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Abrigos para animais enfrentam dificuldades e buscam ajuda durante quarentena

Foto: Pixabay

A quarentena imposta pelo coronavírus está aumentando as dificuldades vivenciadas por abrigos para animais no Distrito Federal. Para continuar oferecendo qualidade de vida aos cães e gatos resgatados, as entidades buscam ajuda.

O Abrigo da Ceiça é um deles. Mantido pela aposentada Conceição de Maria Parente, o local está com 200 cães, 60 gatos e dois cavalos em sua dependência. Por integrar o grupo de risco, Ceiça depende da ajuda de pessoas que levem as doações até Águas Lindas (GO). As informações são do jornal Correio Braziliense.

“Desde o início da pandemia, as doações diminuíram muito. As pessoas que ajudam, no geral, dependem do comércio e, como está fechado, fica difícil doarem”, explicou Ceiça.

A entidade Atevi Proteção Animal, que mantém 1,5 mil animais, também está enfrentando dificuldades. Para conseguir comprar ração, presidente da organização e professora da rede pública de ensino, Ana Teresa Casasanta França, está vendendo máscaras de proteção contra a Covid-19 e dando aulas on-line.

“Só no meu apartamento, estou com 16 animais. O bazar que eu tinha para complementar a renda está fechado. Daí, o que eu faço?”, questionou.

Para manter o Projeto Acalanto, idealizadora e coordenadora, Lucimar Aparecida Pereira, está pedindo ajuda. Formado por voluntários, o projeto mantém atualmente cerca de 700 animais. “Nosso trabalho é rotativo. Agora que o animais não estão sendo adotados, precisamos da ajuda da população para comprar rações, medicamentos, produtos de higiene. Estamos gritando por socorro. Alguns voluntários já estão sem ração, então estamos dividindo uns com os outros. Precisamos de cestas básicas para os protetores que estão sem trabalho e, além de se sustentarem, precisam cuidar dos bichinhos”, disse.

O projeto Olívia Ajuda fabrica e vende diversos produtos para arcar com os gastos dos animais. “Neste momento, as nossas vendas estão paradas, porque elas acontecem principalmente em feiras de adoção. Começamos, então, a fazer campanha para pedir ajuda. Estamos recebendo as doações e levando aos protetores”, explicou Yzabella Vieira, uma das sócias do projeto.

O Projeto Adoção São Francisco, que abriga 120 animais, também busca ajuda. ”Ainda não estamos sentindo diferença nas doações, talvez porque estamos com três ou quatro casos bem fortes. As pessoas se sensibilizam, mas o cenário não é fácil”, disse Daniela Nardeli, diretora do projeto, que depende de poucas doações fixas. Ela acredita, porém, que a situação deve piorar. “As pessoas também estão tendo uma grande perda econômica”, completou.

A equipe do Resgate Noroeste mantém os animais em hotéis. Atualmente, o grupo abriga 15 animais e oferece suporte a outros 20. “Há praticamente um mês, as doações pararam. Temos algumas parcerias, mas, com o comércio fechado, todos estão com muita dificuldade”, relatou a advogada e coordenadora do projeto, Stephanie Cunha.

Animais resgatados da rua também recebem cuidados na Toca Segura. Quatro voluntários cuidam atualmente de 150 animais. “Fisicamente, o nosso trabalho está bem complicado; economicamente, estamos completamente endividados”, lamentou Danielle Mansur, responsável pelas redes sociais do projeto.

A situação não é boa também para a Associação Protetora dos Animais do DF (ProAnima), que ampara uma rede de voluntários que oferecem lar temporário aos animais através da venda de canecas, camisetas e adesivos. Atualmente, a entidade está realizando campanhas para arrecadar cestas básicas e produtos para animais.

“Toda a ração que ganhamos repassamos para os voluntários — alguns cuidam na rua mesmo. Formamos uma corrente”, relatou a diretora Mara Moscoso.

Confira abaixo o contato das entidades e ajude da maneira que puder:

Abrigo da Ceiça

Telefone (61) 99191-3533; Facebook: abrigodaceicaoficial/ e
Instagram: @abrigo_da_ceica

Atevi Proteção Animal

Telefone: (61) 98101-5733
Instagram: @atevi.df
Site: https://atevidf.wixsite.com/protecao-animal-pt

Projeto Acalanto

Sites: https://apoia.se/projetoacalanto ou www.vakinha.com.br/vaquinha/ajude-o-projeto-acalanto-df
Instagram: @projetoacalantodf

Olívia Ajuda

É possível comprar os produtos do projeto no site http://oliviaajuda.com.br/
Instagram: @oliviaajuda

Projeto Adoção São Francisco

Instagram: @adocaosaofrancisco
Ponto fixo de coleta na CLS 114, Bloco C, Loja 31, de segunda a sexta, das 8h às 18h

Resgate Noroeste

Os que puderem ajudar podem procurar as redes sociais ou participar da vaquinha no endereço: www.vakinha.com.br/vaquinha/nos-ajudem-a-ajudar-o-heitor

Toca Segura

Site: https://apoia.se/tocasegura
Instagram: @ tocasegura

ProAnima

Site: www.proanima.org.br/
Instagram: @proanimadf


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Destaques, Entrevistas, Notícias

Livro conta histórias reais de abandono e adoção de cachorros

A professora Ana Laura Galone decidiu ir além em seu trabalho voluntário em prol dos animais e escreveu o livro “10 contos caninos – uma reflexão para humanos” para doar para a causa animal os recursos arrecadados com a venda da obra. Em entrevista exclusiva à Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA), Ana Laura falou sobre os contos e abordou sua atuação em prol dos animais. Confira abaixo na íntegra.

Divulgação

ANDA: Quais temas são abordados nas histórias retratadas no livro?

Ana Laura Galone: São 10 contos, criados com base em vivências do grupo “Corrente Peluda”. Esse grupo, idealizado por mim, há 5 anos dá suporte para protetores de animais de Sorocaba (SP). A gente mantém essa corrente com caixinha, rifas, tarde de prêmios. Como não podemos resgatar, oferecemos suporte a quem resgata. Durante esses 5 anos, a gente ajudou muitos casos. Então, nesse livro aparecem casos de adoção, de abandono, de adoção de animais especiais, que não andam, o que geralmente é visto como um problema, já que as pessoas não querem adotar animais com deficiência. Mas o livro mostra uma adoção desse tipo.

O abandono na velhice é uma coisa muito comum também e que é retratada no livro. Infelizmente, é bonitinho quando é filhote, depois de idoso vai dar muito trabalho, então é abandonado. Adoção de animal adulto, que também é uma coisa complicada, porque as pessoas querem sempre filhotinho, também aparece no livro. São esses aspectos que trato no livro.

Mas eu sempre falo que o diferencial é que cada história é contada pelo animal, então é a visão do animal contando as suas histórias. E todo o dinheiro arrecadado com a venda do livro é revertido para a causa animal, o que é uma das formas que a gente também tem de ter uma caixinha para ajudar os protetores.

ANDA: Todos os contos são baseados em histórias reais?

Ana Laura Galone: Todos. Inclusive, um deles aconteceu na rua da minha casa. Todos os contos vêm acompanhados de foto do animal que passou por aquela situação. Não é exatamente a história do animal, eu mudo às vezes características como o sexo, se é macho ou fêmea. Mas é para dar uma floreada na história. No entanto, a situação base do conto foi passada pelo animal. E todos os casos receberam algum tipo de ajuda da Corrente Peluda.

ANDA: Tem algum conto presente no livro que você poderia dizer que te marcou mais?

Ana Laura Galone: Sempre me fazem esta pergunta, inclusive quando vou às escolas com a Corrente Peluda para falar sobre o livro e conscientizar os alunos. É o caso do Tupi, que vivia na rua em que moro. Ele foi abandonado com 13 anos. A pessoa simplesmente mudou de casa e o deixou. A vizinha começou a observar que a mulher estava organizando a mudança e o cachorro rodeando. O Tupi começou a pular no carro, tentando entrar. A vizinha perguntou: “você vai deixá-lo aqui?”, e recebeu a resposta: “ah, ele está velho, está acostumado, ele se vira”. A vizinha retrucou, dizendo que isso não aconteceria, que ele precisaria da tutora, mas não adiantou, ela foi embora e o abandonou. A vizinha teve que segurá-lo porque ele queria correr atrás do carro.

Eu conheci o Tupi há uns três anos, ele já estava bem idoso. Uma vez, passou em frente a minha casa e eu o alimentei. Desse dia em diante, ele começou a aparecer todos os dias para comer. Vinha com dificuldade, por conta da idade avançada, mas vinha. A vizinha acabou abrigando-o em sua garagem, inclusive oferecendo uma caminha para ele. Em novembro do ano passado, ela veio me contar que ele tinha morrido dormindo. Me marcou muito essa história porque a vizinha que o abrigou me contou que ele ia todos os dias em frente à antiga casa dele e ficava deitado, olhando para dentro, esperando a família voltar. Foi uma coisa que me doeu por conta da frieza do ser humano.

ANDA: Você falou que faz um trabalho nas escolas. Qual a faixa etária dos alunos e como é esse contato com eles? Como eles reagem?

Ana Laura Galone: Fui professora durante 31 anos. Trabalhei sempre com Infantil e Fundamental I, crianças com idades entre 4 anos e 10 anos. A gente conversa com eles sobre temas como adoção responsável e denúncia de maus-tratos. Explicamos que a denúncia tem que ser feita mesmo quando as autoridades não investigam, para deixar registrado e ter mais força. A gente faz como uma roda da conversa e é muito gostoso, porque geralmente as professoras fazem a leitura dos contos antes e incentivam a curiosidade deles. Muitos ficam na expectativa para falar com a autora do livro, então me sinto uma “super star” quando chego lá. Todos trazem perguntas elaboradas previamente, algumas salas fazem cartinhas com desenhos a respeito de algum conto do livro.

Eu também faço a venda do livro, dou autógrafo, tiro fotos com eles. Eles também têm muitos casos para contar, relatam histórias envolvendo animais que eles e familiares fizeram parte. O objetivo é sensibilizar, na intenção de que a criança leve aquela situação para casa, converse com a família. Conversamos muito sobre se colocar no lugar do animal que sofre com fome, com sede, que sente medo.

É muito bacana, a gente sai de lá enriquecido e com certeza eles também. Teve uma escola que encerrou o projeto pedindo fotos de animais para adoção que foram usadas pelas crianças para confeccionar cartazes sobre esses animais. Eles também pediram doação de ração. Naquele mês nós fomos buscar os sacos de ração e tiveram animais que foram doados através dessa iniciativa deles.

ANDA: Você contou este episódio desta escola que se motivou a ajudar os animais, com os cartazes de animais para adoção e doação de ração. Essa situação foi inédita ou, através da publicação do livro, aconteceu alguma outra ação direta em benefício dos animais?

Ana Laura Galone: A Corrente Peluda participa de eventos, por exemplo, a semana de medicina veterinária de determinada faculdade. Levamos livros e ficamos no local, com um banner, vendendo. Com isso, a gente acaba conhecendo pessoas e conversando. Esse contato levou a um aumento no número de voluntários da Corrente, que começou com cerca de 15 pessoas e hoje tem mais de 30. Todo início de mês, a maior parte dos voluntários doa ração para algum protetor de Sorocaba. A gente consegue cerca de 12 sacos mensais, de 15 kg cada. Já aconteceu também de uma pessoa ficar sabendo do livro e, ao comprar, decidir doar um saco de ração. Uma vez, estávamos vendendo o livro em uma loja e uma pessoa trouxe ração para a gente. Em relação à adoção, a única vez que aconteceu foi na ação feita pelos alunos da escola mesmo. Este ano, a instituição já decidiu que quer incentivar outras salas a fazerem o mesmo.

ANDA: Como surgiu a Corrente Peluda? 

Ana Laura Galone: Há cinco anos, vi uma ONG pedir doação de ração no Facebook e decidi ajudar. Depois, contei para pessoas que trabalhavam comigo em uma escola e elas disseram que gostariam de ser avisadas em uma próxima oportunidade para que pudessem colaborar também. Então, montei um grupo para que pudéssemos nos comunicar. Assim nasceu a Corrente Peluda, nome que eu escolhi. A gente divulga os casos e faz doações de itens necessários aos animais. Além disso, criamos produtos com a marca, como canecas e camisetas, que têm a estampa do grupo, e vendemos para arrecadar fundos.

Divulgação

ANDA: Quantos exemplares do livro já foram comercializados? Interessados em comprá-lo, conseguem fazer isso pela internet? Como funciona a venda?

Ana Laura Galone: Comecei lançando 200 exemplares. Vendi 137 no lançamento e o restante em seguida. Agora estamos caminhando para 500 exemplares vendidos. Devo ter cerca de 50 livros para vender ainda, e aí bateremos o número de 500 vendidos. Quem mora em Sorocaba (SP), consegue comprar comigo através do WhatsApp – 15 991110664 – ou pelo meu Facebook. Vendo para pessoas de outras cidades, desde que paguem o frete. Também já enviei livros para São Bernardo do Campo (SP) e Mairinque (SP).

Não coloquei o livro em livrarias para poder vendê-lo por um preço acessível – R$ 25. É possível comprar também pela Amazon e pelo site Autografia. Já foram enviados livros para o Japão e para os Estados Unidos através da Amazon. Eu prefiro, porém, que os livros sejam comprados diretamente comigo, quando possível, porque pelos sites recebo apenas uma porcentagem do lucro, e quando faço a venda direta, consigo o valor total e destino à causa animal.

ANDA: E os produtos da Corrente Peluda, interessados conseguem comprar de que maneira?

Ana Laura Galone: A sacola e o adesivo temos à pronta entrega. A camiseta e a caneca são vendidas sob encomenda. Basta entrar em contato comigo. Tenho todas as medidas da camiseta para a pessoa ver e escolher. Tem baby look e tradicional.

ANDA: Você disse, no começo da entrevista, que as histórias são contadas pelo animal. Qual foi seu objetivo ao escrever os contos dessa forma?

Ana Laura Galone: Na realidade, comecei a escrever o livro pela necessidade de ter mais dinheiro em caixa para ajudar os protetores. Nunca tinha escrito um livro, embora sempre tivesse gostado de escrever. Eu não queria simplesmente contar histórias, então decidi, para sensibilizar, colocar o animal contando sua própria história. Tem as histórias tristes e as felizes. Coloquei o animal como narrador para fazer as pessoas se colocarem no lugar dele.

Em uma das escolas que estive para falar do livro, uma criança perguntou: “como você sabe que o cachorro estava pensando isso?”. Eu respondi que não sei, mas que me coloquei no lugar dele e imaginei o que ele sentiu. Viver em um abrigo e, de repente, alguém o adota, leva para casa, oferece um lugar quentinho e toda atenção é voltada para ele. Embora o abrigo cuide bem, não é a mesma coisa que ter uma família. Perguntei para a criança: “como você acha que esse cachorro se sente?”. Ela respondeu: “ah, eu acho que ele ficou feliz, que ele gostou”. “Por exemplo, se você ver um animal na rua, revirando o lixo, o que você acha que ele sente?”, perguntei. Eles responderam que o animal sentia medo, vontade de chorar e tinha vontade de ir para perto da mãe dele. Com isso, as crianças conseguiram se colocar no lugar do animal.

E eu achei que escrever os contos assim ficou bem legal e diferente, porque realmente você lê a história e passa um filme na cabeça, até como se você fosse o animal da história. O objetivo foi sensibilizar o máximo possível.


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Casal de coelhos se encanta pelo bebê de sua tutora e não sai de seu lado

Foto: Jenn Eckert
Foto: Jenn Eckert

A chegada de um novo bebê à família pode ser estressante quando animais domésticos estão envolvidos – mas quando Jenn Eckert teve sua filha, Bailey, em junho passado, ela nunca poderia ter sonhado com a rapidez com que seus coelhos, Alfie e Amelia, se apaixonariam por.

No primeiro encontro deles, não havia como negar Alfie e Amélia amava sua nova irmãzinha. Eles ficaram de pé ao lado da criança em seu carregador no hospital, com suas orelhas grandes quase tão grandes quanto ela.

“Alfie tentou pular no banco do carro, e Amelia apenas cheirou”, disse Eckert ao The Dodo. “Ambos foram tão gentis e cuidadosos com ela, então eu soube que eles seriam seus melhores amigos.” Eckert estava certa.

Foto: Jenn Eckert
Foto: Jenn Eckert

Embora os coelhos possam às vezes ser indiferentes, Alfie e Amélia, que vivem livremente na casa da família de Wisconsin, imediatamente deixaram claro que, quando Bailey estava na sala, nada mais importava.

“Ela é sempre o centro das atenções”, disse Eckert. “Eles vão se deitar com ela quando ela está dormindo. Eles tendem vigiar um pouco, como se eles imediatamente tivessem assumido a responsabilidade de protegê-la.

Como Bailey esteve em volta de coelhos toda a sua vida, ela os ama de volta com a mesma intensidade. Ela costuma rolar para ver Alfie e Amelia quando eles entram na sala, e também adora alimentá-los. Os coelhos são ambos enormes, descendentes de uma raça conhecida como gigante de flandres, que podem pesar mais de 20 libras (cerca de 9 kg), então eles são os amigos do tamanho perfeito para ela.

Foto: Jenn Eckert
Foto: Jenn Eckert

Quando Bailey fircar mais velha, ela terá sua família e os coelhos estarão lá a cada passo do caminho para ensiná-la sobre o mundo. Parece que Alfie e Amelia já estão ensinando a ela muito sobre gentileza e respeito.

“Eles definitivamente são os protetores de Bailey”, disse Eckert. “Alfie fica agitado e começa a pular e fazer barulho quando Bailey está chorando, como que para me alertar. Quando Bailey está dormindo, os dois [continuam] cheirando para ver se ela está acordada”.

Infelizmente, muitas famílias abandonam seus coelhos porque algumas pessoas não acreditam que eles possam coexistir com crianças. Enquanto as crianças devem ser sempre supervisionadas e gentis com os coelhos, os animais podem ser companheiros maravilhosos para pessoas de todas as idades e muitas vezes têm muito carinho para oferecer a seus humanos.

Foto: Jenn Eckert
Foto: Jenn Eckert

Por Alfie e Amelia são tão gentis com Bailey, Eckert começou a treiná-los como coelhos oficiais de terapia, trabalhando com uma organização chamada Pet Partners. Depois que eles se tornarem certificados, eles começarão a fazer visitas regulares a hospitais e casas de repouso para se encontrarem e se aconchegarem com os pacientes.

“Eu vejo que as pessoas são muito curiosas sobre eles, elas pensam que os coelhos não são animais domésticos para conviver com um bebê”, disse Eckert. “Com Bailey, eu tenho a oportunidade de mostrar às pessoas que só porque você tem um bebê não significa que você não pode manter seu coelho. Também aproveito para educar as pessoas sobre os cuidados com os coelhos – eles não são apenas um animal que você pode colocar em uma gaiola”.

Com uma vida útil de mais de 10 anos, os coelhos são altamente inteligentes e criam laços estreitos com seus parceiros e famílias humanas. Muitos coelhos, como Alfie e Amélia, vivem soltos pela casa, o que lhes permite muito exercício e socialização.

Foto: Jenn Eckert
Foto: Jenn Eckert

Embora, por natureza, eles geralmente não gostem de ser pegos, eles ficam felizes em se sentar ao lado de seus humanos e aceitar guloseimas ou carinhos. “Eles são animais gentis por natureza e podem ser menos intimidantes para uma criança porque não latem”, disse Eckert.

Eckert primeiro se apaixonou por coelhos gigantes há cerca de cinco anos, quando o marido trouxe para casa uma coelha da raça gigante de flandres chamado Betsy. Betsy tornou-se a maior companheira de Eckert, que acabara de perder a mãe na época. A família adotou um coelho chamado Walter logo depois, e Eckert se apaixonou ainda mais pelos animais.

Foto: Jenn Eckert
Foto: Jenn Eckert

O espírito de Betsy e Walter vive nos jovens Alfie e Amélia enquanto eles introduzem as pessoas à alegria dos coelhos domésticos. A filha de Eckert, Bailey, foi uma das primeiras crianças com quem os dois conviveram – e está claro que elas sempre a amarão um pouco mais.

“Os coelhos sempre foram meus bebês, então observar como eles reagiram imediatamente com minha flha foi incrível, e observar o vínculo crescer à medida que eles interagem mais é emocionante”, disse Eckert.

Foto: Jenn Eckert
Foto: Jenn Eckert

“Com Bailey ainda tão jovem, todos os três são completamente dependentes de nós para a alimentação, um lugar seguro para dormir, amor, e tudo mais. Eu acho que, em muitos aspectos, eles reconhecem isso. É como se eles tivessem sua própria linguagem particular”.

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Gangue de motociclistas se une para salvar animais vítimas de abuso

Foto: Pinterest
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Uma gangue de motoqueiros normalmente é acompanhada de muitos estereótipos negativos. Barulhentos, briguentos ou arruaceiros e chamarizes ambulantes de confusão só para citar alguns deles. No entanto, esse não é sempre o caso.

Como na maioria dos casos envolvendo estereótipos, isso simplesmente não é verdade. Ouvimos histórias sobre gangues de motoqueiros ajudando crianças vítimas de bullying, prestando tributo aos veteranos de guerra e muito mais. No entanto, esta gangue de motoqueiros se destaca por realmente amar os animais.

Apesar de suas tatuagens pelo corpo, motocicletas enormes e vestuário de roqueiro, a Rescue Ink é diferente. Eles são uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de salvar animais vítimas de abuso.

Foto: Pinterest
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O grupo varia em idade, sexo e profissão. Alguns são motociclistas em tempo integral, mas outros são levantadores de peso, veteranos, ex-policiais e advogados.

Eles invadem ringues de luta de cães para salvar os animais indefesos, mas não é só isso, a gangue entra em qualquer situação onde eles vêem um animal sendo abusado. E tem mais eles não salvam apenas cães. No passado, a gangue de motoqueiros Rescue Ink resgatou cavalos, porcos, peixes, galinhas e até mesmo uma jiboia.

Foto: Pinterest
Foto: Pinterest

Se eles têm evidências suficientes para ter certeza de que um animal está sendo ferido ou maltratado, eles o colocam sob seus cuidados pra receber amor e ser reabilitado. No entanto, às vezes eles vão além da jurisdição da polícia, e alguns têm um problema com isso (quebrar a lei para salvar os animais).

Mesmo que eles estejam fazendo isso pelas razões certas, para salvar os animais, a justiça legal é o curso correto de ação, dizem os policiais.

“A Rescue Ink faz o que for necessário dentro dos limites da lei – é o que nossos advogados nos dizem para dizer – para combater o abuso e a negligência de todos os tipos”, diz a declaração de sua missão.

Foto: Pinterest
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“Algumas pessoas gostam de pensar em nós como super-heróis”, dizem eles. “A verdade é que somos super amantes de animais (e protetores). Ao longo dos anos, e através de muitos casos, obstáculos e desafios complicados, continuamos fortes e dedicados à nossa missão”.

E o trabalho deles fez maravilhas. Eles invadiram ringues de luta de cães, impediram que um gato em situação de rua fosse morto e muito mais. Eles até ajudam aves em situação de perigo e entraram no esgoto para salvar os patinhos. A gangue de motoqueiros recebe cerca de 250 chamadas por dia para ajudar animais maltratados.

Eles podem parecer intimidantes, mas estão amando e se importando com o anos mais que muitos membros da sociedade tidos como “normais” e sua dedicação tem salvado muitas vidas.

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Protetores resgatam cerca de dez animais por dia em Araraquara (SP)

A cada três horas, ao menos um animal é resgatado das ruas de Araraquara (SP) por protetores. Um trabalho árduo, diário e voluntário. O número é apenas uma estimativa, mas revela um sério problema, segundo a presidente da ONG S.O.S melhor amigo, Betty Peixoto.

“Por meio do trabalho das ONGs de conscientização e de disponibilização de castração gratuita, a gente verifica que o número de cadelas prenhas diminuiu muito nos últimos anos, porém, tem um aumento massivo de animais adultos que são largados nas ruas por seus tutores, por diversos motivos banais”, explica Betty.

Foto: Pixabay / Ilustrativa

Cães e gatos são mais comuns, mas animais de grande porte também são frequentemente abandonados. Segundo Renan de Ponte, presidente do Grupo Independente de Proteção Animal e ao Meio Ambiente de Araraquara, o Gipama, ao menos duas vezes na semana há demandas de resgate pra este tipo de animal.

“A gente presta um primeiro socorro, providencia um lar temporário para o animal até que ele possa encontrar um lar fixo. E o Gipama recebe denúncia de animais soltos, maltratados ou que venha sendo prejudicado por seus tutores”, diz.

Prefeitura

Além dos protetores, a Prefeitura de Araraquara também faz o recolhimento desses animais. Devido a ‘lotação’ no canil, – cerca de 220 -, o município precisou adotar um protocolo para o resgate de animais. Eles são retirados das ruas, vítimas de algum tipo de violência, como explica a gestora de projetos do centro de zoonose, Luciana Filippo Garcia.

“Devido a esse número absurdo, é preciso seguir um protocolo. É preciso que ele tenha sido atropelado e que não tenha tutor para que ele seja recolhidos, pois eles passam por tratamento e, quando ficam bons, eles serão castrados, chipados e vão para adoção”, explica Luciana.

É lei

A advogada Carolina de Mattos Galvão, presidente da Comissão de Proteção Animal da OAB, explica que este trabalho desenvolvido pelo município é mais específico e não é o mesmo realizado pelos protetores.

“Temos que levar em consideração que os animais resgatados pela prefeitura são aqueles que cumprem com os requisitos do protocolo da lei 827/2012. São animais em situação de risco e mais doentes, ninhadas, prenhas, idosas, bravas ou doenças altamente contagiosas”, conta a advogada. Ainda de acordo com ela, a responsabilidade pelo abandono é da população. “Existe uma lei que prevê a chipagem de todos os animais da cidade. Se tivesse uma fiscalização e respeito a essa legislação, o número de animais abandonados em Araraquara seria muito inferior”, acredita.

Fonte: A Cidade ON

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Audiência: protetores defendem PL que proíbe venda de cães e gatos

Protetores de animais defenderam o projeto de lei que proíbe a venda de cães e gatos em Santos (SP) durante audiência pública realizada no auditório da Câmara Municipal na terça-feira (7). Donos de canis e de comércios do ramo animal também participaram do evento.

Foto: Pixabay

Os criadores e comerciantes que participaram da audiência defenderam a regulamentação da prática para coibir maus-tratos a animais, não a proibição da venda. Segundo o vereador Benedito Furtado, autor do projeto, “muita gente trabalha com isso” e “tudo vai ser analisado”. As informações são do portal G1.

“Em todas as áreas há profissionais que não seguem as regras. O mesmo acontece com o setor pet. Tem criadores ruins, mas é preciso que haja fiscalização para coibir isso”, disse Martina Campos, diretora-executiva do Instituto Pet Brasil, entidade que congrega a indústria e o varejo de comércios brasileiros do ramo animal.

Os protetores de animais, no entanto, que defendem que seres vivos não podem ser tratados como mercadorias e que casos de maus-tratos não deixarão de existir enquanto houver comércio de animais, posicionaram-se favoráveis ao projeto.

De acordo com Furtado, a audiência foi tumultuada. “Quando você mexe com interesse financeiro, econômicos, é complicado. A audiência foi muito concorrida, nós vemos uma incompatibilidade ao amor, fidelidade, com a questão do dinheiro”, explicou.

O projeto segue agora para comissão e, de acordo com o vereador, poderá ser submetido a alterações. Em seguida, a proposta será encaminhada para votação na Câmara Municipal de Santos.

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Você é o Repórter

Protetoras fazem apelo para cuidar e alimentar 60 animais em Itaquaquecetuba (SP)

Silmara
silcabral@yahoo.com.br

Divulgação

As protetoras Katia e Paula cuidam sozinhas de 40 cães e 20 gatos na cidade de Itaquaquecetuba, na Região Metropolitana de SP.

Elas precisam de ajuda e fazem um apelo por doações de ração, medicamentos e apadrinhamento dos animais, além de adoções.

Quem puder ajudá-las entre em contato com a Paula através do telefone: 11 94060-5977.

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Abandono de cão causa revolta na Zona Sul de Porto Alegre (RS)

O abandono de um cão da raça São Bernardo, na última sexta-feira (18), em um condomínio no bairro Hípica, Zona Sul de Porto Alegre, causou revolta nas redes sociais.

Foto: Protetores da Zona Sul de Porto Alegre.

O cão estava com uma bicheira muito grande no olho e bastante debilitado. Ele foi resgatado por um morador do loteamento Moradas do Sul, passou por vários exames e está internado em estado grave. Além do ferimento, os veterinários suspeitam de cinomose na fase neurológica.

O crime foi filmado pelas câmeras de segurança, permitindo a identificação da tutora do animal.

Foto: Protetores da Zona Sul de Porto Alegre.

Vizinhos contaram ao Repórter Animal, que a mulher é uma moradora de Ipanema, já denunciada por maus tratos e que mantém mais dois animais passando fome. O São Bernardo teria sido visto em dezembro do ano passado, no calçadão de Ipanema.

No mesmo dia, protetores da Zona Sul de Porto Alegre se reuniram para protestar e pedir justiça para o cão. Exigem que a crueldade cometida contra o animal seja punida, pois conforme relatam os vizinhos da tutora, ela diz ter “as costas quentes” por ser formada em Direito e trabalhar no Ministério Público.

Foto: Protetores da Zona Sul de Porto Alegre.
Foto: Protetores da Zona Sul de Porto Alegre.

“Além de cometer vários crimes e atrocidades contra os animais, tenta ameaçar e intimidar protetores indignados com tamanha crueldade”, diz uma das postagens.

Um outro ato de protesto aconteceu ontem, em frente à casa da tutora do animal, chamado de “Não podemos fechar os olhos”. Mais de 80 pessoas, entre vizinhos e protetores pediram novamente por justiça. Eles também colaram cartazes na faixada do imóvel.

Foto: Protetores da Zona Sul de Porto Alegre.

Segundo o Repórter Animal, depois do caso comover as redes sociais, vários internautas identificaram que a suspeita é uma Técnica em Assuntos Educacionais, vinculada à Defensoria Pública da União (DPU) e está com viagem marcada para curso de mestrado em Portugal, a partir de 18 de fevereiro, recebendo remuneração.

“Sua atitude criminosa, cruel e covarde, precisa chegar ao conhecimento da DPU, em especial porque, segundo consta, alegou ter “costas quentes” em razão de seu cargo”, relata uma das postagens.

 

 

 

 

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Protetores denunciam CCZ por sacrificar cavalo sem fazer exames clínicos

O Protetores Marlove, grupo de protetores de animais que atua de forma voluntária e independente em Sobral, no Ceará, divulgou uma denúncia que responsabiliza o Centro de Controle de Zoonoses do município pela morte de um cavalo. Segundo o grupo, a denúncia foi feita por moradores do bairro Morada da Boa Vizinhança, que se unem ao Protetores Marlove para pedir justiça para o caso.

(Foto: Reprodução / Protetores Marlove)

De acordo com uma publicação feita em rede social pelo grupo, “na manhã de segunda-feira (6), um cavalo que estava vagando no bairro da Morada da Boa Vizinhança com uma bicheira enorme que o comia vivo, foi resgatado pela prefeitura através do seu órgão de recolhimento, o mesmo fez o transporte desse animal até o centro de zoonoses. Chegando lá, de pronto o animal foi sacrificado sem ao menos esperar um prazo de no mínimo para alguém responsável pudesse ir até aquele órgão”.

Os protetores questionam porque o CCZ não prestou socorro ao animal ao invés de sacrificá-lo, “já que o órgão dispõe de veterinário”.

“Queremos entender o que falta no CCZ para um animal chegar lá doente e sair vivo e medicado ao invés de sair MORTO. Cadê as políticas públicas voltadas para bem-estar animal que tanto foi discutido no período eleitoral?”, escreveu o grupo. “Fica uma revolta, porque uma minoria de pessoas consegue mobilizar mais ajuda do que um órgão público! A nós, protetores, fica um imenso questionamento e revolta, pois, mesmo depois de muito apelo feito, conseguimos um veterinário, uma pessoa responsável por medicar todos os dias, e uma fazenda para acolhê-lo da melhor forma”, completou.

O grupo diz que gostaria apenas que tivessem sido feitos exames no cavalo para constatar o real quadro de saúde dele, mas lamenta não ter tido “tempo de correr atrás disso”, já que o animal foi sacrificado rapidamente.

“Agora fica só a dor do que poderia ter sido feito por ele! Por favor, prefeito de Sobral, Ivo Ferreira Gomes, olhe por nós, pobres protetores sobralenses, tão desamparados pelo poder público e com uma vontade imensa de melhorar a condição dos animais da cidade”, afirmou o grupo Protetores Marlove. “Esse animal morreu sem ao menos a chance de conhecer a dignidade humana, não podemos deixar sua memória sem justiça, e nem que esse crime se repita de uma forma tão natural como vem acontecendo nos órgãos responsáveis por amparar os animais. CCZs devem tratar ao invés de matar! Socorro é o que pedimos aos gestores da nossa cidade”, concluiu.

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Protetores de animais voltam a denunciar condições da Fazenda Modelo

Protetores afirmam que cadela está com duas patas quebradas e sofre de cinomose (Foto: Reprodução/ TV Globo)

Grupos de protetores de animais afirmam que a Fazenda Modelo, em Guaratiba, considerada o principal centro da Prefeitura do Rio, está abandonada. O local chegou a ser interditado no começo do ano.

Imagens gravadas há dois meses por voluntários mostram problemas no local. Os protetores afirmam que há falta de medicamentos e alimentos.

Em junho, a Delegacia do Meio Ambiente esteve lá e afirmou que não encontrou nenhuma irregularidade.

Os protetores, no entanto, afirmam que as denúncias sobre as condições continuam chegando a eles.

“Os animais da Fazenda Modelo estão agonizando de sofrimento. Eles são animais vindos de maus-tratos e muitos abandonados. Eles chegam à Fazenda Modelo e só mudam de lugar. Continuam sofrendo maus tratos e abandono da própria Prefeitura, que deveria zelar por eles”, destacou a protetora Rosana Coutinho Guerra.

Protetores denunciam condições da Fazenda Modelo, em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio (Foto: Reprodução/ TV Globo)

Ela denuncia a falta de medicamentos para o tratamento de saúde e afirma que os que existem no local atualmente foram doados por voluntários e amostras grátis.

Rosana afirmou ainda que o local não dispõe de vacinas e exames clínicos. Ela destaca o caso de uma cadela resgatada na Avenida Brasil encontrada no local com duas patas fraturadas e com cinomose, sem passar por nenhum tipo de tratamento médico.

“Se o animal precisa de tratamento na Fazenda Modelo, ele não consegue. Acaba indo à óbito”, explicou a protetora.

A Prefeitura do Rio foi procurada, mas ainda não respondeu aos questionamentos.

Fonte: G1

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Grupo de protetores faz vigília em CG em protesto às mortes de cães em Igaracy (PB)

Um grupo de protetores de animais se reuniu na noite de sexta-feira, 09, às margens do açude velho, para protestar contra a matança de pelo menos 30 cachorros, ordenada pelo ex-secretário de Saúde de Igaraçy (PB), no Sertão do estado, como forma de resolver o problema da população de cães, supostamente doentes, da cidade.

Foto: Reprodução/ TV Paraíba

A decisão chocou a Paraíba e teve ampla repercussão nas redes sociais. Por meio da internet, o grupo organizou uma vigília em luto pelas mortes e pelo pedido de uma investigação mais apurada e punição severa em desfavor do ex-secretário e os executores.

A concentração se deu às margens do Açude Velho, local já conhecido pelo abandono de animais, principalmente gatos.

Os elementos levantados pela Polícia Civil, que investiga o caso, podem indicar que houve vários tipos de crime. Um dele, possivelmente pode ter sido a morte induzida, que para ser realizada precisa passar critérios rigorosos.

O veterinário campinense Edoraldo Cavalcante, disse que para a prática ser realizada, o animal deve passar por exames clínicos, feito pelo veterinário, por exames laboratoriais, e dependendo da zoonose acometida pelo animal, ter aval de pelo menos dois profissionais da área para poder praticar a morte induzida.

Fonte: Paraíba Online

 

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Protetores podem ter prioridade em serviço público veterinário em Valinhos (SP)

Um Projeto de Lei, que foi aprovado pelos vereadores de Valinhos (SP), pode dar aos protetores de animais, caso seja sancionado pelo prefeito Orestes Previtale, prioridade nos serviços realizados pelo município de atendimento público emergencial, avaliação clínica, vaninação antirrábica e castração gratuita.

(Foto: Divulgação)

O objetivo da proposta, de autoria da vereadora Mônica Morandi,  é facilitar o trabalho dos protetores, que voluntariamente cuidam de animais abandonados e vítimas de maus-tratos. As informações são do portal Blog da Rose.

“Valinhos ainda não tem estrutura pública para acolher estes animais, por isso o trabalho dos voluntários é tão importante”, explica Mônica. “E os custos para esses cuidadores são muito grandes”, completa.

As informações trazidas pela vereadora para respaldar o projeto são baseadas nas experiências vividas por protetores do município e por ela mesma, já que a parlamentar faz parte de um grupo que resgata animais e que deve, às clínicas veterinárias, mais de R$18 mil.

Não há estimativa no município de Valinhos, segundo a vereadora, do número de animais abandonados, porém, apenas a entidade da qual ela faz parte, é responsável por cerca de 40 cães e gatos, que esperam por adoção em lares temporários.

A Prefeitura afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que a proposta será analisada, especialmente no que se refere às questões legais e à possibilidade de geração de despesas para a cidade.

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