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Lâmina colocada em galo de rinha mata espectador na Índia

O homem teve o abdômen rasgado e sangrou até morrer durante o show de horror

Foto AP/Dailymail

Uma rinha de galos na India tingiu-se de sangue na última sexta-feira (17/01) – mas não sangue animal normalmente encontrado nessa atividade que é ilegal naquele país. Um espectador sangrou até morrer depois de ser atingido por uma lâmina afiada amarrada à perna de um galo. Ele teve o abdômen rasgado acidentalmente pela ave. A vítima foi identificada como Saripalli Venkateswara Rao, de 55 anos.

Segundo reportagem do site Dailymail a lesão fatal ocorreu quando um dos organizadores segurou o animal em suas mãos, esperando para soltá-lo na arena para lutar. Então, repentinamente, a ave lutou em uma tentativa de libertar-se das mãos do homem e a lâmina acabou perfurando o abdômen de um espectador que estava bem próximo, causando uma ferida profunda.

Foto AP/Dailymail

A briga de galos, que é ilegal, ocorreu durante o Festival Jonbeel, na vila de Pragadavaram, em West Godavari, no estado de Andhra Pradesh. O Supremo Tribunal da Índia proibiu as brigas de galos em 1960 como uma violação da Lei de Prevenção da Crueldade contra Animais. Apesar disso, a atividade permaneceu popular com grande quantidade de público e apostas em várias regiões do país.

Em Andhra Pradesh, onde acontece o Festival Sankranti, as aves são criadas com despesas extraordinariamente altas a fim de prepará-las para as sangrentas brigas. A matéria da Dailymail explica que “proteínas e alimentos ricos em nutrientes, como amêndoas e castanha de caju, além de carne de carneiro picada e esteróides e antibióticos para bombeamento muscular, são administrados por cerca de um ano ou mais nos galos”. As brigas de nocaute acontecem até que um galo seja gravemente ferido ou morto e é comum lâminas afiadas serem amarradas aos membros dos animais.

No Brasil o cenário não é muito diferente. Mesmo sendo proibidas por lei federal, as rinhas de galos ocorrem por todo o país. Recentemente a polícia descobriu um ponto em São Paulo onde ocorriam as brigas e também chegou até o local onde mil galos estavam a espera de serem comprados para participarem de rinhas. O espetáculo sádico e sangrento que é crime no Brasil pode resultar em prisão e multa.


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Polícia Ambiental flagra rinha de galo, resgata animais e detém suspeitos em Jaboticaba (SP)

Cerca de 40 animais foram resgatados e 15 suspeitos detidos pela Polícia Ambiental em um espaço que abrigava supostas rinhas de galo em Jabotical (SP) na tarde deste domingo (19). Segundo os policiais, eles chegaram ao local, em um assentamento de terra, próximo ao distrito Córrego Rico, após denúncia anônima.

Divulgação | Polícia Ambiental

Segundo a corporação, a polícia chegou ao endereço por volta das 12h e flagrou o ringue montado para a briga entre os animais. Além disso, havia outros bichos presos em caixas e gaiolas, o que caracterizaria o crime de maus-tratos. Até as 13h30, os policiais ambientais ainda estavam na ocorrência para coletar dados dos suspeitos e encontrar um lugar para destinar os galos.

Divulgação | Polícia Ambiental

O caso deve ser registrado na Delegacia de Jabotical como maus-tratos a animais. Os suspeitos, além de responder criminalmente, serão autuados pela Polícia Ambiental e a multa pode chegar a R$ 3 mil por animal resgatado, sendo que, em caso de morte, o valor dobra.

Fonte: G1

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Polícia Ambiental resgata 9 galos de rinha em Sergipe

Nove galos feridos foram resgatados pelos agentes ambientais e um homem de 67 anos foi autuado pelo crime de maus-tratos contra animais.

A PMA foi acionada após denúncias dos vizinhos. Quando os policiais chegaram, diversas pessoas fugiram do local, mas algumas foram detidas e acusaram o idoso de organizar a prática exploratória e criminosa.

Os galos estavam muito feridos
Os galos feridos foram resgatados pelos agentes ambientais (Foto: Divulgação / PMA)

Além dos galos resgatados, os agentes apreenderam esporas, biqueiras de aço, medicamentos veterinários e balança de peso.

O homem acusado confessou que era o organizador do evento e assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelo crime de maus-tratos a animais.

Quem quiser denúncias casos como este de maus-tratos, exploração e abandono de animais, pode contatar o 190.

 

 

 

 

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Responsável por rinha de galo é multado em R$ 57 mil em Cuiabá (MT)

Local era utilizado para realizar rinha de galos
19 galos foram encontrados no local

O resgate dos 19 galos foi feito pelo Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA). Quando chegaram, havia apenas o caseiro da propriedade no local, que acabou sendo conduzido a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e foi autuado pelo crime de maus-tratos de animais. O homem recebeu multa no valor de R$ 57 mil.

Acredita-se que a casa funcionada como local de exploração dos galos, onde os animais eram incentivados a se atacarem enquanto pessoas faziam apostas em dinheiro para o galo vencedor.

O crime infringe o artigo 29, do decreto 6514/08 que prevê: praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.

Todos os animais e materiais encontrados foram encaminhados ao depósito da Dema, no bairro Carumbé. Essa ação ocorreu durante uma operação realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio de unidades especializadas da Polícia Militar. O foco era o cumprimento de mandados de busca e apreensão relacionados a desvios de verbas públicas, porém a rinha de galos acabou descoberta.

Caso você presencie maus-tratos a animais de quaisquer espécie, sejam domésticos, domesticados, silvestres ou exóticos – como abandono, envenenamento, presos constantemente em correntes ou cordas muito curtas, manutenção em lugar anti-higiênico, mutilação, presos em espaço incompatível ao porte do animal ou em local sem iluminação e ventilação, utilização em shows que possam lhes causar lesão, pânico ou estresse, agressão física, exposição a esforço excessivo e animais debilitados (tração), rinhas, etc. –, vá à delegacia de polícia mais próxima para lavrar o Boletim de Ocorrência (BO), ou compareça à Promotoria de Justiça do Meio Ambiente.

A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”

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Em Pinto Bandeira (RS), 53 pessoas são flagradas em rinha de galo

54 aves foram resgatadas em rinha
Polícia fazia investigação há 5 meses | Fotos: Polícia Ambiental / Divulgação

As pessoas que estavam dentro de uma propriedade na localidade de Linha Silva Pinto Sul, eram investigadas pela polícia há cerca de cinco meses antes do flagrante.

Como a rinha de galo é crime ambiental, os policiais emitiram um Termo Circunstanciado contra os criminosos. Ao todo foram resgatadas 54 aves que permaneceram na propriedade por não haver local para destinação. O dono da área foi designado como responsável pelos animais.

Caso você presencie maus-tratos a animais de quaisquer espécies, sejam domésticos, domesticados, silvestres ou exóticos – como abandono, envenenamento, presos constantemente em correntes ou cordas muito curtas, manutenção em lugar anti-higiênico, mutilação, presos em espaço incompatível ao porte do animal ou em local sem iluminação e ventilação, utilização em shows que possam lhes causar lesão, pânico ou estresse, agressão física, exposição a esforço excessivo e animais debilitados (tração), rinhas, etc. –, vá à delegacia de polícia mais próxima para lavrar o Boletim de Ocorrência (BO), ou compareça à Promotoria de Justiça do Meio Ambiente.

A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

É possível denunciar também ao órgão público competente de seu município, para o setor que responde aos trabalhos de vigilância sanitária, zoonoses ou meio ambiente. Lembrando que cada município tem legislação diferente, portanto caso esta não contemple o tema maus tratos pode utilizar a Lei Estadual ou ainda recorrer a Lei Federal.

Lei de Crimes Ambientais

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”

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Operação resgata 25 galos explorados em rinhas em Soure (PA)

Por Sophia Portes / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Galos estavam maltratados. (Fonte: Ascom/PC)

De acordo com o balanço da operação da Polícia Civil divulgado nesta segunda-feira (03), foram resgatados vinte e cinco galos explorados em rinhas em Soure, na Ilha de Marajó, Pará. A equipe policial da Superintendência da Regional do Marajó Oriental, encontrou em dois imóveis, 25 galos com sinais de maus-tratos. Além disso, apreenderam produtos e utensílios usados para preparar os animais para as brigas. Duas pessoas foram detidas pelos agentes e irão responder pelo crime de maus-tratos.

O responsável por coordenar a operação foi o delegado Rodrigo Amorim, titular da Superintendência. Ele disse ao G1 que a operação “Cantando de Galo” foi deflagrada após levantamento de informações sobre a prática ilegal de rinha de galo na cidade, visando descobrir os pontos de criação e de manutenção dos animais utilizados nas brigas.

Os policiais apreenderam na operação produtos anabolizantes utilizados para que os animais fiquem mais fortes, esporões de ferro, protetores de bico, entre outros materiais, utilizados para treinar os galos para a prática agressiva, desnecessária e fora da lei.

Os dois homens detidos foram conduzidos até a sede da Polícia Civil para registrar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por maus-tratos e foram liberados para responder ao processo por delito previsto na Lei de Crimes Ambientais.

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Justiça decide contra rinha de galos em Patrocínio (MG)

Por Sophia Portes / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Fonte: Crueldade aos Animais

Um empresário foi condenado a pagar o valor de R$ 30 mil de indenização por danos morais ambientais após ser flagrado promovendo uma rinha de galos em Patrocínio, Minas Gerais.

Segundo a denúncia feita pelo Ministério da Fazenda de Minas, o homem praticava crime ambiental, através da prática de briga de galo atrás da sede de sua empresa. A Polícia Militar do Meio Ambiente recebeu uma denúncia anônima e flagrou o criminoso abusando e ferindo as aves juntamente com mais de 20 pessoas.

“A rinha de galo é, em verdade, uma diversão de gosto muito questionável justamente porque implica em promover o sofrimento de animais para saciar os instintos mais primitivos do homem e, o pior de tudo, para açular e alimentar o vício da aposta”, disse o juiz Walney Dinis, da 1ª Vara Cível de Patrocínio, que condenou o criminoso a pagar a multa por seu crime.

Para tentar se defender judicialmente pela barbárie cometida, o homem alegou que os animais eram bem tratados e que as aves, da raça Gallus gallus são combatentes por natureza. O magistrado retrucou a afirmação, dizendo que se os animais recebiam tratamento adequado era com a única finalidade de continuar servindo ao “propósito egoísta dos galistas, isto é, para que possam continuar a se ferir mutuamente a cada novo evento”. De modo que os cuidados dispensados aos animais “têm a única função de manter a prática viciosa e perpetuar um sistema cruel”.

O juiz disse ainda que, quando estes animais são soltos na natureza, eles travam lutas em função ecológica ou biológica. Tal combate não traz prejuízos à espécie ou impõe qualquer crueldade ao animal, pois ” se trata de um mecanismo espontâneo gestado no curso do processo natural de evolução da raça para, no final de tudo, perpetuar apenas os mais fortes e capazes”. Já a luta desenvolvida pelo criminoso é “desnecessária do ponto de vista natural e daí exsurge o perfil cruel da prática, exatamente porque ela não tem nenhuma função biológica ou ecológica”.

O valor pago com a multa, fixada em R$ 30 mil, será destinado a entidades locais que buscam preservar o meio ambiente. A escolha das organizações será feita pelo Ministério Público da região.

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Guardas resgatam mais de 20 animais vítimas de maus-tratos em casa em SP

Divulgação / Guarda Ambiental

A Guarda Ambiental de São Paulo resgatou aproximadamente 25 aves que estavam em situação de maus-tratos em uma casa em São Bernardo do Campo, na região metropolitana da capital paulista.

Ao menos três pássaros silvestres foram resgatados de gaiolas e mais de 20 galos da raça Índio de Briga, encontrados em caixas de madeira. O local chamava a atenção pela sujeira e pela falta de ventilação. Agentes da Guarda Ambiental suspeitam que o lugar também era usado como ringue para rinhas de galo.

O caso será investigado pela delegacia de crimes ambientais. O dono da casa foi multado por maus-tratos e vai responder à acusação em liberdade.

Fonte: G1

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Deputados pretendem legalizar rinha de galo

Por Sophia Portes / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Divulgação / Polícia Militar Ambiental

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC), aprovada pelo Senado no mês passado, que regulamenta a vaquejada, pode ganhar um novo adendo. Segundo o blog do Lauro Jardim, do jornal O Globo, deputados agora querem legalizar a rinha de galo.

O projeto foi uma resposta ao Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou ilegal a prática da vaquejada por conta dos maus-tratos aos animais.

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Polícia Ambiental fecha rinha de galo em Santa Helena (PR)

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Uma equipe pertencente à 5 ª CIA de Polícia Militar Ambiental, após vistoriar um galpão, constatou que estava havia uma rinha de galo no sábado (03), no município de Santa Helena,  interior do distrito de São Roque.

Várias pessoas ao perceberem a presença policial, evadiram-se do local, sendo possível identificar apenas quatro pessoas. O proprietário do local, também fugiu.

As quatro pessoas identificadas, ficaram como fiel depositárias dos 20 galos resgatados, e, foram conduzidas para o Termo Circunstanciado, responderão de acordo com a Lei de Crimes Ambientais 9.605/98, (Prática de abuso e maus-tratos contra animais), que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências.

Fonte: Rádio Cultura Foz

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Homem de Presidente Médici (RO) é preso por armas e maus-tratos a animais

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Um homem de 54 anos foi preso com armas, produtos de origem suspeita e por maus-tratos a animais em Presidente Médici, região central do estado. Com ele foram encontradas várias aves, gaiolas e esporas de plástico que seriam usadas em ‘rinha’. A polícia civil investigava o suspeito e cumpriu o mandado de prisão contra ele na quinta-feira (11).

O homem já tinha um processo em aberto contra ele. Foram apreendidos um revolver calibre 38, munições, espingarda de pressão, chumbos, jóias, uma porção de cocaína entre outros objetos. O suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado à delegacia de polícia civil.

Depois da prisão, a equipe retornou à residência para averiguar a situação das aves que estavam na casa. Foram encontradas seis gaiolas e em cada uma delas, uma ave. Em outro local, mais quatro galos foram encontrados e, depois de examinados por veterinários, foi confirmada os maus-tratos as animais. Os animais foram recolhidos e avaliados pela vigilância sanitária e doados ao Centro de Apoio Integral à Família (Caif).

Fonte: G1

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Operação da polícia desativa rinha de galo em Boca da Mata (AL)

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Duas pessoas foram presas e uma rinha de galo desativada na manhã desta quinta-feira (18), durante uma operação policial em Boca da Mata, no interior de Alagoas.

De acordo com a Secretaria Estadual da Segurança Pública (SSP-AL), denúncias feitas pelo número 181 foram de extrema importância nessa ação.

A operação também apreendeu uma espingarda, armadilhas de caça, material de recarga para munição, resgatou pássaros silvestres e mais de 20 galos que eram usados em rinhas. A Lei brasileira considera crime esse tipo de atividade, que pode ser punida com prisão.

Os presos, que não tiveram as identidades divulgadas, o material e os animais resgatados foram levados para a Delegacia Regional, para os procedimentos cabíveis.

Participaram dos trabalhos militares da 1ª Companhia Independente (1ª Cia), e da Delegacia Regional, além do Grupamento Aérea da base de Arapiraca. As prisões cumpriram mandados expedidos pelo juiz da Comarca de São Miguel dos Campos.

Fonte: G1

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