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Ratão-do-banhado é resgatado após ficar preso em cachoeira

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Um ratão-do-banhado, um pequeno mamífero roedor, foi salvo após ficar preso em uma cachoeira na região do bairro Cachoeira dos Mineiros, no município de Angatuba, no interior de SP.

O resgate foi realizada após apelos feitos por moradores que flagraram o animal silvestre em apuros. Para salvar o ratão, bombeiros usaram equipamento de rapel para alcançá-lo.

Felizmente o frágil e indefeso animal foi resgatado sem ferimentos e foi devolvido ao seu habitat.

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Ratão-do-banhado é resgatado com ferimentos em casa de Araçoiaba da Serra (SP)

Um  ratão-do-banhado foi encontrado no quintal de uma residência do bairro Jardim Maria da Gloria, em Araçoiaba da Serra, interior de São Paulo. O proprietário da casa chamou a fiscalização ambiental da Guarda Civil Municipal para o resgate.

Roedor foi encaminhado para zoo
Animal estava com machucados nas patas dianteiras e sangramento (Foto: Prefeitura Araçoiaba da Serra/Divulgação)

O ratão-do-banhado, também conhecido por caxingui, nútria e ratão-d’água, chega a viver 15 anos. Atualmente, tem sido bastante ameaçado, por seus predadores naturais (onças e jacarés) e pelo homem, pois é caçado por causa de sua carne e pele. Costuma viver em tocas ao longo das margens de rios, lagoas e banhados. De comportamento solitário e hábitos noturnos, ele costuma nadar como um castor, mas não mergulha bem.

Por conta de ferimentos e sangramentos no corpo, o ratão teve que ser encaminhado para o Zoológico Municipal de Sorocaba (SP), segundo a GCM. Lá , o ratão-do-banhado está em observação e recebe os cuidados dos veterinários para que possa ser devolvido à natureza.

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Ratão-do-banhado é resgatado em praça de Junqueirópolis (SP)

Roedor foi resgatado em uma praça de Junqueirópolis (Foto: Base Comunitária de Bombeiros de Junqueirópolis/Cedida)

A Base Comunitária de Bombeiros de Junqueirópolis resgatou um ratão-do-banhado. O roedor foi visto por uma pessoa que passava por uma praça localizada na Rua Piauí.

Segundo a corporação, o solicitante relatou que fazia caminhada com seu cachorro pelo local e avistou o ratão. De acordo com os bombeiros, o roedor ficou assustado com a presença do cão.

A corporação chegou ao local e, com o uso de pinças, cambão e gaiola de contenção, realizou o resgate do animal sem ferimentos. Em seguida, ele foi solto em habitat, ainda conforme os bombeiros.

Fonte: G1

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Ratão-do-banhado e tamanduá-mirim são resgatados em Botucatu (SP)

Ratão do banhado foi resgatado em Botucatu (Foto: Guarda Civil Municipal/Divulgação)

Um tamanduá-mirim foi resgatado pela Guarda Civil Municipal no quintal de uma casa no Jardim Brasil em Botucatu (SP). O animal não apresentava ferimentos, mas foi encaminhado ao Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Selvagens (Cempas) para avaliação veterinária.

Um ratão-do-banhado foi resgatado também em Botucatu em uma casa da Vila Rodrigues.

De acordo com os guardas, a equipe foi notificada, resgatou o animal da casa e o soltou em seu habitat. O ratão-do-banhado não estava ferido. Os guardas acreditam que, devido às chuvas, o roedor buscou abrigo no imóvel.

Fonte: G1

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Ratão-do-banhado é resgatado e devolvido à natureza em Serafina Corrêa (RS)

Por Adriana Sabadin (em colaboração para a ANDA)

Divulgação
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A equipe da Secretaria de Meio Ambiente de Serafina Corrêa deslocou-se à Rua Orestes Assoni, no dia 09 de Outubro de 2015, para atender ao chamado de uma moradora que encontrou um ratão-do-banhado em sua casa. A espécie é nativa do Rio Grande do Sul, vive em locais úmidos, próximos a rios e banhados, alimentando-se principalmente de gramíneas, raízes e plantas aquáticas. O animal estava assustado, encolhido em um canto e, embora não oferecesse nenhum tipo de perigo
às pessoas, foi necessário fazer resgate para protegê-lo, pois poderia deslocar-se para a rua, onde havia o risco de ser atropelado ou de entrar em outros terrenos e ser atacado por algum cachorro. Desse modo, foi acionado o Corpo de Bombeiros Voluntários de Serafina Corrêa, que possui equipamentos adequados e pessoal treinado para agir nesse tipo de situação. Após o resgate, o ratão-do-banhado foi devolvido à natureza, em local com as características de seu ambiente
natural.

Divulgação
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Sempre que algum animal silvestre for encontrado em casas ou terrenos, deve-se evitar tentar capturá-lo, mexer nele ou gritar, pois essas ações podem machucá-lo, causar muito estresse ou alguma reação agressiva, que nada mais é que uma tentativa de defesa, pois ele pensará que está sendo atacado. Na maioria das vezes, o animal seguirá seu caminho sozinho, pois está apenas de passagem. Caso ele não consiga sair ou esteja ferido ou em situação de perigo, a Secretaria de Meio Ambiente deverá ser chamada para avaliar a situação. A Secretaria de Meio Ambiente, em nome da Prefeitura Municipal, agradece a os todos envolvidos no resgate, em especial aos Bombeiros Voluntários, que prontamente se dispuseram a ajudar nessa importante ação em defesa da natureza.

Divulgação
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Ratão do banhado aparece em bairro residencial de Bauru (SP)

Uma equipe da Polícia Ambiental  participou na manhã desta terça-feira de uma ocorrência  para fazer a captura de um ratão-do-banhado, que estava no meio de um das ruas do Jardim Prudência, em Bauru (SP).

O animal adulto, com cerca de cinco quilos, é herbívoro e é raro aparecer na região, uma vez que as populações  se concentram mais ao sul do estado e no rio Tietê. Apesar da aparência repulsiva ou assustadora para alguns, não é agressivo e apenas ataca  quando acuado.

Foto: Divulgação/Polícia Ambiental

“Animal é muito forte e tem dentes afiados. Uma mordida  causará uma laceração profunda”, adverte o veterinário Lauro Soares, do Zoológico de Bauru, para onde foi o ratão. Ele  apresenta boas condições de saúde, foi isolado e colocado em observação total.

“Faremos exames complementares  para ver se ele tem condições de ser reinserido na natureza.”

Denúncias

Polícia Ambiental: (14)    3203-2700

Fonte: Rede Bom Dia

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Peças artesanais e livro infantil alertam para risco de extinção de animais

Animais como biguá, capivara, cisne de pescoço preto, graxaim, jacaré-de-papo-amarelo, quero-quero, tachã, entre outras espécies, podem ser vistos além das fronteiras gaúchas da Reserva Ecológica do Taim. As espécies de animais silvestres estão em criativas peças artesanais do projeto Bichos do Mar de Dentro, que serão apresentadas de 12  15 de agosto, durante a 18ª Paralela Gift, no Shopping Iguatemi, em São Paulo. Além da nova coleção, o livro ilustrado e história infantil em áudio Aventura no Mar de Dentro será lançado dia 14 de agosto, com sessão de autógrafos às 15h, no estande do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), na feira. De autoria da escritora Maria Emília Kubrusly e ilustrado por Lui Lo Pumo, o livro integra as ações do Projeto Bichos do Mar de Dentro, criado em 2006 pelo Sebrae, e que este ano recebeu o aporte de R$ 200 mil, via Lei Rouanet, em recursos do Instituto Votorantim por meio da Fibria.

(Foto: Reprodução/ Bichos do Mar de Dentro)

A aventura criada pela escritora carioca acontece na região da Costa Doce, chamado Mar de Dentro, e que se estende de Guaíba ao Chuí, no Rio Grande do Sul, constituindo o maior complexo lagunar do mundo, formado pela Laguna dos Patos, Lagoa Mirim e Mangueira. A história começa quando a menina Irene vai visitar a avó em São Lourenço do Sul. Nesta viagem, ela descobre um novo mundo e se envolve na defesa de bichos da região, ameaçados de extinção pelos caçadores. O primeiro livro infantil de Maria Emília levou apenas um mês para ser escrito. “Escrevi de uma vez, a história fluiu como se já estivesse pronta na minha cabeça”, conta. Ela, que já tinha no currículo a experiência de roteiros de quadrinhos para uma editora do Rio de Janeiro, diz que ficou fascinada pela experiência. Além da história, é dela o roteiro de áudio, gravado sob a coordenação do maestro Sérgio Sisto, da Sociedade Pelotense Música pela Música. Com leitura fácil e envolvente, a obra acompanha um CD de áudio com conteúdo interativo, tendo como foco principal o público infanto-juvenil. “O viés da história é o estímulo à preservação ambiental”, ressalta a gestora do projeto pelo Sebrae, Jussara Argoud.

No áudio, com duração de 26 minutos, as vozes dos personagens são em grande parte dos artesãos que participam do projeto Bichos do Mar de Dentro. As gravações foram feitas durante a semana de qualificação e musicalização que o grupo participou em março, na cidade de Pelotas. “Eles já são bastante criativos, o trabalho foi só dar algumas asas a imaginação que já existia”, resumiu o maestro. A trilha do CD foi criada pelo professor de violão e harmonia no Conservatório de Música da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Guilherme Tavares.

A fábula no Mar de Dentro ganhou cores através do traço de Lui Lo Pumo, que buscou inspiração exatamente no público leitor, as crianças. Ela conta que para criação das ilustrações que fazem parte do Caderno da Irene, por exemplo, contou com o auxilio dos pequenos. “Pedi para crianças de sete a dez anos desenharem os bichos e fiz uma tradução”, diz. Ela explica que mergulha na história e deixa espaço para o leitor imaginar as cenas. “Gosto de soltar personagens, alternando com ilustração de uma cena significativa”, explica.

Livro/CD

Nos extras do CD constam informações do projeto, fotos das oficinas de criação e dos produtos do Bichos do Mar de Dentro. A tiragem é de três mil livros, que não serão comercializados. A distribuição será feita aos municípios que integram o projeto, bibliotecas e nas feiras onde os produtos artesanais serão apresentados.

O projeto

Em 2010 o projeto Bichos do Mar de Dentro reuniu 56 artesãos dos municípios de Camaquã, Rio Grande, Pelotas, Piratini, São Lourenço do Sul, São José do Norte e Arroio Grande para desenvolverem as peças da nova coleção. Utilizando técnicas como costura, bordado, crochê, tapeçaria, estamparia, biscuit e cerâmica, os produtos ganham diversas formas como objetos de decoração de casa e escritório, objetos de uso pessoal, jogos e brinquedos. “Desta forma nossos produtos colocam em evidência a beleza e a importância destas criaturas silvestres que hoje dependem da proteção humana, para compensar tempos de caça, pesca e destruição de seu habitat”, avalia o artesão Carlos Neuztling. Depois de uma imersão criativa liderada pelo designer carioca, Renato Imbroisi e sua equipe, surgiram as novas peças da coleção, que são apresentadas durante a 18ª Paralela Gift.

Em mais de 200 tipos diferentes de peças, as 26 espécies de animais silvestres que vivem na região da Costa Doce agora ganharam o mundo. O projeto, criado em 2006 pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), recebeu via Lei Rouanet, o aporte de R$ 200 mil em recursos do Instituto Votorantim, através da Fibria. O cronograma de ações se estende até janeiro de 2011 e contempla desde a criação de novos produtos da coleção, participação em feiras, até o lançamento do livro infantil educativo, voltado ao público jovem. Renato Imbroisi, que há seis anos se divide entre projetos no Brasil e na África, conta que as novas peças carregam a identificação dos bichos que estão presentes na história criada por Maria Emília Kubrusly. “Acompanhei o Bichos desde o seu nascimento e tenho muito carinho por este projeto”, declarou Renato.

A equipe do projeto é formada por uma gama de profissionais qualificados, que vão desde fotógrafos, ilustradoras, designer, consultores na área ambiental, entre outros, coordenados pela Lahtu Sensu Administração Cultural. O resultado deverá impulsionar ainda mais o projeto Bichos do Mar de Dentro, reafirmando porque artesanato tem a arte no nome.

Bichos

Conheça os 26 os animais que fazem parte da coleção, todos sob risco se não forem preservados: biguá, capivara, cisne-de-pescoço-preto, corujado-campo, gambá-de-orelha-branca, garça-branca-grande, graxaim, jacaré-de-papo-amarelo, jararaca-da-praia, quero-quero, ratão-do-banhado, tachã, borboleta-tropical azul, borboleta-tropical-preta, cardeal, noivinha-de-rabo-preto, mão-pelada, tatu-crioulo, tamanduá-mirim, zorrilho, peixe-anual, rã-macaco, tartaruga tigre-d’água, ema, saíra de-sete-cores, gato-do-mato-grande.

Localização

A Reserva Ecológica do Taim tem uma área de 11 mil hectares, onde se encontram aves de toda a América, de Norte a Sul, e por onde passam várias espécies de animais migratórios da Patagônia.

Site

Site do Projeto Bichos do Mar de Dentro
http://www.bichosmardedentro.com.br/

Serviço

Lançamento da coleção Bichos do Mar de Dentro na 18ª Paralela Gift
De 12  15 de agosto, no Shopping Iguatemi, em São Paulo

Lançamento do livro ilustrado e história infantil em áudio Aventura no Mar de Dentro, de Maria Emília Kubrusly com ilustrações de Lui Lo Pumo
Às 15h do dia 14 de agosto (sábado) no estande do Sebrae na 18ª Paralela Gift

Fonte: e-Cult

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Aposentada protege ratões-do-banhado em Porto Alegre

– Nenês, a mãe chegou – sorri a aposentada Diva Silva Almeida, 58 anos, em um banhado no bairro Lageado, na zona sul de Porto Alegre (RS). Ao lado da casa dela estão os “filhos”: oito ratões-do-banhado (Myocastor coypus) alimentados com muita mandioca por Diva e seu marido, Adão Amaro Vasconcelos, 67.

Faz três anos que o casal convive com os animais. Com as duas filhas já casadas e morando longe, o lugar, situado na Cooperativa Vale dos Solares, virou residência de cães, gatos, galinhas, gansos, marrecos. E ratões-do-banhado, que foram promovidos a “filhos” por Diva.

– Como eu gosto muito de animais, comecei a ter carinho por eles. E fui dando boia. Hoje sou capaz de sair na porrada, dar pau em quem tente fazer mal a eles – inflama-se a aposentada.

A raiva tem procedência. Diva já enfrentou caçadores dispostos a abater os bichos.

– Tem uns caras que não têm miolo dentro da cabeça. Dizem que a carne é boa. Eu respondo que são ratos, mas são meus filhos. Podem olhar e admirar, mas quem tocar um dedo neles vai ver. Por esses ratos eu saio no pau.


Foto: Ronaldo Bernardi

Uma vez, três homens apareceram na propriedade do casal e comentaram que “a carne é boa e eles estão bem gordos”. Imediatamente, a aposentada correu esbaforida para dentro de casa. Ia pegar o telefone para chamar a polícia. Quando voltou, o trio tinha “deitado o cabelo”.

– Na certa acharam que eu ia pegar uma arma.

Um rapaz também fugiu, há poucos dias, após demonstrar interesse na carne dos ratões gordos. Recebeu da “mãe” deles uma ameaça de denúncia às autoridades e se mandou.

Prenhe vira xodó

Quando Diva vai ao supermercado, é comum que um ou outro ratão a siga. Nesse momento, o marido tem de ir até a rua com um pedaço de mandioca e atrair o bicho de volta para casa. No retorno, a aposentada alimenta os ratões.

– Eles comem até ficar com a barriguinha cheia, e depois vão dormir.

Diva relata que uma fêmea prenhe é seu xodó, a única na qual faz carinhos. Não tem medo dos outros, mas dá preferência à fêmea porque é muito calma e espera filhotes.

– Eu não represento ameaça para eles. São meus nenês.

Não há registro de confusão entre ratos, gatos, cães, galinhas, marrecos ou qualquer outro animal da propriedade, diz a aposentada. Tudo isso graças às conversas que tem com todos, explica.

– Converso muito com eles. Digo que são nenês, que não é para fazer dodói.

A Secretaria do Meio Ambiente (Smam) salienta que animais silvestres não devem ser criados em cativeiro, nem alimentados.

– Não é aconselhável que as pessoas alimentem esse tipo de animal, porque, geralmente, fazem errado. Estando na natureza, eles mesmos procuram o que comer – explica Soraya Ribeiro, responsável pelo setor de fauna silvestre da secretaria.

Fonte: Zero Hora

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