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Polícia investiga envenenamento de cães e gatos em condomínio no Rio de Janeiro

Belinha foi envenenada, mas foi socorrida e conseguiu sobreviver (Foto: Reprodução Rede Record)
Belinha foi envenenada, mas foi socorrida e conseguiu sobreviver (Foto: Reprodução Rede Record)

O mistério ainda intriga os moradores de um condomínio, em Vila Isabel, na zona norte, onde cães e gatos apareceram mortos, e outros passaram mal. Eles suspeitam que alguém tenha envenenado os animais com chumbinho, um veneno para matar ratos.

Uma moradora do local, Paolla Martins, disse que no sábado (26) levou a cadela dela para caminhar e, durante o passeio, o animal teria ingerido veneno.

Paolla levou Belinha ao veterinário que constatou que o bicho teria sido envenenado por chumbinho, mas por sorte conseguiram reverter o caso.

Outra moradora, Viviane Berreal, disse que o cachorro dela também passou mal, no entanto, também conseguiu sobreviver.

Outros vizinhos contam que seus animais de estimação também foram envenenados ou sumiram – como aconteceu com o gato de Fernanda Gussan.

A veterinária Viviane Cardoso analisou alguns dos bichos mortos e disse que eles possuíam sintomas de envenenamento. Os moradores do local registraram um queixa à Delegacia de Vila Isabel (20ª DP) pelas mortes.

Fonte: R7

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Multa para venda de "chumbinho" chega a R$ 19 mil

A venda do veneno, conhecido como “chumbinho”, em área urbana é proibida no Brasil e prevê multa de até R$ 19 mil para quem descumprir a Lei Federal de Agrotóxicos nº 7.802/89, que regulamenta o registro e utilização de todos os produtos de controle de pragas no País.

Este tipo de veneno é a provável causa do extermínio de animais nesta semana, no Morro de São Bento, em Ribeirão Preto. Ao todo, 41 gatos, uma cadela e seis gambás foram mortos.

Além da multa, a pessoa que for flagrada comercializando esse produto pode responder processos civil e penal e até ser preso. Mesmo assim, representantes de ONGs ligadas à proteção animal, em Ribeirão Preto, afirmam ter conhecimento de lojas agropecuárias que vendem o raticida em forma de bolinhas, sem nenhuma exigência.

Segundo a presidente da Associação Vida Animal (AVA), Maria Cristina Dias, a comercialização dos chumbinhos existe na cidade e de forma “facilitada”. “Tenho um amigo que procurou pelo material em uma casa de vacina e, para surpresa, foi informado pelo atendente que tinha o raticida à venda”, diz. Ainda, de acordo com Maria Cristina, vários locais que vendem produtos agropecuários também vendem o veneno sem restrição.

A presidente da ONG Cãopaixão, Ana Cláudia Garcia Vicente, confirma que é fácil comprar o chumbinho e, por isso, as entidades de proteção animal de Ribeirão Preto farão um manifesto no domingo (15), no Morro de São Bento, das 10h às 12h, contra essa prática no comércio local, além de protestarem contra as constantes mortes ocorridas.

Falta de fiscalização
De acordo com o coordenador da área de agrotóxicos do Ministério da Agricultura, Luis Eduardo Rangel, a fiscalização de revendas que comercializam agrotóxicos e do uso desses produtos na agricultura é responsabilidade dos estados. Em São Paulo, a fiscalização seria feita pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA). Já o controle do uso do agrotóxico como raticida no ambiente urbano ou industrial é de responsabilidade da Vigilância Sanitária dos estados.

A assessoria de imprensa da Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo informou que não faz a fiscalização em estabelecimentos comerciais e que a responsabilidade é dos municípios.

Em contato com a Vigilância Sanitária Municipal, a assessoria de imprensa disse que não tem responsabilidade de fiscalizar a comercialização desse tipo de substância e que, como o “chumbinho” é um defensivo agrícola, a fiscalização deve ser feita pelo Ministério da Agricultura e seus órgãos subordinados.

Procurado novamente, o Ministério da Agricultura reforçou que a responsabilidade do órgão é somente é fiscalizar o uso do agrotóxico aplicado na agricultura e não em área urbana.

Produto
O chumbinho é um derivado dos agrotóxicos Aldicarb ou Carbofuram, utilizados na área agrícola para controle de pragas de solo. Há dez anos, a venda a varejistas foi proibida pelo governo federal, podendo ser comercializado somente a clientes diretos e com controle de estoques.

Fonte: EPRibeirão

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ONGs organizam manifestação contra morte de gatos em Ribeirão Preto (SP)

O slogan da manifestação é “Sete dias para quem não teve sete vidas”

As três  ONGs (Organizações Não-Governamentais) de proteção animal de Ribeirão Preto (SP) farão uma manifestação no domingo (15), das 10h às 12h, em protesto a morte de animais na cidade, no Morro de São Bento. O slogan do protesto é “Sete dias para quem não teve sete vidas”. Os organizadores pedem que os participantes estejam vestidos de preto, em forma de luto.

Em 16 de março, 15 gatos foram envenenados em um condomínio de casas, no bairro Jardim Sumaré. Até esta quarta-feira (11), foram encontrados mortos outros 35 gatos, uma cachorra e quatro gambás, no Morro de São Bento, no Jardim Mosteiro.

De acordo com a presidente da ONG Cãopaixão, Ana Cláudia Garcia Vicente, o objetivo do protesto é conscientizar a população sobre os fatores que contribuem para a morte de animais, como facilidades na compra de chumbinho – um tipo de raticida em forma de bolinha -, o abandono de animais e a falta de vigilância.

Fonte: EPTV

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Moradores denunciam guias por matança de gatos na Chapada dos Guimarães

Os guias que usam a região do Vale do Jamacá, em Chapada dos Guimarães, para conduzir  “observadores de pássaros” de outros países estão sendo acusados por moradores de promoverem a matança de gatos, através de envenenamento. Motivo: a proliferação dos animais estariam afugentando os pássaros e reduzindo o interesse dos estrangeiros pela visitação ao local. Os guias são acusados de cortar a cabeça dos animais e enterrarem em lugares que seus tutores não conseguem achar.

O “massacre aos gatos”, como os moradores do Jamacá classificam a matança,  vem ocorrendo já há algum tempo. Inclusive,  já foi denunciado para a Polícia de Chapada dos Guimarães. Porém, ainda não houve solução. Os moradores acreditam que somente com o empenho das autoridades e a pressão da sociedade de defesa dos animais o quadro poderia mudar. Os guias, segundo eles, todavia, negam que estejam cometendo atrocidades com os animais.

“Neste lugar moram várias famílias que procuram conviver de maneira harmoniosa com essa fauna e flora exuberante e seus animais domésticos, principalmente gatos e cachorros.  Estes animais são alimentados, vacinados e muitos são castrados para evitar o crescimento populacional exagerado. Mas tudo com muito amor e carinho” – diz Beatriz Rojo Cabrera, ao denunciar a situação preocupante.

Ela explica que o Jamacá possui um ecossistema formado por pássaros exuberantes. Ela cita o juruva, o mutum-de-penacho, o tucano-de-coleira, entre outros. No Jamacá existe, também, pequenos carnívoros como o lobo-guará, o gato-palheiro, a jaguatirica. “Como os pássaros, essas espécies são ameaçadas de extinção” – observa.  A região usada pelos guias não é área de preservação ambiental, nem espaço exclusivo de turismo. Em verdade, se trata de uma área de habitação, quase como uma espécie de bairro do município.

 Beatriz sustenta que os gatos estão sendo mortos com o uso do “chumbinho”, comercializado com o nome de Temik 150. A  venda é autorizada em estabelecimentos credenciados, mediante a apresentação da receita emitida por um profissional agrônomo e apenas em sacos de 20 kg.  O veneno, porém, é vendido quase livremente em lojas agropecuárias não autorizadas, sem a apresentação de receita e de forma fracionada e sem rotulagem, para uso como raticida e para extermínio de animais domésticos, especialmente de cães e gatos.

“Não é difícil obter pequenos pacotes com cerca de 20 gramas do poderoso veneno, junto a comerciantes que “driblam” a frágil fiscalização. Inicialmente desconfiados, os vendedores logo tiram o produto de trás do balcão quando lhes é pedido um “raticida mais forte”, que os convencionais, um “veneno pra matar um bicho maior”, como cães, gatos etc, ou “as bolinhas cinzas pra matar rato”. As intoxicações e mortes ocorrem há década” – lembra a moradora do Jamacá.

Beatriz Rojo oberva que além dos gatos, cuícas, gambás, lobinhos, jaguatiricas, cachorro do mato entre outros animais podem morrer por causa das  iscas de veneno.  As iscas atraem gatos, mas também podem atrair demais animais carnívoros. Entre as aves, estas iscas poderiam atrair, por exemplo, alguns gaviões oportunistas como o carcará, além de outros ocorrentes na região. Outro problema que ela cita para alertar à necessidade de ações urgentes por parte das autoridades é que esse veneno ingerido por algum organismo de base da cadeia alimentar (exemplo, um rato) pode também envenenar seu predador, uma coruja, por exemplo. Ou seja, o veneno pode ser fatal indiretamente a muitos animais. 

Fonte: 24 Horas News

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CCZ apreende 120 pacotes de raticidas a base de chumbinho

Foto: Reprodução Agora Vale
Foto: Reprodução Agora Vale

O Centro de Controle de Zoonoses de Ubatuba, litoral norte de São Paulo, realizou, nesta sexta-feira (7), uma blitz em 19 casas de ração do município, em busca de raticidas fabricados à base de “chumbinho”, uma substância extremamente tóxica. 

A ação atingiu os bairros Ipiranguinha, Centro, Perequê-Açu, Itaguá e Estufa I e II, e em quatro estabelecimentos foi encontrado um total de 120 pacotes do veneno, chamado “No Rat”, que foram incinerados após o recolhimento. A embalagem do produto não traz nenhuma informação sobre a procedência e nem registro da Agencia Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.

Por ser um veneno que não possui antídoto, a sua fabricação, comercialização e utilização está proibida por lei desde 1982. “É um veneno extremamente perigoso, que pode levar à morte, principalmente, animais de estimação”, explica o veterinário do CCZ, Paulo Celso Witts.

A blitz partiu de uma denúncia feita por uma clínica veterinária, que atendeu um cão envenenado acidentalmente. Os profissionais do CCZ orientam à população a não comprar venenos de ação rápida para ratos, bem como os que não tenham registros nos órgãos competentes. Aos comerciantes, o aviso é: “Quem for surpreendido comercializando este produto poderá ser responsabilizado legalmente e multado conforme a lei”, adverte a fiscal de Saúde Pública, Mônica Domaradzki.

Fonte: Agora Vale

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