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Onça-parda é resgata em Santa Luzia do Itanhy (SE)

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Divulgação

Uma onça-parda foi resgatada segunda-feira (27) na zona rural do município de Santa Luzia do Itanhy, distante 76 Km de Aracaju. A espécie não era vista no estado há cerca de 30 anos e é considerada o segundo maior felino, ficando apenas depois da onça pintada.

O Secretário Adjunto de Meio Ambiente de Estância, Edivaldo Ribeiro, relata que ao ser notificado sobre o caso acionou o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e o Pelotão Ambiental da Polícia Militar. O animal foi retirado da árvore, mas acabou se espantando com a presença de moradores e foi para uma outra árvore, tornando assim mais difícil a condução da ação.

Em decorrência de outras diligências e a tentativa sem sucesso de conter a onça, as equipes do IBAMA e Pelotão Ambiental retiraram-se do local. À tarde populares conseguiram laçar o animal, que em seguida foi levado por Fiscais da Secretaria do Meio Ambiente para uma mata, no povoado do Crasto no município de Santa Luzia do Itanhy.

Veja nota do Secretário Adjunto de Meio Ambiente de Estância, Edivaldo Ribeiro:
“Gostaria de comunicar que as fotos que estão sendo postadas em redes sociais sobre o resgate de uma onça parda na região da rua da palha é verídica. Recebi nesta manhã algumas ligações referente a uma onça que estava refugiada no perímetro urbano da rua da palha, povoado de Santa Luzia do Intanhy no alto de uma árvore. Fui in loco constatar a veracidade do fato narrado e imediatamente entrei em contato com o Ibama/SE e o Batalhão Ambiental da Polícia Militar do Estado de Sergipe e toda a as três equipes agiram em conjunto pela parte da manhã. A onça foi retirada da árvore e com a presença de moradores foi espantada para uma outra árvore, tornando assim mais difícil a ação.

As equipes por motivos de cumprimento das diligências retiraram-se do local, resultando assim a saída naturalmente da mesma. A equipe do DEMMA da cidade de Estância retornou ao local na parte da tarde após alguns moradores laçarem o felino. Realizamos todos os procedimentos de abordagem e condutas técnicas de pré-veterinárias no animal e após os procedimentos realizamos a soltura na região da mata atlântica próximo ao povoado Crasto.

Registro que o fato de ser um animal em extinção nos levou a realizar tal ato de atenção durante todo esse dia. Agradeço aos moradores da Rua da Palha e a equipe do DEMMA da cidade de Estância.”

Fonte: It Net

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Policia Militar prende 08 pessoas em rinha de galo em Santa Luzia (RO)

Foto: Rondônia News
Foto: Rondônia News

Oito pessoas foram pressas pela Policia Militar de Santa Luzia e encaminhadas a delegacia, por volta de 11:30 horas do dia 15 de Junho de 2014, domingo. Além dos conduzidos a Policia Militar apreendeu ainda vários animais (galos) que estavam em cativeiro e eram usados na prática de rinha, pelo menos 13 animais foram encontrados na residência do chacareiro na RO383 saída para Rolim de Moura.

A polícia chegou até o local após receber denúncias anônimas. Entre os conduzidos estão os donos da propriedade e apostadores, que assinaram um termo circunstanciado. Todos responderão por maus-tratos aos animais em liberdade.

Durante a apreensão dos animais a Polícia Militar apreendeu ainda uma estrutura para rinha de galo feito em tecido, protetores de espora em couro, esparadrapo, espora artificial, suplemento vitamínico, antibiótico, seringas e agulhas.

Participaram da apreensão, CB PM Dozimar, SD PM Lima, SD PM Tabalipa e a Polícia Ambiental de Alta Floresta, Comanda pelo SD PM Alcântara, os policiais conduziram os envolvidos e os objetos do ato ilícito a delegacia de santa Luzia, para as providências pertinentes a ocorrência.

A perícia foi acionada e esteve no local.

Fonte: Rondônia Dinâmica

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Mais de 100 cachorros são resgatados em Santa Luzia

Na ficção, a personagem Cruela quer transformar a pele de 101 dálmatas em um casaco. Na vida real, em Santa Luzia (MG), na Região Metropolitana de Belo Horizonte, mais de 100 poodles mestiços foram resgatados por um advogado defensor dos animais. Eles viviam com pouca comida e sujos, mantidos por um senhor apaixonado por bichos, mas que não conseguia cuidar deles mesmo tendo ajuda de algumas pessoas. Pinchers também estavam na casa quando Crispim Zuin Neto chegou para levá-los a uma organização não governamental.

Poodles estavam na casa de idoso que cuidava deles com dificuldade e contava com ajuda de amigos. (Foto: Divulgação)
Poodles estavam na casa de idoso que cuidava deles com dificuldade e contava com ajuda de amigos. (Foto: Divulgação)

De todos cães, que eram uma mistura de poodle com SRD, 28 já foram vacinados, castrados, tosados e examinados pela ONG Cão Viver, que tem sede no Bairro Braúnas, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte. Desses, quatro machos foram adotados e 15 fêmeas estão sob tutela de outra ativista da causa animal. Uma feira será realizada dia 14 em busca de novos donos para os oito machos restantes e algumas das fêmeas.

Idealizador do projeto Lobo Alfa, Crispim foi contatado por um vizinho do “colecionador” de poodles por meio da página do movimento na internet. “Fui lá e convenci o dono a tratar alguns machos que já estavam castrados. Um outro grupo tinha feito a castração de alguns, mas deixou dois cachorros inteiros, o que era suficiente para fecundar todas as fêmeas”, conta. Com os pelos embolados, sujos e vivendo com pouca ração, muitos estavam em um local sem sequer uma sombra.

Com o tempo e com o trabalho da Cão Viver, o tutor foi ganhando confiança em Crispim, que então levou mais cães para serem tratados. Nesse meio-tempo, o tutor doou mais de 30 cachorros, conta o advogado, que trabalha com animais de forma voluntária. “Esse senhor na verdade gosta bastante de cachorro e faz o melhor que pode, mas ele tem um apego excessivo a eles e não consegue doar. Ele permitia que os poodles se reproduzissem livremente, nascendo aos montes, e tinha dificuldade de perceber que eles não estavam bem. Por isso chegou neste extremo”, avalia.

“Os cachorros chegaram aqui em péssimo estado, todos com um cheiro insuportável, sem tosa e muito acuados. Até hoje eles não conseguem socializar direito, ficam tremendo de medo e só andam em bando”, afirma José Bandeira, que trabalha cuidando dos animais na Cão Viver. “Vão demorar a sair desse trauma, mas já melhoraram muito. Quando chegaram eles até avançavam na gente, estavam péssimos”, lembra ele. No canil, oito cães castrados, vacinados, vermifugados e tosados estão vivendo em uma cela e já se dão bem com o cuidador.

Sigilo

A localização da casa onde viviam os poodles é segredo guardado por Crispim. Ele chama o lugar de Campo dos Poodles, como descreve na página do projeto Lobo Alfa na internet. “Prometi sigilo a esse senhor e está dando certo. Ele está acenando com a possibilidade de reduzir o número de cães em casa e talvez fique com apenas seis. Ainda há mais de 30 vivendo lá que precisam de cuidado”, diz.

A feira de adoção dos poodles será no dia 14. A ONG Cão Viver, que está apoiando o processo de recuperação dos animais, tem cerca de 140 cachorros em uma clínica veterinária que funciona com preços populares. Parte da receita da entidade provém de doações, uma taxa de R$ 35 cobrada por adoção, referente a castração e remédios. “Ninguém faz um trabalho como esse se não for por amor”, relata Crispim.

Abrigo para animais

A ONG Cão Viver foi criada em agosto de 2003 por um grupo de quatro amigos com o objetivo de acolher e abrigar cães e gatos em situação de abandono. Os animais atendidos passam por um processo de triagem e são encaminhados para o canil de quarentena. Se for constatado que o cachorro está com leishmaniose, é feita eutanásia, através de anestesia e injeção letal. Quando os bichos – cães e gatos – estão saudáveis, são feitas esterilizações e, após os procedimentos, são disponibilizados para adoção.

Fonte: Em

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