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Capivara é resgatada após cair em reservatório de água em Uberaba (MG)

Uma capivara foi resgatada em uma chácara no bairro Jardim Maracanã, no município de Uberaba, em Minas Gerais.

Capivara caiu em reservatório de aproximadamente 3 metros de profundidade (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)

O animal, que pesa aproximadamente 50 kg, caiu em um reservatório de água com cerca de 3 metros de profundidade, mas não se feriu. As informações são do portal G1.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e esteve no local para realizar o resgate. Segundo os militares, a capivara estava agitada. Após ser resgatada pelo Pelotão de Emergências Ambientais e Resposta a Desastres (Pemad), ela foi solta na reserva ambiental da represa de Volta Grande.

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Estudantes criam reservatório para alimentar animais abandonados

Um grupo de estudantes criou um “Pets Food” para oferecer água e comida a animais em situação de rua na cidade de Abreu e Lima, em Pernambuco.

“Gostei muito da ideia, abracei e tá dando muito certo”, afirma o estudante Thiago Gonçalves.

Alunos de escola pública montando Pets Food para alimentar animais
Estudantes criaram o reservatório para alimentar animais abandonados nas ruas (Foto: Reprodução / TV Jornal)

A ideia surgiu após um projeto feito em 2016 por professores da Escola Estadual General Abreu e Lima, cujo objetivo era incentivar os alunos a criar soluções para problemas da comunidade, entre eles, o abandono de animais nas ruas.

O projeto foi tão bem sucedido que já tomou conta das ruas no município. “A repercussão foi tão grande, que a própria comunidade está se auto-organizando”, explica o diretor da escola, Isaías de Oliveira.

O projeto do Pets Food selecionou cinco pontos estratégicos da cidade para implantar os reservatórios de água e comida para alimentar os animais abandonados.

Quem tiver interesse em contribuir com a ação, pode contatar a direção da escola por meio dos telefones (81) 3181-2930 ou (81) 3181-2931.

 

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Elefante fica preso em reservatório de água na Índia

Elefante só foi resgatado com a ajuda de uma retroescavadeira Diptendu Dutta / AFP

Um filhote de elefante ficou preso em um reservatório de água e só foi resgatado com a ajuda de uma retroescavadeira na cidade de Siliguri, na Índia.

O acidente aconteceu quando o animal cruzou a área acompanhado de uma manada. Os bombeiros foram acionados para realizar o resgate.

O exército, que tem uma base em Bengdubi, a cerca de 25 km do local do acidente, precisou intervir e retirar o filhote.

Fonte: Band

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Segundo moradores, vazamento de lama tóxica que matou milhares de peixes era tragédia anunciada

O derramamento de resíduos tóxicos no Oeste da Hungria era uma tragédia anunciada. Ao menos para Róbert Léhmann. O morador de Kolontár, vilarejo com cerca de 850 habitantes devastado pela lama corrosiva que escapou de um reservatório na região, afirmou que um acidente semelhante teria ocorrido em 1986, quando a produção e comércio de alumínio ainda eram controlados pelo Estado.

“Na época, a lama não era vermelha, mas esbranquiçada. Atingiu um córrego temporário, matando todos os peixes. Mas não saiu em nenhum jornal e ninguém fora de Kolontár ficou sabendo”, disse Léhmann.

Embora não volte há mais de duas décadas para recolher indícios sobre a possibilidade de uma catástrofe ambiental, a ONG WWF também defende que os problemas com o reservatório atualmente nas mãos da empresa privada MAL Produção e Comércio de Alumínio Húngara eram conhecidos antes da tragédia da última segunda-feira (4/10). Fotografias aéreas feitas em junho deste ano teriam revelado a fragilidade da construção.

“É claramente visível nessas imagens que a lama está vazando e que parte da parede do reservatório está enfraquecida”, afirmou Gábor Figeczky, diretor do WWF na Hungria. “O reservatório acabou por romper em outro ponto, mas temos aqui a evidência do comprometimento da construção e da carência de inspeção e cuidados em toda a sua extensão.”

A situação em Kolontár é a pior dentre as cidades atingidas pelo derramamento de 800 mil metros cúbicos de resíduos tóxicos por uma área de 40 Km quadrados. Segundo relatos, a lama tingiu o vilarejo de vermelho em segundos, deixando pouco espaço para manobra. Os moradores se refugiaram nos telhados ou usaram móveis capazes de flutuar, como sofás, para se manterem acima do nível de dois metros de altura atingido pela enxurrada.

Novo vazamento

No sábado (9/10), com a descoberta de uma nova rachadura de 47 centímetros de largura na parede norte do reservatório e a ameaça de mais um despejo tóxico, o doloroso processo de retorno à Kolontár foi outra vez interrompido. Com a ordem para evacuação, moradores buscaram a casa de familiares e amigos nas cidades vizinhas ou se dirigiram para os abrigos improvisados em duas escolas e no estádio de Ajka.

Vista área de Kolontár após a enxurrada de lama tóxica (Foto: MTI)

No domingo (10/10), o secretário do meio-ambiente húngaro, Zoltan Illes, declarou que um novo derramamento é “inevitável”. Uma barreira de 600 metros está sendo erguida a fim de evitar outra enxurrada de lama corrosiva. Cerca de 2,5 milhões de toneladas de resíduos tóxicos permanecem no reservatório danificado.

“Apressamos as obras, pois em dois ou três dias choverá. E, uma vez que chova, a parede norte do reservatório irá ruir e a lama começará a fluir novamente”, disse Illes.

Setenta por cento do muro de contenção estava erguido na manhã desta segunda-feira (11/10). Aos 960 metros já construídos ainda serão somados mais 450 metros. A barreira tem 2,5 metros de altura e 30 metros largura. Segundo Tibor Dobson, porta-voz da Força para Limpeza do Desastre, insistiu que a construção não é temporária e traz uma proteção de longo-termo contra mais acidentes envolvendo o reservatório da MAL.

Trens e ônibus estão preparados para evacuar também a população de Devecser, que tem cerca de 5.400 habitantes. Em coletiva de imprensa, o primeiro ministro húngaro Viktor Orbán garantiu que “não desapontará ninguém nesse tempo difícil”. Um fundo de ajuda às vítimas do desastre ambiental foi anunciado e pessoas de todo mundo podem enviar doações.

Para colaborar com o Magyar Kármentő Alap do exterior, a conta de referência HU 28117940 2222222222 00000000.

Com informações do Opera Mundi

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Destruição dos habitats naturais confina animais em espaços pequenos

Não há estudos, por enquanto, que comprovem as influências das mudanças climáticas na fauna e flora brasileiras. Se com os ursos que vivem no pplo Norte, a ação do calor no derretimento das calotas polares é nítida, aqui os biólogos ainda não têm instrumentos precisos para associar as mudanças de habitat e a mortandade de árvores ao clima. Mas as alterações na vegetação e na vida dos animais silvestres são percebidas bem próximas de nós.

O exemplo mais expressivo está na identificação, durante um ano, de muito mais espécies numa reserva legal de apenas um quilômetro quadrado, no Bairro do Itapeti, em Mogi das Cruzes (SP), do que o apurado em quase cinco anos no Parque Municipal, com seus 352 hectares de extensão e que figura como a principal área de proteção ambiental do Alto Tietê. Mais impressionante, ainda, são as pegadas, que tudo indica que sejam de onça-parda, encontradas pelos pesquisadores dentro da reserva.

Os indicativos da presença de onça-parda na região surgiram já há alguns anos e partiram, inclusive, de moradores do Bairro da Volta Fria, que têm o privilégio de viver nas proximidades da área protegida. As pegadas identificadas pelos pesquisadores nos últimos meses reforçam a tese de que o Alto Tietê é mesmo habitat do felino. Não seria surpreendente se levada em conta apenas a rica biodiversidade que a região ainda consegue preservar. Mas o curioso é que, historicamente, um casal de onça-parda precisa de uma área de pelo menos 90 km2 para sobreviver. A Serra do Itapeti inteira, da divisa com Suzano até Guararema, tem 52 km2, pouco mais da metade do que o habitat ideal deste felino.

“Isso mostra que a onça-parda está confinada num espaço muito menor por causa da fragmentação das matas. A fauna está se refugiando onde ainda há floresta”, comprova o biólogo mogiano Pedro Tomasulo. “Embora a gente saiba que é uma tendência, é prematuro ainda dizer que essa mudança de comportamento decorre do aquecimento global. Ele deve contribuir sim, mas hoje é mais fácil atribuir isso, por exemplo, ao avanço da urbanização”, pondera.

Segundo ele, o fato de um número muito superior de espécies ter sido levantado em um ano, na reserva que pertence à Pedreira Embu (colada à Estação Ecológica do Itapeti), do que em cinco anos no Parque Municipal, é ruim porque mostra o confinamento da fauna em espaços pequenos por conta da destruição dos habitats naturais dos bichos. “Encontramos uma variedade muito grande em anfíbios e répteis, além das pegadas da onça-parda. Ou seja, onde ainda há mata protegida, a diversidade é grande, por isso, a importância de se proteger os espaços verdes existentes”, ressalta o biólogo.

Além do habitat para animais, o pesquisador pontua a importância das florestas para reduzir o avanço do aquecimento global, já que as árvores são grandes retentoras do gás carbono, um dos principais componentes do efeito estufa. “O tronco de uma árvore pode armazenar o gás carbônico durante séculos. Mas sem as árvores, o acúmulo de carbono vai para a atmosfera”, explica.

O fato de Mogi das Cruzes, segundo o último Inventário Florestal da Vegetação Natural do Estado de São Paulo, de 2007, ter 22,8% do seu território ainda coberto por vegetação natural – uma das cinco mais significativas reservas ambientais paulistas e distribuídas em 954 áreas (fragmentos) – é apontado por Tomasulo como o responsável pela qualidade do ar que o município preserva e que o torna superior a muitas outras localidades mais desenvolvidas economicamente.

Fonte:  O Diário de Mogi

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Três onças-pardas são monitoradas na região dos reservatórios das usinas Amador Aguiar

O Consórcio Capim Branco Energia (CCBE) realiza o monitoramento da onça-parda na área de influência do Complexo Energético Amador Aguiar. Até o momento, foram registradas três onças em diferentes regiões, através das câmeras fotográficas instaladas na mata. Além desta espécie, o equipamento também registrou jaguatiricas, catetos, macacos, veados, tamanduá-bandeira e mirim, irara, tatus e cachorros-do-mato.

A coordenadora do projeto, Fernanda Cavalcanti, afirma que é cedo para conclusões sobre o estudo. “Mesmo porque ainda não temos nenhum animal capturado. Mas a fauna de mamíferos registrada até agora era a esperada para a região e estamos satisfeitos com isso”, explica.

O projeto, que tem como objetivo avaliar a situação da espécie na área para elaborar um plano de manejo adequado à preservação, ainda está na primeira fase de execução, que é de instalação de armadilhas fotográficas. Tais equipamentos são colocados em pontos estratégicos, como áreas de Reserva Legal e na unidade de conservação Parque Estadual do Pau Furado. O registro fotográfico permite estimar tanto a densidade populacional da onça-parda como de várias outras pertencentes à fauna nativa da região.

Também nesta etapa são realizadas entrevistas com proprietários rurais, objetivando uma troca de informações, já que os mesmos comparecem ao campo com frequência. Em contrapartida, os biólogos estarão passando informações que podem ajudar a manter as criações domésticas saudáveis e seguras sem afetar a produção.

A próxima fase do monitoramento é a instalação de armadilhas para captura dos animais e implantação de rádios-colares (GPS). O trabalho, que será desenvolvido ao longo de 24 meses, também busca estimar a área de vida e verificar o uso do habitat dos felinos na região influenciada pelo Complexo Energético Amador Aguiar. “Outra finalidade importante do projeto é promover, através da educação ambiental, a desmistificação de preconceitos errôneos a respeito dos mamíferos carnívoros e divulgar a fauna do Cerrado”, destaca Simone Mendes, bióloga do CCBE.

O monitoramento da onça-parda contempla uma das fases do Programa de Monitoramento de Espécies Ameaçadas de Extinção, condicionante da Licença de Instalação (LI), proposto pela Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam).

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