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Ativistas lutam para resgatar elefanta desnutrida e explorada por zoo

No local, elefantes são forçados a se apresentar diariamente para um público quase inexistentes. “Bones” chamou a atenção do mundo quando um vídeo dela se apresentando um estádio vazio se tornou público. Primeiro, ela se equilibra em duas mesas de madeira antes de caminhar lentamente para outra área onde anda precariamente em uma “corda bamba” feita de duas barras de aço.

A mesa de madeira e a corda não poderiam suportar o peso de um animal tão grande, mas como Bones é extremamente magra, executa o abominável truque para os espectadores.

Nas dolorosas imagens é possível ver sua espinha, ossos pélvicos e dos ombros.

Segundo o World Animal News, um porta-voz do Samutprakarn Crocodile Farm & Zoo garantiu que todos os elefantes do parque recebiam tratamento adequado que estavam em perfeitas condições de saúde, o que é uma grande mentira.

Ativistas e organizações pelos direitos animais iniciaram uma petição através da CARE2  para que ela e os outros elefantes no parque devem ser resgatados e levados para um santuário apropriado.

A exploração dos elefantes    

O caso de Bones remete ao de Teresita, uma elefanta que morreu triste e solitária em um zoo de São Paulo, após anos sendo escravizada pela ganância humana.

Elefantes possuem um cérebro grande, inteligentes e curioso. Em liberdade, movimentam-se pelo menos 20 de cada 24 horas, de forma ativa, caminham 20 ou mais quilômetros por dia.

Em cativeiros pequenos, solitários, sujos e sem estímulo, eles adoecem física e psicologicamente. Além disso, estes seres inocentes realizam truques por privação de alimentos e são brutalmente castigados quando não os fazem.

Aprisionar animais para entretenimento e educação de seres humanos é inaceitável e cruel.

Zoológicos e circos são exemplos de dor e sofrimento à vida selvagem

 

 

 

 

 

 

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