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ONG inglesa pede o fim da exploração de renas em decorações com trenós no Natal

Getty Images/Istockphoto
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Renas não devem ser usadas nos trenós de Papai Noel porque ficam estressadas demais, alerta a Sociedade Real para a Prevenção da Crueldade aos Animais (RSPCA), a maior e mais antiga ONG do Reino Unido.

Durante o período festivo, pessoas de todo os lugares planejam visitar as atrações de Natal em feiras e shopping centers locais, muitos dos quais mantêm rebanhos de renas como parte das atrações do feriado.

De acordo com a RSPCA, existem cerca de 1.500 renas vivas usadas em atrações festivas apenas no Reino Unido, e pode parecer um tratamento inocente, mas a ONG afirma que a prática pode fazer muito mal aos animais, levando-os a se estressarem, ficarem indispostos e perderem peso.

A ONG afirma que as renas são frequentemente mantidas em pequenas cercas, o que as deixa ansiosas e pode levar a vários problemas de saúde, como chifres deformados, baixa fertilidade e alta mortalidade de filhotes.

“Entendemos que deve parecer mágico para as pessoas verem uma rena no Natal, mas a realidade é que as renas não são enfeites de Natal e precisam de cuidados especializados, elas se estressam muito facilmente e são muito suscetíveis a uma série de problemas de saúde e bem-estar”. disse o Dr. Ros Clubb, gerente da RSPCA.

“Na natureza, elas estão inseridas em sua própria cadeia alimentar, então escondem naturalmente suas doenças, e estamos preocupados que muitos tutores não percebam que suas renas – que estão participando de eventos festivos estressantes e lotados – estejam fracas ou eles podem não ser capazes de identificar os problemas até que seja tarde demais”.

O especialista acrescentou que o estresse experimentado por renas importadas de outros países pode deixá-las vulneráveis a doenças, acrescentando que “elas não são devem ser mantidas em grupos muito pequenos em espaços confinados”.

“Também existe a preocupação de que aqueles que mantêm um pequeno número de renas nas pequenas propriedades para ganhar dinheiro com elas em eventos sazonais provavelmente não tenham o conhecimento especializado necessário para cuidar adequadamente desses animais”, explicou Clubb.

A RSPCA não é a única organização de direitos animais a considerar o assunto, a PETA vem pedindo boicotes a eventos que “tratam animais como decorações de Natal”.

“O que poderia arruinar a magia da temporada de festas natalinas mais do que ver animais estressados confinados em currais apertados, amarrados ou explorados e forçados a puxar pessoas em trenós?”, disse Elisa Allen, diretora da PETA.

“As renas são animais inteligentes e gentis que devem andar livremente por vastas áreas – não podem ser transportados de um lado para o outro do país como se fossem meros objetos para serem exibidos e admirados em centros comerciais movimentados”.

Tor Bailey, um ativista da ONG Animal Aid, concordou, acrescentando que existem “maneiras muito mais criativas de espalhar a alegria do Natal, sem causar danos aos animais”.

“As crianças não precisam perder nada da diversão. Vamos estender boa vontade e amor incitados pela época natalina a todos, incluindo animais “, disse ela. As informações são do Independent.

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Renas são amarradas e forçadas a puxar trenó em shopping center

Foto: Instagram
Foto: Instagram

Duas renas foram acorrentadas a um trenó e puxadas ao redor de um shopping durante um desfile de Natal que provocou indignação e revolta nos clientes do local.

O Shopping Grafton Shoppingworld, no norte de Nova Gales do Sul, na Austrália, realizou seu desfile festivo anual na quinta-feira (5).

As renas foram desfiladas pelos manipuladores por duas horas, enquanto estavam acorrentadas ao trenó e conduzidas por uma corda.

As crianças paravam repetidamente os animais para que pudessem tirar uma foto como lembrança do feriado com elas.

Mas os usuários das mídias sociais demonstraram descontentamento com o episódio e disseram que a gerência do centro deveria ter “vergonha de si mesma” por patrocinar tal ato “nojento”.

Uma pessoa disse em um comentário: “Qualquer lugar que explora animais dessa maneira não é um lugar onde eu faria minhas compras. Vocês deveriam ter vergonha de si mesmos”.

Foto: Instagram
Foto: Instagram

“Todos os outros shopping centers conseguem celebrar perfeitamente o Natal sem trazer renas reais a um ambiente não natural. Repugnante”.

Outra pessoa disse: “O Grafton Shoppingworld decidiu que o abuso de animais é um grande presente para as pessoas neste Natal. Eles acorrentaram renas para divertir as pessoas”.

Outro comentarista nada satisfeito com a situação disse: “É necessário colocar esse pobre animal no shopping lotado e barulhento? Não. É crueldade com animais”.

Foto: Instagram
Foto: Instagram

Mesmo assim, o Grafton Shoppingworld disse ao 7news.com.au que o evento foi “bem recebido” e os animais foram tratados adequadamente e que o shopping possui ar-condicionado”.

“Eles foram puxados por uma equipe de manuseio registrada na RSPCA (entidade de proteção animal), amarrados a um trenó e pais e filhos tiveram a oportunidade de acariciar os animais sob a supervisão de seus tratadores na conclusão do desfile”, disse o porta-voz do shopping.

“O Grafton Shoppingworld garantiu que a equipe de manejo cumprisse os protocolos de gerenciamento dos animais e estivesse satisfeita com os cuidados prestados às renas durante sua breve aparição”.

Foto: Animal Logic
Foto: Animal Logic

O Grafton Shoppingworld disse que as renas ficaram nas lojas por duas horas e eram alimentadas e bebiam água oferecida pelos manipuladores.

O Daily Mail Australia entrou em contato com Grafton Shoppingworld para obter comentários adicionais. As informações são do Daily Mail.

Foto: Blendspace
Foto: Blendspace

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Centenas de renas morrem devido às mudanças climáticas

Por Rafaela Damasceno

Cerca de 200 renas morreram no Ártico, no arquipélago norueguês de Svalbard. As mudanças climáticas fazem com que chova muito mais na região do que o usual, formando camadas de gelo sobre a grama e dificultando a alimentação das renas, que morrem de fome.

Várias renas correndo na neve
Foto: Anadolu Agency / Getty Images

As mortes foram registradas pelo Instituto Polar Norueguês durante o mapeamento anual das renas selvagens das ilhas. A alta taxa de mortalidade foi atribuída à falta de comida causada pelas mudanças climáticas, duas vezes mais rápidas no Ártico do que no restante do mundo.

Além da grama, as renas também se alimentam de um líquen extraído da neve pelos seus cascos. As geadas e os degelos formam camadas de gelo impossíveis de serem penetradas pelos animais, o que acaba tornando impossível extrair o líquen do chão.

As populações de renas no arquipélago da Noruega também dobraram de tamanho desde os anos 80, chegando agora a 22.000 animais, o que também diminui a quantidade de alimento.


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A extinção das renas e a luta para preservá-las

Desde 2007 a província canadense de British Columbia decidiu colocar em prática os planos para salvar os últimos caribus de montanha do mundo, uma espécie de rena selvagem.

Foto: BC FLNRO

Em uma entrevista, o Oficial de Assuntos Públicos Dawn Makarowski, confirmou que os biólogos do governo provincial realocaram com sucesso três renas das manadas de South Selkirk e South Purcells para Revelstoke na semana passada.

O animal remanescente de Selkirk do Sul e outros dois do rebanho de Purcell do Sul foram transferidos para uma instalação perto de Revelstoke para protegê-los dos predadores. As informações são do World Animals News.

“Na semana passada, só conseguimos capturar e mover três renas restantes das manadas ameaçadas. Não conseguimos recuperar os outros três”, disse Makarowski à WAN.

Ainda não foi possível resgatar em segurança os outros animais, entre eles um macho de um ano, nos Purchas do Sul.

Foto: BC FLNRO

Dos 54 rebanhos de renas, nas montanhas do sul da Colúmbia Britânica, infelizmente, dois estão em risco de extinção, pois agora há apenas seis animais restantes entre eles.

“Os animais realocados ficarão na instalação, onde terão chance de sobrevivência, até que possam ser libertados na natureza”.

Todos os três animais capturados estão em boas condições de saúde. As autoridades têm esperanças que eles possam se juntar ao rebanho Columbia-North, que tem uma população estimada de 147 renas. Eles serão monitorados de perto para determinar o momento certo para liberá-los de volta à vida selvagem.

A Província está investindo US$ 27 milhões nos últimos três anos para desenvolver e implementar um extenso Plano Provincial de Recuperação das Renas que incluem: proteger as remanescentes na província, aumentar a proteção do habitat em locais selecionados, restauração de habitats, alimentação suplementar, manejo primário de presas, manejo de predadores e aprimoramento de pesquisa e monitoramento.

Cerca de 400 mil hectares de florestas no sudoeste da província da costa do Pacífico foram acrescidos a uma zona já protegida de 1,8 milhão de hectares, uma superfície global que representará duas vezes o tamanho da Jamaica.

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Renas são exploradas em evento natalino em hospital infantil na Austrália

Os jovens pacientes do Hospital Infantil de Queensland, na Austrália, alguns com formas raras de câncer, estavam tirando fotos com os animais vestidos como as renas do Papai Noel.

Foto: Brisbane Times | Lydia Lynch
As crianças foram interrompidas quando um grupo de oito ativistas dos direitos dos animais começou a filmá-los e distribuíram panfletos sobre a crueldade contra os animais.
A polícia logo interveio e ordenou aos manifestantes que atravessassem a estrada, onde continuaram a assistir às celebrações antes de serem levados adiante.
Um manifestante chamado Daniel Heggie explicou por que queria tanto expressar suas preocupações. As informações são do Brisbane Times.
“Sob os trajes e o trenó, esses veados são animais explorados. Alguém tem que falar em nome do cervo, porque eles não tem voz.”
Os manifestantes foram condenados nas redes sociais por muitas pessoas que discordaram da escolha de tempo e do local.
Maddison, de 6 anos, que foi diagnosticada com uma forma agressiva de câncer há 18 meses, estava entre os pacientes que participaram da comemoração e sua mãe, Vanessa Challen, explicou como sua filha estava tão animada para conhecer os animais.
“Significa o mundo para nós ter essa experiência. Tivemos um grande susto com os exames de Maddison na semana passada, então isso a deixou muito feliz “, disse ela.
Apesar da interrupção, pais e filhos presentes no dia disseram que gostaram das festividades.
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População de renas cai em mais da metade no Ártico

De acordo com pesquisas, a população de renas selvagens no Ártico caiu em mais da metade nas últimas duas décadas.

Um novo relatório sobre o impacto da mudança climática no Ártico revelou que os números caíram de quase 5 milhões para cerca de 2,1 milhões de animais.

Ele foi divulgado na reunião da American Geophysical Research Union. Os dados revelaram como os padrões climáticos e as mudanças na vegetação estão tornando a tundra do Ártico um lugar menos hospitaleiro para a espécie.

As renas e os caribus são da mesma espécie, mas os vastos rebanhos selvagens no norte do Canadá e no Alasca são chamados de renas.

São esses rebanhos que estão sendo mais prejudicados, de acordo com cientistas que monitoram seus números.

Alguns rebanhos diminuíram em mais de 90% – “declínios tão drásticos que a recuperação não está à vista”, afirmou este Boletim do Ártico.

Mais da metade da população das renas no Ártico caiu devido a consequências da mudança climática (Foto: Pixabay)

Howard Epstein, um cientista ambiental da Universidade da Virgínia e um dos pesquisadores científicos do Boletim do Ártico, disse à BBC News que o aquecimento na região não mostrou sinais de que irá diminuir.

“Nós vemos um aumento da seca em algumas áreas devido ao aquecimento do clima, e o aquecimento em si leva a uma mudança de vegetação”.

O líquen que o caribu gosta de comer cresce no nível do solo. “O aquecimento significa que outras vegetações mais altas estão crescendo e os líquenes estão sendo superados”, disse ele à BBC News.

Outra questão é o número de insetos. Ele afirma que os climas mais quentes significam apenas mais insetos no Ártico.

“Se está quente e com pouco vento, os insetos são opressivos e as renas gastam energia tirando os insetos de seu corpo ou encontrando lugares onde possam se esconder dos insetos”.

A chuva também foi apontada como um problema. O aumento das chuvas no Ártico, muitas vezes caindo em solo nevado, leva a camadas geladas duras e congeladas que cobrem a vegetação que as renas se alimentam.

Essa camada criada pela chuva impossibilita os animais de passarem seus narizes para alcançar sua comida.

O Boletim do Ártico revelou que a região estava entrando em território desconhecido devido às mudanças climáticas.
Mas os cientistas dizem que abrimos a porta para o “congelador do mundo” e a crescente evidência sugere que o aquecimento no Ártico continuará.

O objetivo desta e de outras pesquisas na região é entender seus impactos e aprender como se adaptar a um clima em mudança.

O relatório, compilado pela Administração Nacional Oceanográfica e Atmosférica dos EUA (Noaa), está agora em seu 13º ano e a gerente do programa de pesquisa do Ártico, Emily Osborne, disse que a região agora está em “território inexplorado”.

“Em todos os anos de publicação do boletim, vemos a persistência do aquecimento continuar a subir”, disse ela. “E isso está contribuindo para eventos climáticos extremos em outras partes do mundo”.

Alguns outros pontos-chave do relatório incluem:

Poluição por plásticos: uma pequena contaminação por microplásticos está em ascensão no Ártico, representando uma ameaça às aves marinhas e à vida marinha que pode ingerir detritos.
Temperatura do ar: Nos últimos cinco anos (2014-18), as temperaturas superaram todos os recordes anteriores desde 1900.
Descarga do gelo do mar: Em 2018, o gelo do mar Ártico permaneceu mais jovem, mais fino e cobria menos área do que no passado.
Florações tóxicas: As condições do Oceano Ártico estão coincidindo com uma expansão das proliferações de algas nocivas no oceano, que ameaçam as fontes de alimento.

Cientistas revelaram que as geleiras da Antártida Oriental começaram a “acordar” e mostrar uma resposta ao aquecimento. Esta é uma evidência de mudanças sem precedentes motivadas pelo clima no topo e no fundo do planeta.

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Fazenda é criticada por utilizar renas reais como atrativo em eventos de Natal

Defensores dos animais criticaram a decisão de uma fazenda de utilizar duas renas como atrativos em eventos de Natal, no Reino Unido.

Eles levantaram preocupações de que os animais seriam obrigados a participar e interagir com humanos no evento barulhento, em uma experiência estressante e perturbadora.

A fazenda Tapnell Farm Park anunciou que duas renas estariam no local de 21 a 23 de dezembro. Os animais ficariam em exibição durante quatro horas e meia por dia.

De acordo com o estabelecimento, grupos de 12 pessoas com crianças e adultos revezariam para interagir com as renas.

Fazenda quer utilizar duas renas para interação e entretenimento humano em evento natalino (Foto: Pixabay)

Sandra O’Toole, que administra a página no Facebook da Isle of Wight Vegans e o restaurante Vegan, em Ventnor, pediu que as pessoas boicotem o evento.

Sandra compartilhou uma carta da organização de defesa dos animais Animal Aid e pediu que as pessoas a enviassem para o Tapnell Farm Park.

“Fiquei chocado ao ver que o Tapnell Farm Park está planejando para exibir renas vivas como parte das celebrações festivas deste ano. Como residente local, eu absolutamente faço uma objeção a isso”, ela escreveu.

Ela aponta que eventos como esses atrairão uma multidão de pessoas muitas vezes barulhentas e excitadas, o que pode causar grande sofrimento aos animais.

“Eles são frequentemente submetidos a um regime de viagens extensivo, sendo transportados para cima e para baixo do país para serem usados ​​como entretenimento em currais”.

“Nos bastidores eles são incapazes de percorrer as vastas distâncias que poderiam percorrer na tundra do Ártico, seu habitat natural”, ela completa.

A Animal Aid disse que as renas mantidas em cativeiro nem sempre têm espaço suficiente para pastar e algumas sofreram com a perda da pele, com partes dela exposta e crua. Ainda sofrem de desnutrição e condições nervosas e debilitantes.

Entre 2014 e 2017, a organização afirma que 571 renas foram importadas para o Reino Unido de países como Noruega, Finlândia e Suécia.

O diretor-executivo da Wildlife Aid Foundation, Simon Cowell, também mostrou oposição com a atividade. “Os animais não devem mais ser usados ​​como objetos de entretenimento. É cruel e degradante”.

“Agora é hora de parar com a prática bárbara de usar animais em eventos de Natal. Gostaria de apelar aos organizadores para que ponham fim ao evento proposto”.

“Também exorto os membros da comunidade a não apoiarem eventos como estes e encontrarem outras formas mais amigáveis ​​para os animais de aproveitar o período festivo”.

 

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A batalha para salvar o único rebanho de caribus na fronteira foi perdida. (Foto: David Moskowitz)
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Caribus, conhecidos como fantasmas cinzentos, podem não existir mais

Um caribu das montanhas, do rebanho de Selkirk, na fronteira Estados Unidos-Canadá, pode ter sido extinto, já que especialistas dizem que apenas três dos chamados fantasmas cinzentos permanecem vivos. Assume-se, portanto, que a batalha para salvar o único rebanho de caribus na fronteira foi perdida.

A batalha para salvar o único rebanho de caribus na fronteira foi perdida. (Foto: David Moskowitz)
A batalha para salvar o único rebanho de caribus na fronteira foi perdida. (Foto: David Moskowitz)

O rebanho de Selkirk já estava desaparecendo nos últimos anos, e uma pesquisa aérea comprovou o fato de que as montanhas, no norte de Idaho, demonstram diminuições dos caribus, animais agora considerados “funcionalmente extintos”.

Em 2009, o rebanho, o mais austral da América do Norte, tinha aproximadamente 50 animais e estava com um declínio em sua população. Oficiais da vida selvagem no Canadá haviam iniciado um último esforço para proteger os fantasmas cinzentos, mas a causa da extirpação desse rebanho e do declínio de outros no Canadá foi principalmente o desenvolvimento industrial local, segundo especialistas. A informação é do The NY Times.

Um biólogo da vida selvagem da Universidade de Montana, Mark Hebblewhite, afirmou, em entrevista ao The New York Times: “A perda funcional deste rebanho é o legado de décadas de má gestão governamental em toda a escala dos caribus”.

A Colúmbia Britânica, província canadense, “permitiu a extração de madeira, a construção de estradas, a recreação insustentável, o desenvolvimento de petróleo e gás e a mineração de continuar no habitat dos caribus da montanha”, acrescentou Mark. “O desfecho foi muito previsível”.

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Caçadores matam renas exploradas em atração de Natal na Irlanda

 

Foto: Shutterchock

Os funcionários do local ficaram chocados quando foram verificar um cervo. Os animais tinham desaparecido e havia sangue por toda parte. Eles também encontraram uma bala em uma árvore.

Segundo o Metro, um membro da equipe, que quis permanecer anônimo, informou: “Elas foram baleadas e arrastadas”. Acredita-se que os animais foram baleados na noite anterior, segundo o Times.

Paul Cullen, que criou os animais, se recusa a acreditar que os caçadores não sabiam que as renas estavam em um recinto. “Foi apenas um comportamento fajuto”, disse ele.

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Imagens incríveis

Renas: magia além do Natal

A mágica e fantasia que envolve as renas o período natalino já estão incutidas no imaginário popular, mas muitas pessoas não sabem o quanto estes são animais incríveis e interessantes.

Renas são totalmente adaptadas para climas árticos e vivem principalmente no Canadá, Alasca, Rússia, Escandinávia e Islândia. Sofrem com a perda de seus habitats devido às mudanças climáticas e pela caça.

Elas possuem uma pele tão aquecida, que podem sofrer de hipertemia em locais mais quentes que seus espaços naturais. Veja abaixo uma foto incrível de uma manada de renas feita pelo fotógrafo Staffan Widstrand.

Foto: Staffan Widstrand
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Mais de cem renas morrem atropeladas por trem na Noruega

Mais de cem renas morreram atropeladas por um trem, em poucos dias, no norte da Noruega. Os rebanhos são levados pelos fazendeiros, neste período de aproximação do inverno no país, para regiões mais quentes ao sul, em busca de pastagens, informa a AFP.

Renas morreram atropeladas por trem (Foto: JOHN ERLING UTSI / AFP)

A rádio norueguesa NRK classificou o caso como um “banho de sangue”. Recentemente, 65 renas morreram após serem atropeladas. Nos dois dias anteriores, outros acidentes levaram à morte 41 renas de forma similar.

“Estou tão bravo que minha cabeça dá voltas” — disse Ole Henrik Kappfjell, tutor das 65 renas mortas. “É uma tragédia animal absurda, é um pesadelo psicológico o que estamos vivendo”.

O trajeto feito pelas renas, guiadas pelos fazendeiros, durante a chegada do inverno, é perigoso. Os tutores pedem às autoridades que instalem barreiras metálicas ao longo da via, para impedir que os animais acessem os trilhos.

O país conta com cerca de 250 mil renas, sendo que mais de 2 mil morreram atropeladas nesta linha férrea entre 2013 e 2016.

O documentarista Jon Erling Utsi registrou o último acidente. As renas foram encontradas por ele caídas na neve, algumas ainda vivas, que tiveram que ser sacrificadas por estarem gravemente feridas.

“Foi um pesadelo para ver. O pior é que os animais que não morreram no acidente, se deitaram lá, sofrendo. Era um banho de sangue de vários quilômetros”, lamentou Utsi.

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