Notícias

Roupas em gatos geram estresse e podem causar acidentes fatais, diz veterinária

Pixabay/Katzenfee50

O uso de roupas em cachorros, por estética ou para aquecê-los em dias frios, é uma prática comum, realizada há bastante tempo pelos tutores. Replicá-la em gatos, porém, pode ser perigoso.

A médica veterinária Carynn Dantas, do Crystal Pet & Spa, explicou ao Canal do Pet que as roupinhas estressam os gatos – podendo causar, inclusive, vômito por conta do desequilíbrio emocional – e também podem levar a acidentes fatais.

“Como os gatos têm hábitos de pular, podem se enroscar em algum lugar, ficando enforcados, ou por causa do estresse de estarem presos, até o tutor perceber, pode acontecer alguma fatalidade”, explicou.

Além dos acidentes que podem levar o gato à morte, a veterinária explicou também que “algum fio de linha solto da roupa pode ser ingerido pelo animal e causar problemas gastrointestinais”.

Carynn orienta os tutores a optarem por maneiras seguras de aquecer os gatos, oferecendo cobertas para o animal; construindo uma toca com cobertores e tecidos grossos que não soltem fios; ou forrando uma caixa de papelão com almofadas e cobertores sem fiapos.

A roupa, segundo a especialista, só deve ser usada na presença do tutor. “Mesmo assim, o tutor deve ficar sempre de olho para não ocorrer acidentes”, completou.

É preciso observar, porém, se o animal não ficará estressado. “Isso acontece por falta de costume. Gatos são muito sensíveis e sentem algo estranho no corpo quando os vestimos”, concluiu a veterinária.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

‘Amar os animais é amar a si mesmo’, diz Anitta ao defender preservação de animais ameaçados

“O planeta terra é uma casa de todos nós, todos os animais, humanos ou não”, afirmou a cantora


A cantora Anitta aproveitou o Carnaval para chamar a atenção do público para a preservação de animais ameaçados de extinção. Além de usar figurinos inspirados nos animais, a artista também abordou o assunto em suas redes sociais.

Durante a folia, Anitta apareceu vestida de panda, abelha, sapo, cavalo-marinho e camaleão.

Reprodução/Instagram/Anitta

“Minha mãe sempre diz que nem me reconhece quando me vê no palco. Ela diz que eu viro outra pessoa, a tal da Anitta. Assim são os camaleões, uma das minhas inspirações de looks do mundo animal pro carnaval”, escreveu.

“Eles se camuflam, mudam de cor, se adaptam ao seu ambiente como forma de proteção. Várias espécies deles já não existem mais. A cada animal que posto aqui um profissional da área me instrui sobre o que dizer de cada espécie”, completou.

A cantora falou ainda sobre a importância de preservar a fauna e a flora. “Se for necessário repito todos os dias. O planeta terra é uma casa de todos nós, todos os animais, humanos ou não. Quando as espécies não humanas desaparecem, é questão de pouco tempo até que nós humanos também não tenhamos mais elementos vitais. Reflitam sobre a nossa casa, nosso ecossistema. Amar os animais é amar a si mesmo”, finalizou.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Rihanna é criticada por vender roupas com pele de animais em sua grife

Casacos e cachecóis feitos de pele de cordeiro estão sendo comercializados pela grife da cantora


A cantora Rihanna está recebendo inúmeras críticas por vender roupas com pele de animais através da sua grife “Fenty”. Seguidores da artista nas redes sociais observaram que casacos e cachecóis da marca são descritos no site oficial como feitas “100% de pele de cordeiro”.

Reprodução

“Casaco de pele em pleno quase 2020 é um baita retrocesso”, disse uma internauta. “Cadê a militância na hora de querer ganhar dinheiro, né?”, escreveu um seguidor. As informações são do portal Vagalume.

As polêmicas de Rihanna com sofrimento animal, no entanto, são antigas. Em 2017, a cantora foi criticada pela organização internacional de defesa animal PETA após usar um casaco de pele de raposa em um desfile da marca Dior.

A entidade enviou, na época, uma carta à cantora pedindo que ela parasse de usar pele de animais e enviou para ela um casaco de material sintético.

Reprodução

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Empresa americana doa 10 milhões de dólares para o combate à mudança climática

Em um comunicado postado no Linkedin, a CEO da empresa Rose Marcario, anunciou a decisão, chamando de “inadequado” o posicionamento do presidente Trump em negar a mudança climática


 

CEO da Patagônia, Rose Marcario | Foto: MANDEL NGAN/Getty Images.
CEO da Patagônia, Rose Marcario | Foto: MANDEL NGAN/Getty Images

A empresa de vestuário americana, Patagônia, pode fazer a doação significativa “ironicamente” graças ao novo código tributário corporativo dos Estados Unidos aprovado por um congresso republicano e entusiasticamente assinado pelo presidente Trump, segundo qual a companhia está pagando muito menos impostos federais.

Em carta publicada no LinkedIn, a CEO da Patagonia anunciou que sua empresa está doando 10 milhões de dólares para grupos sem fins lucrativos que trabalham em questões relacionadas às mudanças climáticas e ao meio ambiente.

“Com base no irresponsável corte de impostos do ano passado, a Patagônia deve menos impostos neste ano – 10 milhões de dólares a menos, precisamente”, escreve a CEO Rose Marcario no comunicado. “Em vez de devolver o dinheiro aos nossos negócios, estamos respondendo devolvendo os 10 milhões ao planeta. Nosso planeta natal precisa mais do que nós. ”

Marcario se referiu ao relatório recém-lançado do governo sobre mudanças climáticas, que adverte que, a menos que sejam feitas mudanças significativas, poderemos estar enfrentando mudanças catastróficas e irreversíveis em nosso planeta até 2050. Quando questionado sobre o relatório, Trump simplesmente disse: “Eu não acredito nisso”, algo a que Marcario também fez uma referência velada em seu post:

“Muitos sofreram as consequências do aquecimento global nos últimos meses, e a resposta política até agora tem sido terrivelmente inadequada – e a negação desse fato só piora a situação”, escreveu ela.

“Os impostos protegem os mais vulneráveis em nossa sociedade, nossas terras públicas e outros recursos que dão vida”, acrescentou. “Apesar disso, o governo Trump iniciou um corte nos impostos corporativos, ameaçando esses serviços às custas do nosso planeta.”

A Patagônia não é iniciante no que diz respeito as causas ambientais. O programa “1% para o Planeta” doa lucros para projetos ambientais em todo o mundo.

Uma observação no site da empresa alega que a Patagonia doou mais de 89 milhões de dólares para essas causas desde o lançamento do programa.

E a CEO Marcario foi homenageada pela Casa Branca, a Casa Branca de Barack Obama, ou seja, em 2015 por seus esforços para proteger o meio ambiente.

Em resposta à abordagem republicana às mudanças climáticas, a Bloomberg observa que a Patagônia está se tornando cada vez mais política, tendo endossado dois candidatos democratas ao Senado dos EUA durante as eleições de meio de mandato de 2018.

Ambos os candidatos venceram. E vendo que dinheiro e política são as duas medidas de poder mais à frente do pensamento de Trump, a última mensagem da Patagônia é algo que ele e seus aliados devem observar.

A Patagonia foi fundada em 1973 por Yvon Chouinard e sua sede é em Ventura na Califórnia, a empresa destina 1% de seus lucros para instituições que atuam em conservação e sustentabilidade. Em 2016, a Patagonia levou essa iniciativa para o próximo nível e assumiu o compromisso de contribuir com 100% das vendas da Black Friday para organizações ambientais, totalizando 10 milhões de dólares em doações.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Tenistas de Wimbledon usam linha de roupa vegana feita de plástico reciclado criada por Stella McCartney

Foto: Livekindly
Foto: Livekindly

As principais estrelas de Wimbledon em 2019 terão mais coisas em comum este ano do que apenas sua busca pelo troféu do campeonato – vários dos melhores jogadores de tênis do mundo também usarão roupas de uma nova linha de moda esportiva, vegana e ecológica projetada por Stella McCartney para a Adidas.

A atual campeã feminina Angelique Kerber, Garbine Muguruza, vencedora do 2017, e Caroline Wozniacki, ex-campeã mundial número 1, junto com os jogadores do sexo masculinos Dominic Thiem, Stefanos Tsitsipas e Alexander Zverev, estarão usando suas iniformes brancos de Wimbledon, criadas por McCartney.

O lançamento é a primeira linha desenhada para o Grand Slam (torneio de tênis) da designer tanto para homens como para mulheres. Esta é outra colaboração entre McCartney e a gigante de roupas esportivas Adidas.

A designer e a marca trabalharam em várias linhas de esportes e calçados recentemente, incluindo o primeiro Stan Smith (modelo de tênis) feito de couro vegano.

Os modelos foram originalmente criados para a lenda do tênis o atleta Stan Smith. Tanto McCartney quanto a Adidas se tornaram cada vez mais ecologicamente corretas em suas coleções.

Foto: Livekindly
Foto: Livekindly

A Adidas prometeu recentemente reduzir seu uso de plástico e focar em materiais reciclados. Seu lançamento mais recente, o sapato Futurecraft.LOOP, pode ser 100% reciclado.

A nova linha desenhada para Wimbledon é feita a partir de resíduos de plástico recolhidos nas praias e fibras sintéticas retiradas de roupas velhas e garrafas de plástico. A coleção também usa “Dope Dye Technology”, que usa menos água no processo de secagem.

Protegendo o meio ambiente

“Eu definitivamente acho que é muito importante proteger o meio ambiente e o planeta – o impacto está presente em todos os aspectos de nossas vidas, incluindo o esporte”, disse Wozniacki.

“As questões ambientais são um problema enorme em nosso tempo”, disse Thiem, “e é muito importante que atletas e grandes empresas tomem medidas para cuidar melhor do planeta pelas as futuras gerações”.

A estrela alemã Zverev aponta para a conexão entre o esporte e o ambiente natural. “Nós treinamos ao ar livre, fazemos tudo ao ar livre, por isso é importante proteger esses espaços para as gerações futuras”.

A linha de roupas não é a única estrela ecológica em Wimbledon este ano. De acordo com o Evening Standard, a gigante de água de garrafa, Evian, está lançando sua primeira garrafa de água 100% reciclada e reciclável.

Wimbledon também removerá todos os sacos de plástico da operação de retirada e troca de raquetes do jogador. O popular evento de tênis diz que contratou mais funcionários para ajudar na reciclagem dos lixo dos espectadores também.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Músico Morissey pede à Canada Goose que pare de matar animais para fazer casacos

Foto: Charlie Llewellin
Foto: Charlie Llewellin

O músico e ativista vegano, Morrissey, pediu publicamente à empresa de moda Canada Goose que “pare de matar animais para fazer casacos”.

O cantor inglês, que está prestes a embarcar em uma turnê no país, escreveu para o diretor executivo da empresa, Dani Reiss, pedindo que ele “faça a escolha ética mais correta e pare de utilizar pele de coiote e penas de gansos” nos casacos da marca.

Ativistas da ONG PETA vão acompanhar Morrissey em sua turnê, coletando assinaturas de fãs, para uma petição que pede à companhia de roupas que “abandone o uso de peles e penas”.

Carta vegana

“A Canada Goose reviveu quase que sozinha a cruel indústria de armadilhas, na qual os animais presos podem sofrer por dias e tentar roer seus próprios membros antes que o caçador volte para espancá-los até a morte”, escreveu Morrissey na carta.

“Nenhum adorno de moda vale esse tipo de sofrimento. E os gansos são confinados em gaiolas apertadas e carregados por centenas de quilômetros para serem mortos, sob todas as condições climáticas possíveis, antes de serem pendurados de cabeça para baixo e terem suas gargantas cortadas – muitas vezes enquanto ainda estão conscientes – dessa forma suas penas podem ser enfiadas em jaquetas e casacos”, dizia o texto da carta.

“Essa faixa ou gola de pelo de coiote não mantem ninguém aquecido, e há uma abundância de materiais isolantes superiores que podem substituí-los, compostos de todo tipo de coisa, de lã biodegradável a cascas de coco. É por isso que outros fabricantes de roupas, incluindo For All Kind, Save the Duck e HoodLamb não usam mais com peles e penas em seus produtos”, conclui Morrisey na carta.

Morrissey e controvérsia

Morrissey enfrentou muita controvérsia em razão de alguns de seus pontos de vista nos últimos anos, por opiniões e declarações feitas por ele, como a que ele chamou os chineses de “subespécie” e classificou a carne halal como “algo maléfico”.

Em uma entrevista em 2018, o cantor ridicularizou o prefeito de Londres, Sadiq Khan, por seu sotaque, dizendo que “ele não era capaz de falar corretamente”.

Essas opiniões levaram alguns veganos a criticar o cantor, incluindo o proeminente blogueiro vegano e promotor de eventos Fat Gay Vegan, que escreveu um post sobre o cantor após a entrevista de 2018 dizendo: “A dedicação de Morrissey em salvar os animais não lhe dá um passe livre para promover o [partido político de extrema-direita] pela a Grã-Bretanha. Eu ainda escuto, ocasionalmente, músicas antigas dos Smiths e de Morrissey, mas a menos que ele mude radicalmente sua linguagem chula e as opiniões preconceituosas que ele promove, eu nunca comprarei outro lançamento musical ou ingresso de concerto até o dia que eu morrer”, disse o blogueiro vegano.

“Eu não sei se Morrissey é pessoalmente racista e nem estou declarando que ele seja. Estou afirmando apenas que não apoiarei um artista que usa seu discurso associado a políticos de extrema-direita que, na minha opinião, está repleta de racismo. Eu também continuarei a me opor a todas as pessoas que fazem o mesmo”, conclui Fat Gay.

​Read More
Notícias

Elefantes resgatados de maus-tratos ganham roupas para se proteger do frio

Elefantes que vivem em um vilarejo na Índia, após terem sido resgatados pelo Centro de Cuidados e Proteção Selvagem SOS Elefantes, ganharam roupas para se proteger do frio.

Foto: Reprodução / YouTube

As mudanças climáticas causam muitos problemas para os animais. Os elefantes asiáticos são especialmente vulneráveis a elas, já que possuem baixas índices de reprodução e pouca variedade nas combinações genéticas. Um inverno rigoroso os coloca em risco. As informações são do portal APost.

Quando mulheres que moram na aldeia souberam que as temperaturas continuariam caindo, decidiram costurar suéteres gigantes e coloridos para proteger os elefantes. As roupas garantem isolamento térmico suficiente para manter esses animais aquecidos.

Foto: Reprodução / YouTube

Atualmente, 20 elefantes vivem sob os cuidados do SOS Elefantes. Todos foram agredidos ou negligenciados pelos antigos tutores e foram resgatados após serem comercializados ou explorados. Alguns deles, foram vítimas de circos que os exploraram para entretenimento humano.

O fundador do SOS Elefantes, Kartick Satyanarayan, explica que manter os animais aquecidos é de grande importância. Por terem sofridos inúmeros abusos, os elefantes são ainda mais vulneráveis ao frio extremo. Baixas temperaturas podem levá-los ao desenvolvimento de artrite e pneumonia, o que pode tirar a vida deles. Com os suéteres gigantes, no entanto, eles ficam protegidos, livres de doenças.

​Read More
Notícias

Marca vegana ETHCS faz parceria com o Veganuary

Foto: Instagram | ETHCS

A parceria com os fundadores da Veganuary, Matthew Glover e Jane Land segue a decisão da marca de roupas veganas de afastar o fundador, Tim Shieff, depois que ele anunciou que não é mais vegano.

Shieff, era apaixonado por promover a dieta vegana e seus benefícios para a saúde fitness e fundou a ETHCS para fornecer roupas 100% veganas, éticas e sustentáveis para um treino livre de crueldade.

Em um último vídeo no YouTube , Shieff revelou que voltou a comer peixe e ovos para melhorar sua saúde, alegando que ele estava “acordando forte” todos os dias e estava “desesperado por saúde” depois de seus 35 dias de jejum que ele só consumia água destilada.

A ETHCS confirmou que permanecerá vegana e ética para defender seus princípios e que agora é totalmente administrado por veganos.

“Obviamente a situação com Tim foi difícil, e decisões difíceis, mas corajosas, tiveram que ser tomadas, mas em parceria com Matthew e Jane estamos realmente empolgados com o futuro da a empresa”. disse a equipe da ETHCS.

“Somos grandes admiradores de tudo o que fizeram e continuam a fazer pelo veganismo e, como uma empresa que consiste em veganos éticos – de funcionários a acionistas, achamos que a empresa agora tem o equilíbrio de que precisa.”

Matthew Glover e Jane Land também criaram a campanha “Million Dollar Vegan” apoiada por celebridades , pedindo que o papa Francisco se tornasse vegano durante a quaresma.
“Não nos consideramos pessoas com senso de moda, então não iremos interferir nesse aspecto.”

“O que pretendemos trazer é uma estratégia de negócios e, com investimento, ajudar a empresa a garantir que nossos planos para criar melhores padrões éticos de vestuário no mainstream sejam concretizados.”

“Somos uma empresa de veganos para os animais, e sabemos que muitas pessoas querem nos apoiar para ter certeza disso.” As informações são do Vegan News.

“Temos muitos designs novos chegando e reabastecemos muitos de nossos itens populares atuais, então não podemos esperar para divulgá-los à comunidade e, por sua vez, pagá-los para apoiar o veganismo”.

A ETHCS afirmou que seus lucros serão usados para financiar outras áreas do veganismo através da empresa de interesse comunitário sem fins lucrativos Vegan Campaigns Ltd, criada pelos fundadores do Veganuary.

“Estamos pensando em promover o veganismo e a vida ética, então, com o sucesso dessa empresa contribuindo para isso através da Vegan Campaigns Ltd, achamos que esse é um empreendimento realmente importante para a empresa”, concluiu a equipe da ETHCS.

A marca ainda não é vendida no Brasil, mas temos opções incríveis de grifes veganas brasileiras que unem estilo e consciência:

  1. Insecta Shoes
  2. Svetlana
  3. King 55
  4. Nicole Bustamante
  5. Canna
  6. Vegano Shoes
  7. Ahimsa
  8. Fauna Veg Store
  9. Renata Buzzo
  10. La Loba
  11. Bambusa Brasil
​Read More
Notícias

Atriz Natalie Portman usa roupas totalmente veganas em seu novo filme

A atriz vegana, Natalie Portman, aparece no novo filme “Vox Lux” usando um guarda-roupa totalmente livre de animais.

Foto: Jim Smeal REX Shutterstock

Portman pediu ao figurinista Keri Langerman, antes de filmar Vox Lux, para que produtos de origem animal não fossem usados ​​durante a construção de suas roupas.

Em Vox Lux, Natalie interpreta Celeste, uma menina sobrevivente a um tiroteio em uma escola que virou estrela pop. Nas cenas, a atriz usa uma jaqueta de couro vegano que Langerman pintou à mão e um macacão feito sob encomenda, junto com outras roupas feitas sem materiais animais.

“Isso realmente me faz pensar se eu poderia fazer isso com mais, se não todos os projetos, porque usar um animal não faz sentido quando você pode fazer um filme cinematográfico deslumbrante sem ele”, disse Landerman ao Dead Line. O figurinista já trabalhou anteriormente com a atriz vegana Rooney Mara.

“Eu não acho que foi mais difícil; era apenas uma maneira diferente de fazer o figurino ”.
Vox Lux, que também é estrelado por Jude Law e a atriz Raffey Cassidy, de 16 anos, foi lançado em 17 de dezembro nos Estados Unidos.

​Read More
De olho no planeta

Adidas promete utilizar apenas plástico reciclado em seus produtos até 2024

A fabricante mundial de roupas esportivas Adidas afirmou que se comprometerá a utilizar apenas plástico reciclado, estabelecendo até o ano de 2024 para cumprir a meta.

O plástico e o poliéster é altamente utilizado em roupas, desde camisetas até sutiãs esportivos, devido ao seu peso baixo e o sua fácil capacidade de secagem. Em comunicado, a Adidas prometeu não utilizar mais os materiais, substituindo-os por recicláveis e tornará seus produtos mais sustentáveis.

A marca também disse que deixaria de usar plástico “virgem” em seus escritórios, lojas, armazéns e centros de distribuição a partir de 2018. A medida economizará cerca de 40 toneladas de plástico por ano.

Até 2024, a Adidas passará a utilizar apenas plástico reciclável em seus produtos (Foto: Reprodução)

Sua linha de vestuário para a primavera e o verão de 2019 conterá cerca de 41% de poliéster reciclado, e espera-se um forte aumento nas vendas de seus sapatos Parley, que são feitos com resíduos plásticos interceptados antes de chegar ao oceano.

Embora ainda seja uma pequena parcela de suas vendas globais, a Adidas espera que as compras saltem para 5 milhões de pares este ano, em comparação com 1 milhão em 2017.

Tendência ecológica

A Adidas é uma das empresas globais que se comprometeram a reduzir o uso de plástico. A Starbucks (SBUX) também planeja eliminar canudos de plástico de suas lojas, e a McDonald’s (MCD) está testando um programa semelhante no Reino Unido e na Irlanda.

Ainda, a Ikea está retirando o plástico de uso único de suas lojas e restaurantes.

Adidas lançou um tênis feito de plásticos reciclados dos oceanos em parceria com a organização Parley for the Oceans (Foto: Reprodução)

O uso global de plástico aumentou 20 vezes nos últimos 50 anos e deve dobrar novamente nos próximos 20 anos. O material é barato e versátil, mas governos e consumidores estão cada vez mais conscientes de seus enormes custos ambientais.

Pesquisas mostram que haverá mais plástico do que peixes por peso nos oceanos do mundo até 2050.

No mundo, apenas 14% do plástico que vai para os lixos é coletado para reciclagem. A taxa é extremamente baixa em comparação com outros materiais, com 58% em papel e até 90% de ferro e aço que são reciclados.

​Read More
Notícias

Grife DVF anuncia fim do uso de peles e pelos de animais

A DVF, renomada empresa de moda de luxo de Diane von Furstenberg, decidiu se tornar a mais recente marca a deixar de usar peles nas suas coleções. Dada a posição da grife na indústria, a decisão está sendo comemorada por ativistas em defesa dos direitos animais.

A nova política anunciada entrará em vigor no início de 2019 e não apenas irá colocar fim ao uso de peles pela empresa, mas também por peles exóticas como mohair (lã feito com o pelo da cabra angorá) e angorá (pelo de coelhos angorá).

Diane von Furstenberg decidiu se juntar aos outros grandes nomes da moda na decisão (Foto: Vogue)

O movimento foi anunciado pela CEO da DVF, Sandra Campos, que compartilhou que era hora da marca “fazer essa mudança e aceitar a responsabilidade de garantir que não promovêssemos a matança de animais por causa da moda”.

No ano passado, Von Furstenberg encontrou-se com a Humane Society dos Estados Unidos (HSUS) em Nova York e decidiu que apoiaria a campanha sem peles da organização, Kitty Block, CEO interina e presidente da HSUS, como compartilhado em seu blog.

O luxo e glamour atribuído à peles de animais não condiz com a verdadeira realidade de sua produção. Segundo a HSUS, mais de cem milhões de animais são mortos todos os anos com essa finalidade. Eles são retirados da natureza ou criados em péssimas condições ​​antes de serem mortos por eletrocussão ou gaseamento.

A marca proibiu o uso de peles exóticas, mohair (lã feito com o pelo da cabra angorá) e angorá (pelo de coelhos angorá) | Foto: Pixabay

Von Furstenberg já foi nomeada a mulher mais poderosa da moda pela Forbes e uma das 100 pessoas mais influentes da Time.

Com a decisão, a marca juntou-se a uma série de outros nomes de moda que recentemente se comprometeram a deixar de apoiar a indústria, ficando totalmente livre de peles. Grandes marcas de moda, como Gucci, Burberry e Versace, já anunciaram que estariam retirando peles de suas linhas.

​Read More
Notícias

PETA compra ações da plataforma Farfetch para banir venda de pele animal

A PETA comprou ações da plataforma de varejo de moda de luxo on-line Farfetch em uma tentativa de influenciar suas políticas de bem-estar animal.

Tornar-se um acionista significa que a organização pode enviar representantes para reuniões anuais e, oficialmente, pedir que finalize a venda de roupas de pele em seu site.

“A indústria de peles está voltada para os livros de história, já que os designers modernos e de alta qualidade estão dizendo não às peles e sim aos tecidos veganos belos e inovadores”, disse a diretora de projetos corporativos da PETA, Yvonne Taylor.

De acordo com a organização, a Farfetch inclui produtos feitos de raposas, coiotes, chinchilas e texugos. Existem também opções de roupas com peles para crianças.

A marca Farfetch vende produtos com pelos de animais, como esse casaco de pele de coelho (Foto: Farfetch)

A caridade acrescenta que os animais em fazendas de peles são “confinados em pequenas gaiolas de arame, negadas a oportunidade de fazer qualquer coisa que seja natural e importante para eles, e mortas por eletrocussão, quebra de pescoço ou afogamento. Alguns são mesmo esfolados vivos”.

A PETA diz que pesquisas de opinião mostram que 95 por cento dos britânicos jamais usariam peles de verdade.

Essa antipatia pública em relação ao tecido levou a uma avalanche de grandes designers abandonando o tecido, incluindo Versace, Belstaff e Burberry, entre outros. Além disso, pela primeira vez, a London Fashion Week ficou livre de peles em setembro.

A PETA não divulgou quantas ações comprou e nem o quanto pagou por elas.

​Read More