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Moradores denunciam morte de gatos em condomínio em Camaçari (BA)

O caso está sendo investigado pela 23ª Delegacia de Polícia Civil. Animais têm sido mortos no condomínio há anos


Moradores de um condomínio em Vila de Abrantes, na cidade de Camaçari (BA), denunciaram a morte de gatos no local. Os casos têm gerado indignação no residencial Parque de Jauá.

Foto: Charles Howard/Arquivo Pessoal

A denúncia foi feita na 23ª Delegacia de Polícia Civil. A delegada Danielle Monteiro explicou que está aguardando o resultado do laudo técnico que deve apontar as causas das mortes. As informações são do G1.

De acordo com Charles Howard, morador do condomínio, dois gatos tutelados por ele foram encontrados mortos na garagem de sua casa no domingo (12). Cinco animais da família foram mortos nos últimos anos.

“O coração quebra duas vezes porque eu amava esses dois animais, traziam muita alegria para a família. Ver a tristeza das minhas duas filhas, que cuidavam deles desde pequenas, ver o coração delas partindo, é uma tristeza ainda mais profunda”, relatou Charles.

Vários gatos foram encontrados mortos, com sinais de envenenamento, nos últimos 10 anos no condomínio. Além de Charles, a moradora Claudia Gonzalez também perdeu três animais.

“Vai chegar um ponto que vai ficar incontrolável, se tornou algo terrível, estão querendo matar nossos animais. Eu não posso andar com meu cachorro. As crianças não estão brincando no parquinho porque as mães não deixam, elas estão com medo do risco de serem envenenadas”, contou Claudia.


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Touro entra em condomínio e morre enforcado após ser amarrado em árvore

O animal se debateu até morrer enforcado, sem que lhe fosse prestado socorro a tempo


Um touro morreu após entrar em um condomínio residencial e ser amarrado em uma árvore em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Tratado como objeto, o corpo do animal foi arrastado por um veículo para ser retirado do local.

Reprodução/Campo Grande News

Budu, como era chamado, entrou no condomínio na noite de sábado (12). Imagens de câmeras de segurança registraram o momento, assim como mostraram o instante em que o corpo foi retirado do local. As informações são do portal Campo Grande News.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e os militares laçaram o animal e o amarraram em uma árvore dentro do condomínio sob a promessa de que a tutora do touro o retiraria do local no dia seguinte para levá-lo para a chácara onde ele vivia.

Reprodução/Campo Grande News

Amarrado, o boi se debateu até morrer enforcado. No domingo (12), o corpo do animal foi amarrado a um veículo, que o arrastou para fora do residencial.

A síndica do condomínio, Nadyelle Deboleto, informou que esta é a segunda vez que um animal da mesma tutora entra no local. Uma vaca já havia entrado no residencial, tendo sido retirada sem maiores dificuldades.


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Autorização para extermínio de capivaras gera críticas em Itatiba (SP)

A Secretaria Estadual de Meio Ambiente autorizou o extermínio de capivaras que vivem em um condomínio de Itatiba, no interior de São Paulo, após um morador morrer por febre maculosa – doença transmitida pelo carrapato-estrela, que tem a capivara como hospedeira. A medida cruel, no entanto, gerou críticas de moradores e levou órgãos de proteção animal a recorrerem ao Ministério Público.

“Em função deste óbito que ocorreu, em janeiro do ano passado, os órgãos estaduais determinaram que a gente, por ser agora uma área de transmissão de febre maculosa, fizéssemos o sacrifício de todas as capivaras do condomínio”, explicou à TV TEM o síndico José Augusto da Silva. Das cerca de 40 capivaras que viviam no local, 13 já foram mortas.

Foto: Reprodução/TV TEM

Uma das pessoas que é crítica da decisão da secretaria é a aposentada Sueli Fassio, que mora no condomínio há 22 anos. “Quando não tiver mais nenhuma capivara, os carrapatos vão continuar. Aí não vão poder jogar veneno nessa grama, porque vão matar os peixes e os gansos que temos aqui”, disse.

A castração e a esterilização são as práticas mais adequadas para solucionar o problema, segundo o médico veterinário Paulo Anselmo Felippe, que estuda manejos de capivaras. O especialista explicou que a bactéria permanece por apenas 15 dias no organismo do animal e, depois, não aparece nunca mais no sangue.

“Porque o sistema imunológico dela se organiza e ela não vai ter mais essa riquetsemia, essa bactéria circulando. Então, ela não infecta novos carrapatos. Sempre que a riquétsia circulou naquela população, você retira os animais e vêm novos, vai acontecer riquetsemia nesses novos, porque eles não tiveram contato anterior com a bactéria”, afirmou.

A diretora da Secretaria do Meio Ambiente,Vila Geraldi, discorda do veterinário e afirma que após a capivara ficar imune, os carrapatos infectados vão continuar transmitindo a doença pela picada.

Capivaras já foram mortas em condomínios fechados de outras sete cidades, segundo a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. O órgão argumenta que não é viável levar as capivaras para outros locais porque isso só mudaria a área de transmissão da doença.

“O critério é o do risco da saúde pública e esse critério é previsto na constituição federal e estadual. Embora ele seja um animal silvestre, que tem toda a proteção, se ele tem essa condição de risco à saúde pública, nós temos que analisar a situação e ver o que temos que fazer para que esse risco deixe de existir. Não podemos ignorar esse risco”, concluiu a diretora da Secretaria do Meio Ambiente.

Nota da Redação: com o crescimento urbano, seres humanos têm habitado, cada vez mais, regiões que eram originalmente ocupadas apenas por animais, como frequentemente acontece com condomínios fechados construídos em áreas verdes. Não é justo, portanto, que o animal, que já teve que se adaptar a um habitat desfragmentado graças à presença humana, tenha sua vida tirada. Além disso, o argumento de que transportar as capivaras para outros locais é inviável devido à mudança da área de transmissão da doença não se sustenta, já que basta levar esses animais para locais de mata, afastados de regiões urbanas. Matar esses animais é uma prática cruel, antiética e injustificável. 


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Gatos abandonados que transitam em condomínio no MS são vítimas da intolerância

Ao menos dois mil moradores do residencial Flamingos de Campo Grande (MS) dividem opiniões sobre a quantidade de gatos abandonados que transitam no condomínio. Enquanto alguns denunciam o incômodo com os animais, outros defendem ou não se importam com a presença dos felinos.
Alessandra de Souza/ Midiamax

Um casal de moradores cria quase dez gatos dentro de seu apartamento, porém alimenta os animais da rua que procuram comida no residencial. Moradores dizem que os criadores dos animais ameaçam aqueles que se dizem contra a permanência dos animais, porém o casal não quis falar com a reportagem do Midiamax e se incomodou com o registros fotográficos que eram feitos no local.

Os felinos podem ser vistos por todo o residencial que possui 704 apartamentos, divididos em 16 blocos. A síndica, Cidene Felske, explica que o Centro de Controle Zoonoses (CCZ) de Campo Grande (MS) já foi acionado e deixou uma armadilha para que os gatos sejam capturados e entregues ao órgão, porém a atitude divide opiniões.

Alessandra de Souza/ Midiamax

Os parquinhos infantis existentes dentro do residencial foram interditados pela Secretaria de Saúde da prefeitura municipal, pois a areia pode estar contaminada com as fezes dos animais e causar doenças nas crianças.

Vários moradores dizem não se incomodar com os animais, porém outros reclamam. O aposentado Argemiro Gomes diz que os gatos entram na varanda de seu apartamento para dormir no tapete, além disso, o cheiro de urina dos animais é muito forte.

Fonte: Midiamax

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