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Quatis são encontrados mortos em rodovia em Itapetininga (SP)

Amostras serão retiradas dos corpos dos animais para elaboração de exames, já que a causa da morte ainda não foi identificada


Quatis foram encontrados mortos na terça-feira (14) às margens da Rodovia Aristides da Costa Barros, em Itapetininga, no interior de São Paulo.

Não se sabe o que causou as mortes, já que os animais não apresentavam ferimentos que indicassem atropelamento. As informações são do portal G1.

Foto: Natanael de Meira/Arquivo Pessoal

A Polícia Militar Ambiental esteve no local e elaborou um termo de vistoria que será encaminhado à Polícia Civil.

A Prefeitura de Itapetininga informou a TV TEM que o setor de zoonoses não foi informado sobre o caso. Disse ainda que, por se tratar de morte de animal silvestre sem agressão aparente, amostras serão colhidas dos corpos dos quatis para que a possibilidade de morte por raiva seja investigada pelo Instituto Pasteur.

O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) divulgou nota informando que enviou uma viatura com uma equipe ao local para inspecionar o caso e que providências serão tomadas. Disse ainda que, ao encontrar um animal em rodovias administradas pelo DER, o motorista deve entrar em contato pelo telefone 0800 055 5510.

A Polícia Militar orientou a população a acionar a corporação ou o Centro da Faculdade de Medicina Veterinária da Unesp de Botucatu (SP) ao encontrar animais vivos nas rodovias. O telefone para contato é o (15) 3275-6170.

O Departamento de Zoonoses orientou os motoristas a não tocarem nos animais por conta de um possível contágio por doenças e, no caso de animais vivos, devido ao risco de uma reação agressiva do animal, que pode reagir para se proteger ou por estresse e dor.


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Filhotes de quatis são devolvidos à natureza após mãe morrer atropelada

Cinco quatis filhotes foram devolvidos à natureza pelo Departamento de Operações Ambientais (DOA), informou a Prefeitura de Bertioga (SP) neste sábado (17). Os animais foram resgatados depois terem sido encontrados ao lado da mãe, que morreu atropelada na Rodovia Rio-Santos.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Bertioga

A solicitação do resgate foi realizada por um morador do bairro São Lourenço, que encontrou os cinco filhotes. A mãe ferida por um atropelamento já não estava mais viva. Os animais foram recolhidos por agentes da DOA e encaminhados para reabilitação com uma veterinária na cidade.

Os filhotes foram soltos no Parque da Restinga de Bertioga, em Guaratuba. Segundo a prefeitura, o DOA resgatou e devolveu mais de 340 animais à natureza no ano passado e mais de 60 neste ano. Chamados devem ser realizados por meio do telefone (13) 3317-7073.

Fonte: G1

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Automedicação para alívio de coceira pode explicar uso de sabão por quatis

Quatis que vivem na Ilha do Campeche, no município de Florianópolis, em Santa Catarina, usam produtos voltados à higiene humana – como sabonetes, sabões, detergentes e desengordurantes. A suspeita da pesquisadora Aline Gasco, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) e de outros especialistas é de que esses animais usem os produtos para limpeza e como forma de automedicação para aliviar irritação e coceira causadas por ectoparasitas – como piolhos, pulgas, carrapatos ou até bactérias e fungos.

A pesquisadora passou a analisar o comportamento dos quatis em relação aos produtos de higiene ao iniciar um estudo sobre a difícil fase das fêmeas da espécie em que elas se separam do bando para ter os filhotes em ninhos nas árvores, mas se surpreendeu com o uso de sabonetes e similares pelos quatis, o que mudou o foco da pesquisa. Antes de ir até a Ilha do Campeche, a especialista já havia estudado, entre 2011 e 2014, no Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo, os hábitos de nidificação, o processo de construção dos ninhos e os comportamentos por trás do sistema de saída e retorno da fêmea de quati do seu grupo social matriarcal.

Pesquisadores suspeitam que quatis usem produtos de higiene no combate a coceiras (Foto: Aline Gasco)

Orientadora de Gasco, Patrícia Ferreira Monticelli conta que, após observar os quatis, a aluna perguntou para a professora “se esse hábito [de usar produtos de higene] poderia ser caracterizado como cultura”. As informações são da BBC.

“Além disso, esbarramos mais tarde, quando a coleta já havia sido feita, com o pesquisador Andrés Manuel Pérez-Acosta, da Universidad del Rosario, da Colômbia, que acabou sendo nosso colaborador direto”, conta Monticelli. A pesquisa contou com o auxílio, também, da professora Briseida Dogo de Resende, do Instituto de Psicologia da USP (IP-USP), que estuda a etologia a partir de primatas sob a abordagem da psicologia evolucionista do comportamento.

O acesso dos animais aos produtos de higiene se deve à visitação de pessoas à Ilha do Campeche, local que possui a maior concentração de oficinas líticas (locais usados por povos pré-históricos para fabricar artefatos) e gravuras rupestres do litoral brasileiro, o que atrai turistas para o local, que é um sítio arqueológico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que administra o local em parceria com a Associação Couto de Magalhães (Acompeche).

“Os produtos utilizados pelos animais são levados para a ilha para limpeza e manutenção dos espaços e estruturas usados pelos turistas e visitantes”, explica Gasco.

O ato de esfregar os produtos nos próprios corpos feito pelos animais é chamado pelos pesquisadores de unção. “Ele é realizado entre o grupo em sessões que duram de alguns segundos até cinco minutos”, diz. “Normalmente, usam nas patas, boca, nariz e os dentes para aplicá-los na região genital e na cauda. É nessas áreas úmidas e quentes do corpo que normalmente se desenvolvem bactérias e fungos”, completa.

O comportamento dos quatis pode ser, segundo os pesquisadores, uma cultura da automedicação em animais que representa uma novidade entre os carnívoros. O estudo feito pelos especialistas concluiu ainda que os quatis que habitam a ilha usam os produtos de higiene há mais de uma década, o que se transformou em uma aprendizagem social repassada por gerações.

Quati usando produto de higiene destinado a humanos (Foto: Aline Gasco)

“A plasticidade comportamental e motivação em explorar novas situações é característica deles”, afirma Gasco. “O que estamos investigando agora são as causas da unção com produtos não-naturais”, acrescenta a bióloga.

A pesquisadora e os demais especialistas supõe, até o momento, que “esse comportamento possa ter surgido pela interferência humana, pois eles estão em constante contato com os moradores da ilha, que apresentaram indiretamente os produtos de higiene a eles”.

De forma mais detalhada, Aline explica que a origem do uso de produtos de higiene deve ser resultado de uma soma de fatores internos e externos aos animais, que inclui a capacidade exploratória deles, o comportamento de catação, a plasticidade comportamental para viver em ambientais com a presença humana e a possível ausência na ilha de plantas com propriedades analgésicas ou atividade contra ectoparasitas.

“Na verdade, acreditamos que o efeito do uso do sabão tenha se disseminado entre os membros do grupo pela observação curiosa deles, como também pelo contato social durante a alo-catação (mordiscar ou coçar um ao outro)”, explica.

Ilha do Campeche (Foto: Aline Gasco)

Ao usarem os produtos de higiene, os animais fazem uma limpeza em si próprios e nos demais membros do grupo, mas, segundo Aline, “não é só isso”.

“Os laços sociais são fortalecidos durante esses momentos de interação social. Nesse contexto, o compartilhamento da espuma entre os indivíduos do mesmo grupo contribuiu para a unção espalhar-se e ser aceita nessa população da ilha”, diz.

Intoxicação

O uso de produtos de higiene humanos pelos quatis pode ser prejudicial para eles. Se eles apenas utilizassem os sabonetes para espumarem-se, o uso tópico talvez tivesse o mesmo risco que tem para humanos. No entanto, os demais produtos podem causar intoxicação nesses animais, além de haver risco de irritação da pele devido ao uso frequente de produtos com químicos abrasivos.

“Embora os níveis de toxicidade devam variar entre o contato com a espuma, ingestão e a imersão no líquido, qualquer utilização teria margem de segurança duvidosa”, alerta Gasco. “O correto seria proteger os animais da exposição a esses produtos”, completa.

Os quatis, entretanto, parecem não ser os únicos a ter o comportamento identificado pela pesquisadora. Isso porque, após publicar um artigo sobre o assunto, Aline passou a receber relatos de estudiosos brasileiros sobre outros materiais de origem antrópica que eram esfregados pelos animais nos próprios corpos – como luvas de látex.

“Quanto aos produtos deixados pelos turistas, antes de serem vistos como problema, é preciso melhorar a gestão dos resíduos orgânicos na ilha e o acabar com hábito dos visitantes de alimentar os quatis”, recomenda Monticelli, orientadora de Aline Gasco.

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Projeto instala placas e redutores de velocidades para proteção da fauna

Foto: MPE/MS

Em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, começaram a ser instalados nesta terça-feira (26) placas informativas e redutores de velocidade nos locais de maior incidência de atropelamento de quatis e capivaras.

A iniciativa é resultado da parceria entre Ministério Público Estadual (MPE) e Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran).

A maior frequência de atropelamentos está nas proximidades dos parques lineares, Parque Sóter, Parque das Nações Indígenas e Lago do Amor.

A Agetran é parceira do MPE no projeto Quapivara, que foi criado para reforçar a missão ecológica e para promover a sustentabilidade da cidade, combatendo a falta de urbanidade e respeito no trânsito.

O nome Quapivara remete aos quatis e capivaras, animais silvestres que convivem com a população de Campo Grande, em regiões habitadas e de tráfego, sendo vulneráveis aos atropelamentos.

Uma reunião foi realizada no dia 4 de agosto, entre representantes da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur), gestores do Parque das Nações Indígenas, Polícia Ambiental e Agetran, a procuradora de Justiça, Marigô Regina Bittar Bezerra para a solicitação de instalação desses placas educativas e dos redutores de velocidade nos locais com maior frequência de atropelamentos.

O diretor-presidente da Agetran, Janine de Lima Bruno, informou que tomaria as providências necessárias.

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Animais explorados em circo causam comoção ao serem devolvidos à natureza

Por Fernanda Franco (da Redação)

Foto: Divulgação/ADI
Foto: Divulgação/ADI

Pepe, um macaco-aranha (coatá) passou oito longos anos sendo explorado em um circo. Para viver no circo, Pepe teve seus dentes caninos arrancados para tornar-se “inofensivo” ao domínio dos exploradores, e era mantido todo o tempo acorrentado e isolado de outros animais da sua espécie.

Mas, agora, Pepe e outros 38 animais vítimas da exploração ganharam um novo destino: a liberdade. As informações são do The Dodo.

Num esforço conjunto com o governo peruano para combater a utilização de animais em circos, os 39 macacos, quatis e juparás (da mesma espécie dos quatis) foram resgatados nos últimos meses pela Animal Defenders International (ADI), em uma ação chamada Operation Spirit of Freedom (Operação Espírito da Liberdade). A utilização de animais em circos no país é proibida desde 2011.

Esses animais foram arrancados de suas mães ainda filhotes e depois mantidos em cativeiro. Para quem não sabe, os filhotes são capturados em condições altamente traumatizantes, presenciando muitas vezes a morte da mãe antes de serem aprisionados.

Após serem resgatados, esses animais passaram por um período de reabilitação em um centro de resgate, em Lima. Durante esse tempo, animais como Pepe receberam cuidados para superarem os horrores vividos em seu passado de cativeiro.

“Nesses últimos seis ou sete meses, ele (Pepe) aprendeu que poderia ter uma vida diferente e ser livre – e o mais importante: que nunca mais seria maltratado novamente”, declarou Jan.

Na semana passada, os animais foram transferidos de Lima para seu novo lar: um santuário da vida selvagem localizado próximo a Iquitos, no Peru.

Membro da equipe da ADI segura na mão de macaco para acalmá-lo durante transporte para santuário (Foto: AP Photo/Rodrigo Abd)
Membro da equipe da ADI segura na mão de macaco para acalmá-lo durante transporte para santuário (Foto: AP Photo/Rodrigo Abd)

A vida no novo lar

Essa era a primeira vez, depois de muitos anos de vida em cativeiro, que os macacos tiveram contato com seu habitat natural. Muitos deles reconheceram imediatamente que estavam em casa. Eles simplesmente sabiam que pertenciam àquele lugar. Cada esforço valeu a pena.

Foto: Divulgação/ADI
Foto: Divulgação/ADI

“Quando a ação terminou, todo mundo chorou”, declarou Jan Creamer, presidente da ADI. “A reação deles foi maravilhosa. Eles corriam, dançando e balançando entre as videiras – eles estavam absolutamente fascinados com as árvores”.

“Suas expressões eram de plenitude e alegria”, declarou Jan.

Uma macaca, em especial, chamada Cindy, teve uma reação muito comovente. “Ela subiu numa árvore e a abraçou”, disse Jan. “Nós choramos muito nessa hora”.

Pepe, por sua vez, já estava mais desconfiado, por conta de seu longo tempo de vida em cativeiro. Ele só se sentiu seguro quando a equipe da ADI o acompanhou. Ele então abraçou Jan e correu para sua nova casa.

O novo lar desses animais é uma area natural imensa localizada na floresta amazônica, próxima à cidade de Iquitos, no Peru, onde a biodiversidade foi totalmente preservada.

Adaptação: reaprendendo a ser livre

Foto: Divulgação/ADI
Foto: Divulgação/ADI

Como muitos animais após muitos anos em cativeiro perdem a memória instintiva de como viver em liberdade no ambiente selvagem, infelizmente eles não podem ser devolvidos para viver em liberdade sem algum tipo de acompanhamento e proteção – com algumas exceções.

Mas a ADI vê nesse santuário o melhor dos dois mundos: qualquer coisa que pudesse ser perigosa para os novos “moradores” foi removida, garantindo uma vida livre em seu habitat natural, mas ao mesmo tempo protegida dos perigos de uma vida completamente livre, pois esses animais – sequestrados ainda bebês de suas mães – não aprenderam a se virar sozinhos na natureza.

Considerando a necessidade desse cuidado, a ADI introduziu alguns recursos para encorajar os animais a viverem na natureza. “Como eles não sabem construir abrigos, pusemos redes e palhas, como meio de estimulá-los a perceber que podem construir também”, disse Jan.

A nova casa proporcionará também aos animais a chance de conviver e interagir com animais da mesma espécie. Como muitos foram retirados das mães ainda filhotes e depois mantidos por muitos anos isolados em cativeiro, eles ainda sabem muito pouco sobre conviver com outros animais – e esse é um fator chave para garantir a sobrevivência no meio selvagem.

“Apesar de ser um desafio, eles têm gostado bastante dessa experiência de viver com outros animais”, contou Jan.

Apesar do elo criado entre os animais e as pessoas que cuidaram deles durante o período de recuperação, agora a equipe da ADI está, aos poucos, saindo de cena, para que os macacos aprendam e se adaptem à nova vida na natureza – com o maior grau de autonomia possível.

“É claro que nós os amamos e nos importamos muito com eles. Mas eles não precisam mais de nós…”, disse Jan, referindo-se à fase de adaptação e integração dos macacos no santuário.

Outros animais como leões, tigres e um urso, todos resgatados da exploração em circos, estão sob os cuidados da ADI e devem ser transferidos para um santuário nos EUA em junho deste ano.

O custo total de todo o processo de resgate e soltura dos quase 80 animais está previsto em 1 milhão de dólares. Quem tiver interesse pode contribuir com o projeto acessando este link.

No ano que vem, a ADI pretende voltar seu foco para a Colômbia e o México, onde circos com animais também são proibidos.

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Família de quatis visita residência em Itanhaém (SP)

Quatis fazem bagunça em quintal de casa em Itanhaém, SP (Foto: Reprodução / TV Tribuna)
Quatis fazem bagunça em quintal de casa em
Itanhaém, SP (Foto: Reprodução / TV Tribuna)

Uma família de quatis, mamíferos silvestres com o focinho comprido, têm se tornado visita constante à residência de uma família de Itanhaém, no litoral de São Paulo. Os animais entram no quintal da casa aos montes e passeiam sem se importar com a presença das pessoas. Os moradores acabaram se aproximando dos mamíferos e gravaram vídeos dos pequenos animais fazendo bagunça na casa. (Veja aqui)

Ao menos oito quatis visitam o local periodicamente em busca de contato com os donos da casa e de comida. Os pequenos mamíferos se alimentam de frutas e plantas.

O veterinário do Orquidário de Santos, José Fontenelle, afirma que apesar de serem dóceis, é necessário cuidado já que eles possuem uma mordida forte e os machos tendem a ficar mais agressivos durante a época reprodutiva.

Como são animais silvestres, os quatis não podem ser aprisionados e devem permanecer soltos na natureza.

Fonte: G1

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Quatis famintos migram para zonas urbanas em busca de alimento

Animais comem lixo dos moradores Record Minas
Animais comem lixo dos moradores
Record Minas

Bandos de quatis estão migrando para o bairro Buritis, na região oeste de Belo Horizonte, à procura de comida. Famintos, sempre que os moradores colocam o lixo para fora os animais aparecem.

Os animais começaram a aparecer há seis meses, quando a seca deu sinais preocupantes. A estiagem prolongada diminuiu a comida na mata. O gari Lair Luciano de Oliveira conta que os animais sujam as ruas.

Moradores de um prédio que fica ao lado de uma mata chegaram a tampar a lixeira para impedir os ataques dos quatis mas não adiantou. Antes, toda a área onde é o bairro era uma floresta que só diminuiu por causa de expansão urbana, o que provoca as invasões, segundo a ambientalista Maria Dalci Ricas.

“Se nós pensarmos que a expansão urbana no País continua desenfreada sem obedecer à parâmetros ambientais – incluindo proteção dos animais silvestres e da água – seguramente isso vai piorar cada vez mais”.

Os quatis começaram a aparecer há seis meses. Exatamente quando a seca deu sinais preocupantes. A estiagem prolongada diminuiu a comida na mata. Não há chuvas fortes na capital mineira desde maio deste ano.

Fonte: R7

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Lei de proteção aos animais é sanciona pelo Executivo em Quatis (RJ)

O prefeito Bruno de Souza (PR) sancionou, essa semana, o projeto de Lei de autoria do vereador Álvaro Luiz da Fonseca, o Alvinho (PSD), que institui o Dia Municipal de Proteção aos animais. O projeto foi aprovado, por unanimidade, pela Câmara Municipal esse mês.

De acordo com o texto da Lei Municipal 828/2014, foi instituído e incluído no Calendário Oficial de Eventos do Município de Quatis o ‘Dia Municipal de Proteção aos Animais’, a ser realizado anualmente, no dia 4 de outubro, tem como objetivos proteger os animais através de ações que estimulam a adoção, o respeito à vida, à integridade física e psíquica dos animais, visando o seu bem estar.

Ao justificar seu projeto, o vereador Álvaro falou sobre a importância da conscientização sobre a proteção dos animais. “Existe em todo o mundo um sentimento coletivo visando conscientizar sobre a proteção animal. Em Quatis, existem entidades que buscam proteger os animais, incentivando o respeito até mesmo a doação de pequenos animais domésticos. Com a criação no calendário oficial de um dia exclusivamente voltado para o segmento, com certeza, o município estará colaborando de forma decisiva com os que lutam em favor dos animais, sendo assim a prefeitura poderá desenvolver um amplo trabalho nesse sentido”, avaliou o vereador, lembrando que o texto do projeto de lei diz ainda, que a prefeitura poderá firmar parcerias com entidades privadas para a realização dos eventos alusivos a referida data. “O projeto passa a valer a partir da publicação no diário oficial do município”, completa.

Fonte: A Voz da Cidade

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Carne de quatis, tatus e macucos é apreendida em residência de Garuva (SC)

Carne de aninais foi apreendida em Garuva, no Norte de SC (Foto: Marciéli Palhano/RBS TV)
Carne de aninais foi apreendida em Garuva, no Norte de SC (Foto: Marciéli Palhano/RBS TV)

A Polícia Militar Ambiental apreendeu carne de quati, cinco tatu e macuco em uma residência de Garuva, no Norte de Santa Catarina. O flagrante foi no km 10 da SC 417.

De acordo com o tenente Felipe Dutra, a polícia recebeu informações que havia no local uma fábrica ilegal de palmito e acabou encontrando diversos animais silvestres mortos. No total, foram encontrados 11 quatis, cinco tatus e três macucos, que estavam em dois freezers da casa. Além disso, foram apreendidos 100 vidros de palmito, com cerca de 40 kg, que estavam sem registro de procedência.

O proprietário da casa, de 48 anos, disse que tudo era para consumo próprio. Porém, conforme a polícia, a apreensão continua sendo irregular. Na casa ainda foram encontradas quatro espingardas, um revolver calibre 38, munições sem registro, além de armadilhas para caça.

O suspeito vai responder um processo administrativo da Polícia Ambiental. Duas empresas, de Garuva e Mato Grosso, que têm nomes nas embalagens de palmito serão investigadas para verificar se há envolvimento. A multa para o homem pode ser superior a R$ 50 mil.

Fonte: G1

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Sumiço de centenas de quatis é investigado em ilha de SC

Quati na Ilha do Campeche (Foto: s/c)

A Fundação do Meio Ambiente (Fatma) e a Polícia Ambiental investigam, desde terça-feira, o sumiço de centenas de quatis da Ilha do Campeche, no sul de Florianópolis (SC). Os animais, que passavam de 500, segundo moradores, não são mais vistos na região desde o começo do verão. “Por enquanto, não há vestígios de que foram mortos, mas também não há quatis. Encontramos apenas um filhote numa árvore”, disse o fiscal da Fatma, o geógrafo Carlos Eduardo Soares.

Comerciantes preferem não comentar sobre o destino dos animais, que costumavam roubar sacolas de turistas e pular em mesas de restaurantes para pedir comida. “Jacaré entrou no céu porque tem boca grande”, disse um morador, sugerindo que, se alguém falar, sofre represália. As informações são do jornal Diário Catarinense.

Alguns moradores relataram aos fiscais da Fatma e da Polícia Ambiental, com garantia de anonimato, que parte dos quatis foi envenenada ou degolada por armadilhas, e que os demais foram transportados com vida até a praia vizinha de Lagoinha do Leste. Os dois órgãos decidem a partir de hoje o que será feito.

Se houver suspeita de crime, o Ministério Público Estadual é informado e pode abrir processo criminal contra o autor, que poderá pegar entre seis meses e um ano de cadeia e pagar uma multa de R$ 500 por animal morto. Os quatis não são nativos da Ilha do Campeche. Eles foram levados para lá há cerca de três décadas e se reproduziram descontroladamente.

Com informações do Terra

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Quatis entram em casas em busca de comida, em Campo Grande (MS)

 

Foto: Divulgação

Residências do entorno da Área de Preservação Ambiental (APA) Lageado, no Bairro Maria Aparecida Pedrossian, em Campo Grande (MS), estão sofrendo “ataques” de quatis. Eles vivem na mata, mas quase todos os dias, pela manhã e no fim da tarde grupos com dez, 20, 30 animais atravessam as cercas para “roubar” comida das residências. Os pequenos mamíferos, atacam as lixeiras e em alguns caso até entram nas casas.

As frequentes invasões incomodam moradores que cobram providências da autoridades ambientais competentes, seja a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur), seja o Instituto de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Nivaldo Gonçalves Rodrigues, 53 anos, mora há 20 anos na Rua Graciano Vargem Alegre. Ele conta que sua casa já sofreu vários ataques dos quatis. “Já entraram na minha casa, eu tenho uma dispensa e eles entraram, rasgaram saco de macarrão, de farinha, eles destroem tudo que veem pela frente. Uma vez derrubaram uma assadeira de bolo de cima do fogão. A gente não liga muito, mas tem gente que liga”.

Outro morador da mesma rua, que pediu para ter a identidade preservada, admite a alimentar os bichos. “Dou comida porque tenho dó deles, mas eles aprontam, comigo e com os vizinhos, é complicado. Alguém tinha de tomar uma providência, porque tem gente que fica bravo com a bagunça deles e pode fazer mal para eles, dar veneno, sei lá”, disse.

Parque

O presidente da Associação de Moradores do bairro, Jânio Batista Macedo, acredita que se a APA Lageado fosse transformada em um parque ecológico e que se especialistas estudassem uma maneira de controlar a população de quatis o problema seria solucionado sem prejuízos para os animais. “Antes os moradores tinham problemas com os macacos. A gente construiu, então, um girau dentro da mata e todos os dias, moradores colocam restos de frutas, verduras do supermercado aqui do bairro para eles. Nunca mais eles entraram nas casas”.

Macedo destaca que inclusive a ingestão de alimentos das lixeiras e das casas é prejudicial às saúde dos quatis. “Tem uns que estão bem gordos, se tanto comer resto de comido do lixo, não é o ideal. Deve estar havendo um desequilíbrio ambiental sério na mata, porque eles não sairiam para buscar alimentos nas casas se não faltasse alimento no habitat deles”.

Fonte: Correio do Estado

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Lombadas reduzem índice de atropelamentos de animais em parque do MS

Ao completar 1 ano de funcionamento, as lombadas eletrônicas instaladas no Parque dos Poderes, em Campo Grande (MS), resultaram na diminuição de atropelamentos de animais silvestres nessa região. De acordo com o gerente de Unidades de Conservação do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), Leonardo Tostes, em comparação do ano de 2009 e 2010 houve uma diminuição de quase 80% do número de casos envolvendo animais. “Ano passado, após a instalação das lombadas, registramos em torno de dez casos de atropelamentos. Já no ano anterior, o número registrado foi de 50 atropelamentos de animais silvestres”, explica o gerente.

A implantação das dez lombadas resultou de parceria entre o Governo do Estado – pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) -, e a Prefeitura do Parque dos Poderes, que elaboraram uma estratégia que apontou os lugares de maiores riscos, como circulação de veículos com excesso de velocidade e maior índice de atropelamentos de animais silvestres.

Os equipamentos eletrônicos foram implantados em frente ao Tribunal de Justiça e à Assembleia Legislativa, na avenida Desembargador Leão do Carmo Neto, próximo ao Tribunal Regional Eleitoral e em dois pontos da avenida do Poeta: em frente ao Posto dos Poderes e e frente à Governadoria. Também foram colocados equipamentos na Avenida Projetada, em frente ao Centro de Educação Infantil José Eduardo Jallad (Cei Zédu) e ao Ministério Público Estadual.

“Além de proteger os animais, as lombadas proporcionaram mais segurança aos pedestres. Já houve casos de atropelamento de um servidor público que estava saindo do seu trabalho”, afirma Leonardo. O gerente explica que, antes da implantação dos equipamentos, já houve casos de atropelamento de três animais ao mesmo tempo. “Os quatis são as maiores vítimas do abuso da velocidade. Em 2009 encontramos um veado fêmeo que foi atropelado com seu filhote durante a travessia”, lembra.

Fonte: Correio do Estado

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