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Animais doentes e negligenciados do zoo da Albânia serão realocados

O Ministério do Turismo e Meio Ambiente da Albânia, na Europa, finalmente decidiu resgatar os animais que vivem em péssimas condições no Safari Park Zoo Fier. O zoológico será fechado e vários animais serão realocados para outros locais.

No local, existem leões com infecções nos olhos, um urso que perdeu uma perna e vários outros animais mantidos em condições miseráveis ​​e insalubres, sem qualquer assistência médica. Veterinários relataram que Fier mostrou algumas das piores condições já vistas em um zoológico.

O trabalho de um fotógrafo anônimo registrou a situação desses animais e colocou-as online, ganhando atenção de muitos usuários das redes sociais e atraindo pessoas que podiam fazer algo a respeito.

Esben Lyager deixou este comentário nas redes sociais: “Os leões estão vivendo em 10 metros quadrados. Um deles com uma ferida aberta no olho, onde as moscas estavam se concentrando. O lobo tem um metro quadrado. O urso também foi ferido. Metade das gaiolas estava vazia, acho que os outros animais morreram”.

Um leão com grave infecção nos olhos foi fotografado (Foto: One Green Planet)

A organização Four Paws, que tem investigado as condições no zoológico desde 2015, está apoiando as autoridades no local após o anúncio do confisco. Eles estão se preparando para o resgate seguro e bem-sucedido desses animais sofredores, para que recebam os cuidados médicos e o conforto de que precisam.

Caixas temporárias estão sendo colocadas para os animais, para que possam ficar o mais confortável possível até que o resgate ocorra.

“Uma equipe internacional de veterinários supervisionará toda a evacuação. Esta missão é extremamente delicada, e esperamos tirar todos os animais deste horrível zoológico”, afirma o diretor do departamento de animais selvagens da Four Paws, Ioana Dungler.

“Por razões de segurança, infelizmente, não podemos fornecer nenhuma informação concreta sobre o momento da evacuação, mas isso acontecerá nos próximos dias ”.

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Oito rinocerontes-negros morrem após serem realocados no Quênia

Oito de 11 rinocerontes-negros morreram após serem transferidos do Parque Nacional de Nairobi e Nakuru para o recém-criado santuário do Parque Nacional Tsavo East, no sul do Quênia. A operação de transferência foi anunciada pelo ministro do Turismo do Quênia, Najib Balala, e realizada em colaboração com o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) Quênia.

Oito de 11 rinocerontes-negros morreram após serem transferidos para o recém-criado santuário do Parque Nacional Tsavo East, no sul do Quênia.
Rinocetonte-negro posicionado para o transporte no Quênia (Foto: Tony Karumba/AFP)

A espécie está criticamente ameaçada de extinção, e segundo a organização Save the Rhino, existem menos de 5.500 rinocerontes negros no mundo, e todos eles estão na África.

De acordo com investigações preliminares do Ministério de Turismo e Vida Selvagem do Quênia, os animais morreram devido à intoxicação causada pelo excesso de sal presente na água do novo santuário. Mais três rinocerontes seriam realocados, porém após o incidente, as viagens foram suspendidas e os sobreviventes estão sendo monitorados de perto.

A diretora executiva da Save the Rhino, Cathy Dean, disse ter ficado profundamente entristecida com a notícia. Ela pediu às autoridades quenianas que especialistas internacionais realizem uma investigação completa sobre o motivo específico da morte dos animais e que os resultados sejam publicados na íntegra.

Dean disse que o número de mortes causadas pela translocação foi maior do que os assassinatos causados por caçadores de rinocerontes neste ano no Quênia.

“É uma tragédia absoluta perder sete (agora oito) animais desta maneira”, disse Dean. “O mais importante é que o Quênia faça uma investigação adequada sobre o que deu errado. Para que isso aconteça, o Serviço de Conservação da Vida Selvagem do Quênia precisa trazer veterinários externos e especialistas em translocação de outros países – Namíbia, por exemplo. ”

A realocação de animais em extinção, conhecida como translocação, envolve adormecê-los durante a toda a viagem e depois acordá-los em um processo que acarreta riscos.

De acordo com a Estratégia Nacional de Conservação e Gestão do Rinoceronte, os animais  foram transferidos com o intuito de iniciar uma nova população no santuário do Parque Nacional Tsavo East.

Foi a primeira vez desde a década de 1990 que a espécie foi transferida para Tsavo East, que originalmente tinha uma população de quase 2.000 rinocerontes-negros, segundo a Save the Rhino, mas que agora tem entre 10 e 20.

Porém, Dean destacou que a translocação não é tão comum no Quênia como em outros países do sul da África, como a Namíbia. “No Quênia, eles fazem isso a cada três ou quatro anos, enquanto outros países os fazem todos os anos”, disse ela.

O Ministério afirmou ter convocado um especialista da África do Sul para auxiliar nas investigações, e averiguar se a negligência pode ser considerada um fator contribuinte.

Segundo dados do Serviço de Conservação da Vida Selvagem do Quênia, nove rinocerontes foram mortos no país no ano passado. Em março deste ano, o último rinoceronte-branco-do-norte macho do planeta foi sacrificado por veterinários quenianos depois de ficar doente. E em maio, mais três foram mortos a tiros em um santuário protegido no norte do país para a remoção de seus chifres de marfim.

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Dezenas de animais que vivem em canil de Portugal correm o risco de ficar desabrigados

A Associação Protetora dos Animais Abandonados de Fátima (APAAF), em Portugal, tem até ao próximo dia 31 de dezembro para retirar os animais do canil, que está instalado num espaço cedido por um particular, no Pessegueiro, a seguir à Giesteira. O “ultimato” deixou a associação desesperada, que, neste momento, tem à sua guarda 60 cães e alguns gatos.

“Para além do choque que é ver destruir um sonho, para a APAAF que não tem meios próprios para alugar ou adquirir outro espaço com características e equipamento semelhantes, é esmagador imaginar ter que equacionar a hipótese de abandonar os animais à sua sorte ou pensar na hipótese de proceder à sua eutanásia”, desabafa Céu Romeiro, presidente da associação. A este problema acresce o fato da pessoa que “mais ajuda a associação com o tratamento diário de todas as necessidades que os animais têm” desejar voltar para o seu país de origem, o Brasil.

“Apelamos a todos ajuda para encontrar terreno, onde se possam construir instalações ou com construção já feita e que se possa adaptar para que possamos acolher condignamente os animais que albergamos”, afirma Céu Romeiro, que se mostra disponível para efetuar protocolo com qualquer instituição (pública ou privada) que queira ajudar a associação.

“Precisamos da ajuda de todos – do Santuário de Fátima, da Câmara Municipal de Ourém, da Câmara Municipal da Batalha, da Junta de Freguesia de Fátima, das empresas de ferro, empresas materiais de construção civil, empresas de construção civil, das imobiliárias, dos hotéis, das agências de viagens e de todas e quaisquer instituições públicas ou privadas, que tenham em si a boa vontade de nos ajudar a construir um canil/gatil para acolher todos os animais que precisem da nossa ajuda”, afirma.

“Agradecemos também a oferta de ajuda de associações de proteção animal que estejam dispostas a receber alguns destes animais a título provisório e com contrapartidas a suportar pela APAAF (alimentação, veterinário ou qualquer outra despesa que seja necessária), até conseguirmos arranjar uma solução efetiva para os animais”, acrescenta.

Recorde-se que a Associação Protetora dos Animais Abandonados de Fátima nasceu em 2009, com a missão de resgatar, alimentar, cuidar e dar para adopção responsável animais abandonados. Para além disso, para sensibilizar as pessoas para o bem estar animal, sobretudo para os muitos animais que são abandonados no concelho de Ourém, incluindo Fátima e arredores, nos concelhos da Batalha, Pombal, entre outros.

Na altura, a associação visitou um espaço no Pessegueiro, que estava bastante degradado e com o acordo com as pessoas que lá vivem, conseguiu começar a instalar os animais no canil que lá existia.

Desde essa data em diante, foram efetuados grandes melhoramentos, visto que o espaço, embora esporadicamente recebesse animais, sobretudo nas férias dos tutores, estava em péssimas condições para poder ter animais residentes.

Com a ajuda e orientação de pessoas ligadas à Câmara de Ourém, foram-lhe prestados serviços sob a forma de donativo e as obras foram efetuadas, pelo menos as mais urgentes. O espaço recebeu o nome de Quinta da Paz dos Animais.

A APAAF já apanhou na rua, retirou do canil municipal de Ourém e recebeu animais em perigo que lhe são entregues por gente empenhada em ajudar mas que não tem condições de os ter cerca de 350 animais. Cerca de 220 animais foram entregues para adoção. A associação aceita donativos, quem quiser ajudar pode contatar Céu Romeiro (918453070).

Fonte: Notícias de Fátima

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Grupo resgata animais atingidos por intervenção humana em Teresina (PI)

Nas diversas intervenções físicas do Projeto Lagoas do Norte (PLN) nos bairros São Joaquim, Matadouro e Olarias, foi identificado que as intermediações das lagoas são o habitat de várias espécies da fauna aquática e terrestre. Com objetivo de evitar ou minimizar possíveis danos ambientais, a Prefeitura está implantando o projeto de monitoramento e resgate da fauna na área do PLN.

Através do projeto, uma equipe ambiental especializada foi contratada para acompanhar os trabalhos de urbanização das lagoas e, quando necessário, resgatar e realocar os animais encontrados, como cágados de barbicha, muçuns, jacarés, iguanas, cobras, mucuras, preás e vários peixes. Segundo o técnico ambiental do PLN, Arruda Pontes, a equipe está sempre atenta para captura desses animais e para evitar que a execução das obras cause danos letais nas espécies.

“Trabalhamos de acordo com a demanda, observando e atendendo ao chamado da população para resgatá-los. Muitas vezes, quando as máquinas entram para fazer a limpeza das lagoas, alguns animais se afugentam nos locais próximos, invadem as casas do entorno e nós vamos a cada residência para recuperá-los”, afirmou Arruda.

O técnico ambiental explicou ainda que todas as espécies resgatadas são transportadas adequadamente para locais que possuem habitat igual ao antigo. “Sempre devolvemos esses animais para lagoas nas proximidades que possuem o mesmo tipo de ambiente em que eles viviam antes. Em alguns casos, os animais com problemas são levados para que o IBAMA tome as providências necessárias”, completou.

A equipe ambiental de acompanhamento atua nos dois turnos na frente de trabalho e é composta por biólogos, veterinários e outros profissionais que possuem conhecimento sobre fauna. Os animais resgatados são cadastrados, identificados e fotografados antes de serem devolvidos ao habitat natural.

Fonte: 180 graus

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