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Cadela é resgatada após cair em rede de esgoto em Criciúma (SC)

Uma cadela foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros após cair em uma rede de esgoto em Criciúma, em Santa Catarina. O acidente aconteceu nesta terça-feira (6), no bairro Santa Bárbara.

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

O animal vive em situação de rua, mas recebe cuidados de funcionários de uma empresa localizada na região. As informações são do portal Engeplus.

De acordo com o bombeiro Rafael Alves, os funcionários chegaram para trabalhar e perceberam que vários cachorros estavam latindo em direção à rede de esgoto. Ao verificarem o que estava acontecendo, eles encontraram a cadela caída na rede de esgoto.

Diante da situação, os colaboradores da empresa acionaram o Corpo de Bombeiros, que conseguiu resgatar a cadela em segurança. Cinco militares, sendo um comunitário, participaram do resgate.

Após ser salva, a cadela foi entregue aos funcionários. Ela sofreu um ferimento em uma das patas.

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

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Filhote de gato é resgatado após cair em rede de esgoto em Goiás

Um filhote de gato caiu dentro de uma rede de esgoto no último domingo (7) em Aparecida de Goiânia (GO). O Corpo de Bombeiros foi acionado e levou cerca de 1h30 para conseguir resgatar o animal. O caso aconteceu no Setor Bela Morada.

Foto: Reprodução/G1

O resgate foi demorado porque o gato, assustado, fugia dos militares dentro do esgoto. Os bombeiros estiveram no local após serem chamados por moradores da região, que ouviram miados do animal. As informações são do portal G1.

Ao iniciar a operação, os bombeiros entraram por uma galeria pluvial a três metros de profundidade e percorreram aproximadamente 50 metros entre os túneis. O gato, no entanto, fugiu, impossibilitando o resgate.

Foto: Reprodução/G1

Diante da situação, os bombeiros mudaram o plano e tiraram a tampa do bueiro que fica na rua, por onde desceram usando uma escada. Eles, então, novamente seguiram o miado do animal e, desta vez, um dos militares conseguiu alcançar o gato e retirá-lo do esgoto.

O gato foi resgatado em segurança, sem ferimentos. A equipe dos bombeiros foi aplaudida e o filhote foi entregue a uma moradora da região.

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Cavalo cai em buraco da rede de esgoto em Santa Cruz do Sul (RS)

Um cavalo que estava pastando no bairro Arroio Grande, em Santa Cruz do Sul (RS), caiu em um buraco de uma rede coletora de esgoto. O acidente aconteceu no último domingo (30) e o Corpo de Bombeiros foi acionado para realizar o resgate do animal.

(Foto: Daniel Soares)

O local onde o acidente aconteceu está sem proteção há dois anos, segundo o morador João Carlos Bolsan. “Neste local passam crianças que brincam pela rua. O buraco está aberto há dois anos, aproximadamente”, contou ao portal GAZ.

O gerente da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), Armin Haupt, explicou que o terreno no qual o cavalo se acidentou é particular, mas a rede de esgoto é de responsabilidade da Corsan.

“O local sofre ações de vandalismo com frequência. Esse terreno deveria estar cercado. Amanhã deslocaremos uma equipe para avaliar o que aconteceu, mas posso dizer que esta cerca foi derrubada, ela não caiu sozinha”, afirmou Haupt.

A Secretaria Municipal de Transportes e Serviços Urbanos ficou responsável por realizar uma vistoria na área nesta segunda-feira (01), segundo a Secretaria de Comunicação da Prefeitura, para verificar a situação. O cavalo não se feriu.

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Histórias Felizes

Bombeiros resgatam cachorra filhote presa em buraco de esgoto

No dia 13 de julho, a família Evans levava a pequena filhote, MJ, para uma caminhada, quando de repente ela desapareceu. Ao se aproximarem do local onde, segundos antes, MJ estivera, gemidos ecoaram de um cano de esgoto antes despercebido, que estava escondido pela grama e sem a tampa. O acidente ocorreu na cidade de Charlotte, no estado da Carolina do Norte, EUA.

Com apenas algumas semanas de idade, MJ caiu no buraco e rapidamente foi carregada para longe da sua família pelo água que corria no cano.

MJ morava há poucos dias na casa da família Evans, mas o casal já sentia-se profundamente envolvido com a cadelinha. Sabendo que ela não teria muito tempo, eles logo entraram em contato o Corpo de Bombeiros da cidade, que prontamente apareceu no local.

(Foto: Capitão Jackie Gilmore)

Infelizmente, o resgate não foi tão fácil quanto todos esperavam. “Eles pegaram suas pás e começaram a cavar ao redor da abertura, esperando que não fosse tão profundo”, disse o oficial de informação pública do Corpo de Bombeiros de Charlotte, o capitão Jackie Gilmore, ao The Dodo. “Mas conforme cavavam, o cano ficava cada vez mais profundo, e determinaram que precisavam de mais mão-de-obra e equipamento pesado.”

Como o tráfego de carros aumentando, o departamento de água de Charlotte foi chamado para ajudar a salvar a cachorrinha do fundo da estrada pavimentada. Não seria mais uma simples escavação, mas sim um trabalho de construção completo.

(Foto: Capitão Jackie Gilmore)

Para garantir que MJ pudesse respirar confortavelmente, a equipe de bombeiros começou a bombear oxigênio para o cano. “Nós tomamos as mesmas precauções de segurança que você tomaria ao cavar uma trincheira ou tentar resgatar alguém que está preso em um buraco”, disse Gilmore.

Quando o departamento de água chegou, foi passada uma câmera pelo buraco, tentando identificar a localização exata da filhote. Enquanto a família estava grata por finalmente poder ver MJ, a câmera assustou a pequena cadela, fazendo com que ela recuasse ainda mais para dentro do encanamento.

(Foto: Capitão Jackie Gilmore)

“Não pudemos colocar nada lá embaixo para tentar recuperar a filhote, porque ela continuava andando”, disse Gilmore.

Para alcançar a cachorra presa, equipes de resgate cavaram uma vala de 2,5 metros no meio da rua. Quando finalmente chegaram ao cano, cortá-lo seria uma desafio, pois qualquer movimento errado faria com que a filhote fugisse ainda mais para dentro do sistema de esgoto.

Quatro horas após o início da operação, um resgatador finalmente puxou a cadelinha, toda suja e se sacudindo, para fora do pequeno buraco. Foi um alívio, tanto para os bombeiros e para a multidão que se reuniu para acompanhar o resgate, quanto para a família Evans.

“Foi um momento muito alegre quando conseguimos pegar a filhote”, disse Gilmore. “Todos aplaudiram e nos cumprimentaram, e os guardiões dae MJ ficaram tão agradecidos com as equipes de resgate que começaram a abraçar todos ”.

A pequena cachorra foi levado ao veterinário para ser avaliado, e felizmente sua saúde está perfeita. Embora um de seus primeiros passeios tenha sido um grande aventura, ela conquistou muitos novos fãs.

Uma pequena filhote caiu em um buraco de esgoto aberto ao sair para passear com sua nova família. Ela foi resgatada por bombeiros em uma grande operação.
MJ após ser resgatada recebendo carinho de sua família. (Foto: Capitão Jackie Gilmore)
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Centenas de peixes mortos no Arroio Dilúvio se convertem em milhares

As centenas de peixes que apareceram mortos no Arroio Dilúvio na tarde de segunda-feira se converteram em milhares na última quarta-feira. A superfície da água ficou coberta por um tapete de jundiás, pintados e carás em trechos próximos ao Guaíba, causando espanto a quem passava pela Avenida Ipiranga, em Porto Alegre.

A prefeitura da Capital aguardava para hoje um laudo do Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE) para tentar determinar a causa da mortandade. Ainda na segunda-feira, técnicos do departamento coletaram água do arroio para análise, nas imediações da Avenida Erico Verissimo, onde os peixes apareceram boiando.

“Ainda não sabemos se as mortes foram causadas por algum produto tóxico ou se são resultado de um processo natural, se os peixes subiram do Guaíba para o Dilúvio e morreram por falta de oxigênio na água”, afirmou o secretário municipal do Meio Ambiente, professor Carlos Garcia.

Pela manhã, alguns peixes ainda se debatiam entre os muitos que boiavam mortos. O Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) recolheu os cardumes. Pequenos e em grande número, foi impossível contá-los. O aposentado Marcos Pereira, 48 anos, testemunhou a mortandade e ficou surpreso: “Passo por ali todos os dias. Já houve isso em outros anos, mas o que aconteceu agora foi demais. Olho sempre para o Dilúvio para ver o nível da água, e me apavorei”.

Um dos episódios anteriores ocorreu em 2009, quando os peixes que nadavam no Dilúvio não suportaram a quantidade de alvejante despejada no riacho pela rede de esgoto. Dois anos antes, também morreram milhares de lambaris, jundiás e carás em razão de substâncias químicas presentes na água do Dilúvio.

Fonte: Zero Hora

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