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Homem é agredido após ser flagrado estuprando cadela em Manaus (AM)

O abuso sexual foi praticado em uma área de mata ao lado da igreja onde a cadela morava. O homem agredido teve seus pés e mãos amarradas por moradores da região


Um homem foi agredido na quinta-feira (2) após ser flagrado estuprando uma cadela em Manaus, no Amazonas. Lucivaldo Almeida, de 38 anos, vai responder por abuso e maus-tratos a animais.

Foto: Jair Araújo

O tenente Antônio Medeiros, supervisor de área da 19ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), disse que o tutor da cadela, um pastor de uma igreja do bairro Lírio do Vale 2, ouviu os gritos do animal durante a madrugada. Pela manhã, ele alimentou os animais que vivem em seu sítio e não encontrou a cadela. Por volta das 9h de quinta-feira, a cadela voltou a chorar. O pastor, então, foi verificar o que estava acontecendo e flagrou o estupro.

O crime aconteceu em uma área de mata localizada ao lado da igreja, no Conjunto Augusto Monte Negro, na Zona Oeste da cidade. As informações são do portal A Crítica.

Após ser flagrado estuprando o animal, Lucivaldo saiu correndo, mas foi parado por moradores da região que, ao tomarem conhecimento do estupro, amarraram os pés e as mãos do homem e o agrediram.

Morador do Conjunto Augusto Montenegro e vizinho da igreja onde a cadela mora, Lucivaldo foi levado ao Serviço de Pronto Atendimento Joventina Dias, no bairro Compensa, para receber atendimento médico, já que sofreu ferimentos nas costas e na cabeça.

Ao sair do hospital, Lucivaldo foi encaminhado ao 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP).


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Lei que prevê sacrifício de cães com leishmaniose é sancionada em Quixelô (CE)

A nova legislação foi recebida com críticas pela população, que não apoia que os cães sejam mortos


A lei nº 288/2019, que prevê que cachorros com leishmaniose sejam submetidos ao procedimento de morte induzida, está sendo alvo de repúdio em Quixelô, no Ceará. A medida foi sancionada recentemente pela prefeita Fátima Gomes (PT), após ser aprovada pela Câmara.

Reprodução/Pixabay

A legislação estabelece que seja firmado convênio de cooperação técnica e financeira com a administração municipal da cidade de Cariús para o procedimento de morte induzida de animais com leishmaniose, doença também conhecida como calazar. As informações são do portal Iguatu Notícias.

A medida autoriza a Prefeitura de Quixelô a repassar a quantia mensal de um salário mínimo para que até 12 animais sejam sacrificados mensalmente. Se mais animais forem mortos, a administração municipal pagará R$ 35 por cachorro.

A decisão da prefeitura de sancionar a lei, no entanto, não agradou a população, que tem criticado a medida. Isso porque existe tratamento para a leishmaniose que garante qualidade de vida ao animal, não havendo justificativa para o sacrifício.


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Vídeo de homem chutando coruja ferida em uma estrada provoca fúria nas redes sociais

Homem churando coruja ferida | Foto: 7News
Homem churando coruja ferida | Foto: 7NewsFoto: 7News

Imagens de um homem chutando uma coruja ferida em uma estrada de Queensland (Austrália) provocaram reações de fúria e indignação online.

Um post no Snapchat mostrando um homem ferindo o pássaro noturno no meio de uma rua tranquila está circulando amplamente nas mídias sociais.

No vídeo é possível ver o homem se inclinar para frente para examinar o pássaro, antes de dar um passo e chutar a coruja na estrada na escuridão, enquanto a pessoa que filma a cena ri.

O vídeo foi legendado como “Aprovado pela RSPCA”. A RSPCA é a ONG mais antiga e maior de proteção animal do Reino Unido, com sedes pelo mundo todo.

“Tão triste”, diz um comentário. “O que faz alguém machucar uma criatura indefesa?”.

As pessoas que postaram o vídeo defenderam suas ações em outro post do Snapchat, dizendo que “o pássaro já estava ferido”.

“Ele voou na frente do carro e estava morrendo lentamente, não íamos embora apenas e deixá-lo lá”, dizia a legenda, conforme relatado pela 7News.

As imagens foram enviadas para a RSPCA, que tem o poder de processar pessoas por acusações de crueldade contra animais em Queensland.

Foto: Shutterstock/Sherhii Brovko
Foto: Shutterstock/Sherhii Brovko

Comentários no post disseram que, independentemente da condição da coruja, eles deveriam ter tentado ajudá-la em vez de atacá-la.

“Se estava morrendo lentamente, tenho certeza de que havia tempo para levá-la a um veterinário”, dizia um comentário. “Em vez de terminar de assassiná-la”. As informações são do Daily Mail.

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Caçadora publica fotos de animais mortos e é criticada por internautas

Através das redes sociais, Kate Small divulga fotos nas quais aparece ao lado de animais mortos por ela


Kate Small, 29 anos, ficou famosa na internet por divulgar fotos das caçadas que participa. Nas imagens, vários animais mortos. Com a fama vieram também inúmeras críticas feitas por internautas revoltados com a atitude da norte-americana.

Foto: Reprodução/Instagram/@kate_small_outdoors

Enfermeira, Kate caça na África do Sul e em Boise, Idaho, nos Estados Unidos, onde mora. Dentre os animais que foram suas vítimas estão peixes, lobos e ursos.

Após a caçada, Kate publica fotos ao lado dos corpos dos animais mortos, orgulhosa de ter tirado suas vidas.

Depois que as críticas surgiram, a enfermeira se defendeu argumentando que caça animais para comer e não para se divertir. Ela disse ainda que caça com seu noivo Justin e que, por isso, essa atividade a ajuda a ter bons momentos em família.

Foto: Reprodução/Instagram/@kate_small_outdoors

Os internautas, no entanto, não aceitaram os argumentos de Kate e continuaram criticando a crueldade da caça.

Entretanto, o apelo dos internautas em prol da vida dos animais não convenceu a caçadora, que alegou que “esses momentos são muito importantes” na vida dela.

Foto: Reprodução/Instagram/@kate_small_outdoors

Nota da Redação: caçar animais é uma prática antiética que deve ser sempre vista com repúdio. Seja por diversão ou para alimentação, não há nada que justifique tirar a vida de um animal. A ANDA, como defensora dos direitos animais, apela para que as pessoas combatam qualquer ato cruel promovido contra seres vivos.


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Tutor tinge cachorros de preto e branco para deixá-los parecidos com pandas

Foto: Asia Wire
Foto: Asia Wire

O tutor de seis cães da raça chow chow se tornou alvo de uma onda de revolta nas redes sociais após ter pintado os cães de preto e branco para fazê-los parecer pandas gigantes.

Dono de um café e pet shop na China, onde reside, o tutor postou as fotos dos animais no estabelecimento, já “transformados” em pandas na internet, o que atraiu críticas ferozes do público. O proprietário da loja, contudo, disse que todos os animais domésticos estavam “muito felizes e saudáveis”.

O tutor disse ao Daily Mail que os animais foram “pandarizados” com corantes orgânicos.

Foto: Cute Pet Games
Foto: Cute Pet Games

“Pintar cães para fazê-los parecer pandas é muito popular no exterior”, acrescentou o tutor dos cães. “É controverso na China porque não é comumente visto”.

Relatórios anteriores mostraram que sua loja cobrava dos clientes 1.500 yuanes (cerca de 854 reais) para transformar seus cães em “pandas”, mas o proprietário do café negou as acusações.

Chow Chow é uma raça de cães de pelo comprido nativa do Tibete. Os cães são normalmente dóceis e cheios de energia.

O café, que permite a entrada de animais domésticos, chamado Cute Pet Games, abriu no mês passado e está situado em um shopping em Chengdu, capital da província de Sichuan, na China.

Foto: Reuters
Foto: Reuters

A onda de críticas começou quando os funcionários da loja enviaram imagens dos “cães panda” para as plataformas de mídia social chinesas para atrair atenção.

Muitos usuários das redes sociais criticam o tutor, acusando-o de abuso e maus-tratos com os cães.

No Weibo, uma rede social chinesa parecida com o Twitter, um usuário com o nome “MichiyoWang” disse: “Quem realmente ama cães não deixa que eles sejam tingidos. Já vi cães perdendo a orelha como resultado disso”.

Foto: VCG via Getty Images
Foto: VCG via Getty Images

Outro usuário da web conhecido como “Wenenky” criticou o café e o tutor: “Eu tenho um cachorro. Nunca tingirei meu cachorro porque não será bom para ele”.

Um terceiro comentário feito por um usuário chamado “Luo Jia Tong” acusava o dono da loja de prejudicar os cães “apenas para se divertir”.

A PETA condenou o ato do tutor dos animais. Um porta-voz da entidade disse: “Pintar os pelos dos cães pode estar na moda, mas apenas para os seres humanos que de bom grado o fazem”.

Foto: VCG via Getty Images
Foto: VCG via Getty Images

“Sempre há riscos com o uso de corantes nos animais, nos pelos, na pele, no nariz e nos olhos. Os animais não devem ser um brinquedo para que as pessoas os pintem”.

O dono do café insistiu que seus cães eram “muito saudáveis” e que o corante não causou danos aos pelos ou à pele dos animais: “Nosso corante foi importado do Japão e é muito caro. Só um tubo de corante custa 800 yuanes (cerca de 453 reais)”.

Ele alegou que gastou 1.500 yuanes (aproximadamente 854 reais) em cada um dos cães para transformá-los.

Ele disse que decidiu comprar seis “cães panda” para a loja, porque Chengdu era conhecida como a cidade natal dos ursos panda e ele “sentia uma conexão especial com o animal”.

Foto: VCG via Getty Images
Foto: VCG via Getty Images

“Embora os cães não sejam pandas de verdade, esperamos que nossos clientes possam experimentar a cultura dos panda em nossa loja”, disse ele. “O corante usado nos cães foi feito sob medida para eles e é 100% seguro. Portanto, compramos o corante e contratamos especialistas para colocá-los nos cães”.

Cães não são produtos para serem pintados por seres humanos conforme sua vontade ou suas aspirações superficiais de transformá-los em seres que não são. Cães são vidas, seres sencientes que amam, sentem, sofrem e compreendem o mundo ao seu redor.

Fantasiá-los ou submetê-los a esses tratamentos artificiais e cruéis por mera vaidade é um atentado à sua dignidade.

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Maltratado e sob intenso estresse, elefante reage e fere 18 pessoas em festival religioso

Cercados por barulhos aos quais não estão acostumados, multidões, som alto, carros, os animais ainda carregam luzes e ornamentos sobre o corpo enquanto são obrigados a desfilar em procissões


 

Foto: Derana TV
Foto: Derana TV

Elefantes são animais selvagens, acostumados a viver em grupos com hierarquia social, e estrutura de família, estes mamíferos gigantes criam vínculos entre si e sua manada caminha por longas distâncias na natureza.

Subordinar um elefante à vontade humana, enchendo-o de adereços pesados e obrigando-o a desfilar por horas carregando humanos nas costas no meio de multidões é explorar e maltratar esses gigantes gentis.

Não é de se admirar que pressionado pelo stress, barulho, sofrimento e maus-tratos, esse elefante tenha se revoltado com seu destino e iniciado uma fuga desesperada ferindo quem estivesse em seu caminho.

Mais de uma dúzia de participantes do festival ficaram feridos após um elefante que participava de uma procissão budista no Sri Lanka entrou em tumulto.

A procissão que acontecia em Kotte, perto da capital do país, começou com um ministro do governo colocando uma relíquia sagrada em um caixão decorado em cima de um elefante enfeitado com roupas vermelhas brilhantes.

Mas rapidamente o ritual se tornou um desastre, quando o elefante avançou para a multidão, fazendo com que alguns dos adoradores aterrorizados corressem diretamente para outro que depois disso ficou aterrorizado também.

Imagens mostraram que um homem montado nas costas do elefante por pouco evita ser pisoteado depois de ser derrubado quando o enorme animal se dirige diretamente para a multidão.

Autoridades de dois hospitais da região disseram que 18 pessoas feridas foram trazidas após o tumulto, incluindo mulheres e pelo menos duas crianças, e 16 deles já tiveram alta.

Foto: Derana TV
Foto: Derana TV

O acidente é mais um flagrante de crueldade animal relacionada aos elefantes no Sri Lanka, depois que fotos surgiram no mês passado, mostrando uma elefanta esquelética de 70 anos forçada a vestir um traje enorme e colorido, para esconder seu corpo magro e judiado.

Segundo a Fundação Save Elephant, Tikiri foi um dos 60 elefantes forçados a trabalhar por 10 noites seguidas no festival budista Esala Perahera em Kandy.

Foto: Derana TV
Foto: Derana TV

O fundador da organização, Lek Chailert, disse em um post nas redes sociais no Dia Mundial do Elefante: ‘Ninguém via seu corpo esquelético ou sua condição enfraquecida, por causa da roupa que ela usou.

“Ninguém via as lágrimas em seus olhos, feridos pelas luzes brilhantes que decoravam sua máscara, ninguém via sua dificuldade de andar enquanto suas pernas estão presas para que ela caminhe.”

Foto: Saengduean Lek Chailert
Foto: Saengduean Lek Chailert

Um porta-voz da Relíquias do Dente Sagrado, um templo budista que recebe o festival, disse anteriormente ao Metro que “sempre se preocupa com os animais” e confirmou que Tikiri havia sido examinada por um médico especialista em elefantes.

Foto: Saengduean Lek Chailert
Foto: Saengduean Lek Chailert

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Fotos de caçadores de troféu posando ao lado de macacos mortos causam revolta nas redes sociais

Orgulhosos das vidas que tiraram, os caçadores de troféu foram severamente criticados nas redes sociais, onde foram chamados de “nojentos” e “vergonha da raça humana”


Turista Micky Jordan posa com cadáver de um babuíno depois de matá-lo | Foto: Facebook
Turista Micky Jordan posa com cadáver de um babuíno depois de matá-lo | Foto: Facebook

Por Eliane Arakaki

O caçador de troféus Micky Jordan e seus amigos, postaram uma série de fotos no Facebook, posando ao lado de animais mortos na África do Sul e vangloriando-se de suas “conquistas”.

Jordan postou várias imagens de si mesmo segurando um macaco baleado aparentemente morto e posteriormente posou para uma foto como parte de uma viagem organizada pela agência especializada na organização e venda de caçadas: Umlilo.

De acordo com o site da Umlilo, a empresa oferece “caça ao estilo ‘andar e perseguir’ “, embora “táticas de emboscada também sejam usadas quando mais adequadas” e é especializada em três categorias de caça: “Caça a troféus, caça administrada e caça perigosa”.

O caçador de troféus Alan Nicholson sorri enquanto segura o cadáver do babuíno que ele matou | Foto: Facebook
O caçador de troféus Alan Nicholson sorri enquanto segura o cadáver do babuíno que ele matou | Foto: Facebook

As imagens enviadas ao Facebook por Jordan atraíram muitas críticas, com o caçador de troféus que vive Londres marcado como “nojento” por um seguidor, enquanto outro disse que ele “deveria se sentir envergonhado”.

Evidentemente, perdendo o objetivo, Jordan reagiu, respondendo: “Não sabia que todos eram vegetarianos”. Sua resposta ignora uma diferença fundamental.

A caça aos troféus refere-se à prática de caçar animais para obter peças como cabeças, couros, garras ou mesmo todo o bicho de pelúcia para exibição, em vez de subsistência.

As imagens de Jordan e as de seus amigos também compartilhadas nas mídias sociais servem para destacar que a caça aos troféus é um problema crescente.

O caçador Rodney Fuller com um babuíno que ele matou em uma viagem de Umlilo Safaris | Foto: Facebook
O caçador Rodney Fuller com um babuíno que ele matou em uma viagem de Umlilo Safaris | Foto: Facebook

A Humane Society dos Estados Unidos estima que mais de 126 mil troféus da vida selvagem são importados para os EUA por ano, em média.

De acordo com um relatório da Campaign to Ban Trophy Hunting (Campanha pelo Fim da Caça ao Troféu, na tradução livre) citado pelo The Mirror, os caçadores britânicos de troféus mataram 500 macacos e babuínos durante um período de 30 anos, de 1987 a 2017.

Eles estimam que 100 macacos mortos foram importados para o Reino Unido da África nos nove anos anteriores a 2017.

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Funcionário de zoológico espanca texugo até a morte na frente de visitantes

Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo | Foto: YouKu
Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo | Foto: YouKu

Um funcionário de um zoológico na China foi acusado de crueldade com animais após espancar um texugo até a morte.

O incidente foi testemunhado por visitantes horrorizados que filmaram o comportamento do trabalhador antes de postar o clipe nas mídias sociais.

A administração do zoológico alegou que o texugo era ‘feroz’ e não um de seus animais em cativeiro. O funcionário foi penalizado, de acordo com um comunicado.

O trabalhador foi pego atacando o animal no zoológico da floresta de Dalian em 15 de agosto.

As imagens mostram um homem, vestindo uma camiseta azul (uniforme), carregando o que parece ser um texugo morto para fora do mato antes de jogar o animal no chão.

Relatos informam que ele estava trabalhando com dois colegas, vestidos com o mesmo uniforme.

O trabalhador então pegou o texugo sem vida e o arrastou pelo chão até o lixo.

Segundo informações do Daily Mail os três homens são jardineiros empregados pelo zoológico por meio de uma agência.

O vídeo provocou indignação nas redes sociais chinesas e os usuários da web instaram o zoológico a investigar o assunto.

Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo | Foto: YouKu
Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo | Foto: YouKu

O zoológico da floresta de Dalian descreveu o texugo como “feroz”.

Ele disse que o animal apareceu no mato em uma encosta no zoológico alguns dias antes e representa uma “séria ameaça” aos turistas.

Em um comunicado divulgado na terça-feira no Weibo e no Twitter, o zoológico disse que os trabalhadores decidiram capturar o texugo para impedir que ele “prejudicasse” os visitantes.

Texugos são animais pacíficos, de hábito noturno e apesar de terem uma mandíbula poderosa, só atacam ao se sentirem ameaçados.

Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo | Foto: YouKu
Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo | Foto: YouKu

O zoológico também disse que os trabalhadores decidiram espancar o texugo depois de serem agredidos e feridos pelo mamífero.

No comunicado o zoológico admitiu que os trabalhadores não haviam lidado com o incidente adequadamente.

“Estamos envergonhados pelos comportamento de nossos funcionários”, afirmava o comunicado.

Os homens foram repreendidos pelo zoológico e punidos por sua agência, acrescentou o zoológico. A vida do animal indefeso porém, foi perdida.

Animais “agressivos e ferozes”

Texugo e cachorro bebendo água juntos | Foto: Wery Tom/YouTube
Texugo e cachorro bebendo água juntos | Foto: Wery Tom/YouTube

Identificados por listras brancas e pretas em seus rostos, assim como pela pelagem cinza, os texugos podem ser encontrados em todo o mundo e são conhecidos por sua capacidade de cavar buracos no chão.

Apresentador Chris Packham tira foto ao lado de texugo | Foto: The Guardian/Reprodução
Apresentador Chris Packham tira foto ao lado de texugo | Foto: The Guardian/Reprodução

São animais dóceis, de hábitos noturnos e se alimentam principalmente de vermes e insetos.

Texugo órfão criado por tutores | Foto: Great Falls Tribune
Texugo órfão criado por tutores | Foto: Great Falls Tribune

Os texugos não são listados como espécies protegidas de animais selvagens na China.

Texugo órfão se alimenta ao lado de tutor | Foto: Great Falls Tribune
Texugo órfão se alimenta ao lado de tutor | Foto: Great Falls Tribune

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Girafa com tumor no olho recebe tratamento após repercussão do caso nas redes sociais

A girafa foi tratada por uma equipe de médicos liderada pelo Dr. Titus Kaitho, que administrou um tratamento paliativo de antibióticos e anti-inflamatórios | Foto: KWS
A girafa foi tratada por uma equipe de médicos liderada pelo Dr. Titus Kaitho, que administrou um tratamento paliativo de antibióticos e anti-inflamatórios | Foto: KWS

Uma girafa com um tumor em um dos olhos finalmente recebeu tratamento médico após uma onda de revolta e indignação pela condição do animal ter tomado conta das mídias sociais. O mamífero pertence a subespécie ameaçada de girafa, a Rothschild, e vive no Quênia, as autoridades dizem que o ferimento trata-se de um tumor ósseo.

A condição causou um grande inchaço ao redor de um dos olhos da girafa. Apesar de morar no Parque Nacional do Lago Nakuru, somente a onda de indignação nas mídias sociais foi capaz de forçar o Serviço de Vida Selvagem do Quênia (KWS) a agir em auxílio da girafa doente.

A KWS confirmou na quinta-feira que a girafa sofria de um tumor ósseo. “Embora esteja em condições de se mover, alimentar e beber água, a retirada do tumor se mostrou difícil devido à extensão do crescimento que causaria complicações potencialmente sérias”, escreveu a instituição no Twitter.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Os quenianos estão furiosos com o fato de que foi preciso uma ação em massa nas mídias sociais para levar as autoridades a agir e salvar um animal sob seus cuidados.

O incidente coincidiu com a conferência da CITES que ocorre em Genebra, na qual nações do mundo inteiro se mobilizaram pela primeira vez para proteger as girafas como espécies em extinção, recebendo elogios de conservacionistas e “carrancas” de alguns países da África Subsaariana.

A votação de quinta-feira realizada por um comitê chave na Conferência Mundial sobre a Vida Selvagem, prepara o caminho para a provável aprovação da medida em seu plenário na próxima semana. O Quênia foi um dos principais defensores da proteção rigorosa.

Foto: KWS/Twitter
Foto: KWS/Twitter

O plano regularia o comércio mundial de partes de girafas, incluindo pele, esculturas ósseas e carne, ao mesmo tempo que impediria uma proibição total. A votação foi de 106 membros a favor e 21 contra, com sete abstenções.

“Muitas pessoas estão tão familiarizadas com as girafas que acham que são abundantes”, disse Susan Lieberman, vice-presidente de política internacional da Wildlife Conservation Society. “E no sul da África, elas podem estar bem, mas as girafas estão criticamente ameaçadas.”

Lieberman disse que as girafas estão particularmente em risco em partes da África Ocidental, Central e Oriental.

A Wildlife Conservation Society disse estar preocupada com as múltiplas ameaças às girafas que já resultaram em um severo declínio populacional, citando a perda de habitat, as secas agravadas pela mudança climática, a caça e o comércio de partes de corpos de girafas como principais responsáveis.

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Maus-tratos: rapaz invade santuário e induz chimpanzé a fumar cigarro

Um rapaz deu um cigarro para um chimpanzé fumar no Santuário dos Grandes Primatas, em Sorocaba (SP), e filmou o ato. O vídeo (veja abaixo) viralizou em rede social. O caso de desrespeito não só ao animal, mas também ao trabalho realizado pelo santuário, que luta diariamente pela vida de primatas retirados, em sua maioria, de situação de exploração e maus-tratos, revoltou internautas.

Foto: Reprodução

As imagens mostram um jovem sem camisa conversando com outras pessoas e o chimpanzé com um cigarro aceso na boca. O grupo ri da situação e o rapaz faz piada. “Dá uns tragos, brother. Fumando um aqui com o brother”, diz o rapaz, debochando dos maus-tratos impostos ao animal. Na sequência, o rapaz filma a si mesmo e diz “ah lá, queimou o beiço”, ao se referir ao chimpanzé.

Ao saber do ocorrido, o santuário prontamente se posicionou e, após lembrar que realiza um importante trabalho de reabilitação de animais, afirmou que o responsável por dar o cigarro ao animal não pertence ao quadro de funcionários do local e que medidas cabíveis estão sendo tomadas.

“O santuário já está tomando todas medidas legais na esfera criminal e civil para punição dos responsáveis e reparação do dano causado à integridade dos animais ali residentes, uma vez que os autores do crime coagiram o chimpanzé, que é uma espécie ameaçada de extinção, a inalar substâncias tóxicas nocivas ao seu organismo”, informou a instituição.

A suspeita da direção do santuário é que o homem tenha usado um dos imóveis localizados no entorno da instituição para invadir o espaço e ter acesso aos animais.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Luisa mell (@luisamell) em

A Gerência de Comunicação do Projeto GAP Brasil/Internacional, ao qual o Santuário dos Grandes Primatas de Sorocaba é afiliado, divulgou nota sobre o assunto. Confira abaixo na íntegra.

O Santuário dos Grandes Primatas de Sorocaba, afiliado ao Projeto GAP, vem a público esclarecer que no dia 20/08/2019 tomou conhecimento dos crimes cometidos por um homem identificado como Rafael de Almeida, que em companhia de ao menos uma pessoa teria invadido o santuário. O santuário é uma propriedade privada dedicada à reabilitação de animais, em sua maioria vítimas de maus tratos e que são provenientes de circos e zoológicos do Brasil e de outros países.

Colocando em risco sua própria vida e a integridade física dos animais ali residentes, o autor do crime colocou um cigarro aceso na boca de um dos chimpanzés (estima-se que seja o chimpanzé Claudio ou Carlos), que é uma espécie ameaçada de extinção. No vídeo, Rafael de Almeida e o cúmplice riem e zombam da cena, gargalhando pelo fato do chimpanzé parecer ter queimado a boca com o cigarro. Durante o próprio vídeo o chimpanzé já começa a fazer movimentos repetitivos, mostrando estar estressado com o ocorrido.

Burlando a segurança da propriedade, provavelmente acessada por meio de outra propriedade aos fundos do Santuário, além do crime de invasão, os autores cometeram crime ambiental de maus tratos aos animais, fazendo-o inalar substâncias tóxicas nocivas ao seu organismo. O santuário já está tomando TODAS medidas legais na esfera criminal e civil para punição dos responsáveis e reparação do dano causado à integridade dos animais ali residentes.

Nota da Redação: o ato executado pelo homem que entrou no santuário e induziu o chimpanzé a fumar um cigarro configura crime de invasão de propriedade e crime ambiental. Expor um animal a risco, oferecendo a ele uma substância prejudicial a sua saúde, e debochar dos maus-tratos aos quais o submete, é de extrema antiética e crueldade e passível de punição severa – embora a lei brasileira não aplique tal penalidade no que se refere aos crimes contra animais, optando por punições brandas que reforçam a impunidade. Além disso, invadir um santuário para maltratar animais é, também, um imenso desrespeito com a instituição, que não poupa esforços para oferecer todos os cuidados necessários aos primatas.


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Governo Trump volta atrás e revoga a decisão de usar bombas de cianeto de sódio para matar animais selvagens

Um urso pardo e seu filhote andam perto da angra do pelicano no parque nacional de Yellowstone, Wyoming. No ano passado, a Wildlife Services matou mais de 1,5 milhão de animais silvestres nativos em todo o país, incluindo os ursos | Foto: Karen Bleier/AFP/Getty Images
Um urso pardo e seu filhote andam no parque nacional de Yellowstone, Wyoming (EUA) | Foto: Karen Bleier/AFP/Getty Images

Após uma série de protestos públicos contínuos, a administração Trump anulou sua decisão de autorizar novamente as cruéis armadilhas (bombas) de cianeto para matar animais selvagens.

As armadilhas, conhecidas como M-44 e apelidadas de “bombas de cianureto”, são dispositivos carregados por uma mola que emitem um spray de cianeto de sódio para matar seus alvos. As armadilhas são usadas com mais frequência pela Wildlife Services, uma agência federal pouco conhecida dentro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, para matar coiotes, raposas e outros animais a mando de operadores agrícolas privados.

No ano passado, a Wildlife Services matou mais de 1,5 milhão de animais silvestres nativos em todo o país, incluindo ursos, lobos, pássaros e muito mais. Cerca de 6.500 dessas mortes foram causadas por armadilhas M-44.

“Estou anunciando a revogação da decisão de revisão de registro provisório da EPA sobre cianeto de sódio, o composto usado em dispositivos M-44 para controlar predadores selvagens”, Andrew Wheeler, administrador da Agência de Proteção Ambiental, anunciou em comunicado público. “Esta questão merece uma análise mais aprofundada e discussões adicionais pela EPA com os fabricantes deste material”.

Em um anúncio na semana passada, a EPA disse que autorizou funcionários do governo a continuar usando o M-44 de forma interina. A decisão provocou fúria entre os defensores da vida selvagem e outros, que condenaram a decisão como uma ameaça imprudente aos seres humanos e ao meio ambiente. M-44s, que são implantados em terras públicas e privadas em todo o país, levaram no passado a morte inadvertida de espécies ameaçadas de extinção e animais domésticos. Eles até prejudicaram seres humanos, incluindo um adolescente que foi envenenado por um M-44 em Pocatello, Idaho, em 2017.

Brooks Fahy, diretor executivo da Predator Defense, um grupo de defesa da vida selvagem que é um dos principais oponentes das armadilhas M-44, disse que o anúncio da EPA foi uma reversão bem-vinda.

“Obviamente, alguém na EPA está prestando atenção às preocupações do público sobre bombas de cianureto”, disse Fahy em um comunicado. “Parece que eles estão respondendo ao ultraje público sobre a decisão provisória da semana passada. O nosso telefone tem estado fora do gancho de tantas ligações de cidadãos preocupados em relação permissão para continuar usando esses dispositivos horríveis. Temos que ficar atentos a como isso vai se desenrolar daqui por diante”.

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Notícias

Hamburgueria causa revolta ao oferecer hambúrguer de papelão aos veganos

Por Rafaela Damasceno

Uma hamburgueria de Sorocaba (SP) gerou revolta ao postar em seu Facebook uma foto de um hambúrguer de papelão e oferecer aos veganos.

A foto da postagem do Facebook
Foto: Facebook

“Só assim para agradar”, disse a postagem. O estabelecimento ainda alegou possuir um hambúrguer vegano em seu cardápio, mas desabafou na rede social após um cliente ter pedido para que a chapa e todos os utensílios que tiveram contato com a carne fossem lavados antes que o hambúrguer vegetal fosse feito.

Depois dos protestos dos usuários da rede, o local apagou a postagem e publicou um esclarecimento direcionado ao público vegano, não menos desrespeitoso que o primeiro.

“Agora parem de nos encher e nos deixe comer cadáver, afinal estamos ultrapassados na evolução humana, e ainda somos o homem primitivo, em pensamento, em atitudes, em dinheiro. Os veganos são superiores em todos os aspectos, menos no cada um cuida da sua vida”, disse a hamburgueria na nova publicação.

O estabelecimento pediu desculpas, entretanto, para aqueles que não podem comer produtos de origem animal, seja por alergia ou intolerância. “Não foi a intenção em magoar”, explicou a nota.

Ignorando os protestos em suas publicações, o local ainda fez outra postagem, afirmando não atender veganos “sem caráter, que usam droga”, com muitos parceiros sexuais etc. Eles foram denominados pela hamburgueria como “escória da escória”.

Segundo o G1, o estabelecimento continuou com as publicações polêmicas, postando uma foto de um de seus hambúrgueres com a frase “a morte do boi é nossa alegria”.

A Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) lamentou o ocorrido, afirmando que os vegetarianos e veganos de Sorocaba podem saber quais estabelecimentos apoiam a causa, entrando em contato com a organização.


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