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Onça-pintada é encontrada morta com 7 marcas de tiro no MS

Uma investigação será iniciada para tentar identificar o responsável pelos disparos


Uma onça-pintada foi encontrada morta na região do rio Paraguai, no Mato Grosso do Sul, por um funcionário do Instituto Homem Pantaneiro (IHP), entidade que luta pela preservação do pantanal. O animal tinha sete perfurações no corpo provocadas por tiros de arma de fogo.

A Polícia Militar Ambiental foi acionada e iniciará uma investigação para tentar identificar o responsável pelos disparos.

Divulgação/IHP

A caça não é uma prática comum na região, segundo o diretor de Relações Institucionais do IHP, Angelo Rabelo. As informações são do portal R7.

O caso será encaminhado à Polícia Federal, segundo o coronel Queiroz, porta-voz da Polícia Militar Ambiental (MS). “[A onça] pode ter sofrido os ferimentos em outro local, e morrido no rio. Vamos fazer uma ocorrência. Estamos indo com uma veterinária, para encaminhar para Polícia Federal, pois estava no rio da União”, disse Queiroz, que lembrou que a caça de animais silvestres é crime.

De acordo com o IHP, em torno de 50 a 100 onças vivem na região.

Divulgação/IHP

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Jacarés morrem de sede na pior seca em 19 anos em rio do Paraguai

Jacaré é retratado na lama do rio Pilcomayo, na fronteira entre Paraguai e Argentina (Foto: Jorge Adorno/Reuters)
Jacaré é retratado na lama do rio Pilcomayo, na fronteira entre Paraguai e Argentina (Foto: Jorge Adorno/Reuters)

Milhares de jacarés sedentos devido à pior seca em 19 anos se amontoam nas escassas reservas de água que restam na região do Chaco, onde as fronteiras do Paraguai, Argentina e Bolívia se encontram. Muitos morrem na terra rachada e ressecada.

Os répteis são apenas algumas das espécies protegidas afetadas pelo fenômeno, que quase provocou o desaparecimento do rio Pilcomayo, no lado paraguaio.

“Estamos vivendo a maior seca em 19 anos e a segunda pior em 35 anos”, advertiu Ramón Jiménez Gaona, ministro de Obras Públicas do Paraguai.

As imagens são devastadoras. Répteis amontoados nas únicas reservas de água que restam: lagoas artificiais ou poços situados nas fazendas da zona. Muitos deles, porém, morrem de fome e sede e ficam quase como fósseis, completamente calcinados.

Dezenas de ambientalistas foram à região para resgatar estes animais típicos da fauna do noroeste do Paraguai, onde já foram muito apreciados pela indústria do calçado, antes da sua comercialização ser proibida.

O fenômeno gerou pânico entre os habitantes. As escassas reservas estão sob domínio desses répteis, que por sua natureza são capazes de sobreviver mais tempo que outras espécies.

Segundo especialistas, o gado não pode se aproximar para beber água, por medo de ataques dos jacarés.

Alcides González, um pecuarista da zona, disse que estão sendo perfurados novos poços de água para compensar os açudes que vão secando.

Ao mesmo tempo, os pecuaristas depositam miúdos do gado na beira dos bebedouros para alimentar os répteis famintos. “Preferimos fazer isso do que ver nossos animais (ovelhas, cabras e porcos) devorados”, afirmou González.

Normalmente, os jacarés, que proliferam na zona, se alimentam de insetos, moluscos, crustáceos, rãs e peixes.

“Quando se encontram em um ambiente muito seco, tendem a caminhar grandes distâncias dentro da floresta em busca de alimentos e esperando melhores condições ambientais”, explicou a bióloga Aida Luz Aquino, da ONG WWF no Paraguai.

Fonte: G1

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Estudantes observam animais do Pantanal a bordo de chalana

Com binóculos, estudantes observam animais às margens do Rio Paraguai (Foto: Willian Dalazem/ Centro América FM)
Com binóculos, estudantes observam animais às margens do Rio Paraguai (Foto: Willian Dalazem/ Centro América FM)

Estudantes do ensino fundamental de escolas públicas de Cáceres, a 220 km de Cuiabá, navegam pelo Rio Paraguai para conhecer de perto os animais do Pantanal mato-grossense. Essa é uma das ações do projeto de educação ambiental ‘Bichos do Pantanal’, realizada pelo Instituto Sustentar. A intenção é atrair as crianças para a preservação ambiental por meio da observação da natureza.

Nelci Eliete Longhi, coordenadora do projeto, explicou que a atividade desenvolvida possibilita uma nova forma de aprender sobre o rio e animais. “O Pantanal não está distante, está aqui. Essa criança faz parte desse Pantanal. Ao conhecer o Pantanal, a criança vai poder respeitar e amar de uma forma diferenciada, porque conhece, sabe identificar, sabe onde está, sabe hoje que o rio é internacional, que passa pelo Paraguai e desce até a Argentina”, disse.

Para ela, o passeio reforça a importância de valorizar o Rio Paraguai. “Cuidar desse rio é preservar as vidas que existem nele. Preservar a vida pantaneira é nessa vida pantaneira estão os animais, está o homem na sua vivência com o rio. É uma maneira de aprendizagem diferenciada”, enfatizou.

Nada passa despercebido pelos olhos dos alunos. A estudante Thalisia Amabilis de Souza, de 11 anos, disse que aprendeu muito com o passeio. “Ensina sobre os bichos do Pantanal, as plantas, as árvores, as araras”, disse a menina que cursa o 5º ano do ensino fundamental.

Vanderson Ramos da Silva, de 13 anos, disse que nunca irá esquecer a aula. Além das belas paisagens, ele descobriu que o lixo causa grande prejuízo à natureza. “Aprendi que não se pode jogar lixo no meio ambiente e respeitar o espaço dos animais”, afirmou.

Evelyn Damasceno, instrutora do projeto há oito meses, contou que a conscientização tem resultado prolongado, já que as crianças podem transmitir o que aprendem. “Esses estudantes podem servir de exemplo para as próximas gerações”. Ela ensina as crianças sobre o meio ambiente e os animais do Pantanal durante as aulas de observação.

Fonte: G1

 

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Onça-pintada morre atropelada na BR-262, perto da ponte sobre o Rio Paraguai

Foto: Repórter News
Foto: Repórter News

Ao retornar para Campo Grande na noite de domingo (24), o leitor Rodrigo Lima Torres se deparou com uma cena triste e inesperada durante a viagem na BR-262, próximo a ponte do Rio Paraguai, em Corumbá. Ele avistou uma onça-pintada que morreu atropelada no local.

Parei o carro e tirei uma foto, foi uma cena muito triste. Estava com a família e seguimos viagem sem parar de pensar no que vimos”, lamenta o leitor.

A onça estava a 70 quilômetros de Corumbá, que, nas últimas semanas, tem registrado animais rondando a área urbana. O coordenador do Comitê de Incêndios Florestais e Contenção de Animais Silvestres, major do Corpo de Bombeiros Fábio Catarinelli, disse que não houve comunicação sobre o animal morto na rodovia.

Segundo ele, não há como saber se o felino é um dos que têm sido avistados em Corumbá. Elas estão fugindo da cheia e buscando alimento na área urbana. Armadilhas foram colocadas para tentar capturar os animais, o que ainda não ocorreu.

Alerta – A orientação do major é de que os motoristas devem dirigir com cuidado e obedecer a velocidade da rodovia para evitar acidentes e ocasionar a morte de animais silvestres, além do risco de ser vítima de acidentes graves.

Sobre as onças que apareceram na área urbana de Corumbá, caso a população aviste algum animal novamente, a orientação é para manter distância e ligar imediatamente para os Bombeiros pelo telefone 193.

Fonte: Campo Grande News

 

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Onça é avistada no quintal de uma residência em Corumbá (MS)

Uma onça foi vista por moradores da região próxima ao porto limoeiro, em Corumbá (MS). Segundo dona Iolanda Ferreira, o felino foi visto no quintal da casa da filha dela que é sua vizinha.

Osvaldo do Nascimento, genro de dona Iolanda, foi quem avistou a onça-parda no quintal volta das nove horas da noite de ontem (14).

Osvaldo afirma que focou a lanterna na onça, com a qual o animal se assustou e correu em direção ao rio Paraguai.

Fonte: Midiamax

Nota da Redação: É cada vez mais comum vermos animais em regiões urbanas. Tal fato se deve ao avanço do ser humano no espaço os animais, nas matas, destruindo o seu habitat. A responsabilidade é nossa, não se devendo penalizar de forma alguma esses seres indefesos.

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Polícia apreende peixes, redes de pesca e espingardas


A PMA (Polícia Militar Ambiental) apreendeu 134 quilos de pescado, duas espingardas e munições, durante operação feita ontem em Corumbá, cidade distante 426 quilômetros de Campo Grande. Eles fiscalizavam a margem do Rio Paraguai quando viram peixes pendurados na varanda de uma residência. 

As pessoas que estavam na casa fugiram e deixaram os documentos e os peixes, das espécies pintado, cachara e jaú. Os policiais também apreenderam uma espingarda calibre 22 e outra calibre 12, além de 39 munições calibre 22 intactas, duas redes de pesca, uma de 80 metros e outra de 90 metros, malha de 17 e 19 centímetros respectivamente. 

Apenas uma mulher de 25 anos, que ficou no local, foi presa. Os policiais aplicaram multa de R$ 3,8 mil e ela foi encaminhada à delegacia da cidade. Infelizmente, apenas a pesca predatória é considerada crime. A pena é detenção de um a três anos.


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