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Dia do Orgulho LGBTI: sem preconceitos, animais homossexuais criam laços de afeto

ALAMY

O preconceito é exclusivo do bicho homem. No mundo animal, ele é inexistente. A homossexualidade é comum entre os animais e nenhum deles se desrespeita por isso. Os únicos laços que unem os animais são os do amor, jamais os da intolerância e do ódio.

Por isso, em homenagem à sabedoria do mundo animal, cabe falar dos casais homoafetivos neste dia 28 de junho, quando se comemora o Dia do Orgulho LGBTI.

O livro Biological Exuberance, de Bruce Bagemihl, publicado em 1999, foi o primeiro a tratar do assunto. De acordo com a obra, existem inúmeros exemplos de relações homossexuais entre os animais, em variadas espécies.

Um estudo feito em 2015 por cientistas da Universidade de Lethbridge, no Canadá, concluiu que fêmeas da espécie macaco-japonês tinham relações sexuais, dormiam juntas e se olhavam nos olhos, demonstrando afeto.

ALAMY

Macacos, moscas, pinguins, leões e outros animais já tiveram relações homossexuais identificadas em estudos.

Entre os animais, a relação entre indivíduos do mesmo sexo é encarada da maneira que deve ser: com naturalidade. Não há qualquer sentimento de repulsa, nenhum único resquício de preconceito – o que serve de exemplo para os humanos.

Parte da sociedade, que ofende, humilha, descrimina, agride e até estupra e mata lésbicas, gays e transexuais, tem muito a aprender com as lições de amor dadas pelo reino animal.


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Notícias

Pesquisa descobre que morcegos regurgitam néctar para alimentar seus filhotes

Por Rafaela Damasceno

Um morcego que se alimenta do néctar das flores, o morcego-de-língua-longa-de-pallas, costuma alimentar seus filhos com leite e néctar regurgitado. Essa é a primeira evidência documentada de alimentação boca a boca em morcegos que se alimentam de néctar.

Um morcego se aproximando de uma flor
Foto: CHRISTIAN ZIEGLER, NAT GEO IMAGE COLLECTION

Alimentar suas crias é sempre complicado, para qualquer espécie, e as fêmeas costumam sofrer um bocado para desenvolver técnicas e estratégias de alimentação. Em algumas espécies, as mamães até mesmo morrem para que seus filhos possam se alimentar e sobreviver.

Muitos outros animais costumam alimentar os filhotes de maneira inusitada. Esse é o caso de um peixe chamado acará-disco, que continua cuidando de suas crias quando nascem. Tanto o pai quanto a mãe alimentam os filhotes com muco produzido por seus próprios corpos.

A cobra-tigre-asiática, durante a gravidez, procura especialmente por alimentos tóxicos. Essas toxinas, então, são passadas para seus filhotes por meio do ovo e da gema, gerando um alimento químico para seus bebês.

As cecílias, anfíbios semelhantes às minhocas, alimentam os filhotes com sua própria pele. Quando botam os ovos, uma espécie de camada gordurosa e rica em nutrientes se forma em suas costas, e os filhotes raspam com os dentes ao nascerem. Aproximadamente uma semana depois de nascerem seus filhotes, as mamães cecílias já perderam um sétimo de seu peso corporal.

Há espécies que vão ainda mais fundo para garantir o bem-estar de suas crias: em alguns insetos e aracnídeos, as mães morrem para servir de alimento para seus filhotes, para que cresçam fortes e saudáveis. O corpo nutritivo normalmente aumenta as chances de que eles sobrevivam na natureza, segundo o National Geographic.

Todos os estudos realizados em relação a diversas espécies apenas comprovaram que o instinto materno não é exclusividade dos seres humanos. Muitos animais, inclusive alguns insetos, demonstram cuidado e preocupação com seus filhotes, fazendo de tudo para que eles possam sobreviver e arriscando suas próprias vidas para isso.

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Dia Mundial da Infância e as crianças do reino animal

Foto: veganismopolitizado/Instagram
Foto: veganismopolitizado/Instagram

A UNICEF instituiu o dia 21 de março como o Dia Mundial da Infância. Hoje, celebramos o direito das crianças de brincar, correr, desenvolver a sua curiosidade, fazer amigos e se divertir.

Hoje dia 21 de março é comemorado o Dia mundial da Infância, a data foi instituída pela UNICEF (Fundo das Nações Unidas para Infância) com o objetivo de celebrar o direito de todas as crianças de brincar, correr, desenvolver a sua curiosidade, fazer amigos e se divertir.

E quanto as crianças do reino animal?

Ainda que somente em 2012 tenha sido cientificamente comprovada a senciência animal por documento assinado por mais de cientistas no mundo todo, ela sempre existiu.

Não se pode mais alegar desconhecimento desse fato, anunciado e corroborado por especialistas em diversas áreas do conhecimento e em nível mundial.

Foto: Oxford Dictionaries/Reprodução
Foto: Oxford Dictionaries/Reprodução

Todos em concordância plena de que os animais, sentem, amam, sofrem, percebem o mundo ao seu redor. Ou seja, não são produtos a disposição de nosso paladar e nossas vontades.

Se assim é, por que as crianças do reino animal não têm garantido o direito mais básico de todos, sem o qual os demais perdem o sentido de ser: o direito à vida?

Não são crianças também os bezerros que impedidos de mamar o leite de suas mães, são afastados delas assim que nascem, sem que as vacas possam muitas vezes sequer sentir o cheiro dos próprios filhos?

Foto: Independent.ie/Reprodução
Foto: Independent.ie/Reprodução

Quando são bezerros machos serão criados em cativeiros inóspitos para serem mortos por sua carne e caso sejam fêmeas o mesmo destino de suas mães as aguarda: uma vida com máquinas de sucção presas aos seus peitos enquanto padecem sobre as próprias pernas

Crianças são também os leitõezinhos que nascem em “caixas-maternidade” em espaços minúsculos, muitas vezes crescendo e passando a vida inteira fechados em gaiolas onde nada mais fazem que reproduzir (as porcas) e engordar esperando a morte (os porcos).

Foto: 123RF/Reprodução
Foto: 123RF/Reprodução

Ali dentro de sues cativeiros silenciosos, eles compreendem, sofrem, sentem e padecem.

A humanidade escolhe ignorar, mas isso não muda a realidade.

Crianças que nunca nascerão, pois os ovos de suas mães são vendidos para consumo humano, ou se nascerem e forem pintinhos, serão tragados e moídos em máquinas de assassinato em massa, após serem arrastados por uma esteira a caminho da morte.

Foto: wholesaler.alibaba.com
Foto: wholesaler.alibaba.com

Caso sejam futuras galinhas, estão condenadas a vidas sem qualquer liberdade, sem, ciscar a terra, comer minhocas, correr pelos campos ou dar pequenos voos rasantes.

Tudo que conhecerão da vida é uma gaiola limitada, de onde jamais sairão a não ser depois de mortas.

Esses são só alguns exemplos dos inúmeros que temos ao alcance de um clique e algumas teclas. Bebês golfinhos e orcas nascidos em cativeiro que jamais nadarão quilômetros no oceano como nasceram para fazer, crianças ursos, veados, pequenos leões e elefantes, caçados, perseguidos, órfãos muitas vezes, como se sua dor fosse menor perante a dor humana em perder os pais.

Foto: Animal Sake/Reprodução
Foto: Animal Sake/Reprodução

Tão inocentes como qualquer criança humana, tão necessitados dos pais, de amor, de cuidados e atenção como todo bebê humano, as crianças do reino animal amam e sofrem como as nossas a única diferença é que dispomos de suas vidas indefesas como bem entendemos. Tirando-lhes o brilho, o sabor, a beleza única da descoberta do mundo e de si mesmos.

Abaixo um vídeo em homenagem ao Dia Internacional da Infância mostrando animais em momentos de descontração, se divertindo como só eles sabem fazer:

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‘Emoções estão em todos os lados do reino animal’, diz pesquisador

O pesquisador de comportamento animal Frans de Waal defende que as emoções não são exclusividade dos seres humanos. Para isso, ele escreveu um livro, denominado Mama’s Last Hug (Último abraço de Mama, em tradução livre), que estará à venda a partir do dia 19 de março, em inglês.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

“Emoções estão em todos os lados no reino animal, do peixe aos pássaros aos insetos, até nos moluscos como o polvo”, diz o pesquisador. As informações são do portal Hypescience.

O livro foi lido pela professora de antropologia e especialista em personalidades de animais da Faculdade de William e Mary, nos EUA, Barbara King, que teve acesso a uma cópia de forma antecipada. O trabalho foi dedicado à chimpanzé Mama, matriarca de uma colônia de chimpanzés do zoológico Burges, na Holanda. O animal exercia grande influência nos outros membros do grupo.

Prestes a morrer, com quase 59 anos, em 2016, Mama recebeu a visita do biólogo Jan van Hooff, que cuidou dela por 40 anos e foi até o zoológico se despedir. Ao se abaixar em direção à chimpanzé, ela colocou a mão na cabeça dele.

“Ela fez um cafuné gentilmente. Seus dedos acariciaram ritmicamente a sua nuca e pescoço”, relata Waal. Uma semana depois, Mama morreu. Ela se tornou o argumento central de Waal no livro dele em defesa de que o ser humano não é o único a ter emoções.

Foto: Reprodução / Hypescience

No livro, o autor cita também o exemplo de um chimpanzé jovem que colocou um rato morto em cima de um familiar que estava dormindo. Ao acordar, o animal reage gritando e se sacudindo para tirar o rato de cima dele. Waal lembrou também que animais de todos os tipos, dos caranguejos aos coiotes, brigam com outros e depois, ao vencer o conflito, celebram. “O orgulho vem de uma longa herança evolutiva”, diz o pesquisador.

As emoções dos animais são diferentes das expressadas por humanos, mas elas não são uma característica exclusiva das pessoas. De acordo com Waal, as emoções são estados mentais e físicos que podem ser detectados por outros, ao contrário dos sentimentos, que são estados internos subjetivos que não podem ser percebidos por outros.  “Qualquer um que diga que sabe o que os animais sentem não tem a ciência para apoiá-lo”, alerta Waal.

O pesquisador discorda de acusações de antropomorfismo – a ideia de que humanos meramente projetam suas emoções em outras espécies. Waal se preocupa com a negação de que humanos têm muitas similares com outros animais e com a forma que isso afeta a forma como as pessoas tratam os animais, especialmente bois, porcos e frangos.

Com o lançamento do livro e as descrições do pesquisador sobre as emoções dos animais, Waal contribui com o tratamento ético dos animais.

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No Dia dos Pais, macho da ema ganha título de ‘Pai Coruja’

No reino animal, o título de “pai coruja” vai para as emas! Pode parecer confuso, mas a espécie, considerada a mais pesada ave brasileira, é uma candidata e tanto para representar os pais da natureza.

Administradores de verdadeiras “creches”, os machos são responsáveis por todas as etapas da reprodução, começando pela construção dos ninhos. A estratégia é reutilizar: a ave aproveita cavidades escavadas por outros animais, como touros por exemplo.

(Foto: Norton Santos/VC no TG)

Com o bico, corta capim e outras folhagens ao redor do ninho, mantendo as laterais perfeitamente limpas. Além de acolchoada, a estrutura impede a aproximação oculta de inimigos e evita que o fogo das queimadas atinja os ovos.

O ninho é grande justamente para abrigar cerca de 30 ovos. Incubados somente pelo macho, os ovos podem ser de diversas fêmeas, que chegam a por até 18 ovos em um só período.

Ao chocar, o pai altera frequentemente sua posição, girando uma volta completa a cada 24 horas para garantir que todos os ovos sejam chocados regularmente. A incubação começa em até oito dias após as fêmeas terem iniciado a postura e pode durar de 27 a 41 dias.

SUPER PAI

Enquanto choca os ovos, o macho defende o ninho esticando o pescoço e serpenteando no chão. Pequenos invasores são recebidos com bicadas, já as maiores ameaças são expulsas a pontapés.

(Foto: TG / G1)

Tatus e teiús são as principais ameaças à criação do papai ema, que não tira o olho dos ovos dourados e brilhantes. Aliás, eles são pesados: chegam a 600 gramas, o equivalente a 12 ovos de galinha.

PAI DE TODOS

A preocupação com os futuros filhotes é tanta que o macho abriga ovos inférteis, já apodrecidos no solo. Objetos que se assemelham aos ovos também chamam a atenção do macho que, por vezes, os leva para o ninho.

Depois de nascerem, os pequenos se alimentam sozinhos de moscas e das fezes do pai, que cuida de filhotes de outras fêmeas. Por isso, muitas vezes a “creche do papai” tem indivíduos de diversas idades.

Indefesos, os bebês ema correm para baixo das asas do macho quando se sentem ameaçados. A maturidade chega apenas aos dois ou três anos de idade.

Fonte: G1

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Dia dos Pais: conheça incríveis pais do reino animal

Divulgação

A natureza é sempre sábia e equilibrada. No reino animal, todas as espécies desempenham seus papéis e vivem em completa harmonia com o meio. No entanto, não é incomum que a função de cuidar dos filhotes seja atribuída exclusivamente às mães, enquanto aos pais, sobre apenas o cargo de reprodutor e provedor. Para desmitificar esta ideia, a ANDA preparou uma matéria especial para comemorar o Dia dos Pais 2017. Trouxemos cinco exemplos de pais animais incríveis que desenham papéis essenciais na vida dos filhos:

1 – Cisne

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Além de serem companheiros fiéis, cisnes machos participam ativamente da vida de seus bebês desde antes do nascimento. Eles auxiliam na construção dos ninhos e na incubação dos ovos. Quando os filhotes nascem, o pai também os direcionam à água pela primeira vez.

2 – Lobo

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Lobos machos são pais atenciosos e fazem de tudo para proteger seus bebês e sua parceira. Vivem de forma coletiva por toda a vida. Quando a fêmea dá à luz, eles garantem a segurança da toca por semanas, se ausentado apenas quando precisam caçar para alimentar sua família.

3 – Pinguim-imperador

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Entre os exemplos mais conhecidos de pais cuidadosos e exemplares está o pinguim-imperador. Estes corajosos e dedicados pais são responsáveis por cuidar dos ovos por até dois meses inteiros sob o frio do ártico. Após a mamãe pinguim depositar os ovos, ela têm suas reservas nutricionais esgotadas e precisam seguir em direção ao mar em busca de alimento por até oito semanas. Neste período, os pais são os responsáveis por garantir a segurança dos ovos a todo o custo. Os machos ficam dias sem se alimentar e sem se abrigar do frio para garantir que os bebês estão a salvo.

4 – Cavalo-marinho

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Cavalos-marinhos são animais companheiros e têm apenas uma parceira por toda a vida. São doces e interessantes, sendo atualmente a única espécie identificada cujos machos gestam e dão à luz aos bebês.

5 – Saguinus fuscicollis

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Saguinus fuscicollis são primatas nativos da América do Sul conhecidos principalmente por terem um longo e belo bigode. Além da aparência graciosa, os Saguinus machos são ótimos pais e cuidam dos bebês desde o nascimento. Eles carregam os filhotes nas costas por todo o tempo, e os entrega aos cuidados das mães apenas para a amamentação.

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Orangotango abraça bebê com ternura
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Conheça mães incríveis do Reino Animal

O Reino Animal pode ser bastante árduo para os recém-nascidos, que dependem de suas mães para sobreviver em um mundo repleto de crueldade.

Orangotango abraça bebê com ternura
Foto: Reprodução, A Cute of Day

As mães de algumas espécies lutam o máximo que podem para proteger seus amados filhotes. Neste Dia das Mães, homenageamos diferentes espécies inspiradoras que possuem hábitos incríveis e comoventes para assegurar o bem-estar de seus bebês.

São mães que cuidam atentamente de seus filhotes, nutrindo-os, amando-os e lhes oferecendo conforto quando necessário. Há casos de mães que sacrificam suas próprias vidas para preservar seus tão preciosos bebês.

Elefantas

Pequeno elefante cercado por membros da manada
Foto: Reprodução, National Geographic

As mães elefantes não apenas dão à luz ao maior bebê animal na Terra, como os carregam por 22 meses.

Os bebês nascem cegos e confiam em suas trombas e em suas mães para se orientar. Felizmente, todas as fêmeas da manada colaboram para ajudar a cuidar dos recém-nascidos em tempo integral.

Suricatas

Retrato de uma família de suricatas
Foto: Paul Fahy

As suricatas vivem juntas em grandes grupos de cerca de 20 ou mais animais. Um casal tem novos filhotes, que são criados por todos.

Coalas

Mãe coala carrega filhote em suas costas
Foto: Reprodução, Koala Info

O eucalipto, a principal fonte de alimento dos coalas é altamente venenoso. Os intestinos de coala adulto possuem uma bactéria que auxilia na digestão das folhas mortais, segundo a National Geographic.

Porém, o estômago dos filhotes não é tão preparado, então a mãe mastiga as próprias fezes e as oferece como alimento para eles.

Jacarés

Jacaré com filhote
Foto: Reprodução, National Geographic

Para evitar sentar em seus ovos, os jacarés usam a vegetação para construir um ninho que produz bastante calor para aquecer os ovos.

Após a eclosão, as mães carregam seus bebês em torno com os maxilares protegê-los até que cresçam o bastante para caçar e se defender.

Ursas polares

Ursa polar com filhote recém-nascido
Foto: Michelle Valberg

As ursas polares criam seus filhotes sozinhas. Os pai saem para acasalar e depois abandonam as mães para se defender. Elas preparam uma toca e hibernam durante os meses mais frios do inverno.

Quando dão à luz, amamentam os filhotes até que eles se tornem fortes o bastante para se aventurar fora da toca, onde as mães se alimentam pela primeira vez em oito meses.

Chitas

Família de chitas deitada na grama
Foto: Reprodução, National Geographic

As chitas podem ter de quatro a seis filhotes a qualquer momento. Porém, eles nascem sem qualquer instinto de sobrevivência.

As fêmeas passam até dois anos ensinando os pequenos a caçar e evitar predadores antes de darem à luz novamente.

Orangotangos

Orangotango abraça bebê com ternura
Foto: Reprodução, A Cute of Day

As fêmeas da espécie têm bebês a cada oito anos. A mãe orangotango amamenta o filhote por um período que varia entre seis e sete anos.

Ambos permanecem em contato contínuo durante os primeiros quatro meses após o nascimento.

Aranhas-lobo

Aranha-lobo com bebês nas costas
Foto: Reprodução/Naturally Curious with Mary Holland

Ao contrário da maioria das aranhas que colocam ovos nas teias, uma aranha-lobo carrega seus ovos nas costas e  transporta os filhotes recém-nascidos.

Polvos

Polvo nadando no oceano
Foto: Reprodução, National Geographic

Um polvo fêmea coloca mais de 50 mil ovos por vez. O processo de incubação dura cerca de 40 dias e durante esse período os animais protegem seus ovos de predadores e monitoram seu oxigênio.

A mãe prefere morrer de inanição a abandonar seus ovos e chega até mesmo a ingerir um de seus próprios membros.

Piolhos do mar

Foto de piolho do mar
Foto: Reprodução, BBC

As fêmeas fazem o sacrifício final pelos filhotes. Para sair do corpo da mãe, os bebês as comem de dentro para fora.

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Conheça os pais mais exemplares do reino animal

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Care2
Reprodução/Care2

Há diversos pais outras espécies que merecem ser reconhecidos devido ao seu papel e que merecem ser reconhecidas.

Veja alguns dos pais surpreendentes do reino animal que fazem o inimaginável para cuidar e proteger seus filhotes. Hoje no dia que se comemora os dias dos pais no Brasil a nossa homenagem e nosso amor para eles vai através do amor dos pais não humanos. Reunimos aqui uma seleção feita pela Care2 que fala do amor paternal e do quanto eles são importantes na vida dos filhos. Leia e curta o nosso presente do dia de todo os pais.

Raposa vermelha

Reprodução/OneGreenPlanet
Reprodução/Care2

As raposas vermelhas do sexo masculino não são apenas companheiros amorosos, mas também pais entusiasmados e protetores.

Eles fornecem alimentos para suas parceiras por cerca de um mês depois que elas dão à luz. Em seguida, eles assumem o papel de professor, mas professores que gostam de ter tempo para brincar. Mesmo quando é hora de levar a sério e ensinar seus filhotes a encontrarem seu próprio alimento, os pais se certificam que eles não fiquem realmente com fome e escondem os alimentos perto de suas tocas.

Pinguim-imperador

Reprodução/Care2
Reprodução/Care2

Após as fêmeas colocarem um único ovo precioso, os machos assumem a responsabilidade da sua incubação e equilibram o ovo em seus pés, mantendo-o aquecido sob suas penas no clima gelado da Antártida enquanto as mães saem para se alimentar.

Os machos podem ficar cerca de dois meses sem comer até que o ovo ecloda e depois ele irá alimentar o filhote antes do retorno da parceira para ajudá-la nos deveres maternos.

Cavalo-marinho

Reprodução/Care2
Reprodução/Care2

Os cavalos-marinhos, que também são conhecidos por serem companheiros durante toda a suas vidas, têm papéis reversos; as fêmeas competem por machos, que não apenas desempenham um papel na gravidez, mas na verdade engravidam.

As fêmeas depositam seus ovos na bolsa do macho, onde ele os fertiliza e os carrega até que os filhotes emergem totalmente desenvolvidos. De acordo com o Science Daily, o processo de gravidez masculina é exclusivo para a família de peixes Syngnathidae, que também inclui pipefishes e dragões marítimos.

Lobo-cinzento

Reprodução/Care2
Reprodução/Care2

Apesar dos mitos que tornam os lobos vilões, os machos são pais amorosos, leais e protetores. Eles criam e protegem os filhotes e suas parceiras enquanto eles estão na toca e assumem a responsabilidade de encontrar todos os alimentos necessários.

Mesmo quando os filhotes crescem, os pais assumem o papel de professores.

Corujão-da-virgínia

Reprodução/Care2
Reprodução/Care2

Depois de encontrarem a casa perfeita para viverem com suas companheiras, os machos desempenham o papel de provedor e caçam para alimentarem a si mesmos e suas parceiras, antes de assumir a responsabilidade de caçar também para alimentar os filhotes quando eles nascem.

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Estudo revela que elefantes têm olfato mais poderoso do reino animal

Os elefantes não só tem uma longa tromba, eles também possuem um olfato que provavelmente é o mais poderoso do reino animal, revelou um estudo realizado por cientistas japoneses, publicado esta terça-feira.

O genoma dos elefantes africanos contém o maior número de genes relativos aos receptores olfativos (OR): cerca de 2.000, segundo o informe publicado no jornal Genome Research.

Os receptores olfativos detectam odores no meio ambiente.

Isto significa que os elefantes dispõem de um olfato cinco vezes mais desenvolvido que o dos seres humanos, o dobro que o dos cães e ainda mais forte que recordista anterior do reino animal: o dos ratos.

“Aparentemente, o nariz do elefante não é só comprido, também é superior”, afirmou o principal autor do estudo, Yoshihito Niimura, da Universidade de Tóquio.

Não se conhece exatamente como estes genes funcionam, mas é provável que isto tenha permitido aos elefantes sobreviver com o passar dos anos. De fato, a capacidade de sentir permite aos animais encontrar alimentos, parceiros e evitar os predadores.

Para fazer este estudo, os cientistas compararam os aparelhos olfativos dos elefantes com os de outros 13 animais, entre eles cavalos, coelhos, porquinhos-da-índia, bois e chimpanzés.

Os primatas e os seres humanos são os que, segundo o estudo, têm menos genes relacionados com o olfato. “Isto poderia ser uma consequência do fato de que dependemos menos do olfato do que (…) da nossa visão”, concluiu Niimura.

Fonte: em.com.br

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Gata adota filhotes de pato

 

(Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)

Um vídeo divulgado online mostra uma incomum relação no Reino Animal, em que uma gata adotou crias de pato, pouco depois de o próprio felino ter dado à luz uma ninhada.

Um casal que encontrou patos na sua propriedade apanhou a sua gata doméstica com um patinho na boca, julgando que o felino estava a atacar as crias.

Mas rapidamente tornou-se evidente que a gata, batizada de Dela, não queria magoar as aves, ao contrário do que o instinto felino “ordena”.

O casal filmou o animal doméstico a acarinhar os patinhos, que se aninhavam junto à gata.

A narradora explica no vídeo que os patinhos tiveram uma tremenda ‘sorte’, já que a razão para a gata não ter atacado os patos prende-se com o facto de ela própria ter dado à luz momentos antes.

“Durante um breve período de algumas horas [depois de dar à luz], a gata tinha hormonas relacionadas com a maternidade a fluir pelo seu corpo, o que fez com que ela cuidasse de qualquer cria de animal peluda e quente que se aproximasse”.

Assista ao vídeo aqui.

*Esta notícia foi, originalmente, escrita em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Diário Digital

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Sapos: nossos irmãos do reino animal

Por Natália Prieto (da Redação)

Os sapos são muito importantes para o meio ambiente e necessitam com urgência de uma cultura que os resgatem das agressões que sofrem por serem considerados “feios”.

 Silencioso guardião dos jardins, caça insetos e é muito útil para o equilíbrio ecológico. (Foto: Reprodução/ Clarín)

Silencioso guardião dos jardins, caça insetos e é muito útil para o equilíbrio ecológico. (Foto: Reprodução/ Clarín)

Há espécies animais que parecem estar fadadas à rejeição. Geralmente, se tratam daquelas que possuem uma aparência muito diferente da nossa e as quais erroneamente são consideradas como feias.

Nos EUA e Inglaterra, os protetores de animais criaram uma palavra para definir a discriminação que o homem faz com diferentes espécies de animais: “specism”, o que em nosso idioma significa “especismo”.

O “especismo” é sem dúvida uma atitude discriminatória para com nossos irmãos do reino, pois o que é bonito ou feio aos nossos olhos, não tem o mesmo significado para eles. Um rato não considera feio outro rato, nem um sapo a outro sapo. Sem dúvida cada animal tem um valor natural e cada espécie um valor intrínseco.

Se o julgamento fosse tudo, a situação não seria tão grave, mas é muito comum que os animais considerados “feios” sejam hostilizados, perseguidos, prejudicados, dizimados e aniquilados, causando sofrimentos a eles e um dano muito grave à natureza.

Tal qual é o caso dos anfíbios, entre os quais se encontram animaizinhos tão conhecidos por nós como os sapos, seres muito importantes para o meio ambiente e que necessitam com urgência de uma cultura e uma educação que os resgate do perigo que padecem continuamente devido a falta de respeito e cuidado do ser humano.

É muito mais provável que se tenha piedade de um pobre cachorro que um grupo de meninos ataca com uma pedra do que por um sapo que se pretende esmagar com um bloco de concreto. É provável que o pobre cão receba uma ou duas pedradas até que alguém saia em sua defesa. Mas digamos que um anfíbio como o sapo dificilmente encontrará alguém que o defenda.

Isso representa um comportamento patológico das crianças ? Estamos assistindo a uma maior compreensão de certas espécies ou a uma falta de princípios éticos? Penso que há um pouco das duas coisas. É necessário que os educadores dediquem mais tempo para ampliar o horizonte dessas crianças e jovens a respeito do meio ambiente e a piedade por todas as formas de vida.

Felizmente há pessoas preocupadas com os anfíbios que caminham na direção correta, que além do interesse pessoal, têm feito observações e estudos que concentram-se em livros e guias muito úteis, especialmente para os jovens.

Carlos Fernández Balboa, da Fundação Vida Silvestre Argentina, é autor do “Guia para defender os Anfíbios” (editora Albatros), muito recomendado para aqueles que têm a intenção de deixar para trás essa mistura de sentimento de medo e rejeição.

Foto: Divulgação
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Muitos anfíbios são desconhecidos pelas pessoas, que chamam simplesmente de rã ou sapo a quase todas as espécies, diz Fernández Balboa – que por meio de sua obra nos permite conhecer umas 4.510 espécies diferentes de anfíbios espalhadas em todo o mundo, que silenciosamente oferecem muitos benefícios ambientais. E olha que não me refiro somente às montanhas, florestas e zonas de lagos, mas a nossos modestos jardins e moradias, pois se alimentam de insetos que por vezes nos trazem certos problemas.

Os anfíbios são muito úteis para o equilíbrio ecológico e sem dúvida, conhecê-los mais profundamente, é o primeiro passo para fazermos justiça.

Não há seres lindos ou feios. Como fala Carlos Fernández Balboa, “só é preciso colocar os óculos do amor para apreciar as diferentes criaturas da Terra”.

Lembram-se daquela história que terminava dizendo: “…e então o horrível sapo tornou-se um belo príncipe” ? Bom, seria lindo imaginar um sapinho contando a sua prole a mesma história, mas refletindo graciosamente com sua visão a respeito de nós, ao dizer, “…e então, o horrível príncipe, tornou-se um belo sapo”.

É muito importante se aproximar da Natureza com respeito e simpatia. Os anfíbios são parte insubstituível na estrutura da natureza. Só temos que apreciar suas diferenças com interesse e grandeza, ampliando nossos horizontes com consideração por todos os seres e dando um verdadeiro significado para a palavra próximo, lembrando que nós seres humanos pertencemos ao mesmo reino que os demais animais.

* Texto original de Martha Gutiérrez, jornalista e presidente da ADDA – Associação de Defesa dos Direitos dos Animais – www.adda.org.ar

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