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Vistoria constata falha no confinamento de capivaras em Campinas

Uma vistoria feita a pedido da Polícia Civil no espaço onde capivaras foram cercadas no Lago do Café para evitar a contaminação da febre maculosa constatou que machos e fêmeas estão juntos no local, o que não evita que elas se procriem. Um acasalamento entre os roedores foi flagrado e há suspeita, no inquérito policial, de que uma das capivaras esteja grávida. A procriação dos animais aumenta os riscos de contaminação porque os filhotes podem nascer com a doença.

A falha no confinamento vai na contramão da decisão tomada pela Prefeitura de sacrificar os roedores para eliminar os riscos de contaminação. A data do abate não foi divulgada e causou mobilização dos ambientalistas. As capivaras estão confinadas no Lago do Café desde 2008, quando um trabalhador do parque morreu vítima da doença.

O espaço do confinamento, de 2,5 mil m², é cercado por placas de alumínio com aproximadamente 1 metro de altura. A área é dividida por um outro cercado que deveria separar machos e fêmeas. No entanto, um dos lados está totalmente vazio.

Clique aqui para ouvir a entrevista com a delegada de Defesa dos Animais de Campinas, Rosana Mortari.

Fonte: CBN Campinas

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Polícia vai apurar caso das capivaras em Campinas (SP)

A delegada da Delegacia de Proteção aos Animais, Rosana Mortari, instaurou ontem um termo circunstanciado para apurar possíveis maus-tratos contra as capivaras confinadas no Lago do Café desde 2008.

A delegada ouviu ontem várias pessoas ligadas às entidades protetoras de animais. Os depoimentos foram tomados após a Secretaria de Saúde de Campinas ter anunciado na semana passada que iria abater os roedores, após ter autorização do Ibama.

A decisão, porém, foi suspensa pelo prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT). A Saúde, no entanto, continua defendendo a alternativa do sacríficio.

A discussão será debatida ainda hoje na Câmara com as entidades protetoras dos animais.

Fonte: Metro Campinas

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