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Porcos são vistos se alimentando de lixo em São José do Rio Pardo (SP)

Porcos se alimentam de lixo domiciliar deixado nas ruas (Foto: Marcio Chaves/ Arquivo Pessoal)
Porcos se alimentam de lixo domiciliar deixado nas
ruas (Foto: Marcio Chaves/ Arquivo Pessoal)

Sete porcos foram flagrados por um morador de São José do Rio Pardo (SP), na manhã de quinta-feira (30), se alimentando de lixo domiciliar que estava na rua. Segundo moradores, o aparecimento de animais andando pela cidade é frequente. A Prefeitura foi acionada, mas os animais não foram encontrados.

Segundo os funcionários da Secretaria Agricultora e Meio Ambiente da cidade, o órgão foi notificado sobre o fato por um telefonema pela manhã, mas chegando ao bairro os porcos não foram localizados para serem resgatados.

Fonte: G1

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CCZ de São José do Rio Pardo (SP) tem programa permanente de esterilização

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Prefeitura de São José do Rio Pardo realiza, continuamente, desde outubro de 2008, a Campanha de Castração para Cães e Gatos – Programa Cão Ciente. Dos 465 animais cadastrados no município, 200 cães (28 machos e 172 fêmeas) e 115 felinos (29 machos e 86 fêmeas) já foram esterilizados.

Em 2008, foram 42 cirurgias em cães e 32 em felinos. No ano passado, 89 cães e 53 gatos também foram submetidos à cirurgia. E neste ano, até agora, 69 cães e 30 gatos passaram pelo mesmo processo.

O programa é uma parceria entre a Prefeitura e quatro clínicas veterinárias da cidade – Clínica Veterinária Amigo Fiel, de Roseli Cataruzzi; Clínica Cia. dos Animais, de Maria Ângela Dal Bon Salvadori, Clínica Veterinária Master Vet, de Mário Rui da Silveira, e Clínica Veterinária São Francisco, de Cássia Toquetti.

De acordo com Maria Ângela Salvadori, veterinária responsável pelo Centro de Zoonoses, a campanha tem o objetivo de castrar a maior parte de animais como forma de impedir a procriação excessiva, evitando o abandono. “Uma gatinha ou cadelinha, e seus descendentes não esterilizados, podem ser responsáveis pela geração de milhares de novos bichinhos num curto período de tempo. Infelizmente, não existem lares responsáveis para todos. Com a esterilização, damos um passo importante para conter o abandono de animais. Além disso, a saúde deles será beneficiada e também a de todos os moradores da cidade”.

Para a realização da campanha, a Prefeitura fornece um kit para a castração contendo anestésico e materiais para a cirurgia, além de um microchip. Os animais são levados a uma das clínicas cadastradas, onde o preço da cirurgia é reduzido por até um terço do valor normal. Para não haver excesso de cirurgia em uma única clínica, foi criado um sistema de rodízio entre elas, portanto, o tutor do cão ou do gato não tem como escolher em qual delas quer levar seu animal de estimação.

Para fazer a inscrição do animal a ser esterilizado, o responsável precisa levar ao CCZ a cópia da identidade, CPF, comprovante de endereço e carteira de vacinação. Os animais deverão estar vacinados contra a raiva e em boa condição de saúde.

Entre as vantagens de castração para machos estão a diminuição de fugas, redução da demarcação do território (urinar em vários locais), diminuição de animais de rua (os animais ficam mais tranqüilos e caseiros),  da agressividade motivada por excitação sexual constante,  de tumores (câncer) testiculares, e da  perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis, como epilepsia, displasia comofemoral, catarata etc.

A esterilização de fêmeas  evita acasalamentos indesejáveis, principalmente quando se tem um casal de animais de estimação, câncer em glândulas mamárias, ovários ou útero na fase adulta, a piometra (grave infecção uterina) em fêmeas adultas,  episódios freqüentes de gravidez psicológica e suas consequências como infecção das mamas, cios e doenças transmissíveis por ato sexual ou mordida.

Mais informações sobre o Programa Cão Ciente poderão ser obtidas pelo telefone (19) 3681- 4008.

Fonte: Democrata

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Morcegos estão sendo envenenados pelo CCZ de São José do Rio Pardo (SP)

Equipes de controle de doenças percorrem a zona rural de São José do Rio Pardo, em SP, para vacinar cães e gatos contra a raiva.

Para controlar a doença, é preciso vacinar todos os bichos com mais de três meses. Somente na zona rural, 4 mil animais devem ser imunizados. Em toda a cidade, esse número pode chegar a 16 mil.

A novidade este ano é que não há mais a revacinação do animal 30 dias depois da primeira dose, pois agora uma única picada garante a prevenção.

A cidade não registra nenhum caso de raiva em cães e gatos há 10 anos, mas a doença voltou a aparecer entre bovinos e equinos.

O município, no entanto, utiliza-se de métodos anti-éticos para controlar as colônias de morcegos hematófagos, que se alimentam de sangue e podem transmitir a doença: depois de localizados, os agentes aplicam uma pasta com veneno e matam os morcegos. Como eles têm a prática de se lamber, acabam morrendo.

Agente aplica veneno em um morcego (Reprodução/EPTV)

Em 2001, a cidade viveu uma epidemia de raiva, mas só com o controle dos morcegos não foi possível acabar com a doença. Por isso, a melhor alternativa ainda é a vacinação.

O Departamento de Controle de Doenças vai fazer um levantamento completo dos cães e gatos, inclusive separando os que vivem da zona urbana da rural para ter o controle total da raiva.

Com informações da EPTV

Nota da Redação: A melhor maneira de imunizar a população é a vacina, não eliminar todos os morcegos de forma desumana e cruel. Se há recursos para proteger humanos e animais, o extermínio dos morcegos trata-se de crime de maus-tratos, previsto pela lei. Inconcebível, criminoso e cruel.

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