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Rinocerontes têm chifres removidos para protegê-los de caçadores na África do Sul

Pixabay

Com a caça crescente de rinocerontes, fator que vem ameaçando a maior colônia da espécie, localizada na África do Sul, a organização Save the Rhino organizou uma campanha de prevenção com o objetivo de evitar a prática.

A iniciativa retira os chifres dos animais, de forma indolor e não prejudicial à saúde, para eliminar o interesse dos caçadores, os quais comercializam por preços entre 60.000 e 80.000 dólares o quilo no mercado negro. Na maioria dos casos, os compradores vêm de países do continente asiático, o qual enxerga esse material como um símbolo de status econômicos e detém propriedades medicinais, de acordo com eles.

O procedimento de remoção dos chifres dos rinocerontes é complexo e conta com a participação de um grupo com cerca de 20 pessoas, incluindo veterinários especializados e pilotos de helicópteros. Os animais são localizados e recebem uma dose de sedativo, além de terem os olhos cobertos para evitar assustá-los. Segundo a Save the Rhino, a operação não interfere no comportamento ou autodefesa dos animais após ter passado pela cirurgia.

Por mais que a medida tenha sido efetiva em ocasiões anteriores, a caça desses animais ainda é intensa e seus defensores pedem que os rinocerontes possam estar a salvo dos caçadores em abrigos seguros a todo o momento.


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Protetores do RJ lutam por casinhas para gatos em parque após remoção feita pela prefeitura

Após um vereador intervir, as casinhas foram devolvidas aos gatos, mas não puderam ser colocadas no local onde estavam originalmente devido a uma proibição do Iphan, instituto responsável pelo tombamento do parque


Protetores de animais que, voluntariamente, cuidam de gatos abandonados no Campo de Santana, um parque no Rio de Janeiro, estão travando uma batalha para conseguir manter no local casinhas compradas pela professora aposentada Dona Ione Franco, de 80 anos. Internada devido a problemas de saúde, a educadora pediu que as casinhas fossem mantidas no parque para que ela “ficasse em paz”. A prefeitura, no entanto, retirou os abrigos dos animais – o que gerou revolta na população, levando o caso a viralizar nas redes sociais.

Há mais de 30 anos a aposentada ajuda a cuidar dos mais de 300 gatos que vivem em situação de abandono no parque. Tirando dinheiro do próprio bolso, ela e e os demais protetores compram alimento e medicamentos para os animais.

Agência O Globo

A própria gerência do Campo de Santana admitiu ao jornal Extra que Dona Ione tenta colocar casinhas no local desde 2004. No entanto, o tombamento do parque pelo Iphan e Inepac impedem que sejam feitas modificações no local que alterem a estrutura e o visual do ambiente sem autorização prévia.

A atitude dos institutos e da prefeitura são reprovadas pelo vereador Marcos Paulo Costa da Silva (PSOL), que é membro da Comissão do Direitos dos Animais da Câmara e acompanha o caso dos gatos do Campo de Santana. Os problemas do local, segundo ele, começam com a falta se segurança, o frequente abandono de gatos e a falta de castração.

“A prefeitura disponibiliza as vagas, mas não oferece transporte e auxílio com o pós-operatório. Esses cuidadores já gastam muito dinheiro ajudando esses animais, o que é um dever do município, eles não tem como arcar com o transporte de vários animais. Não adianta disponibilizar as vagas se os gatos não conseguem chegar até o centro de castração, não tem estrutura pós operatória. Falta, também, estrutura para impedir o abandono desses gatos. Além da falta de segurança, que expõe todos os cuidadores”, criticou.

Ele considera o número de casinhas muito baixo para a quantidade de gatos que vivem no local e afirma que prover abrigos aos animais diminuiria o número de doenças e, por consequência, reduziria os gastos dos protetores.

“São 400 gatos para quatro casinhas. É pouco. A prefeitura deveria confeccionar ou comprar essas casas para amparar esses animais. É injusto que as pessoas comprem com o próprio dinheiro. Não só a casa, mas os alimentos, os remédios. São voluntários que fazem muito esforço para cumprir um papel que é da prefeitura. O mínimo que a prefeitura deveria fazer é reconhecer o trabalho desses cuidadores e permitir que essas casas permaneçam no Campo de Santana”, disse.

O parlamentar criticou ainda o descaso da prefeitura ao não realizar nenhum tipo de ação para tentar negociar com o Iphan a favor dos animais.

“Desconhecemos um esforço da prefeitura para interceder a favor dos animais e protetores. Nós cobramos para permanecer com as casas e eles jogam a bola para o Iphan, sem tentar uma negociação. O problema é maior do que só as casinhas. É claro que a prefeitura não tem como obrigar o Iphan a nada, nem desobedecer às ordens do instituto. Mas ela não se mostra disposta em nenhum momento. Se todas as possibilidades de negociações se esgotarem, tudo bem”, afirmou.

A gerência do Campo de Santana informou que aproximadamente 15 gatos são castrados por mês e que o transporte não é custeado pela prefeitura, que é feito com ajuda dos próprios funcionários do parque. Os remédios são pagos pelos protetores. No parque, segundo a gerência, há um espaço para o pós-operatório dos animais, mas é necessário encontrar um local maior para que um mutirão de castração possa ser feito.

De acordo com a gerência, uma campanha de conscientização está sendo lançada contra o abandono de animais, que o parque admite que é recorrente. Dois funcionários, disponibilizados pela prefeitura, cuidam dos animais no local, ainda segundo a gerência.

Reprodução/Jornal Extra

No que se refere às normas estabelecidas pelo Iphan, a gerência afirma que não pode argumentar e legislar.

Uma reunião entre a administração do parque e protetores de animais, para tratar da questão das casinhas, foi marcada para esta quinta-feira (10). No entanto, após o vereador Luiz Carlos Ramos Filho, presidente da Comissão de Defesa dos Animais, pedir ao prefeito Marcelo Crivella para que as casinhas fossem devolvidas aos animais, os abrigos retornaram ao parque, porém em outro local.

A gerência do parque alegou que mudou as casinhas de lugar por conta do mau tempo, mas que as deixou em um ambiente ao qual os gatos têm acesso. Disse, porém, que devido à determinação do Iphan, os abrigos não poderiam voltar ao local original.

“Em um primeiro momento, nós vamos voltar com as casinhas. Vamos ver se vamos receber uma notificação do Iphan, mas também vamos oficiar a instituição pedindo sensibilidade, já que as casas não tem nenhum tipo de influência na estética do parque e são móveis”, disse o vereador.

O parlamentar foi o responsável por solicitar uma reunião entre os protetores de animais, o presidente de Parques e Jardins, Fernando Gonzales, e Subsecretaria de Bem Estar Animal (Subem). Os envolvidos conversaram nesta quinta-feira e decidiram que a Subem irá dialogar com os institutos para buscar um modelo adequado de abrigo para os gatos do parque.


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Justiça proíbe que casinhas de cães sejam retiradas de calçada em Porto Alegre (RS)

O juiz Eugênio Couto Terra considerou que os animais são “seres sencientes e possuidores de uma dignidade que precisa ser protegida”


A 10ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, proibiu que a prefeitura retire de uma calçada do bairro Jardim do Salso três casinhas de cachorros comunitários. A decisão, publicada na segunda-feira (2), reforça uma liminar anterior que teve parecer semelhante. A prefeitura informou que vai recorrer.

Foto: Reprodução/RBS TV

A administração municipal se baseia em uma lei municipal que afirma que a passagem de pedestres ou carros não pode ser obstruída. No entanto, o juiz Eugênio Couto Terra descartou a possibilidade das casinhas atrapalharem os pedestres após analisar fotos da rua onde as casinhas foram colocadas. Ele considerou também os cuidados que cerca de 15 cães recebem dos moradores no local.

“Os cães atendidos pelos cuidados da população, a princípio, estão muito melhor cuidados que os que se encontram sem qualquer suporte pois são alimentados, recebendo ainda cuidados veterinários, e higienização dos locais”, afirma o magistrado.

O parecer do juiz reforça também que a legislação veda o tratamento cruel aos animais e que eles são “seres sencientes e possuidores de uma dignidade que precisa ser protegida”.

Caso a prefeitura retire as casinhas do local, terá que pagar multa de R$ 20 mil por remoção. A decisão judicial é resultado de uma ação civil pública movida pelo Movimento Gaúcho da Defesa Animal (MGDA) após a prefeitura determinar a retirada dos abrigos dos cães devido a reclamações de moradores da região.

A decisão da Justiça desagradou a prefeitura, mas foi motivo de comemoração para moradores do condomínio Tulipa responsáveis por disponibilizar as casinhas aos cães.

“Há uma consciência mundial de que os cães fazem parte da nossa vida, da nossa família”, afirmou ao G1 Rosana Pereira de Oliveira, síndica do condomínio. Segundo ela, a decisão pode incentivar moradores de outras regiões da cidade a fazerem o mesmo.

Além de receberem abrigo, os cães comunitários do bairro são alimentados, vacinados e, segundo Rosana, muitos deles foram adotados.

Nota da prefeitura

A prefeitura reitera o entendimento de que a calçada não é lugar para construções e nem a rua é espaço adequado para criação de animais. Diante disso, vai recorrer da decisão liminar do juiz da 10ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, Eugênio Couto Terra, que determinou que o Município de Porto Alegre se abstenha de remover ou transferir de local as casinhas de cachorro comunitárias localizadas no Bairro Jardim do Salso.

Os atos administrativos que embasaram o pedido de remoção das casinhas respeitam as regras do mobiliário urbano da Capital.

A Prefeitura lembra que o passeio público é destinado à circulação de pessoas, instalação de placas de sinalização, postes de luz, paradas de ônibus, lixeiras e hidrantes, ao plantio de árvores e a outros itens de mobiliário urbano com uso compartilhado coletivamente.

A política pública adotada pelo município para a saúde e o bem-estar animal trabalha no controle populacional, albergagem temporária e adoção, associada à guarda responsável. A castração permite a redução dos animais errantes, auxilia também no controle sobre a redução das zoonoses dentro de um conceito de Saúde Única (animal, humana e ambiental).


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Canadá esta prestes a aprovar duas leis históricas sobre direitos animais

Foto: Jim Abernethy/University of Miami Rosenstiel School of Marine & Atmospheric Science
Foto: Jim Abernethy/University of Miami Rosenstiel School of Marine & Atmospheric Science

A luta em prol dos animais tem sido difícil, às vezes até mesmo desanimadora, para os incansáveis ativistas pelos direitos animais canadenses, mas eles estão prestes a ter uma notícia muito boa.

E melhor ainda para os animais que os ativistas há muito procuram proteger e nutrir.

Duas leis históricas estão prestes a passar no Parlamento do Canadá.

Foto: Associated Press/Micronesian Shark Foundation
Foto: Associated Press/Micronesian Shark Foundation

Um proíbe a importação de barbatanas de tubarão para o país; e a outra proíbe baleias e golfinhos de serem mantidos em cativeiro.

Foi a proibição da barbatana de tubarão que veio na calada da noite.

O Canadá proibiu o a prática do finning (prática cruel de arrancar as barbatanas de tubarões) em águas territoriais em 1994, mas nunca proibiu sua importação.

Foto: Beawiharta/Reuters
Foto: Beawiharta/Reuters

Atualmente o país é o terceiro maior importador de barbatanas de tubarão fora da Ásia, perdendo apenas para a China e Hong Kong.

No ano passado, o Canadá importou mais de 148 mil quilos de barbatanas de tubarão, no valor estimado de 3,2 milhões de dólares.

Em 2018 em todo o mundo, 73 milhões de tubarões foram mortos.

Sopa de barbatana de tubarão, uma iguaria considerada símbolo de status nas comunidades asiáticas Foto: Kin Cheung/The Associated Press
Sopa de barbatana de tubarão, uma iguaria considerada símbolo de status nas comunidades asiáticas Foto: Kin Cheung/The Associated Press

A população global de tubarões está agora devastada em cerca de 90%.

Mas uma vitória suada para aqueles que amam animais parece estar no horizonte.

A política tem sido dura e os ativistas tiveram mais do que sua parcela de decepções, mas Camille Labchuk, diretora executiva da ONG Animal Justice, tem sorrido muito nos dias de hoje.

Ela deu a declaração por telefone na quarta-feira em seu escritório em Ottawa.

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Casinhas de cães abandonados têm prazo para serem retiradas da rua em Porto Alegre (RS)

Um prazo para que casinhas de cães abandonados sejam retiradas das ruas de Porto Alegre (RS) foi definido pela prefeitura. Os abrigos ficam no bairro Jardim do Salso, na Zona Leste, e deverão ser removidos em até 10 dias, contados a partir desta segunda-feira (27).

(Foto: TV Pampa)

O prazo foi dado a um condomínio, representado pela síndica Rosana Pereira de Oliveira, que poderá ser multada em pelo menos R$ 4 mil caso não retire as casinhas do local. As informações são do portal O Sul.

Rosana explica que ainda não recebeu a notificação sobre o prazo, mas que está em estado de choque com a desumanidade da administração municipal com os animais abandonados e seus protetores.

“Com essa atitude não é somente as casinhas que estão sendo prejudicadas, e sim todo o trabalho dos protetores, defensores, amigos e cidadãos de bem que ajudam e protegem todos os animais indefesos”, afirma a síndica.

A prefeitura afirmou que sugere três alternativas para que os cães não fiquem desabrigados: a adoção pela síndica, pelo próprio condomínio ou por outras pessoas interessadas em adotá-los, através do abrigo municipal.

Atualmente, aproximadamente 75 cães vacinados e castrados aguardam adoção na Unidade de Saúde Animal Vitória.

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Nova York pode ser o primeiro estado a proibir a remoção de unhas de gatos

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Catster
Reprodução/Catster

Nova York pode ser o primeiro estado a proibir a remoção de unhas de gatos, devido a uma proposta legislativa que tem deixado os veterinários divididos.

Vários veterinários que apoiam a proibição da prática pressionaram os legisladores no Capitólio do estado, relata a Fox8.

Os profissionais alegam que o procedimento, que envolve o corte através do osso, de tendões e de nervos para amputar o primeiro segmento dos dedos da pata de um gato, é desnecessário e cruel.

No entanto, a Sociedade Médica Veterinária do Estado se opõe a proibição, dizendo que o procedimento salva gatos que se coçam rotineiramente de terem suas mortes induzidas.

Segundo o órgão, a decisão de remover as unhas dos animais deve ser feita por tutores e veterinários e não por legisladores.

O projeto de lei está no Senado e na Assembleia, mas a votação ainda não foi agendada.

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Corpo de baleia encontrada morta é removido da Praia de Campo Bom

Baleia foi removida nesta terça-feira (Foto: APA da Baleia Franca/Divulgação)
Baleia foi removida nesta terça-feira (Foto: APA da Baleia Franca/Divulgação)

O corpo de uma baleia da espécie Jubarte, encontrada morta no fim da tarde de segunda-feira (8) na Praia de Campo Bom, em Jaguaruna, no Sul do estado, foi removido e enterrado nesta terça-feira (9). Especialistas levantaram hipóteses mas não confirmaram a causa da morte.

A ONG Projeto Baleia Franca atuou juntamente com a Polícia Ambiental, Prefeitura de Jaguaruna, Universidade Do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) no trabalho de coleta de material e remoção do corpo.

De acordo com Karina Groch, bióloga e diretora do Projeto Baleia Franca, o animal era jovem, media quase 10 metros e provavelmente estava em processo migratório para o Litoral Sul da Bahia, região onde a espécie costuma migrar nesta época do ano para se reproduzir.

A principal hipótese apontada pela bióloga, é de que o animal teria morrido após se enroscar nas redes de pesca que estavam posicionadas nas imediações. Karina também acrescentou que foi realizado um procedimento padrão de limpeza do local e que a praia está liberada para banho.

Monitoramento de espécies marinhas

As regiões monitoradas pela Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, possuem protocolos de monitoramento e procedimentos em caso de encalhe e morte de animais. A entidade atende casos de todos os tipos de espécies marinhas, como leões marinhos, pinguins, golfinhos e baleias, por exemplo.

“É importante que a população avise as autoridades imediatamente em caso de encalhe de animais marinhos” alerta a diretora do Projeto Baleia Franca. A instituição tem mais de 33 anos de atuação e é responsável por monitorar e recuperar as populações das baleias francas na costa brasileira.

Fonte: G1

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Remoção de unhas dos gatos é condenada por profissionais

gato

O que é a remoção de unhas de um gato? Mediante uma operação cirúrgica as unhas dos gatos são removidas, mas, o que poucas pessoas sabem é o quanto este procedimento é prejudicial para os felinos.

A cirurgia chama-se ergotectomia ou onicotomia, dependendo do modo como é feita. É um procedimento complicado e delicado, afinal consiste em amputar a última falange do dedo do gato, a base do tendão retrátil e o luar do nascimento da unha. Após a remoção, as unham não crescerão mais e o que os gatinhos utilizavam antes para arranhar, defender-se e até mesmo brincar, desaparecerão.

Mas porque as pessoas fazem isso? Pensando em seu próprio benefício, tutores de felinos acham que o procedimento não acarreta em consequências graves e vai evitar que o animal arranhe o sofá da sala, poltronas, etc. Na Inglaterra e em Portugal, essa prá­tica é con­si­de­rada “desu­mana” e uma “muti­la­ção des­ne­ces­sá­ria”. No Rio de Janeiro, foi sancionada este ano uma lei que proíbe cirurgias estéticas em animais, entre elas a remoção de cauda, parte das orelhas e também das unhas.

Pelas normas do CRMV (Conselho Regional de Medicina Veterinária), de São Paulo, a cirurgia para retirada de unhas é considerada uma agressão, e o procedimento médico, sujeito à punição. “É uma mutilação, uma violência”, critica o interventor federal do conselho, o veterinário Flávio Prada.

Todos que respeitam e amam gatos sabem o quanto as unhas são importantes para suas atividades diárias. Quando eles acordam, se esticam e fincam as unham no tapete, por exemplo, ajudando a tonificar a parte superior do corpo. Na hora da brincadeira são as unhas que seguram os brinquedos.

O ato de arranhar faz parte da natureza dos gatos e é por meio desta ação que eles liberam o stress, exercitam os músculos, marcam território e caminham, acredite! As unhas são extremamente importantes para o caminhar dos felinos. Se removidas, os gatos são forçados a aprender a caminhar novamente. Consequentemente, eles sofrerão com tensão nas patas e dores em médio prazo.

Importante lembrar que as unhas são o primeiro sistema de defesa dos gatos e se removidas eles ficam vulneráveis aos perigos e situações cotidianas. Imprescindíveis, as unhas são muito importantes para os gatos seguirem com uma vida normal.

Arranhar é uma prática natural e cotidiana para os gatos e existem outras formas de evitar que os moveis sejam danificados por eles. Que tal comprar um arranhador e ajudá-lo a experimentar o novo brinquedinho? Borrifar a erva do gato no arranhador irá despertar o interesse pelo brinquedo e o gato não vai mais querer saber do sofá ou poltrona.

Não remova as unhas dos seus gatos por caprichos e se souber de alguém que submeta o animal a tal procedimento tente evitar.

Remover as unhas dos gatos? JAMAIS. Prefira não ter gatos, se não pode conviver com a natureza destes animais.

Fonte: PetMag

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Inicia-se remoção de carcaça de baleia na Praia de Camburi

BALEIA

A carcaça de um macho de baleia Jubarte, que foi encontrada no começo da manhã desse domingo (5) no final da Praia de Camburi, próximo ao bairro Jardim Camburi, em Vitória, está sendo removida do local em uma operação que começou por volta das 15h30 desta segunda-feira (6). A carcaça, que está em estado de decomposição e se encontra inchada, será arrastada até a areia por um trator, para então ser içada por um guindaste especial e colocada em um caminhão que levará o corpo do animal até um aterro sanitário em Cariacica, como detalhou o subsecretário de Meio Ambiente de Vitória, Paulo Barbosa.

Ainda de acordo com Paulo, a areia que entrou em contato com o animal também será removida para evitar que haja riscos de contaminação aos banhistas. O trânsito na avenida Dante Michelini será interditado assim que o animal estiver pronto para ser colocado no caminhão que o levará até o aterro sanitário.

A carcaça de baleia foi encontrada no início da manhã desse domingo (5), na porção norte da Praia de Camburi, já em estado de decomposição e apresentado inchaço.

O animal, que era um sub-adulto de cinco anos de idade, apresentava uma marca na nadadeira direita, aparentemente de uma mordida, e várias cicatrizes ao longo do corpo, além de vários outros animais agarrados em sua superfície, sobretudo na lombar. De acordo com oceanógrafos presentes no local, era provável que a baleia já estivesse bastante doente antes de vir a óbito.

Como informou Lupércio Araújo, do Instituto Orca, nos casos em que apenas a carcaça do animal morto aparece na praia, o ideal é que este seja enterrado. Entretanto, não há a possibilidade da realização de um trabalho como este em praias urbanas, como é o caso de Camburi, sobretudo por conta do risco de contaminação. O ambientalista também atentou para a grande quantidade de um animal conhecido como piolho de baleia na superfície da carcaça, o que pode indicar que o animal já vinha apresentando baixa imunidade. Nesse domingo, a estimativa era de que o animal já estivesse morto há dois dias.

Ainda de acordo com Lupércio, a ocorrência de animais nessas condições em Camburi é rara, tendo o último registro de Jubarte no local sido em 1987. A aparição de baleias na praia é dificultada pela geografia da enseada, que é muito fechada. Entretanto, como lembra o representante do Orca, outubro é um mês crítico para o desencalhe de baleias, já que é final de temporada e a maioria dos animais já está muito cansada. No mesmo dia, uma outra Jubarte havia aparecido morta em Linhares, no norte do Estado.

BALEIA 2

Fonte: Século Diário

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Dramática remoção de elefantes ameaçados por humanos na África é registrada em documentário

(da Redação)

Foto: National Geographic
Foto: National Geographic

O desmatamento no Parque Nacional de Marahoue na África para a agricultura levou à perda de aproximadamente 80 % do habitat da vida selvagem na região, inclusive para os ameaçados elefantes que viviam na floresta.

Os notoriamente tímidos e famintos elefantes, procurando por comida ou por uma mudança no cenário, passaram a vagar pelas vilas, o que foi considerado uma ameaça pelos moradores e gerou conflitos. Conforme publicado recentemente na ANDA , devido a relatos de violência, o International Fund for Animal Welfare (IFAW) foi chamado para realocar os animais para a Costa do Marfim.

O documentário francês “Eléphants, l’opération de la dernière chance”, lançado recentemente e produzido pela jornalista francesa Olivia Mokiejewski, especialista em meio ambiente e embaixadora da IFAW, contém registros desse resgate dito “épico”, mas que nada mais foi que uma tentativa de “expulsão civilizada” de indivíduos não humanos de uma região que lhes pertencia e à qual pertenciam.

Enquanto o filme mostra os resgatadores como heróis, e eles realmente têm o seu mérito, ele não focaliza no que é de fato importante, que é a origem do problema que levou à necessidade do transporte, nem no status de desolação desses animais e no que eles podem ter sofrido antes, durante e depois do processo onde não há nada que de fato possa ser considerado belo aos olhos dos espectadores. As informações são da Global Animal e do Le zapping du PAF.

Uma história de dois anos e a perda de duas vidas

Foto: National Geographic
Moradores assistem e comemoram o atendimento de seu pedido, que é a retirada de elefante de seu habitat natural (Foto: National Geographic)

Quando os moradores ameaçaram matar os elefantes, o governo da Costa do Marfim interveio em 2012, pedindo à IFAW que ajudasse a resolver o conflito. No entanto, poucos animais foram transportados e, ainda assim, foi um processo extremamente trabalhoso, conforme conta o documentário.

Segundo reportagem da Global Animal, dos estimados 12 elefantes que viviam na área, em uma manada predominantemente de machos, a IFAW capturou seis mas conseguiu transportar com sucesso apenas quatro.

Após ter recebido tranquilizantes, um elefante morreu afogado ao cair em um pântano próximo a Daloa. O outro faleceu por estresse, com um ataque cardíaco.

A equipe da IFAW conta que ficou abalada e entristecida com as mortes. A colaboradora Sissler-Bienvenu postou em seu blog: “Mesmo com todos os protocolos escrupulosamente seguidos, mesmo tendo os melhores profissionais de translocação em nosso negócio, sabemos que o risco de perder um elefante existe. Se esse elefante tivesse ficado em Daloa e se a alternativa de transporte não existisse, ele poderia ser em breve outra vítima do conflito com os humanos”.

Foto: National Geographic
Foto: National Geographic

Ela explicou ainda que o risco de perda na operação também foi grande  devido às circunstâncias difíceis, pois imobilizar um elefante é um processo complexo e ainda mais complicado em uma vegetação densa. “A IFAW, que tem sido envolvida em inúmeros transportes de elefantes na África, é conhecida por colocar o bem estar dos animais em primeiro lugar, e estou certa de que foi feito o impossível para evitar uma situação como essa”.

O projeto de translocação levou mais de dezoito meses para ser planejado e dez dias para ser implementado.

Processo difícil de captura e transporte

O primeiro obstáculo e considerado o mais desafiador foi encontrar os animais, que foi feito com informações de moradores e pelo uso de um helicóptero.

Depois que um elefante era encontrado, ele era tranquilizado por um dardo, lançado a partir do solo ou do helicóptero.

Foto: National Geographic
Funcionário da IFAW atira dardo tranquilizante em elefante (Foto: National Geographic)

“É mais seguro arremessar o dardo de um helicóptero, porque há menos risco de sermos perseguidos por um elefante assustado, o que aconteceu em uma ocasião”, disse Sissler-Bienvenu.

Enquanto o tranquilizante entrava em ação, em cerca de cinco a dez minutos, a equipe seguia o elefante sonolento. “Durante este processo, prestava-se especial atenção ao local onde ele adormecia. Se fosse uma área de floresta densa, tínhamos que limpar um pouco da vegetação para os caminhões terem acesso ao elefante”, complementou Sissler-Bienvenu.

Uma vez que a área estivesse limpa, eles usavam um guindaste para levantar o elefante para um caminhão, onde era posto sobre uma plataforma. Quando o elefante acordava, ele naturalmente andava para trás, e assim a equipe colocava a gaiola atrás do animal, usando o conhecimento sobre o instinto natural do mesmo para prendê-lo.

Foto: National Geographic
Elefante jovem acorda de sedação (Foto: National Geographic)

Os caminhões percorreram uma viagem de 500 quilômetros em cerca de 14 horas e em grande parte por estradas de terra, de Daloa ao Parque Nacional de Asagny, uma reserva federal de aproximadamente 194 km² de florestas e lagos ao longo do Golfo da Guiné.

Conforme a reportagem, o transporte físico dos quatro elefantes terminou aí, “mas não as suas jornadas”. De acordo com Gail A’Brunzo, gerente de resgate da IFAW, os elefantes agora terão de se adaptar ao seu novo habitat.

Elefante sendo liberado em novo habitat, terá que adaptar-se ao novo meio. Foto: National Geographic
Elefante sendo liberado em novo habitat, terá que adaptar-se ao novo meio (Foto: National Geographic)

Nota da Redação: Esse é mais um caso em que o homem invade o habitat dos animais e estes é que são considerados os invasores. Destituídos de seus habitats, ficam sem alimento e são mortos pelos humanos ou expulsos de suas terras. Com a pele marcada, amarrados em caminhões, são levados como criminosos para longe de seu lar diante de uma plateia humana que assiste satisfeita. Vale destacar que, dos supostos doze elefantes que viviam na região, foram capturados apenas seis, dos quais dois pereceram. Resta questionar o que houve com os outros seis que teriam ficado na região onde receberam ameaças de morte dos moradores. Uma vez que a ONG internacional foi resgatar os animais, deveria ter transportado todos eles. O grupo de elefantes vive como uma família e ressente a separação. Certamente a vida ficou mais difícil tanto para os que foram transportados quanto para os que permaneceram no local.

 

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Flecha que atingiu veado nos EUA é removida com sucesso

Funcionário mostra a flecha removida da cabeça de veado.  (Foto: AP Photo/New Jersey Department of Environmental Protection)
Funcionário mostra a flecha removida da cabeça de veado.
(Foto: AP Photo/New Jersey Department of Environmental Protection)

O veado que tinha sido visto circulando com uma flecha atravessada na cabeça no estado de Nova Jersey, nos Estados Unidos, foi encontrado pelo Departamento de Proteção Ambiental e teve o objeto retirado em uma cirurgia, segundo a agência Associated Press.

Veado foi fotografado por moradora no início do mês. (Foto: Reprodução/Facebook/Susan Darrah)
Veado foi fotografado por moradora no início do mês.
(Foto: Reprodução/Facebook/Susan Darrah)

O serviço divulgou fotos do animal, já livre da flecha, neste fim de semana. O veado foi encontrado em uma propriedade privada na cidade de Morris County e recebeu tranquilizantes antes da remoção.

Biólogos que atenderam o animal disseram que a flecha não danificou nenhuma grande artéria ou órgão e o prognóstico de sobrevivência do bicho é excelente. Ele já foi liberado na natureza.

Aparição

O animal foi visto pela primeira vez com a flecha na cabeça em 1º de novembro, quando o animal apareceu no quintal de Susan Darrah, moradora da cidade de Rockaway, em Nova Jersey. Ela o fotografou e publicou a imagem em seu perfil no Facebook.

Segundo ela, o veado aparentava estar bem, conseguia comer, correr e não tinha manchas de sangue. Susan chamou a Divisão de Pesca e Vida Silvestre do estado para capturar o bicho, mas ele conseguiu escapar antes que o serviço chegasse. Funcionários buscaram o animal ferido até o encontrarem, no fim de semana.

Fonte: G1

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Prefeitura de Sorocaba (SP) dá instruções sobre remoção de animais

A Prefeitura de Sorocaba (SP) esclarece a população, em razão da demora no recolhimento de um cavalo atropelado na avenida Ipanema, na semana passada, que não é a Seção de Controle de Zoonoses o órgão responsável pela realização deste tipo de serviço. A atribuição, segundo a administração municipal, é da Secretaria de Parcerias (Separ) – que realizou o serviço na manhã da última segunda-feira.

No caso de animais mortos de pequeno porte, em via pública, de segunda a sexta-feira, em horário comercial, o munícipe pode ligar direto para a empresa terceirizada, a Contemar, cujo número é 3235-3700. Já para solicitar o recolhimento de animais mortos de grande porte, em dias úteis, a orientação é ligar no Centro Operacional da Separ, no telefone 3227-1122.

Nos fins de semana e feriados (das 8h às 24h) e de segunda a sexta-feira das 17h às 24h, o serviço de remoção de animais mortos pode ser acionado pelos munícipes pelo telefone da Guarda Civil Municipal (GCM), o 199.

Fonte: Cruzeiro do Sul

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