedimos aos proprietários que fiquem atentos e compareçam para fazer a inscrição”, disse.

Pratique a adoção responsável:
Zele pela saúde do animal
A comida do animal deve estar disponível pelo menos duas vezes por dia
A água deve ser limpa e fresca durante todo o dia
Dê banho periodicamente no animal e o mantenha livre de pulgas, carrapatos e sarna
Recolha e jogue os dejetos (fezes) em local apropriado
Mantenha limpos o local e o próprio animal
Trate o animal quando ele ficar doente
Leve o animal para vacinação todos os anos
O cão deve ser conduzido sempre por pessoa capaz de o controlar
Nunca abandone o animal na rua

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São Jose dos Campos (SP) realiza Feira de Adoção de Animais e inicia inscrições para castrações

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A Prefeitura de São José dos Campos (SP) realiza neste domingo (17), a 7ª Feira Municipal de Adoção de Animais, no Pavilhão das Gaivotas do Parque da Cidade, das 9h às 13h. O evento, que sempre ocorre no último domingo do mês, teve a edição antecipada por conta do feriado de Tiradentes, comemorado na próxima semana.

A feira de adoção contará com 11 cães, sendo 10 filhotes, que estarão em exposição à procura de um lar. Todos os animais estão devidamente vermifugados e vacinados.

Quem quiser adotar um novo amigo é necessário levar RG, CPF e assinar um termo de adoção responsável. Apenas maiores de 18 anos podem ser os titulares da adoção.

Durante a feira, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) também irá receber inscrições para a castração gratuita de cães e gatos. Será permitida a inscrição de até dois animais por residência. Os animais deverão, obrigatoriamente, estar em idade reprodutiva (6 meses a 8 anos de idade) e não serem utilizados para fins comerciais e/ou competições.

O  tutor deve ser maior de idade e apresentar, além dos documentos pessoais (RG e CPF), um comprovante de residência. Uma análise socioeconômica dos interessados poderá ser realizada. O agendamento da cirurgia será por meio de contato telefônico, feito diretamente pela clínica credenciada pela Prefeitura.

No ato da inscrição, o tutor deverá assinar um termo declarando estar ciente ser de sua inteira responsabilidade o transporte do animal até o local da cirurgia, além dos cuidados pré e pós-operatórios, de acordo com as orientações do veterinário.

Importante destacar que as inscrições para castração serão feitas apenas nas Feiras de Adoção de Animais, não sendo possível fazê-las nos outros dias, na sede do CCZ O atendimento é por ordem de chegada e são feitas apenas 200 inscrições, a cada edição da feira.

Fonte: SJC

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