Jornalismo cultural, Notícias

Diretor de “O Rei Leão” diz que não havia razão para usar animais reais

Por David Arioch

Diretor da nova versão do clássico “O Rei Leão”, que estreou no Brasil no dia 18 de julho, Jon Favreau explicou à revista Vanity Fair que não havia razão para usar animais reais no filme, e que hoje com toda a tecnologia disponível se torna injustificável colocar animais em perigo para fazer uma obra cinematográfica.

“Espero que com essas imagens tão realistas, que as crianças verão pela primeira vez, elas possam desenvolver um senso de responsabilidade em ajudar a proteger isto [a natureza]” (Imagens: Vanity Fair)
“Você tem bibliotecas e bibliotecas de filmagens de animais e com toda a referência que você poderia querer”, acrescentou. Favreau explicou também que a aparição do rinoceronte-branco do norte no filme é uma homenagem ao animal já extinto na natureza.

O filme ambientado na África Subsaariana, e que já arrecadou mais de um bilhão de dólares nas bilheterias, contou com uma equipe de designers gráficos na idealização e concepção dos personagens:

“Espero que com essas imagens tão realistas, que as crianças verão pela primeira vez, elas possam desenvolver um senso de responsabilidade em ajudar a proteger isto [a natureza].”


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Rinoceronte é agredida com golpes de chicote em espetáculo circense

Um vídeo que viralizou na internet mostrou um treinador de animais usando um chicote para manipular uma rinoceronte, em uma apresentação de circo na Rússia.

A rinoceronte Mafa é vista sendo forçada a performar truques pelo seu treinador e é obrigada a permitir que ele suba em suas costas.

“Ver o animal nessa circunstância quando você já viu um livre na natureza é incongruente. Não apenas ele é exposto a um alto barulho, ainda tem o uso do chicote, que é errado. Eles dizem que não machuca, mas se esse não é o caso, porque o utilizam?” questiona Dr. Chris Draper, da Born Free.

Dr Draper afirma também que existe um grande perigo em lidar com animais desse, ainda mais fora do seu habitat natural. Expor o animal a essas condições pode gerar um risco tanto ao treinador, quanto para a audiência.

Ele explica que os rinocerontes são “nervosos e impulsivos naturalmente”. Sem a presença de uma barreira, ela poderia machucar todos os presentes.

O treinador do circo em cima da rinoceronte Mafa (Foto: Facebook)

Mafa é um rinoceronte branco, que hoje é uma espécie entrando em extinção: existem apenas 2 mil rinocerontes brancos remanescentes em todo o mundo.

Na publicação do Facebook da matéria do jornal The Independent sobre o ocorrido, a ação do circo foi fortemente criticada por muitos usuários nos comentários.

Um deles escreveu: “Exploração preguiçosa. Quando esses abusadores de animais tiverem que ter o seu próprio dinheiro por conta própria, e não pelo sofrimento dos animais?”.

Outro criticou: “O que o seu filho deveria aprender vendo esses animais sendo tirados do seu habitat natural para a diversão das pessoas? Como isso faz ele ou ela uma melhor pessoa no futuro?”.

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Seis rinocerontes estão a caminho do Chade, terra onde foram extintos há mais de cinquenta anos, em uma tentativa de reinserção da espécie no local (Foto: Pixabay)
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Rinocerontes ameaçados de extinção são levados da África do Sul para o Chade

Começaram os processos de translocação de 6 rinocerontes negros da África do Sul para o Chade, na África Central, quase 50 anos após a extinção local desses animais.

Em uma iniciativa de conservação internacional para reintroduzir os animais ameaçados de extinção na área do Chade, seis rinocerontes negros foram retirados de uma instalação de retenção no Cabo Oriental da África do Sul para iniciar uma translocação por via aérea para o Parque Nacional Zakouma, no Chade.

Seis rinocerontes estão a caminho do Chade, terra onde foram extintos há mais de cinquenta anos, em uma tentativa de reinserção da espécie no local (Foto: Pixabay)
Seis rinocerontes negros estão a caminho do Chade, terra onde foram extintos há mais de cinquenta anos, em uma tentativa de reinserção da espécie no local (Foto: Pixabay)

Os rinocerontes estão sendo realocados por meio de uma colaboração entre o Departamento de Assuntos Ambientais da África do Sul (DEA), o governo do Chade, os Parques Nacionais Sul-Africanos (SANParks) e os parques africanos sem fins lucrativos.

Informações do World Animal News contam que o último rinoceronte negro do país foi registrado em 1972, nos últimos sete anos, o African Parks implementou extensas medidas para praticamente eliminar a caça furtiva em Zakouma, tornando possível reintroduzir estas espécies criticamente ameaçadas apenas após quase meio século de sua ausência, estabelecendo o Chade como um novo estado de alcance para esses animais.

Menos de 25 mil, dos quais cerca de 5 mil são rinocerontes negros, permanecem no deserto da África após um triste surto devastador de caça desses animais.

O Chade costumava ser o lar do rinoceronte negro ocidental e do rinoceronte branco do norte, este último que recentemente teve a morte do último macho, Sudan, anunciada, em uma derrota de conservação.

Peter Fearnhead, CEO da African Parks, disse em comunicado referente ao transporte desses animais: “Estamos participando de um evento histórico e analisando um futuro melhor para essa espécie, que persiste neste planeta há milhões de anos. A cooperação regional é fundamental se quisermos dar a esses animais icônicos um futuro neste continente”.

Os governos da África do Sul e do Chade assinaram um memorando de entendimento em outubro de 2017 para permitir a translocação dos rinocerontes. O progresso de hoje segue dois anos de planejamento para prezar pela segurança e o bem-estar dos animais.

Após a chegada ao parque, os rinocerontes serão liberados em recintos especialmente construídos por um curto período de tempo para permitir o monitoramento e a aclimatação antes de serem liberados em um santuário mais amplo e intensamente protegido.

O embaixador do Chade na África do Sul, Sagour Youssouf Mahamat Itno, ressaltou o comprometimento com o ato. “Estamos decididos a criar um futuro seguro e próspero para a vida selvagem e as pessoas, para que as gerações de chadianos possam experimentar os benefícios de paisagens naturais saudáveis ​​e intactas”.

Campanhas de tentativa de salvamento das espécies de rinocerontes estão sendo realizadas por entidades de direitos animais e por ativistas de grande alcance mundial. O dia do “Salvem os Rinocerontes” foi em maio, e discussões sobre a conscientização desses animais foram colocadas à tona.

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Memorial é criado em homenagem ao rinoceronte Sudan

O último rinoceronte macho branco do norte, conhecido como “Sudan” que morreu no dia 20 de março, aos 45 anos, se juntou no sábado a outros 18 rinocerontes icônicos em um memorial em um conservatório no sopé do Monte Quênia. Cerca de 30 guardas-florestais fortemente armados foram vistos instalando a lápide do animal, que foi colocada acima dos outros 18 rinocerontes mortos por caçadores na área de conservação ambiental Ol-Pejeta Conservancy, de 360 km, na África Oriental.

James Mwenda, que cuidou do animal por mais de cinco anos, disse em uma entrevista que há três anos notou algo que mudou a forma de como ele cuidaria do rinoceronte. “Em março de 2015, eu estava cuidando e alimentando o Sudan como de costume e notei lágrimas escorrendo de seus olhos, desde então eu prometi cuidar dele como se eu fosse cuidar de um ser humano. Ele precisava de alguém ao seu lado”, Disse Mwenda.

“Eu nunca dormia antes saber se Sudan estava realmente dormindo. A ameaça dos caçadores que poderiam invadir a região e matar o animal também estava presente. A vida sem o animal é difícil, mas sua morte deve ser considerada como um sinal de alerta”, acrescentou.

Mwenda foi o primeiro a descobrir Suni, um dos dois últimos machos brancos do norte após sua morte aos 34 anos em 2014, e diz que sabia que os seres humanos abriram a porta da extinção para os animais, pois o rinoceronte Sudan era velho demais para se reproduzir.

Defensores dos direitos animais criam uma lápide para o último rinoceronte branco do mundo.
Lápide do último rinoceronte branco do mundo. (Foto: Daily Sabah)

De acordo com o diretor da área de conservação, Richard Vigne, as espécies dos rinocerontes brancos do norte estão agora quase além da economia, uma vez que a ciência da qual dependiam não é confiável.

“Temos que encontrar novas maneiras de criar novos embriões do esperma do Sudan que tenham sido armazenados. A fertilização in vitro pode ajudar, mas é muito cara, mas se funcionar, pode ajudar a salvar a vida de muitos animais que estão em atividade. Nós humanos temos o poder de impedir a extinção dos animais. Estamos fazendo isso por milhares de espécies em todo o planeta. O Sudan alcançou mais do que qualquer um de nós jamais alcançará na vida. Ele é um herói.”

O ministro do Turismo e da Vida Selvagem do Quênia, Najib Balala, prometeu que novas leis serão implementadas para punir os traficantes de marfim e outros que caçam animais selvagens.

“A vida selvagem é nossa herança e devemos proteger essa herança”, disse Balala a uma equipe de veterinários, guardas armados, defensores dos direitos animais e outros na cerimônia de sábado. “Vamos mudar nossas leis. Qualquer um que for pego com marfim ou matando animais selvagens será preso por toda a vida.” Ele acrescentou que o Quênia tem 34 mil elefantes e 1.284 rinocerontes, incluindo 800 rinocerontes negros.

O Ol-Pejeta Conservancy continua a cuidar de dois rinocerontes brancos do norte – Najin e Fatu – mas eles sofrem de vários problemas de saúde e são inférteis. O Sudan tinha 45 anos, fazendo dele um centenário “em anos de rinoceronte”, segundo especialistas. O animal era originário do mesmo país que leva seu nome.

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Rinoceronte é morto a tiros e tem seu chifre roubado em zoológico da França

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Caçadores retiram um dos chifres do rinoceronte

Um rinoceronte branco de apena quatro anos foi morto a sangue frio por caçadores que roubaram um de seus chifres no Zoológico de Thoiry, a Oeste de Paris, na França. Vince, como era chamado, foi encontrado por funcionários do local já sem vida com uma perfuração de bala na cabeça.

Após assassinar o animal, os criminoso extraíram um dos chifres do rinoceronte com uma serra. Segundo o The Guardian, os caçadores fugiram antes de conseguirem levar o outro chifre por receio de serem flagrados ou por falha nos equipamentos que usavam.

Segundo as autoridades responsáveis pelo caso, é a primeira vez que esse tipo de crime ocorre na Europa. Os criminoso conseguiram acesso ao recinto de Vince através da porta dos fundos do local e precisaram passar por duas portas trancadas. No recinto de Vince havia mais dois rinocerontes brancos, Gracie de 37 anos e Bruno de 5, que não foram molestados. “É possível que [os caçadores] não tenham tido tempo para os outros rinocerontes”, comenta um porta-voz da polícia local.

Espécie em extinção

A espécie de Vince está ameaçada da extinção devido a caça desenfreada em busca de chifres de rinoceronte, que segundo crença popular tem poderes medicinais e milagrosos e a exploração de minérios em seu habitat. Nativo da África, rinocerontes-brancos são pacíficos e inofensivos.

 

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EUA impedem comercialização de rinoceronte-branco do sul

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Os rinocerontes-brancos do sul, nativos sobretudo da África do Sul, vão ser considerados como espécie ameaçada nos Estados Unidos, o que impede a sua comercialização no país, anunciou hoje o serviço norte-americano de proteção da vida selvagem.

A medida, segundo a mesma autoridade, preenche o vazio legal explorado por caçadores furtivos sem escrúpulos e traficantes que procuram lucrar à custa da procura mundial de cornos de rinoceronte.

A África do Sul concentra a maior comunidade de rinocerontes do mundo. Contudo, no ano passado, foram mortos 668 exemplares e, nos primeiros seis meses de 2013, somam-se já 446.

O tráfico ilegal de cornos de rinoceronte proliferou devido à sua grande procura na Ásia, onde são apreciados pelos seus supostos benefícios no tratamento do cancro e de outras doenças.

O pó de corno de rinoceronte pode ser comercializado ao preço da cocaína e do ouro.

Os Estados Unidos têm sido um destino de trânsito, mas também de consumo, para os produtos ilegais derivados do corno de rinoceronte.

Quatro das cinco espécies de rinoceronte que vivem na natureza estão protegidas ao abrigo do estatuto de espécie em perigo –  são os rinocerontes negros, de Sumatra, os indianos e os de Java.

O rinoceronte-branco, até agora desprotegido, inclui as subespécies branco do norte e branco do sul.

De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza, existem mais de 20 mil rinocerontes vivos em África.

A Convenção para o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e Flora Selvagens em Perigo restringe a importação e a exportação de cornos de rinoceronte-branco.

Fonte: Notícias ao Minuto

*Esta notícia é original de Portugal e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores portugueses

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Operação “De volta à África” reintroduz rinocerontes-brancos no Quênia

Quatro rinocerontes-brancos (Ceratotherium simum), que viviam em cativeiro na República Checa, foram levados para o Quênia, com a esperança de serem reintroduzidos. Os dois pares de machos e fêmeas, todos férteis, são quatro dos oito últimos espécimes da subespécie Ceratotherium cottoni, em cativeiro.

Foto: Ciência Hoje
Foto: Ciência Hoje

Os animais foram oferecidos pelo zoológico de Praga, da reserva de Ol Pejeta, no âmbito da operação “Back to África” (De volta à África) e os responsáveis esperam que eles possam se adaptar ao meio e procriar entre eles e também, especialmente, com os últimos rinocerontes selvagens da mesma subespécie que ainda sobrevivem na região.

Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, os últimos sobreviventes selvagens também são apenas quatro. O mercado oriental de afrodisíacos cobiça muito os chifres destes rinocerontes, um símbolo fálico de força. Por isso, centenas de animais ainda são massacrados na África e a intenção é sempre a mesma: retirar a pequena protuberância do corpo.

Os expatriados são protegidos dia e noite por estarem em vias de extinção e, segundo os responsáveis pela operação, ficarão separados dos restantes, já habitantes da savana, para poderem se ambientar aos poucos.

Operação de alto risco

Dados da organização apontam dois rinocerontes selvagens avistados no sul do Sudão – o que traz alguma esperança aos protetores da espécie. Das fêmeas em cativeiro, apenas uma tinha sido capaz de reproduzir – agora ela e a cria de nove meses se encontram no Quênia.

Esta operação é considerada de alto risco, já que um dos machos está bastante envelhecido e não se sabe se os animais poderão realmente se adaptar ao meio, procriar e viver em segurança. Os responsáveis consideram a fertilização in vitro, para assim assegurar a continuidade dos Ceratotherium cottoni.

Depois do elefante, este é o maior mamífero terrestre, com dois metros de altura, cinco de comprimento, podendo pesar por volta de quatro toneladas. Tem dois chifres, dos quais o anterior mede até 1,50 metro. O rinoceronte-branco (Ceratotherium simum) era o maior e mais numeroso da família de mamíferos perissodáctilos e não difere do negro pela cor (ambas as espécies são acinzentadas), mas sim pelo formato dos lábios. Outra subespécie é a Ceratotherium simum simun – o rinoceronte-branco do Norte.

Fonte: Ciência Hoje

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Rinocerontes-brancos de zoo da República Tcheca serão soltos na natureza

Por Karina Ramos (da Redação)

Quatro rinocerontes-brancos raros do norte serão retirados de um zoológico da República Tcheca e serão soltos na natureza, em uma tentativa de salvar a espécie.

Dois rinocerontes machos, Sudan e Suni, e duas fêmeas, Najin e Fatu, serão levados do Zoológico Dvur Kralove para Nairobi (Quênia) neste sábado (19), segundo a porta-voz do zoológico, Jana Mysliveckova.

Os animais irão viver na área de conservação Kenyan Ol Pejeta. As autoridades do zoológico esperam que lá eles procriem com mais facilidade do que em cativeiro.

Outros quatro rinocerontes-brancos viviam no Parque Nacional Garamba, em Congo, mas não estão mais lá desde 2006. Eles eram os últimos rinocerontes-brancos do norte que viviam em área selvagem.

Apenas oito rinocerontes-brancos vivem em cativeiro – seis em Dvur Kralove e dois em San Diego.

O zoológico tcheco tem tradição em cuidar de rinocerontes-brancos desde a metade dos anos 70, quando os primeiros animais, dois machos e quatro fêmeas, chegaram da África.

O rinoceronte macho Sudan, de 36 anos de idade, era um deles. Quatro rinocerontes-brancos nasceram no zoológico, um evento que os funcionários do zoológico chamaram de “pequeno milagre”.

Mas Fatu, nascida em 29 de junho de 2000, que é filha de Najin, 20 anos, foi a última a nascer. E, apesar dos esforços, incluindo várias inseminações artificiais, mais nenhum rinoceronte-branco nasceu desde então.

“A situação para a espécie é absolutamente crítica”, declarou Jana Mysliveckova.

Três dos quatro rinocerontes tiveram que passar por uma redução de chifres para que não se machucassem durante o transporte aéreo. Espera-se que os chifres cresçam novamente.

Fatu tendo chifre cortado para facilitar seu transporte no avião
Fatu tendo chifre cortado para facilitar seu transporte no avião

A transferência não agradou a todos e a ONG “Safari Archa 2007” planejou um protesto na cidade regional de Hradec Kralove.

Roman Komeda, membro da organização, disse que o transporte representava “um grande risco” para os rinocerontes, que o plano era incompetente e que o propósito não fazia sentido, pois não havia outros rinocerontes-brancos no parque do Quênia. Segundo ele, rinocerontes-brancos somente poderiam se reproduzir com rinocerontes-brancos do sul. Ele também acrescentou que o grupo entrou com um pedido no tribunal para impedir a transferência.

Fonte: Animal Concerns

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