Parte frontal de um carro da marca BMW
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BMW apresenta bancos de couro veganos com “a melhor avaliação e qualidade até o momento”

Parte frontal de um carro da marca BMW
Pixabay

A empresa de carros de luxo BMW está introduzindo no mercado bancos de couro veganos que foram descritos como “os mais bem avaliados e de melhor qualidade até o momento”.

De acordo com o jornalista automotivo, Thomas Majchrzak, os assentos feitos de materiais sem origem animal – que a marca já oferece há algum tempo -, superam em conforto e sensação táctil o material feito com couro legítimo.

Macio e felpudo

“Tecido perfurado, logo respirável, estrutura acolchoada, macio e felpudo e, ainda assim, produzido por materiais que não foram testados em animais. De agora em diante, a maioria dos carros série 5 da BMW serão vendidos mundialmente com esses assentos, como já é padrão nos EUA”, disse Majchrzak no Instagram.

“É uma grande vitória para todos os animais, para os humanos machucados no processo de tingimento e para o meio ambiente. Vitória também para nossos esforços no último ano em mudar a indústria para melhor.”

Carros veganos

A instituição de defesa dos direitos animais PETA nota que enquanto alguns fabricantes de veículos oferecem interiores com couro vegano, outros componentes do carro podem ser feitos de materiais advindos de animais.

Dito isso, a instituição encoraja os consumidores a entrarem em contato direto com os fabricantes para confirmar que os componentes de seu carro são totalmente livres de origem animal.


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Pobre variedade da comida hospitalar servida ao paciente vegano (Foto: Alexia Carvalho/Facebook)
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Paciente vegano se ofende com qualidade de comida hospitalar

No hospital Royal Adelaide, na Austrália, um paciente internado pediu por uma comida à base de plantas para se alimentar, e descobriram a péssima qualidade das refeições oferecidas no hospital. Fizeram, então, questão de expressar publicamente suas preocupações.

Pobre variedade da comida hospitalar servida ao paciente vegano (Foto: Alexia Carvalho/Facebook)
Pobre variedade da comida hospitalar servida ao paciente vegano (Foto: Alexia Carvalho/Facebook)

Bailey Thompson era o paciente, com 19 anos, que foi internado por ter quebrado as costelas. Bailey e sua visitante, Alexia Carvalho, solicitaram a opção de jantar vegana, até que receberam no quarto uma xícara de frutas, um pão e um par de pequenas batatas cozinhas. O descontentamento foi tanto que Alexia divulgou a reclamação em uma nota via Facebook.

“É bom saber que vocês se preocupam com seus pacientes que possuem necessidades específicas de dietas”, lamentou Alexia em questão à pouca variedade e descaso da comida servida pelo hospital ao seu amigo. Alexia escreveu, também, um bilhete reclamando do ocorrido para o hospital.

Segundo o The Daily Mail, Thompson, que é vegano, está no hospital depois que quebrou as costelas e teve complicações em seus pulmões, e disse que o paciente já havia perdido 5 quilos em apenas oito dias depois de ser internado.

O bilhete que Alexia deixou ao hospital por não fornecer uma comida à base de plantas de qualidade (Foto: Alexia Carvalho/Facebook)
O bilhete que Alexia deixou ao hospital por não fornecer uma comida à base de plantas de qualidade (Foto: Alexia Carvalho/Facebook)

Thompson diz que refeições menos do que ideais eram servidas comumente durante a sua estada no hospital, descrevendo a comida que haviam lhe servido como desleixada ou mal preparada. Os alimentos em questão foram fornecidas pela empresa de refeições do hospital, a The Spotless Group.

Um representante da Rede de Saúde Local da Central Adelaide se pronunciou ao The Daily Mail: “No momento, estamos investigando o assunto e continuaremos a ouvir o feedback dos pacientes, e trabalhar para garantir que todas as refeições atendam aos padrões esperados pela comunidade.

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Proteste avalia qualidade de 15 marcas de ração para cães

A qualidade da alimentação é essencial para a boa saúde do cachorro. Por isso, é necessário cuidado na hora de escolher qual ração oferecer para o melhor amigo do homem. Pesquisa da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) indicou que apenas oito, das 15 marcas das mais vendidas no País, foram consideradas boas.

O estudo avaliou as composições de dez rótulos para cães adultos e cinco para filhotes. A análise foi feita sob os parâmetros da Federação Europeia da Indústria de Ração Animal (Fediaf) – já que no Brasil não existe regulamentação sobre os níveis adequados de nutrientes para rações.

Análise levou em consideração níveis de proteína, gordura, fibras, calorias e minerais (Foto: Irandy Ribas/AT)

A técnica responsável pelo levantamento, Marcia Carvalho, explica que a análise levou em consideração as quantidades de proteína, gordura, fibras, calorias e minerais como cálcio, fósforo e zinco. O alerta: a marca Champ, uma das mais baratas nas prateleiras, pode não ser a melhor opção para a alimentação balanceada de seu cachorro.

Conforme o estudo, as versões adulto e para filhotes dessa marca têm pouca proteína e gordura, a maior fonte de energia dos cães. Isso significa que se for oferecer essa ração para o seu cão, podem ser consumidos menos nutrientes do que se deveria.

Já a ração Pro Plan — a mais cara, segundo a pesquisa — foi considerada o produto com a qualidade mais elevada. O melhor custo-benefício, no entanto, foi associado às marcas Golden (para adultos) e Dog Chow (filhotes).

Em nota, a Mars (responsável pelas marcas Champ e Pedigree) diverge dos resultados por “não considerar as diferentes categorias e tipos de produtos disponíveis no mercado, estabelecendo uma comparação que não considera as peculiaridades e o perfil nutricional de cada categoria”.

A empresa sustenta ainda que os métodos não seguiram os padrões europeus e nem da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). Diz contar com rigoroso processo de escolha de fornecedores e realizar auditorias periódicas nos produtos utilizados.

Procuradas, as demais marcas não se posicionaram até a publicação desta matéria.

Aspecto nutricional

O estudo mediu ainda a qualidade das proteínas, que depende da quantidade do nutriente e digestão. Nesse quesito, a ração Pedigree apresentou baixo nível de absorção. As demais registraram níveis iguais ou superiores aos parâmetros europeus.

Já a Equilíbrio, Golden, Max (adultos) e Herói (filhotes) tiveram níveis de zinco um pouco abaixo do recomendado. A deficiência desse nutriente é normalmente relacionada a alterações no pelo, no trato digestivo e no sistema imunológico.

Sobre a qualidade da gordura, que é essencial para a absorção de vitaminas e para o sabor da ração, Pro Plan, Royal Canin e Dog Chow para adultos se destacaram. Para filhotes, a melhor foi a Dog Chow. A Champ, nas duas categorias, apresentou quantidade de gordura insuficiente.

Em relação às fibras (relacionadas à saciedade do cão e ao bom funcionamento do intestino) e teor de carboidratos, todos os produtos foram bem avaliados. Resultados similares à quantidade de fósforo e de cálcio, que são importantes para o funcionamento nervoso e muscular e para a formação e a manutenção dos ossos.

Valor calórico

A análise levou em consideração o valor energético, para suprir as necessidades do cão. Equilíbrio, Pro Plan e Royal Canin foram as melhores. Já para filhotes, Golden e Dog Chow se destacaram.

O pior resultado foi o da Herói para filhotes: cada 100 gramas de ração oferece menos do que as 340 calorias mínimas recomendadas pela Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação.

Já a rotulagem foi o último critério avaliado. A maioria das marcas apresentou letras pequenas e borradas, o que dificulta a leitura e a localização das instruções. Apenas a Magnus, para adultos, foi considerada aceitável.

Fonte: A Tribuna

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Grupo espírita dá 'passe' em animais e ajuda a melhorar a qualidade de vida

Grupo foi organizado pelo palestrante espírita Wilson Rodrigues Júnior, de Sorocaba (Foto: Arquivo pessoal)
Grupo foi organizado pelo palestrante espírita Wilson Rodrigues Júnior, de Sorocaba (Foto: Arquivo pessoal)

Melhorar a qualidade de vida dos animais é prioridade para muitos tutores. Mas, além da parte física, alguns deles também prezam pelo lado espiritual do animalzinho. Pensando nisso, Wilson Rodrigues Júnior, um palestrante espírita de Sorocaba, montou um grupo de estudo que aplica fluidoterapia (popularmente conhecida como ‘passe’) em animais.

Ele conta que a ideia de começar o trabalho surgiu depois de assistir a um seminário sobre a espiritualidade dos animais. “Há divergência no meio espírita quanto a isso, pois há quem entenda que os animais não têm alma, espírito. Porém, estudando de forma mais detalhada as obras básicas da doutrina espírita, notamos que eles têm sim alma e, assim como os humanos, podem ser beneficiados com os ‘passes’ para problemas de ordem física. Não há cura imediata, mas pelo menos uma melhora na qualidade de vida”, explica Wilson, que hoje coordena o grupo.

Para Wilson, os animais têm alma sim e podem ser beneficiados pelos 'passes' (Foto: Arquivo pessoal)
Para Wilson, os animais têm alma sim e podem ser beneficiados pelos ‘passes’ (Foto: Arquivo pessoal)

A primeira pessoa que levou o seu animal para receber a fluidoterapia foi Ivana Barbieri, uma dona de casa, de 52 anos. Ela era tutora do Nick, um cão da raça Cocker, que tinha sopro no coração. “O Nick fez tratamentos veterinários para o problema, mas para mim, além desse lado, há também o espiritual”.

Ivana conta que ficou sabendo que Wilson formou um grupo de estudos sobre o assunto e levou Nick até eles.

“Meu cão estava muito doente. Alguns médicos disseram que ele não viveria muito e sugeriram induzir a morte. Mas, depois que comecei a levá-lo para receber a fluidoterapia, a qualidade de vida dele melhorou muito, física e espiritualmente. Os médicos falavam que ele morreria logo, mas ele viveu mais três anos”, explica Ivana. Ela conta que o cão faleceu no começo deste mês por causa de uma parada renal.

Tutores e animais também passam por uma triagem antes das sessões (Foto: Arquivo pessoal)
Tutores e animais também passam por uma triagem antes das sessões (Foto: Arquivo pessoal)

Acompanhamento espiritual
Wilson comenta que, além da fluidoterapia, que é aplicada uma vez por mês dentro de um centro espírita da cidade, há palestras com temas relacionados aos animais. Os tutores e animais também passam por uma triagem, na qual explicam porque levaram o animal para receber a fluidoterapia.

“Os animais ficam comportados na sala de ‘passe’. Alguns até dormem, já que a paz no ambiente é muito grande e eles sentem isso”, conta Wilson. Ele afirma que cerca de 50 animais são atendidos por sessão. “A maioria dos animais que vai ao centro são cachorros. Mas já foram levados até o centro gatos, hamsters e até periquitos. Recebemos pessoas de todas as partes de Sorocaba e da região também, como Votorantim, Araçoiaba, Itu e Boituva”, afirma Wilson.

O coordenador explica que, como as sessões são mensais, os tutores costuma levar os animais em todos os encontros.

“Dessa forma, fazemos um acompanhamento para saber se os animais melhoraram. Costumamos receber relatos de que o animal melhorou, que o ambiente na casa melhorou… Mas isso depende muito do ser humano criar para ele uma situação melhor, mudar seus pensamentos e atitudes. Não existe cura nem milagre, existe direcionamentos para que o humano melhore”, explica.

O Grupo Espírita Francisco de Assis (GEFA) atua na rua Guararapes, número 133, na Vila Jardini, em Sorocaba, nas dependências do Centro Espírita Hilarion. Os encontros são realizados sempre no primeiro domingo do mês.

Ivana Barbieri e o Cocker Nick foram os primeiros atendidos pelo grupo (Foto: Arquivo pessoal)
Ivana Barbieri e o Cocker Nick foram os primeiros atendidos pelo grupo (Foto: Arquivo pessoal)
Já foram atendidos cães, gatos, hamsters e até periquitos de toda a região (Foto: Arquivo pessoal)
Já foram atendidos cães, gatos, hamsters e até periquitos de toda a região (Foto: Arquivo pessoal)

Fonte: G1

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Aumento da exploração de insetos levanta debate sobre seus direitos

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Faunalytics
Reprodução/Faunalytics

Quando debatemos a ética por trás do consumo de produtos de origem animal, frequentemente cita-se a criação de animais em fazendas ou a caça de animais selvagens. Porém, com o crescente consumo de insetos, a preocupação com o bem-estar desses animais deve aumentar.

Muitas pessoas já consomem produtos derivados do mel e afetam insetos de diversas maneiras. Então, já deveríamos pensar sobre o bem-estar de insetos, um assunto que defensores dos animais têm levantado, diz o portal Faunalytics.

Normalmente, parte da equação sobre o que constitui uma “boa vida” inclui o tempo de duração dessa vida. Mas essa medição pode ser bastante complicada quando se trata de insetos que vivem dias ou semanas em vez de anos.

Segundo o pesquisador Simon Knutsson, que analisa as condições de vida de algumas espécies, viver mais não é necessariamente bom, pois os insetos ficam expostos também a fatores ruins que os ameaçam.

Como outros animais, nem todos os insetos têm vidas semelhantes. Mesmo dentro de uma espécie, a qualidade e a duração da vida pode ser diferente. A maioria das abelhas operárias, por exemplo, vive entre 15 e 38 dias.

Quando as abelhas crescem e começam a sair da colmeia para conseguir alimento e água, o risco de morte aumenta substancialmente e esses casos devem ser analisados.

Já a expectativa de vida de um zangão é um pouco maior, entre 20 e 40 dias. Durante a temporada de inverno, os zangões são “de pouca utilidade “e recebem uma grande quantidade de alimentos para serem mortos no outono pelos trabalhadores.

Já uma abelha rainha protegida pode viver de dois a três anos.

Porém, as abelhas produzem várias rainhas ao mesmo tempo e como há apenas uma rainha por colmeia, muitas delas são mortas antes de se reproduzirem e se tornarem adultas.

“Do ponto de vista ético, não é interessante pensar quanto tempo um animal pode viver, mas sim como é sua qualidade de vida”, afirma Knutsson.

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Deixar o animal de estimação com conhecidos é opção para quem vai viajar

Para aqueles que estão com viagem marcada para curtir as férias e não tem intenção de levar seu animal de estimação, a solução é recorrer a um amigo próximo ou um vizinho.

Caso a pessoa não tenha nenhuma dessas duas opções, vale procurar hotéis e spas para cães e gatos, deixando seu animal de estimação hospedado durante todo o tempo que você estiver viajando.

Se o responsável pelo cachorro preferir deixá-lo com um conhecido, é preciso ter certeza que essa pessoa irá cuidar muito bem de seu animal enquanto estiver ausente. O ideal é pedir ajuda para alguém de confiança e que tenha afinidade com o cão.

Além disso, é preciso passar recomendações importantes, como a quantidade de ração, os remédios a serem administrados e horários de passeios a ser cumpridos. Para evitar estresse no animal, é necessário manter sua rotina.

Agora, se a única opção é deixar o seu pet em hotéis, o tutor deve se certificar se é um lugar seguro e adequado para seu animal.

O número de hotéis voltados para os animais cresceu nos últimos anos e estão cada vez mais populares. O sucesso desse tipo de serviço se deve aos cuidados que garantem em relação ao animal e às facilidades oferecidas aos seus tutores.

Mas, antes de escolher em qual lugar o cão irá ficar, é preciso tomar alguns cuidados pois bom preço e facilidade nem sempre são sinônimos de qualidade.

É necessário visitar as instalações com antecedência e verificar questões como higiene e alimentação. Locais muito pequenos podem traumatizar o animal e até mesmo deixá-los estressados.

Os tutores devem averiguar também se os funcionários responsáveis pelo tratamento dos animais são treinados e capacitados para a atividade.

Para que um cão ou gato possa se hospedar nos hotéis, é preciso que ele esteja com a carteira de vacinação em dia e a aplicação de um carrapaticida e antipulga é obrigatória.

Fonte: Ribeirão Preto Online

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Não precisamos de carne

Para muitos a frase acima pode parecer heresia. Afinal, a humanidade se alimenta de carne desde os primórdios da espécie, e alguns dos nossos antepassados hominídeos provavelmente também o fizeram (primeiro comendo carcaças abandonadas e, depois do desenvolvimento de ferramentas, caçando animais vivos).  Isso ocorreu há aproximadamente 2,5 milhões de anos, com os Australopithecus. Nesse período, alimentar-se de carne representou um fator importante, uma vez que as condições ambientais nem sempre proporcionavam a quantidade de frutas e vegetais suficientes para a sobrevivência. 

Porém, o fato de que nossos antepassados tenham se beneficiado de uma dieta onívora não nos obriga a segui-la eternamente. Se naquele período a carne teve papel fundamental (até mesmo para o desenvolvimento do cérebro, como muitos sustentam), isso não quer dizer que hoje as proteínas de origem animal sejam essenciais. Pelo contrário. A partir do momento em que o ser humano passou a ter mais controle sobre o meio ambiente, particularmente através da agricultura, a gama de vegetais nutritivos disponíveis tornou-se bem maior, permitindo que nossa dieta pudesse se basear em ingredientes não-animais.

Além disso, para conseguir uma caça o homem pré-histórico gastava uma grande quantidade de energia. Hoje, ao contrário, é possível comer carne em todas as refeições (especialmente nas classes mais abastadas) sem sair de casa, o que tornou os onívoros mais suscetíveis a disfunções causadas pelo excesso de proteína. De acordo com o médico Eric Slywitch, em seu livro “Alimentação Sem Carne”, o consumo de carne está associado a um risco 88% maior de se desenvolver câncer de intestino grosso, e 54% maior de desenvolver câncer de próstata.

Já uma dieta estritamente vegetariana/vegana é capaz de suprir nosso organismo de todos os nutrientes necessários sem o risco de exceder nas proteínas. Por este motivo, entidades nacionais e internacionais* ligadas à saúde e à alimentação têm estimulado a difusão de informações a respeito do vegetarianismo, reforçando o fato de que se trata de uma dieta adequada a todos os estágios da vida. Porém, assim como uma dieta onívora desequilibrada gera carências nutricionais, uma dieta vegetariana mal planejada também pode apresentar falhas. Ainda assim, segundo o médico Eric Slywitch, os vegetarianos, se comparados aos onívoros, costumam ingerir uma quantidade igual ou maior de vitaminas e minerais. “Isso traduz uma melhor qualidade de alimentos utilizados pelos vegetarianos”.

*American Dietetic Association (ADA), American Heart Association (AHA), Food and DRUG Administration (FDA), Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), Kids Health, College of Family and Consumer Sciences, Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB).

Mariana Hoffmann – É jornalista, educadora, vegana e ativista pela causa animal. Em 2008 deu início a um projeto de mídia independente – o fanzine  bimestral “Informe Vegano”, uma publicação de cunho abolicionista.

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Evolução da beleza

A beleza é uma experiência do observador. Associada a um conjunto de reações ligadas a fatores culturais, espirituais e mentais.  Assim beleza é forma, é conteúdo, é singularidade, é sensibilidade.

Uma famosa frase de Audrey Hepburn começava assim:

“Para ter lábios atraentes, diga palavras doces
Para ter olhos belos procure ver o lado bom das pessoas…”

E, numa licença poética, poderíamos estender para: procure ver o lado bom das pessoas e compartilhe seu amor pelos animais.

A beleza, à frente de outros atributos, é aquilo que inicialmente nos aproxima do outro. As demais qualidades passam a ser apreciadas num segundo momento. Externamente não estão claros, muitas vezes, os outros aspectos positivos que possamos a vir admirar.

Beleza é relativa,  e como tudo impermanente, também muda. A história nos mostra diferentes fases da beleza: tipos e arquétipos que mudam com o passar dos anos. Comportamentos no vestuário como o uso de pele de animais até o uso da fibra natural e ecologicamente correta.

E agora chegamos finalmente à fase de consciência e necessidade da beleza “cruelty free”. E por que não dizer ATITUDE cruelty free?

A beleza é importante! Faz bem e traz bem-estar. Revitaliza os sentidos e nos dá energia.

Cuide da sua pele, dos seus cabelos e da sua saúde, praticando a beleza com ética e ajudando a disseminar esse conceito.

Até a próxima!

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