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Cadela bebê busca novo lar em São Paulo

Amor aos Animais
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Por conta da falta de tempo e reclamações recorrentes, a cadela Luna, adotada por Simone em São Paulo, terá que ser doada. O animal que tem 11 anos, chora durante o dia por ficar sozinho na casa sem as tutoras. Simone e a filha não têm tempo para dar atenção e nem cuidar da cadela.

De acordo com ela, o proprietário do imóvel que aluga reclama dos choros do animal e quer que ele seja retirado de lá. O filhote precisa de um novo lar que possa garantir sua felicidade e amparo.

Quem puder ajuda a divulgar ou tiver interesse em adotar, entrar em contato com Simone pelo celular: (11) 95057.4186

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Notícias

Canil Municipal é alvo de reclamações sobre atendimento aos animais

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Quase 60 cães entre filhotes e adultos encontram-se abrigados no Canil. O trabalho promovido tem sido alvo de reclamações feitas por alguns moradores, reivindicando por meio da imprensa, que os animais não recebem tratamento adequado. No entanto, apesar das críticas, a equipe do local afirma que os animais são bem cuidados, sendo bem alimentados e, quando preciso, medicados.

Segundo o secretário de Serviços Urbanos Humberto Merola Junior, existe um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) firmado com o Ministério Público, o qual orienta que o local abrigue o máximo de 30 animais.

Para diminuir o excesso, o local mantém parcerias com associações de proteção aos animais e a IMEPAC, por meio do curso de Medicina Veterinária. Através do apoio dado pela APROAMA (Associação de Proteção aos Animais e Meio Ambiente), diversas feiras de adoção têm sido realizadas. A próxima acontece nesta sexta-feira, primeiro de maio, na praça Getúlio Vargas, das 9 às 14h. Mais de 30 cães, abrigados no Canil, estarão à espera de um lar, dentre eles, vinte são filhotes.

Somente neste ano, a Associação conseguiu lar para aproximadamente 60 animais. “Além de Feiras, o nosso trabalho é realizado por meio da página do facebook, onde divulgamos casos de cães abandonados” detalhou Gina Debs, voluntária da APROAMA.

Desde a fundação da associação em 2009, mais de 1500 animais foram adotados. A voluntária explica a respeito dos procedimentos, que objetivam promover uma adoção responsável, que vai além da apresentação de documentos e dados pessoais. “As adoções são feitas de maneira consciente, ou seja, analisamos o perfil do adotante por meio de uma entrevista rápida. E ainda acompanhamos por algum tempo para verificar sobre a adaptação e se houve abandono. Neste último caso chamamos a polícia para a confecção de um Boletim de Ocorrência”, explicou.

Visitação ao Canil

O local está aberto ao público de segunda à sexta-feira, entre 10 e 12h e das 14 às 16, exceto feriados. Telefone para contato: 3690 3094.

Fonte: Gazeta do Triângulo

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Animais são pretexto para briga entre vizinhos

Por Natalia Cesana  (da Redação)

Foto: s/c

Há quem não suporte ser acordado no meio da noite pelo latido de um cachorro e quem não admita que o gato do vizinho passeie no telhado. Sem contar o trilado do canário que vive no andar de baixo. Os motivos são variados, mas uma coisa é certa: as brigas condominiais na Itália estão mais frequentes por causa da intolerância ligada à presença de animais em casa.

Segundo estimativa feita pela Associação Italiana em Defesa dos Animais e do Ambiente (Aidaa), na Itália acontece uma confusão a cada dez minutos. E não são simples bate-bocas. São brigas que, na maior parte, terminam no tribunal.
De cada dez litígios, seis citam o cachorro como causa dos distúrbios. Depois vêm os gatos (29% dos casos), papagaios e outras aves (3%), coelhos (2%), tartarugas e outras espécies exóticas (1%).

“Não existem ainda normas únicas e válidas em todo o território nacional. Cada proprietário faz suas leis, seja a favor dos espaços destinados aos cães e gatos, seja contra a presença de animais nos espaços comuns”, explica a Aidaa.

As brigas com os vizinhos começam com implicâncias justificadas porque o cachorro utilizou impropriamente o elevador ou porque uma colônia de gatos invadiu os espaços comuns. Este é um fenômeno que tem crescido. No site da Aidaa, 52.560 pessoas em 2010 fizeram uma consulta em relação a este assunto. Em 2009, foram 37 mil. Destas, 4.200 encerraram o caso com a intervenção de um juiz. Entretanto, as brigas em decorrência de ferimentos diminuíram: em 2010 foram apenas 32 casos.

É nas regiões do norte da Itália onde se discute mais animadamente. Em primeiro lugar vem a Lombardia, depois Piemonte, Sicilia, Toscana, Lazio e a região da Emilia Romagna. Entre as cidades, o prêmio para a mais briguenta vai para Milão, seguida de Bolonha, Roma, Turim e por última Florença.

“As palavras de ordem deveriam ser respeito e tolerância. Tanto por parte do tutor dos animais, que deve educá-lo e não incomodar os vizinhos, como por parte dos outros moradores, que não podem exigir que o cachorro do vizinho não lata ou que o gato não mie. Entretanto, quase nunca tolerância e respeito são as escolhas, visto que a maioria dos casos termina sempre em uma grande briga ou no tribunal”, diz a Aidaa.

Algumas vezes os animais são apenas uma desculpa. “Notamos que na fase de conciliação vêm fora antigos dissabores entre as famílias litigantes. Assim, entendemos que os animais são usados como pretexto para discutir”, explica o presidente do Tribunal dos Animais, Lorenzo Croce.

Mesmo assim, o fenômeno é alarmante. “O que preocupa é que muitas vezes a briga termina com o abandono do cão ou do gato que, é óbvio, não têm culpa nenhuma”, disse Croce. “Claro que se você mantém um cachorro de grande porte em casa ou o deixa sozinho o dia todo, o risco que ele lata é alto. Por isso, aconselhamos sempre a recorrer a uma dog sitter, ao menos por algumas horas durante o dia”, conclui Croce.

Existem ainda casos limite, como o de dois porquinhos da índia que precisaram ser transferidos. A moradora do apartamento abaixo do deles não aguentava mais o barulho das patinhas no piso. Depois da separação do casal, os roedores foram morar com a tutora em uma vila, onde agora podem correr à vontade.

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Notícias

Crimes contra animais revoltam moradores de cidades do interior de SP

Dois casos de maus tratos contra animais domésticos causaram indignação de moradores de Americana e Santa Bárbara d´Oeste, no interior de São Paulo, no último final de semana. Ambas as ocorrências envolveram gatos, que foram enforcados, envenenados ou vítimas de armadilhas.

Em Americana, a analista de mídias sociais Júlia Mendes Lacava informou que inclusive chegou a entrar em contato com o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) do município, mas não foi atendida. “Eu moro em um prédio e pude ver o dono de uma casa na rua colocando armadilhas em seu telhado para pegar os gatos de uma vizinha. Esses dias, ele conseguiu prender um filhote, daí liguei para o CCZ e não atenderam, mas depois de um tempo veio um funcionário aqui porque a própria pessoa que fez a armadilha chamou. Eu fui reclamar e eles ainda riram da minha cara”, afirma.

Segundo Júlia, a armadilha consistia num anzol com um pedaço de carne, que atrairia a atenção dos animais. “Fiquei revoltada, é estranho porque esse morador tem até um cachorro, como pode então maltratar os bichos assim?”, indaga.

Outros episódios foram relatados em Santa Bárbara pela presidente da Sociedade Protetora dos Animais da cidade, Maria Luiza. Ela conta que quatro gatos foram mortos de forma cruel, através de enforcamento e envenenamento. Por conta disso, foi elaborado um B.O (Boletim de Ocorrência) para que o assunto seja apurado pela polícia, já que os autores do delito não foram encontrados.

“É uma barbaridade, temos muitos casos como esse acontecendo todas as semanas no município. Algumas pessoas já foram penalizadas, mas é difícil encontrar quem pratica os atos”, esclarece Maria.

A Lei Federal 9.605 / 98, que trata dos crimes ambientais, em seu artigo 32, dispõe que a prática de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres ou domésticos é crime, prevendo detenção de três meses a um ano, além de multa.

Procurado para comentar o assunto, o CCZ de Americana disse desconhecer o caso e orienta a população a registrar possíveis denúncias pelo SAC (Serviço de Atendimento ao Cidadão) da Prefeitura, pelo telefone 3475-9024. Por sua vez, o órgão de Santa Bárbara não respondeu as ligações.

Fonte: O Liberal

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Destaques, Notícias

Circo que explorava animais é fechado depois de exigência da população

Por Danielle Bohnen (da Redação – Argentina)

Depois de uma denúncia e de reclamações de ativistas, inspetores da Prefeitura de Esteban Echeverria, Buenos Aires, Argentina, deram procedimento ao fechamento do circo Houdini, acampado em Monte Grande.

Nas últimas semanas, uma grande quantidade de relatórios chegou pelo site www.circos.org, mantido pela ONG AnimaNaturalis, para defender os direitos dos animais explorados em circos e tornar possíveis as ações necessárias. Isso permitiu que viesse a público que o Circo Houdini, instalado em Monte Grande, na Grande Buenos Aires, estava novamente se apresentando com animais.

Graças à coordenação e apoio dos ativistas da região, foram apresentadas solicitações ao prefeito e denúncias correspondentes junto à polícia de Monte Grande e à Justiça de Lomas de Zamora.

“Estamos atrás deste circo há muitos anos, que é o que mantém os animais em piores condições. Por isso, há uma denúncia penal e uma campanha nacional por email contra suas atividades”, mencionou o coordenador de Circos, Eduardo Murphy. “É um circo que tem muitas denúncias, onde quer que vá, surge uma, como em Mar de Ajo e em La Plata, onde a guarda municipal apreendeu um leão, porque se encontrava em mau estado, sem os cuidados necessários e com a saúde precária”, acrescentou.

Segunda a AnimaNaturalis, uma vez mais, a capacidade de diálogo dos circenses que usam animais é limitada. Na semana passada a organização recebeu emails de denúncias sobre veículos pertencentes ao circo estacionados em frente às casas dos ativistas, como tentativa de intimidação, também agrediram verbalmente o apresentador do programa Alerta Verde, do canal C5N, quando estiveram no local para cobrir o caso.

Segundo o portal Diário Urbano de Echeverria, entre as dezenas de denúncias e reclamações enviadas de Córdoba, Santa Fé, Mendoza, San Juan, Grande Buenos Aires e até da Espanha, foi exigido que se cumpra a medida de fechamento e que o Executivo tome o controle da situação.

O circo funcionava sem habilitação e, como de costume nessas atividades, os animais estavam em péssimas condições, vivendo em pequenas jaulas, com sérios sinais de desnutrição, deitados em suas próprias fezes, sofrendo de doenças causadas pelo estresse de viverem confinados em cativeiro.

“Estamos muito felizes com as conquistas que tivemos durante este ano a favor dos animais que são explorados nos circos. Os circos com animais têm os meses contados na Argentina. Alguns que usavam animais já estão se adaptando e libertando-os, começaram a experimentar espetáculos de melhor qualidade que alimenta o desenvolvimento artístico das pessoas”, declarou Eduardo López, Diretor Nacional da AnimaNaturalis na Argentina.

“Estes circos, na tentativa de melhorar sua imagem diante do público, muitas vezes doam entradas nas escolas, então é importante que os diretores, docentes e pais de alunos não deem incentivos aos jovens para assistirem a tais espetáculos”, comenta López.

A AnimaNaturalis destaca ainda que o esforço de todos os ativistas que vivem no local foi fundamental para que isso fosse possível e também dos funcionários que souberam escutar as reclamações da sociedade e atuaram com eficácia.

O objetivo agora é que o fechamento seja permanente, para que nunca mais voltem a atuar abusando dos animais.

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Administradora do Parque Trianon em SP proíbe cães de andar na terra

Uma decisão da nova diretora do parque revolta tutores de cachorros dos Jardins, que dizem ser seguidos por vigias. Rita Nakamura saiu da praça Buenos Aires após desentendimentos com moradores do bairro pelos mesmos motivos.

Tem cachorrada no Trianon, o parque da avenida Paulista. Tutores de cães moradores dos Jardins têm se estranhado com a nova administradora do local, Rita de Cássia Ferreira Nakamura.

Há um mês começaram brigas e acusações de perseguição dentro da área de 48.600 m2 de vegetação nativa de mata atlântica.

Os frequentadores reclamam que os cães agora têm de andar “na linha” e são proibidos de pisar na terra e circular em meio às árvores. Passear, fazer cocô e xixi só na calçada, longe do mato.

“Os cachorros têm direito adquirido, em lugar nenhum do mundo são proibidos de pisar na areia. Nunca houve perseguição aos animais dentro do parque nem jamais nos sentimos acuados”, diz a administradora Tilda Lax, tutora de cinco vira-latas e vizinha de frente do parque.

Segundo os moradores, seguranças do Trianon passaram a segui-los para fazer cumprir a nova regra. E dizem se sentir intimidados porque os vigias trocam alertas por rádio sobre a presença dos cães.

“Sempre andei com a Cristal no parque e não tive problema. Disseram que não podia deixar o cachorro andar na areia porque a nova administradora não permitia. É um absurdo, os animais precisam de contato com a natureza”, diz a autônoma Mônica de Lima, tutora de uma schnauzer de 8 kg.

Moradores querem juntar uma matilha para fazer barulho num protesto contra o que dizem ser uma intolerância da diretora do parque.

“Tudo o que faço está dentro das diretrizes e procedimentos do Verde”, afirma Nakamura, a administradora do parque Trianon, pouco antes de ser proibida de dar entrevista pela secretaria.

A confusão foi parar na Sammorc, a poderosa associação de bairro dos Jardins, e já chegou ao secretário do Verde, Eduardo Jorge.

“Estou estudando as leis municipais e de proteção ao animal. Se a postura for essa, acho que está discriminando os animais. Vou tomar providências”, diz Célia Marcondes, presidente da entidade.

BUENOS AIRES

A indisposição de Nakamura com tutores de cachorro é antiga. Antes de ser transferida para o Trianon, segundo ela própria há um mês e meio, administrou, por dois anos, o parque Buenos Aires, um famoso reduto de cachorros em Higienópolis.

Saiu de lá depois de um abaixo-assinado conseguir 700 adesões de moradores contrários à sua presença. E o relato de conflitos é o mesmo. Diversos blogs foram criados na internet para tornar públicos os embaraços.

Segundo a professora Meire Sampaio, tutora da yorkshire Lara, são comuns bate-bocas com palavrões entre Nakamura e frequentadores.

No regulamento do parque Trianon não há nenhuma menção à proibição da circulação de cachorros pela faixa de terra. A única ressalva é a de que os bichos têm de andar de coleira. Numa das placas há referência à lei 48.533, que diz a mesma coisa.

Nos canteiros centrais do parque não há jardinagem nem flores, são plantas nativas da mata atlântica.

Fonte: Folha de S. Paulo

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Mulher mantinha gatos mortos dentro de casa, na Flórida

Por Karina Ramos (da Redação)

Um caso chocante de crueldade e amontoamento de animais foi descoberto pelas autoridades. É a história de uma mulher que mantinha vários gatos dentro de sua casa imunda, alguns deles mortos e em decomposição.

A Sociedade Humanitária do Distrito de Escambia (Flórida/EUA) descobriu a terrível situação em Atmore, após receber inúmeras reclamações.

“Tentamos contato várias vezes, sem sucesso, até dois dias atrás, quando a proprietária conversou com o investigador de crueldades contra animais”, disse Renee Jones, a diretora da sociedade humanitária. “Ela me disse que tinha dois gatos mortos que ainda não tinha enterrado. Então oferecemos ajuda e fomos até seu quintal, onde cavamos dois pequenos buracos para ela. Porém ela se recusou a trazer os corpos para fora ou deixar que nós entrássemos na casa para buscá-los”.

Isso bastou para que a sociedade humanitária obtivesse um mandado de busca e apreensão, na quinta-feira (29), pela manhã.

Sete gatos foram levados vivos e quatro gatos mortos foram retirados, em diferentes estágios de decomposição. Um Scottish terrier e uma cacatua também foram levados.

Imagem: Reprodução/North Escambia
Imagem: Reprodução/North Escambia

“A proprietária da residência sabia que tinha dois gatos mortos e os manteve em sacos de lixo em um quarto por semanas, não tendo a atitude de enterrá-los. A mulher declarou que não sabia que os outros dois gatos também estavam mortos, embora um deles estivesse nitidamente morto e estendido no chão. O outro animal havia morrido embaixo do sofá semanas atrás”, segundo relatado por Renee.

Os gatos sobreviventes estavam desidratados, muito magros e infestados de pulgas. O cachorro estava com o pelo muito embaraçado, segundo as autoridades. Os animais passarão por uma avaliação veterinária mais completa.

“A casa estava cheia de fezes e urina e o cheiro era absolutamente terrível. Os oficiais de reforço humanitário, Wes Burkley e Bryan Pugh, foram cobertos pelas pulgas e tiveram muita dificuldade em respirar o ar carregado de amônia durante a experiência penosa de localizar e capturar os gatos para transportá-los”, disse Renee.

Renee acrescentou que não havia crianças na casa.

A Sociedade Humanitária de Escambia não vai divulgar a identidade da mulher, pelo menos enquanto ainda estiver procurando ajuda para ela.

Fonte: North Escambia

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