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Garça robô registra primeira mamada de filhote de elefante na natureza

Uma câmera de alta definição instalada no olho de uma garça robô, feita com aparência bastante similar ao animal real para que pudesse ser facilmente introduzida na natureza, registrou a chegada de um filhote de elefante a uma manada.

(Foto: Reprodução / BBC)

O objetivo da inserção do robô na natureza é o de registrar a vida selvagem. A garça é controlada à distância por uma equipe da rede de televisão BBC.

Nas imagens feitas pelo robô, é possível ver o filhote de elefante recebendo a ajuda da mãe para ficar de pé pela primeira vez. As informações são do portal G1.

(Foto: Reprodução / BBC)

A câmera registrou ainda um tombo do bebê enquanto ele aprendia a andar e a primeira mamada do filhote, além de mostrar também o momento em que ele é apresentado aos outros elefantes, que o recebem de forma carinhosa.

As imagens foram registradas entre as pernas da manada, ângulo que não seria possível se não fosse a ação do robô.

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Software usa inteligência artificial para fabricar produtos de origem animal sem crueldade

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/AlJazeera
Reprodução/AlJazeera

Uma startup chilena chamada The Not Company criou um modelo de inteligência artificial chamado Giuseppe, capaz de fabricar alimentos veganos.

Por causa da demanda contínua por alimentos vegetais, o software usa inteligência artificial para copiar a estrutura molecular de carnes e queijos,utilizando apenas ingredientes vegetais, informa a Welfare Society Territory.

Essa poderia ser a refeição perfeita para as milhares de pessoas em todo o mundo que optam por esse estilo de vida, dessa vez livre de crueldade animal.

Alguns poderiam pensar os benefícios para a saúde são sobrepostos pela falta de sabor, mas Giuseppe foi criado para que isso não aconteça.

O software pode detectar a textura dos alimentos e distinguir alimentos bons e ruins, assegurando que as refeições respeitem os animais e ainda satisfaçam o apetite do cliente.

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Robô evita colisões entre aves e aviões

Foto: Reprodução

Investigadores sul-coreanos do laboratório de energia atómica desenvolveram o primeiro robô semi-autônomo para evitar colisões entre aves e aviões. De que forma? Emitindo sons que podem atingir uma distância de 300km.

Números preocupantes e que podem ser reduzidos e evitados com a nova tecnologia produzida por um instituto de investigação de energia atómica e uma equipe de fabrico de armas. “Os robôs foram originalmente encomendados pelas Forças Armadas para evitar colisões com pássaros em aeroportos militares”, disse Yi Jongmin, chefe de relações públicas da KAERI -Instituto de Energia Atómica, na Coreia do Sul.

O robô, que parece uma versão Lego de um transformador, é montado com altofalantes que podem emitir uma série de sons de aves, incluindo gritos de falcões, até 100 decibéis. Sons que podem “viajar” até 300 quilômetros de distância.

O robô também dispara lasers e, além disso, capta os movimentos, concentrações e comportamentos das aves que depois os transmite para a base de controle e monitorização da informação. O laboratório de robótica na KAERI liderou o projeto intitulado Airport Birdstrike Prevention System – sistema de prevenção de colisões de aves em aeroportos. Os responsáveis esperam que os robôs sejam utilizados, em breve, em aeroportos civis de todo o mundo.

Com informações da TV Net

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Cervo-robô é utilizado como 'isca' para flagrar caçadores na Flórida

Cervo-robô em imagens divulgada pelo Departamento de Fauna e Flora do estado americano da Flórida (Foto: AP)

Um cervo-robô foi utilizado como ‘isca’ para pegar caçadores noturnos, na Flórida (EUA). Os robôs são movidos por controle remoto e movem a cabeça e o rabo de maneira realista.

As autoridades ficam ‘de campana’ próximo ao local e autuam os caçadores. A tecnologia funcionou tão bem que vai começar a ser usada também no estado de Utah.

Fonte: G1 

 

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Você é o Repórter

Mais uma crueldade nos rodeios

João Cabral
karaipoty@ig.com.br

Criaram um robô cowboy, para experimentarem os novos bois para o “esporte”. O aparelho é apertado no boi e após pular alguns segundos o treinador aciona um dispositivo elétrico (bateria) e solta-se o robô e o sedêm.

Consta ser fabricado pela Du Camp, em São José do Rio Preto-SP, www.agromonte.com.br, tel. (17) 2136-1136. Justificaram, dizendo: os bois novos machucam as pernas dos peões quando estão no brete (corredor dos choques e outras sevícias).

Eles deveriam pensar no bem-estar dos animais. Ao menos no início da vida de sofrimento os bois estão livres das esporas.

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PETA apela para que universidade americana deixe de explorar cães como mascotes em jogos

Por Karina Ramos (da Redação)

Uma organização de direitos animais (PETA) declarou que o uso de cães da raça bulldog como mascote  causa problemas de saúde a esses animais e quer que a Universidade da Georgia (UGA) lance mão de uma alternativa.

A PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) sugere que a Georgia use um cão-robô ou um mascote fantasiado em vez dos bulldogs ingleses brancos que têm representado a instituição nos jogos de futebol desde 1956.

Mascote da raça bulldog em jogo na Universidade da Georgia
Mascote da raça bulldog em jogo na Universidade da Georgia

Na semana passada, a mascote da mesma raça, Uga VII, morreu aos 4 anos de idade, aparentemente devido a uma doença cardíaca.

Desiree Acholla, da PETA, disse que bulldogs são propensos a desenvolverem problemas cardíacos e outros problemas de saúde devido à procriação consanguínea (entre parentes). Desiree escreveu uma carta para o diretor de atletismo da universidade, Damon Evans.

“Bulldogs são especialmente predispostos a problemas respiratórios, displasia do quadril e, como evidenciado na linhagem de Uga, complicações cardíacas”, escreveu Desiree. “Assim como outros cães, eles adoram correr e brincar, mas seu sistema respiratório comprometido causa a esses animais um esforço maior para respirar. Pouca ventilação e clima quente ou úmido podem ser fatais para um bulldog puro. Isso se torna ainda mais difícil para um bulldog que viaja com frequência.”

Hank Hall, um veterinário do Hospital Animal de Northside, em Columbus, disse que os bulldogs têm mais problemas de saúde do que outros cães de raça. Mas ele disse que os mascotes animais de times costumam receber cuidados especiais, como vacinas regulares, cuidados com o pelo, nutrição e exercícios. E são também bem socializados.

“Estes cães recebem cuidados de primeira”, disse Hank. “Se você fosse um animal, gostaria de ser tratado como um mascote.”

O Athens Banner-Herald divulgou que o assistente do diretor de atletismo da universidade respondeu que a carta da PETA faz boas observações, mas não prometeu uma ação específica.

Fonte: Animal Concerns

Nota da Redação: Não importa se esses animais são alimentados com boa comida ou ouvem boa música: eles simplesmente não existem para entreter nenhum outro ser. Eles existem com um fim em si próprios, e cabe a nós, humanos, facilitar todas as condições para que eles vivam a liberdade que lhes é de direito – e não que façamos o contrário, explorando-os das mais diversas formas.

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