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Cavalo cai dentro de um rio em Campinas (SP) e é salvo por bombeiros

Cavalo é resgatado sem ferimentos. Foto: Divulgação

(da Redação)

Amarrado por uma corda e abandonado em um pasto no Parque Brasília, em Campinas, um cavalo acabou caindo em um rio localizado nas proximidades do local.

O acidente, ocorrido às 20h30 de sexta-feira, 21 de janeiro, alarmou os moradores da região, que acionaram a União Protetora dos Animais (UPA) para o resgate.

Após avaliar a complexidade da ocorrência, o vice-presidente da entidade, César Rocha, pediu ajuda aos bombeiros para auxiliarem no socorro do animal. “O cavalo estava em uma das poucas áreas de menor profundidade do rio, por isso conseguiu se manter em pé no local até que os bombeiros pudessem elaborar um plano de resgate”, declara.

Com auxílio da corda que envolvia o pescoço do animal, os bombeiros conseguiram encaminhar o cavalo a um local mais próximo da margem, onde puderam finalmente removê-lo da área de risco.

A UPA acionou o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) para transportar o animal, que havia sido vítima de maus tratos por parte do tutor. Os agentes da prefeitura, no entanto, recusaram a assistência solicitada, sob alegação de que o transporte de animais de grande porte é feito exclusivamente nos períodos matutino e vespertino. A carência do serviço da Administração Pública acarretou na devolução do animal ao tutor.

Com objetivo de corrigir esta falha da prefeitura de Campinas, o presidente da UPA e vereador, Vicente Carvalho, protocolou uma indicação na Câmara Municipal solicitando que o CCZ disponha seus serviços de transporte também durante o período noturno.

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Cão que ficou em casa alagada em Nova Friburgo é resgatado para alegria da família

Danusia Alves
dandias1@hotmail.com

A história do Juca foi uma coisa muito mágica para mim e no meio dessa tristeza que assolou a nossa região serrana, me fez sentir muita alegria. Veja como tudo aconteceu.

No sábado recebi uma postagem no Facebook pedindo ajuda para o resgate de um cãozinho da raça Colie, chamado Juca, que estava em um determinado endereço em Friburgo, sem água e comida. Esse foi o momento que Deus colocou o Juca na minha frente, apresentando-me à ele.

Tenho uma família conhecida lá e entrei em contato pra tentar o resgate, mas não consegui falar. Compartilhei então para todos no Facebook.

Na manhã seguinte, saí de casa para comprar ração para doar e comentei com o dono da loja que seria para doar para Friburgo. Ele me disse que sua filha, que também mora em Friburgo, teve sua casa inundada pelas águas e teve que abandonar a casa e deixou lá o seu cão.

Deixei com ele o meu telefone e disse que eu talvez pudesse ajudar, já que faço parte de uma grande rede de proteção animal. No dia seguinte a mulher desse senhor me ligou para me passar as informações do cão e o endereço onde ele estava. Quando ela começou a me dizer o endereço e o bairro, me veio à lembrança o cão da mensagem do Facebook e eu adiantei logo pra ela se era um colie chamado Juca. Ela ficou espantada, afirmou que era o Juca e perguntou-me como eu sabia qual era o cachorro. Informei que tinha visto a mensagem na Internet. Foi uma maravilhosa coincidência. E acho que esse foi o momento que Deus, na sua bondade infinita, colocou a dona do Juca na minha frente.

A família era só alegria ao reencontrar o Juca. Foto: divulgação

Passei o dia inteiro ao telefone, movendo mundos e fundos para encontrar alguém que estivesse em Friburgo e pudesse trazer o Juca. Para minha felicidade, encontrei a Thaís (que, mais uma coincidência, trabalha no mesmo órgão que eu, o INEA), que estava voltando pro Rio e trouxe o Juca.

A tutora dele, a Liliane, ficou louca de alegria e foi muito bonito o reencontro dos dois.

Ele merecia esse reencontro. Agradeço muito a Deus por essa linda coincidência.

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Veterinários organizam campanha para salvar animais na Região Serrana do Rio

Associações e veterinários lançaram uma campanha para salvar os animais vítimas da tragédia que atingiu a região serrana do Rio de Janeiro, onde morreram mais de 600 pessoas.

“Uma equipe está chegando da Costa Rica com especialistas em resgate de animais em grandes catástrofes e outros veterinários para atender aos animais que precisam de ajuda, cachorros, gatos, cavalos e até animais silvestres”, explicou à AFP a veterinária Margarida de Oliveira, que prevê montar um hospital de campanha na região a partir desta segunda-feira.

“Não pensávamos que receberíamos tanta solidariedade. Tenho três toneladas de ração animal em minha casa, pensava em ir de carro para a Serra do Rio, mas agora preciso de um caminhão”, contou a veterinária paulista, que todos os anos percorre os povoados mais pobres da Amazônia e regiões remotas para atender os animais necessitados.

Especialistas da Sociedade Mundial para a Proteção Animal (WSPA) coordenam a ação na Serra do Rio, como já fizeram no Haiti depois do terremoto.

“Em um ano, depois do terremoto, foram atendidos e tratados no Haiti mais de 50.000 animais”, explicou à AFP Solange Ribeiro, coordenadora da WSPA e que organiza a campanha na cidade do Rio de Janeiro.

“Temos informações de que há muitos animais em situação deplorável, brigando por comida, com fraturas, abandonados, pois mesmo seus donos não podem cuidar deles. Sabemos que a prioridade da tragédia é salvar vidas humanas, mas os animais são nossos melhores amigos, eles não nos abandonariam e nós não vamos abandoná-los”, enfatizou.

Em meio à devastação da região serrana, uma imagem comoveu o país este fim de semana: um cachorro chamado Leão que não se afasta há três dias do túmulo onde foi enterrada sua dono num cemitério de Teresópolis.

Fonte: Terra

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Gato é resgatado após passar cinco dias em cima de chaminé

(da Redação)

Angel ficou cinco dias em cima da chaminé da casa. Foto: reprodução Small World

Angel, um gato frajola de 3 anos, subiu no telhado da casa onde vive com os tutores, em Telford (Inglaterra), na véspera do Ano Novo, e não desceu mais.   Tutores e vizinhos tentaram atrair Angel com comida e ratos de brinquedo, mas nada convenceu o gatinho a descer, informou o site Small World.

Depois de cinco dias deitado sobre a chaminé da casa, sem qualquer possibilidade de que descesse, a família pediu ajuda ao Corpo de Bombeiros.

O gatinho frajola deu trabalho para ser resgatado. Foto: reprodução Small World

Após 45 minutos de tentativas, os bombeiros conseguiram pegar o gatinho, que estava numa altura de 10 metros, usando uma escada extensível  utilizada para incêndios em edifícios.

Angel não estava ferido, apenas com fome e assustado.

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Gato que mora na França é encontrado perdido em rua de vilarejo da Inglaterra

(da Redação)

Um gato bem viajado foi encontrado perambulando pelas ruas de um vilarejo de Northamptonshire, Inglaterra, a quase 250 quilômetros de casa, não se sabe quem é o tutor dele ou como ele foi parar ali.

Tommy, dócil e simpático foi encontrado a 250 Km de sua casa revelou o chip. Foto: reprodução Daily Mail

O gato foi resgatado por funcionários da RSPCA na segunda-feira. Eles descobriram que ele tem um microchip francês registrado em um endereço na região francesa da Normandia, com um número de telefone inexistente e que chama-se Tommy.

A porta-voz da ONG de proteção animal RSPCA,  Sarah Hart, disse que não tinha ideia de onde ele teria vindo e de como chegou ali.

“Não sei se alguém chegou com ele a partir de França, mas só não mudou o microchip ainda, ou se ele veio de férias com alguém, mas se perdeu. As possibilidades são infinitas. Ele foi encontrado perto de uma movimentada área do Canal da Mancha, ele poderia até mesmo ter fugido de um barco”, afirmou.

O trajeto que Tommy teria feito.

Tommy é um gato de sete anos, muito bonito e simpático, quando foi encontrado estava com um abcesso na perna. Ele foi levado a um veterinário para tratamento e não pode ser encaminhado para adoção a menos que seus tutores sejam encontrados. Se ninguém reclamar por ele, Tommy será posto em quarentena por seis meses antes que ele possa encontrar uma nova família.

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