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Família funda santuário e salva animais da morte em Cruzeiro (RS)

Família Willers no Santuário Amor que Salva | Foto: Reprodução Instagram

Em Cruzeiro do Sul, Rio Grande do Sul, Marcia, Luiza e Fabiana Willers fundaram em março deste ano o Santuário Amor que Salva, o nome faz referência a lição de amor que são os animais e que também proporcionaram a elas.

Entretanto, a história de amor e cuidados com os animais não é recente. Tudo começou em meados de 2017, com a transição da família para o veganismo, até então elas já realizavam resgate de cães e gatos, mas segundo comentam a mudança foi crucial para elas.

“Mesmo totalmente inexperientes a respeito de como lidar com os animais, a cada ano que passava sentíamos mais a necessidade de ter contato e poder dar uma vida a esses seres vítimas de exploração da indústria da carne, leite e ovos”, relatam

Apesar de realizarem os resgates, cada vez mais elas viam a necessidade de abrigar também animais de outras espécies, que eram vítimas também de maus tratos e da exploração humana, mas como viviam em uma área urbana era muito difícil. Foi este quadro que motivou a família a fazer a mudança.

Santuário Amor que Salva | Foto: Reprodução Instagram

Com a aquisição do sítio em julho de 2019, a família vegana viu na fundação do santuário uma boa oportunidade de proporcionar não só o resgate dos animais e uma vida melhor para eles, mas o contato diário com eles e também aproximar outras pessoas de um estilo de vida vegano.

“Quando resgatamos Joaquim em outubro de 2019, vítima da indústria do leite, não conseguimos fechar os olhos para os outros incontáveis bezerros descartados que víamos quando buscávamos leite para o Joaquim”, comentam.

Atualmente elas contam com cerca de 57 animais, incluindo cães, gatos, porcos, bois, aves, coelhos, cavalo e ovelha, todos resgatados.

Santuário Amor que Salva | Foto: Reprodução Instagram

Em entrevista concedida ao site VEGAZETA, Marcia, Luiza e Fabiana contaram como desenvolveram o santuário e como pretendem seguir no futuro.

Elas comentam que a rotina diária no santuário, é comandada por quatro pessoas e tem seu início as 6h da manhã, e investem para que os animais possam se alimentar cada vez mais de produtos livre de crueldades, “tentamos alimentar os seres sob nossos cuidados com o mínimo possível de produtos de origem animal (como é o caso da ração para os cachorros). Então pelo menos quatro vezes por semana cozinhamos uma mistura de ingredientes como arroz, proteína de soja, batata, caules de hortaliças, cenoura…reutilizando também as sobras de comida. Além disso, para os cachorros fazemos bolos com ingredientes como farinha de amendoim, farinha de aveia e alguns ovos das nossas galinhas (nossas galinhas comem a maioria dos ovos)”, afirmam.

Além disso, afirmam que conforme o crescimento dos animais resgatados os custos para mantimento do santuário serão maiores do possuem atualmente, que por mês gira em torno de R$4 mil somente com a alimentação, e pensam em realizar campanhas de financiamento coletivo e apadrinhamento dos animais.

“Hoje enxergamos o quanto essas despesas são altas, então, como uma alternativa pontual para continuar com os resgates, criamos a vaquinha”. E completa: “A partir da ajuda de uma voluntária, vamos conseguir criar um site e assim divulgarmos possibilidade de doações mensais e do apadrinhamento que funcionará da seguinte forma: as pessoas podem conhecer os animais e sua história através do site e escolher seu afilhado, contribuindo, assim, com um determinado valor mensal.

Santuário Amor que Salva | Foto: Reprodução Instagram

Para colaborar e conhecer o dia a dia do projeto que tem salvado inúmeros animais da indústria da carne, leite e ovos, clique aqui.


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Mico preso em Recife, realidade dos zoológicos
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Debate sobre animais ameaçados de extinção expõe crueldade em zoológicos

No Brasil 1173 espécies de animais estão em risco de extinção, segundo o ICMBio. O fato gerou discussões sobre a existência de zoológicos e aquários. Hoje, 75 mil animais estão encarcerados em 108 instituições deste tipo, sendo tratados como atração para cerca de 20 milhões de pessoas.

O aprisionamento e a exposição causa diversos danos à saúde destes animais. Segundo a bióloga Marcela Godoy, pesquisadora da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), isso pode “desenvolver desde infecções e alergias decorrentes de estresse e alimentação inadequada até atrofia muscular, causada pela limitação de movimento, além de diversos tipos de neuroses de cativeiro, inclusive depressão”.

Mico preso em zoológico de Recife
Mico aprisionado em Zoológico de Recife

A exploração de animais para o entretenimento “é acima de tudo perverso manter sob cárcere animais selvagens em zoológicos ou aquários. Fica evidente o padecimento devido à privação da liberdade ”, como defende Adriana Pierin, fundadora do Move Institute.

Ainda mais triste é saber que o aprisionamento de animais para o entretenimento acontece há 6,5 mil anos, desde a Mesopotâmia. Imperadores e monarcas também encarceravam animais como se fossem objetos em coleções particulares. No século 16 a crueldade se estendeu ao público.

Hoje, 2% dos animais presos em zoológicos ainda são vítimas de sequestros. A maior parcela vem de resgates feitos pelo IBAMA, porém com finais tristes de aprisionamento sob a justificativa de não poderem voltar para a natureza.

Tal fato escancara a falta de políticas públicas para reinserir estes animais, “mesmo aqueles que não podem ser devolvidos poderiam ir para locais com melhores condições do que as verificadas em zoológicos ou aquários, cuja única função é suprir a curiosidade humana”, avalia Vânia Nunes, do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.

A falta de políticas públicas atinge os santuários pela falta de legislação que os envolva, possibilitando aos animais sem condições de retorno para a natureza sejam recebidos em ambiente adequado e sem servirem de entretenimento.

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Dois porcos deitados juntos.
Histórias Felizes

Porcos resgatados compartilham momentos de afeto

Estes porcos, anteriormente, haviam sido condenados a uma vida de crueldade, em uma fazenda industrial. Porém, eles foram resgatados e levados ao Santuário de Animais Blind Spot. Agora, Toby e Baby estão vivendo suas melhores vidas, tomam banho de lama, brincam e fazem carinho uns nos outros.

A ação de acariciar os focinhos uns dos outros, exibido no vídeo, contém muito mais significado do que imaginamos. Acariciar os focinhos é um comportamento natural para os porcos, na verdade, eles adoram dormir juntos e se beijam como Toby e Baby. Porcos também gostam de sair juntos, tomar sol, brincar, ouvir música e fazer massagens.

Isso porque os porcos são animais extremamente inteligentes e sociais que anseiam por contato. Se for dada a oportunidade, os porcos formarão fortes laços com os humanos. Toby e Baby são dois dos poucos sortudos que foram capazes de experimentar esses comportamentos, pois a maioria nunca escapará de seu triste destino em fazendas industriais.

Os porcos, explorados em fazendas, sonham com o tipo de vida que o Santuário Animal Blind Spot oferece aos seus residentes. Esses animais, geralmente, vivem em condições imundas e confinados em caixas tão pequenas que nem conseguem se virar, além de frequentemente serem espancados, chutados e esfaqueados apenas para depois serem sentenciados a uma morte horrível.

Tudo isso só acontece por conta do egoísmo humano que busca satisfazer os seus próprios prazeres por meio do consumo de carne. Algumas pessoas preferem pensar que porcos e outros animais de fazenda são diferentes de seus animais domésticos, como cães e gatos, mas a realidade é que eles sentem alegria, dor, medo e desgosto como você e eu.

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Cadela ajuda a cuidar de mais de 50 animais em santuário

Foto: Divulgação

A cadela Jasmine, da raça galgo, teve um começo de vida bastante difícil. Encontrada em um galpão abandonado quando ainda era filhote, ela foi resgatada e começou, a partir de então, a ajudar outros animais.

Encaminhada para um alojamento da RSPCA em Coventry, na Inglaterra, depois de ficar dias trancada sozinha sem receber água, comida e nenhum outro tipo de cuidado, Jasmine se recuperou e se tornou uma mãezona.

Foto: Divulgação

Foi na RSPCA que Geoff Grewcock, fundador do santuário de animais selvagens Nuneaton & Warwickshire Wildlife Sanctuary, a conheceu e se encantou.

Como resultado desse encontro, Jasmine acabou indo morar no santuário. Lá, a cadela recebeu cuidados, muito amor e carinho e passou a dividir as coisas boas que recebeu com os novos animais que chegavam.

O primeiro animal que Jasmine ajudou a salvar foi uma raposa que recebeu o nome de Roxy.

O animal, que havia ficado preso em uma árvore e deixado lá para morrer, chegou ao santuário muito fraco e debilitado. A cadela Jasmine então foi até onde a pequena raposa se encontrava e começou a lambê-la.

Inicialmente, Geoff ficou preocupado, já que muitos cães da raça galgo costumam ser criados para a corrida e são treinados para perseguir outros animais pequenos. Mas ele percebeu que a cadelinha só tinha amor e cuidados para doar.

Foto: Divulgação

A cadela então se tornou a mãe adotiva da pequena raposa e depois, quando Roxy cresceu, elas viraram melhores amigas.

A partir daí, Jasmine passou a ser uma mãe adotiva para mais de 50 filhotes de diferentes espécies que moravam no santuário, entre cachorrinhos, coelhos, texugos, porquinhos-da-índia, raposas, pintinhos e uma corça.

Muitos animais tiveram sua saúde de volta graças aos cuidados de Jasmine, que dedicou toda a sua vida a ajudar outros animais.

Jasmine, que infelizmente faleceu, sempre será lembrada com muito amor e saudade por todos do Nuneaton & Warwickshire Wildlife Sanctuary, onde faz muita falta.

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Santuário animal fecha as portas e mata todos animais

Janaína Fernandes | Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Três leões, três tigres e cinco ursos foram mortos| Foto Facebook/lion’s Gate Sanctuary

O santuário de animais do estado do Colorado (EUA), Lion’s Gate, realizou a morte induzida de três leões, três tigres e cinco ursos. Segundo a diretora, a decisão foi tomada por conta de estragos na estrutura do local e falta estrutura para manter os animais.

Depois de dez anos protegendo animais silvestres, a diretora do santuário, Joan Laub, justificou a atitude alegando não ter mais condições para acolher animais depois de inúmeros estragos nas instalações causados por inundações. A atitude foi questionada pela administração do condado de Elbert, que revelou a recusa da diretora em transferir os animais para outros santuários da região.

Diretora diz não ter condições de abrigar mais animais | Foto Facebook/lion’s Gate Sanctuary

O diretor de outra reserva animal localizada na cidade de Keenesburg, Pat Craig, afirmou ter se surpreendido com o desfecho do Lion’s Gate, pois havia se voluntariado para receber os animais silvestres.

Santuário atuava há dez anos na causa animal | Foto Facebook/lion’s Gate Sanctuary

Depois de ser citada em vários jornais norte-americanos, Joan Laub alegou que os animais já não estavam em segurança nem em condições de se deslocarem para longe, devido à sua idade e ao seu estado de saúde.

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Ataque aéreo em Alepo, na Síria, atinge abrigo de animais

Por Rafaela Pietra | Redação da ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

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Um novo ataque aéreo aconteceu esta semana em Aleppo, na Síria, e atingiu um abrigo de animais, considerado internacionalmente como um lugar de paz e de esperança na cidade devastada pela guerra.

Segundo o jornal The Huffington Post, o local foi um refúgio centenas de gatos abandonados, vítimas da guerra, assim como para as crianças da cidade que se dirigiam ao local para passar um tempo com os animais.

Mohammad Alaa Aljaleel, o homem que mantém o santuário, declarou em uma entrevista que ficou na cidade para cuidar dos animais deixados para trás por famílias que fugiam da guerra. Na última quarta-feira, Aljaleel publicou em seu perfil no Twitter a triste notícia: o bombardeio matou muitos gatos e um dos cães abrigados no santuário.

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O ataque atingiu também a residência de Aljaleel, matando dois gatos, incluindo um gato malhado que havia sido confiado a ele por uma jovem que fugiu para a Turquia.

Ainda não está claro como será o futuro do santuário, mas fotos do local registradas após o bombardeio mostram alguns animais vivos e aparentemente sem qualquer ferimento.

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ONG cria campanha para construção de santuário animal

Imagem: Divulgação
Imagem: Divulgação

Manter uma ONG de proteção animal no Brasil não é nada fácil. Dependendo quase que exclusivamente de doações, o abrigos veem o número de animais abandonados aumentar enquanto o número de pessoas dispostas a adotar só cai. Com o intuito de oferecer uma vida melhor aos animais abandonados, a associação “Projeto Segunda Chance”, que atua em São Paulo, criou uma campanha online através de crowdfunding para construir um santuário onde os animais vão poder viver tranquilos e confortavelmente.

O projeto não tem um abrigo, mas atualmente cuida de 130 animais que ficam hospedados em hotéis. Todos os pets são castrados, vacinados e vermifugados. A campanha tem uma meta de R$ 120 mil para que seja erguida a construção, reforma e adaptação de uma chácara de cinco mil metros para abrigar os bichos.

Fonte: Clube para Cachorros

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Tigres e outros felinos são explorados no México

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Eu conheço casos em que as pessoas guardaram focas e crocodilos nas casas deles… Eu vi tigres em pequenas jaulas em estacionamentos do lado do metrô e eu vi leões em restaurantes," García Domínguez disse.  (Foto: Liberto Santuario Silvestre)
Eu conheço casos em que as pessoas guardaram focas e crocodilos nas casas deles… Eu vi tigres em pequenas jaulas em estacionamentos do lado do metrô e eu vi leões em restaurantes,” García Domínguez disse. (Foto: Liberto Santuario Silvestre)

Dois tigres escaparam de uma fazenda em Michoacán, no México. Infelizmente, no país não é raro que pessoas tenham felinos em cativeiro, de acordo com o Latin Correspondent.

Ativistas de direitos animais ressaltam a necessidade de acabar com as leis que dão permissão às pessoas de tutorar esses felinos. Eles pedem a abertura de um santuário que seja capaz de dar aos animais resgatados um ambiente apropriado.

María García Domínguez gere o Santuário Silvestre Libero, uma organização não governamental que resgata animais maltratados no México, e espera poder abrir um santuário no estado central de Morelos.

Ela disse ao Latin Correspondent que é fácil comprar animais exóticos no México, seja de forma legal ou no mercado negro: “se você tem o dinheiro, que é mais ou menos 6000 pesos dependendo de onde você for, você pode comprar um tigre e ninguém vai te perguntar onde você vai guardá-lo. Você pode ficar com ele na sua casa.”

Os felinos mais guardados em cativeiro pelos mexicanos são os leões e os tigres, mas não é incomum que os cidadãos ricos tenham pumas e jaguares, que são espécies em extinção, explica Domínguez.

“O problema é que no México a legislação é tão mal feita que você pode praticamente comprar qualquer animal que venha de um criador licenciado,” ela acrescentou.

Na semana passada, em Guerrero, uma cidade próxima de Michoacán, um outro tigre conseguiu se libertar de um hotel onde estava sendo explorado em uma atração. Em setembro, autoridades em Jalisco aprisionaram outro tigre que tinha escapado de um condomínio na cidade de Guadalajara. Nesse caso, o felino de oito meses foi entregue para as pessoas.

Animais exóticos usados pra entreter

Animais exóticos são populares entre os traficantes de drogas, que consideram eles como um símbolo de “status social” e usam para se gabar nas mídias sociais. Os animais podem ser encontrados em hotéis e em outros lugares impróprios.

“Eu conheço casos em que as pessoas guardaram focas e crocodilos nas casas deles… Eu vi tigres em pequenas jaulas em estacionamentos do lado do metrô e eu vi leões em restaurantes,” García Domínguez disse.

Em resorts populares de praia, como Playa Del Carmen e Los Cabos, ela contou que as pessoas chegaram a tal ponto que têm leões pequenos, tigres e jaguares filhotes e que deixam turistas posarem com eles para fotos.

“Você só pode controlar esses animais durante duas semanas. Depois disso, eles podem atacar. Eles são carnívoros perigosos,” acrescentou Domínguez.

O fato de que os treinadores têm um fluxo constante de filhotes significa que eles devem estar reproduzindo centenas de felinos por ano e depois vendendo eles quando crescem, ela disse.

Necessidade urgente de santuários

Garcia Domínguez trabalha na realocação de animais maltratados desde que fez o seu primeiro resgate. Ela salvou um leão no México há 12 anos atrás.

No começo, as autoridades disseram que ela deveria matá-lo pois eles tinham pouco interesse no bem-estar do animal e não tinham onde guardá-lo.

Mas, depois de passar por uma série de problemas logísticos e legais, ela conseguiu levá-lo com sucesso para o Wild Animal Sanctuary, no estado americano de Colorado.

Depois dessa experiência, ela conta que começou “a sentir a necessidade de abrir um santuário animal aqui. Os animais não têm lugar para ir porque alguns deles nem são espécies mexicanas, então o governo não se interessa por eles e eles acabam nos piores lugares.”

Zoológicos não têm fundos e não têm as condições apropriadas para abrigar esses animais, explica García Domínguez. A necessidade de um verdadeiro santuário animal no México onde os animais têm a dieta, espaço e cuidado que eles precisam é urgente, ela afirmou.

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Apresentador Jon Stewart abrirá um santuário para animais

REDAÇÃO ANDA

Jon Stewart se despede da comédia e vai abrir um santuário para ajudar os animais. (AFP Photo/Valiere Macon)
Jon Stewart se despede da comédia e vai abrir um santuário para ajudar os animais. (AFP Photo/Valiere Macon)

Depois de se despedir do seu papel de apresentador do programa “The Daily Show”, o comediante Jon Stewart revelou sua nova vocação – abrir um santuário para animais abusados em fazendas.

Stewart, que terminou seu influente programa do canal Comedy Central em agosto, foi honrado junto com sua mulher Tracey em uma festa de gala da Farm Sanctuary, que dá abrigo aos animais resgatados das fábricas exploradoras.

“Estou um pouco desconfortável. Passei os últimos vinte anos da minha vida submerso no mundo da mídia e de políticas em Washington e não sei como lidar muito bem com pessoas que sentem empatia”, Stewart disse em um banquete vegano no The Plaza Hotel, em Nova York.

Tracey Stewart, cercada por Jon e pelos filhos, anunciou que a família comprou uma fazenda em New Jersey para servir como santuário para os animais e como centro educacional.

Será o quarto centro de resgate que faz parte da Farm Sanctuary, que foi fundada em 1986 e já tem dois santuários na Califórnia e um em Nova York.  O casal não disse quando será a data de abertura.

O apresentador, que começou o programa dele em 1999, surgiu como uma consciência liberal que debocha dos políticos conservadores. Para muitos jovens, ele é uma das principais fontes de notícias.

Ele recorrentemente falou do bem-estar dos animais no programa, notavelmente ao criticar o governador de Nova Jersey, Chris Christie, por vetar uma proposta que baniria os porcos de serem confinados em caixas pequenas.

Tracey Stewart é conhecida pelas suas ações a favor dos direitos animais, publicando recentemente um livro sobre o assunto.

A Farm Sanctuary também honrou o Morrisey, cantor britânico conhecido por suas defesas aos direitos animais, mesmo que o cantor do Smiths, que começará uma turnê na América do Sul no mês que vem, não tenha ido a festa em Nova York.

O evento contou também com a participação do ator Jesse Eisenberg e do senador Cory Booker, de Nova Jersey, que se descreve como sendo o primeiro vegano do Senado americano.

*É permitida a reprodução total ou parcial desta matéria desde que citada a fonte (ANDA) com o link. Assim você valoriza o trabalho da equipe ANDA formada por jornalistas e profissionais de diversas áreas engajados na causa animal e contribui para um mundo melhor e mais justo.

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Em busca de local para abrigar animais abandonados e resgatados, campanha bate recorde latino de crowdfunding

Catraca livre
Catraca livre

Nos Estados Unidos e na Europa, onde o financiamento coletivo já existe há mais tempo, já foram algumas as campanhas que ultrapassaram a marca do milhão em suas arrecadações. Mas no Brasil, onde essa cultura é um pouco mais recente, nenhuma campanha tinha ainda batido a marca de 1 milhão arrecadado.

Mas parece que essa realidade está mudando e uma prova disso foi o recorde batido pela plataforma Kikante, que veiculou a Campanha Santuário Animal – com o objetivo de comprar um terreno para abrigar animais abandonados ou que sofreram maus-tratos – e conseguiu arrecadar mais de R$ 1 milhão para a ONG Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos.

Mesmo não tendo atingido o objetivo final de R$ 1,2 milhão, a campanha – que era considerada flexível – poderá receber o valor conquistado. A ação, que contou com o apoio de atrizes brasileiras e até da cantora Joss Stone, conseguiu mobilizar mais de 15 mil pessoas, que ajudaram a bater o novo recorde.

Com o valor arrecadado, o Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos deverá adquirir um terreno na Serra da Mantiqueira, onde irá receber as espécies com mais espaço e tranquilidade do que é capaz de oferecer hoje, na cidade de Cotia, em São Paulo.

A organização resgata, trata e acolhe animais vítimas de maus-tratos, contrabando e guarda ilegal, trabalhando para que possam voltar a ter uma existência completa em contato com a natureza.

Fonte: Catraca Livre

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Mulher transforma sua casa em santuário para animais idosos abandonados

Foto: Razões para Acreditar
Foto: Razões para Acreditar

Dizem que os gatos têm nove vidas e que todos os cães vão para o céu, e este santuário garante que é verdade.

House With a Heart, um santuário animal em Gaithersburg, Maryland, garante aos animais domésticos idosos um lar feliz para os seus anos finais.

“Eu sou grata por cada dia com cada um deles”, disse Sher Polvinale, uma dos fundadoras em entrevista ao The Huffington Post por email.

Polvinale e seu marido resgatam cães e gatos há mais de 20 anos, e depois de começarem a receber chamadas de pessoas que queriam desistir de seus cães idosos, ela resolveu fundar a casa em 2006 para dar a esses animais um lugar especial.

“Eu me senti terrível pensando em um animal que amava e confiava em seu tutor e porque ele era velho, e não tão conveniente mais, eles se desfazem dele,” desabafou.

Transfou então sua casa em Maryland em um paraíso de tempo integral, animais de todo o país vivem sob o teto de Polvinale, onde 55 voluntários cuidam deles o tempo todo. Os animais têm uma variedade de doenças e enfermidades, incluindo demência, incontinência e cegueira – cada um dos quais é dado especial cuidado e muito amor.

A lista interminável de tarefas para os voluntários no santuário inclui jogar, aspirar, entre outros.

“Toda manhã eu abro meus olhos e pulo da cama pronta para passar mais um dia cheio de amor e cuidados para esses queridos que precisam de mim”, diz ela. “Estou tão feliz por ter esta vida!”

Fonte: Razões para Acreditar

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Família acusa santuário de “roubar” sua ovelha de estimação, no Reino Unido

Por Vitor Marinho (da Redação)

Uma família está envolvida em batalha judicial contra um santuário animal pela tutela legítima de uma ovelha de estimação. A família Parkinson afirma que deu temporariamente o seu cordeiro Lucy para um santuário, apenas enquanto procurava um lugar para abrigá-lo, mas o santuário não quis devolver o animal.

Bethan Parkinson, 35, adotou o cordeiro como animal de estimação para sua filha Lauren, de 9 anos, e disse que chegou a um “acordo amigável” com Joan Glendinning, proprietária do santuário. Quando Parkinson foi buscar Lucy, cinco meses depois, o santuário teria dito a ela: “Você deu a ovelha, agora ela é nossa”. Quatro policiais chegaram para resolver a disputa e Lucy foi entregue à Bethan Parkinson depois que ela comprovou sua tutela. Agora, o santuário levou a família Parkinson ao tribunal, em uma tentativa de reaver Lucy. Um juiz do tribunal de comarca em Mold, País de Gales, vai decidir na próxima semana sobre o legítimo tutor da ovelha.

Imagem: Reprodução/Daily Mail
Imagem: Reprodução/Daily Mail

“Precisávamos abrigar Lucy em algum lugar e esta senhora foi-nos recomendada, e gentilmente concordou. Mas foi apenas um acordo amigável, não a abandonamos lá”, disse Peter, marido de Bethan Parkinson. “Nós pagamos pela alimentação enquanto ela esteve lá, nós pagamos as contas dos veterinários e até ajudamos a limpar o local onde ela estava sendo mantida. É ridículo termos de ir ao tribunal para defender uma ação sobre a tutela de um animal de estimação da família, pelo amor de Deus.” O casal, de Buckley, Flintshire, disse que partiria o coração de sua filha caso tivesse que devolver Lucy. “Minha mulher vai às lágrimas todas as noites por isso e não temos sido capazes de explicar a Lauren o que está acontecendo”, acrescentou.

Joan Glendenning, que participa da Câmara Municipal de Buckley, confirmou que iniciou uma ação legal para reaver a ovelha. Ela afirma que Lucy foi “presenteada” a ela. “Eu administro um pequeno estabelecimento privado de resgate de animais e recebi a ovelha em 30 de dezembro, após persistentes solicitações de Bethan Parkinson para abrigar permanentemente o animal e evitar que ele fosse abatido.”

Fonte: Mail Online

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