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Saguis são flagrados se equilibrando em fiação elétrica em SP

Saguis são flagrados sobre fiação elétrica em Santos, SP (Foto: Leonardo Francisco/Arquivo Pessoal)

Dois saguis foram flagrados se equilibrando na fiação de um trecho da rede elétrica em Santos, no litoral de São Paulo. Os macacos foram vistos na Avenida Ana Costa, uma das mais movimentadas da cidade, e atraíram os olhares de quem passava pelo local.

O jornalista Leonardo Francisco fez o registro do ‘passeio’ dos animais. “Estava passando pela avenida e vi um pessoal parado olhando, e parei também para observar. Foi quando flagrei dois saguis andando pela fiação e fiz as imagens”, conta.

Segundo ele, saguis são pouco vistos pela área mais urbana da cidade. “Eu nunca tinha visto eles na Avenida Ana Costa. Pelas histórias que ouvimos, eles aparecem mais em áreas próximas aos morros da cidade”.

A Polícia Ambiental informou que faz o resgate de saguis somente se encontrados machucados ou em situação de risco.

Fonte: G1

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Você é o Repórter

Órgãos públicos se negam a resgatar saguis em SP, denuncia moradora

Uma moradora de São Paulo identificada como Erika informou à Agência de Notícias de Direitos Animais que dois macacos circulavam pelos fios da rede elétrica no bairro Campo Belo, na Zona Sul de São Paulo, na última quinta-feira (14).

Ela afirma ter entrado em contato com os órgãos públicos competentes para solicitar que o resgate dos macacos fosse realizado, mas não obteve sucesso.

“Orgãos públicos não resgatam os animais”, denuncia Erika.

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Saguis são monitorados em ação contra febre amarela em São Paulo

Para combater a febre amarela, uma ação foi realizada durante quase 15 dias por uma equipe de dois biólogos e três veterinários, que monitoraram saguis em São Paulo.

(Foto: Divulgação)

Amostras foram colhidas de animais de dois parques municipais, em uma área de proteção ambiental da Zona Sul, para verificar a circulação do vírus.

Os profissionais são integrantes da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente e começaram a capturar os saguis às 6 horas da manhã. A ação se estendeu até por volta das 17 horas durante os dias de trabalho. As informações são da revista Isto É.

“A gente começou a fazer a captura em parques urbanos, porque eles (saguis) recebem comida e é mais fácil capturá-los. A gente vai para os parques, coloca as armadilhas com alguma isca e eles caem. Pegamos o animal, sedamos, coletamos sangue, microchipamos e fazemos uma marcação na cauda para a gente saber quem é”, conta a diretora da Divisão de Fauna Silvestre, Juliana Summa. “A gente fez no (parque) Severo Gomes, no Alto da Boa Vista, que é um parque de proteção e conservação, e terminamos agora no Burle Marx”, acrescenta.

Foram capturados nove, cinco e 11 saguis nos parques Severo Gomes, Alto da Boa Vista e Burle Marx, respectivamente. As amostras coletadas serão enviadas ao Instituto Adolfo Lutz, onde serão analisadas.

Segundo Juliana, os saguis nem sempre apresentam sinais de que foram infectados, como acontece com os bugios. “Eles não ficam do mesmo jeito dos bugios, que morrem. Esses animais podem não ter sintomas. A captura é uma maneira de investigar se os animais saudáveis foram infectados e entender como o vírus circula”, diz.

Uma reunião será realizada entre os profissionais para definir quais outras regiões do município de São Paulo devem ser monitoradas.

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Saguis se escondem em motor de carro e são resgatados pelos bombeiros

Três macacos da espécie sagui foram encontrados na avenida Sampaio Vidal, no município de Marília, no interior de São Paulo.

Os saguis foram salvos e entregues à Polícia Ambiental (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)

O Corpo de Bombeiros foi acionado e esteve no local para realizar o resgate.

Dois dos saguis se esconderam, assustados, dentro do motor de um carro que estava estacionado. O outro fugiu pelo telhado de uma loja e não foi mais localizado. As informações são do portal G1.

 

Os que estavam no veículo foram resgatados pelos militares e entregues, sem ferimentos, à Polícia Ambiental para que fossem devolvidos à natureza.

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Dois saguis cegos são resgatados por segurança de hospital em Recife

Dois saguis cegos foram levados para a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) após terem sido encontrados por um segurança que trabalha em um hospital particular na área central de Recife, em Pernambuco.

A suspeita é de que a cegueira tenha sido causada por infecção ou maus-tratos (Foto: CPRH)

Renato Alexandre encontrou os macacos em dias separados. A sagui fêmea foi a primeira a ser salva pelo segurança. Ela andava sem rumo, batendo nas paredes, quando foi resgatada por Renato, que tentou fazer uma vaquinha online para arrecadar verba para arcar com os custos de uma consulta em uma clínica veterinária.

Ao encontrar o segundo sagui cego, desta vez macho, o segurança publicou um pedido de ajuda nas redes sociais, onde foi orientado a levar os macacos à CPRH. As informações são do portal JC Online.

O casal de saguis foi encaminhado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres de Pernambuco (Cetas Tangara), pertencente à Agência, na Zona Norte de Recife. No local, eles serão avaliados clinicamente. A suspeita é de que a cegueira tenha sido provocada por infecção ou maus-tratos.

Renato afirma ter levado os macacos à CPRH por ter se compadecido com a situação dos dois. Ele lembra que, nas proximidades de seu trabalho, outro sagui foi encontrado, porém morto por descarga elétrica, há cerca de um mês.

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Saguis são encontrados mortos em condomínio de São Cristóvão (SE)

Vários saguis foram encontrados mortos em um condomínio localizado no Conjunto Rosa Elze, em São Cristóvão, no Sergipe. Outros macacos da espécie foram localizados com vida, porém doentes.

Sagui foi encontrado morto dentro do condomínio (Foto: Reprodução/TV Sergipe)

“Começou com um animal, ele ficou jogado pelos cantos. Fui em busca da Polícia Ambiental e eles tiveram aqui. Disseram que não existia ferimentos no animal e foram embora. Tinha receio de ser uma doença contagiosa. E meu medo se concretizou, a doença se espalhou para quase todos os macacos”, disse a professora Carla Mesquita, que conta que os saguis vivem em uma área de mata que cerca o condomínio.

O síndico do prédio, Hermano Júnior, afirma que os macacos apresentam fraqueza. “Tem essa questão da febre amarela em alguns locais do país e nós estamos com medo justamente disso”, contou Hermano Júnior.

A equipe da Vigilância em Saúde do município esteve no local e coletou uma amostra para análise. Não há previsão para a divulgação do resultado.

“Fizemos a coleta do material e iremos encaminhar para análise no Laboratório Central de Saúde do Estado de Sergipe para que a gente possa possuir um resultado o mais rápido possível. Ainda não tem como dizer o que está acontecendo. A gente suspeita que pode ser um envenenamento. É preciso alertar a população para não entrar em contato com os animais”, explica Danielle Rodrigues, diretora de vigilância em saúde de São Cristóvão, em entrevista ao G1.

Nota da Redação: Apesar de ainda não haver informações a respeito da causa da morte dos saguis,  é importante ressaltar, devido à suspeita de febre amarela, que os macacos não transmitem a doença, que é transmitida pelo mosquito haemagogus em áreas florestais e pelo aedes aegypti – também transmissor da dengue – em áreas urbanas. Sendo assim, o macaco não deve ser visto como uma ameaça.

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Saguis fogem de parque à procura de alimentos em Ponta Grossa (PR)

Dois saguis foram vistos em uma casa nas proximidades do Terminal Rodoviário em Ponta Grossa, no Paraná, na manhã do último domingo (17). A razão para a aparição dos primatas em área urbana se deve à busca por alimentos, é o que afirma o veterinário Robson Klimionte, que explicou que a espécie é comum no parque Margherita Sannini Masini, de onde eles devem ter fugido.

Os saguis foram encontrados em uma casa (Foto: Leandro Emanoel Mendes Brandão/Arquivo pessoal )

“O que acontece é que o clima está muito seco, e o pessoal está colocando muito fogo. Com isso, os animais começam a se afugentar da área de preservação deles e vêm pra cidade em busca de comida”, disse em entrevista ao G1.

O morador Leandro Mendes Brandão ofereceu uma banana aos saguis para atraí-los e filmá-los de perto. O veterinário, no entanto, alerta que essa atitude prejudica a espécie. “Se as pessoas oferecem alimento, estão estimulando os animais a virem cada vez mais para a cidade. E o ideal mesmo é que eles vivam no habitat natural deles para evitar riscos”, acrescentou.

Robson afirmou ainda que se aproximar dos saguis também foi um erro cometido pelo morador. “Eu entendo que eles sejam bonitinhos e tal, mas o melhor mesmo quando este tipo de coisa acontece é ignorá-los para que eles evitem ficar em outro ambiente que não seja o deles”, reforçou.

A Polícia Ambiental deve ser acionada em casos em que saguis ou outros animais forem encontrados feridos.

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Casal é detido após tentar vender saguis pela internet, diz polícia

Lisandro Frederico/ ONG PAS
Lisandro Frederico/ ONG PAS

O Centro de Recuperação de Animais Silvestres do Parque Ecológico Tietê recebeu na última sexta (6) dois saguis-de-tufo-branco resgatados em Itaquaquecetuba. Eles estavam sendo vendidos por meio de anúncios em um grupo no Facebook, segundo a polícia.

Os animais foram resgatados em uma operação da Delegacia de Investigação de Infrações e Crimes contra o Meio Ambiente de Mogi das Cruzes na quinta-feira (5).

O presidente da ONG Projeto Adote Suzano (PAS), Lisandro Frederico, contou que uma voluntária da ONG fez o contato com o casal de Itaquaquecetuba que anunciava os animais na rede social.

“Ela acertou a compra dos saguis por R$ 450, dando um nome fictício e usando um celular frio. Na hora de buscar os animais, acionamos os policiais da Delegacia de Crimes contra o Meio Ambiente. Eles encontraram com o casal, apreenderam os animais e levaram os infratores para a delegacia em Mogi”, explicou Frederico.

Lisandro Frederico/ ONG PAS
Lisandro Frederico/ ONG PAS

De acordo com as informações da delegacia, o casal foi enquadrado no artigo 29 da Lei Ambiental 9605/98 por matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória sem a devida permissão. A pena para esse tipo de crime varia de seis meses a 1 ano e multa.

Na delegacia, o casal prestou depoimento, assinou um termo circunstanciado e aguardará o processo em liberdade.

Risco para fauna

O veterinário Jefferson Renan de Araújo Leite alerta que além do risco dos animais que são comercializados, muitas vezes em condições péssimas, a fauna local também sofre com esse tipo de ação.

O veterinário destacou que muita gente que compra animais silvestres acaba soltando-os em áreas de mata tempos depois.

“Na Serra do Itapety, por exemplo, temos o sagui-da-serra-escuro que está em risco de extinção. E caminhando pela serra já observei outras espécies de sagui, como essa apreendida na quinta-feira. Esse sagui-de-tufo-branco é originário do Nordeste, o mais perto da gente é a Bahia. E ao se misturaram na nossa fauna com os nossos saguis tiram deles o pouco território que resta. Outra consequência é que o cruzamento das duas espécies pode dar origem a uma espécie híbrida, acelerando assim a extinção do sagui-da-serra-escuro”, explicou o veterinário.

Fonte: G1

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Casal é detido após tentar vender saguis pela internet em Itaquaquecetuba (SP)

Divulgação
Divulgação

O Centro de Recuperação de Animais Silvestres do Parque Ecológico Tietê recebe nesta sexta-feira (6) dois saguis-de-tufo-branco resgatados em Itaquaquecetuba. Eles estavam sendo vendidos ilegalmente por meio de anúncios em um grupo no Facebook, segundo a polícia. Os animais foram resgatados em uma operação da Delegacia de Investigação de Infrações e Crimes contra o Meio Ambiente de Mogi das Cruzes na quinta-feira (5).

O presidente da ONG Projeto Adote Suzano (PAS), Lisandro Frederico, contou que uma voluntária da ONG fez o contato com o casal de Itaquaquecetuba que anunciava os animais na rede social. “Ela acertou a compra dos saguis por R$ 450, dando um nome fictício e usando um celular frio. Na hora de buscar os animais, acionamos os policiais da Delegacia de Crimes contra o Meio Ambiente. Eles encontraram com o casal, resgataram os animais e levaram os infratores para a delegacia em Mogi”, explicou Frederico.

De acordo com as informações da delegacia, o casal foi enquadrado no artigo 29 da Lei Ambiental 9605/98 por matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória sem a devida permissão. A pena para esse tipo de crime varia de seis meses a 1 ano e multa.

Na delegacia, o casal prestou depoimento, assinou um termo circunstanciado e aguardará o processo em liberdade.

Risco para fauna
O veterinário Jefferson Renan de Araújo Leite alerta que além do risco dos animais que são comercializados ilegalmente, muitas vezes em condições péssimas, a fauna local também sofre com esse tipo de ação.

O veterinário destacou que muita gente que compra animais silvestres acaba soltando-os em áreas de mata tempos depois. “Na Serra do Itapety, por exemplo, temos o sagui-da-serra-escuro que está em risco de extinção. E caminhando pela serra já observei outras espécies de sagui, como essa apreendida na quinta-feira. Esse sagui-de-tufo-branco é originário do Nordeste, o mais perto da gente é a Bahia.

E ao se misturaram na nossa fauna com os nossos saguis tiram deles o pouco território que resta. Outra consequência é que o cruzamento das duas espécies pode dar origem a uma espécie híbrida, acelerando assim a extinção do sagui-da-serra-escuro”, explicou o veterinário.

Divulgação
Divulgação

Fonte: G1

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Projeto Mucky acolhe dois novos saguis de tufo branco

Saguizinhos "Alho" e "Poró" (Foto: Amanda Mageste)
Saguizinhos “Alho” e “Poró” (Foto: Amanda Mageste)

Em outubro, o Projeto Mucky recebeu mais dois moradores especiais: os saguis de tufo branco “Alho” e “Poró”.

Os dois macaquinhos foram vistos soltos em um bairro em São João da Boa Vista (SP) e iam sozinhos, de casa em casa, procurar por alimentos. De acordo com relatos de moradores da região, uma pessoa havia visto os animais serem vendidos às margens de uma rodovia, ficou penalizada, comprou e soltou os dois em uma área com árvores na cidade.

Os saguis eram alimentados por diversos vizinhos, até descobrirem uma casa com árvores frutíferas. Passaram, então, a frequentar o local, que era a residência de uma veterinária. Os macaquinhos ficaram uma semana desaparecidos e, após voltarem, a veterinária percebeu que um deles, o “Poró”, estava tremendo, com o braço esquerdo encolhido e com um edema no local.

Levado para a Clínica, seguindo orientações da equipe Mucky, constatou-se que o pequeno sagui estava com uma fratura no pulso e miíase no cotovelo esquerdo. Os dois animais estavam com alopecia em diversas partes do corpo. “Poró” foi medicado e imobilizado. Após sua recuperação e por intervenção da Procuradoria Geral da União, os dois macaquinhos foram encaminhados pela Polícia Ambiental ao Projeto Mucky, em Itu.

“Aqui, estão bem felizes. ‘Poró’ já namora a Mutuca e o ‘Alho’ está de olho nas macaquinhas ainda solteiras”, conta a equipe Mucky.

O Projeto

O Projeto Mucky existe há 30 anos com o objetivo de reabilitar os primatas brasileiros que sofrem de maus tratos em função do tráfico de animais. É o principal programa voltado a saguis no Brasil.

O espaço está voltado principalmente para a qualidade de vida dos primatas. Portanto, ele não está aberto ao público. Mas é possível conhecer, com agendamento prévio, dentro de um contexto de aprendizagem e educação ambiental.

Para mais informações sobre o Projeto Mucky, agendamentos e colaborações, entre em contato com os responsáveis pelo e-mail coordenadora@projetomucky.com.br ou pelo telefone (11) 4023-0143.

Fonte: Itu

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Evento "Primatas do Brasil" ajudará Projeto Mucky

Fátima ChuEcco/Anda – Agência de Notícias de Direitos Animais

Os primatas brasileiros sofrem com diversas ameaças como desmatamentos e tráfico. Foto: Divulgação
Os primatas brasileiros sofrem com diversas ameaças como desmatamentos e tráfico. Foto: Divulgação

O Projeto Mucky, que resgata do tráfico, desmatamentos, queimadas e maus-tratos saguis e bugios em seu santuário em Itu, no Interior de SP, está comemorando seu aniversário de 30 anos com o lançamento do livro “Primatas do Brasil – Cada macaco no seu galho” (Editora Avis Brasilis), de autoria de Cristina Rappa, Heloisa Turini Bruhns e Lívia Botár (fundadora e presidente do Mucky).

A obra, patrocinada pela Tetra Pak, foi editada nos idiomas português e inglês, e é ilustrada com 200 fotos de Luciane Salete Panisson, Adriana Cruz e Fabio Colombini, além de 200 ilustrações de Tomas Sigrist. O lançamento do livro e leilão das fotos estão marcados para o dia 24, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi (SP), às 19h30, com venda revertida para a ONG.

A obra tem uma parte dedicada ao trabalho do Projeto Mucky. Foto: Divulgação
A obra tem uma parte dedicada ao trabalho do Projeto Mucky. Foto: Divulgação

Dividida em quatro partes, a obra busca inserir o leitor nas florestas habitadas pelos primatas brasileiros contando um pouco sobre cada espécie, o habitat, comportamento e curiosidades. O livro também chama a atenção para as ameaças como incêndios, caça, comércio ilegal, atropelamentos em rodovias e outras consequências decorrentes da vinda dos pequenos primatas para perto das cidades. E, claro, a obra mostra ainda o espetacular trabalho realizado pelo Projeto Mucky que tem hoje por volta de 200 “hóspedes” – macacos que não puderam ser devolvidos ao seu habitat natural devido a sequelas de acidentes e maus-tratos.

Nessa parte sobre o santuário, o leitor terá a oportunidade de conhecer histórias tocantes como a de Tiquinho, Algodão, Chamusco e outros macacos que encontraram no Projeto Mucky sua última chance de uma vida digna. “É uma grata coincidência que uma publicação como esta, inédita no Brasil, seja lançada no ano em que comemoramos 30 anos de exclusiva dedicação aos nossos primatas. Esperamos que ela possa levar às pessoas um novo olhar aos primatas e que a partir daí possamos refletir sobre nossas ações e o modo como nos relacionamos com a natureza, estabelecendo novos padrões de pensamento e de atitude”, diz Lívia Botár.

O livro é composto por 200 ricas imagens de três fotógrafos. Foto: Divulgação
O livro é composto por 200 ricas imagens de três fotógrafos. Foto: Divulgação

Sobre as autoras
Cristina Rappa
Jornalista e profissional de comunicação corporativa, é autora dos livros infanto-juvenis “Topetinho Magnífico” e “Florestas – Por que precisamos delas”.

Heloisa Turini Bruhns
Praticante de ecoturismo há mais de 30 anos tem dentre seus 14 livros publicados “A busca pela Natureza”, “Patrimônio, Natureza e Cultura” e “Viagens à Natureza”.

Lívia Botár
Considerada uma das maiores especialistas em resgate e cuidados com primatas no Brasil, além de coordenar o Projeto Mucky, participa de eventos relacionados ao meio ambiente, ministra palestras, cursos e seminários em escolas, universidades e empresas. Publicou os livros infanto-juvenis “Mucky, o sagui”, “Ramati, o bugio” e o infantil “A Força da natureza”.

É permitida a reprodução total ou parcial desta matéria desde que citada a fonte ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais com o link. Assim você valoriza o trabalho da equipe ANDA formada por jornalistas e profissionais de diversas áreas engajados na causa animal e contribui para um mundo melhor e mais justo.

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Família de saguis aparece em telhado de casa para comer bananas

Saguis aparecem em telhado de casa em Peruíbe para pegar comida (Foto: José Ferreira / Arquivo Pessoal)
Saguis aparecem em telhado de casa em Peruíbe para pegar comida (Foto: José Ferreira / Arquivo Pessoal)

Moradores do bairro Antônio Novaes, em Peruíbe, no litoral de São Paulo, têm recebido visitantes ilustres no telhado e no quintal de casa: uma família de saguis (espécie de macaco). Eles aparecem na área urbana em busca de comida e, depois de se alimentarem, desaparecem em meio à área de Mata Atlântica que fica próximo ao local.

A cidade é cercada por parte da encosta da Serra do Mar e pela Estação Ecológica Juréia Itatins, cenário que favorece a presença desses animais, segundo especialistas.

No último fim de semana, o funcionário público José Ferreira de Souza conseguiu registrar imagens do momento em que três deles aparecem no telhado e comem pedaços de banana jogados pelos próprios moradores.

Embora sejam aparentemente dóceis, o veterinário responsável pelo Centro de Controle de Zoonoses da cidade, Raphael Barreiros Lapa Louza, adverte que eles são animais silvestres e é preciso ter cuidado.

“Esses animais nem sempre são dóceis. Hoje a área urbana invade a área deles, por isso fica mais difícil de se alimentar e eles acabam vindo em busca de alimentos”, explica o veterinário.

Fonte: G1

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