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Protetoras criam campanha para construir novo abrigo para cães e gatos no RJ

Protetoras criam campanha para construir um novo abrigo para cães e gatos no Rio de Janeiro
Foto: Arquivo Pessoal/ Margaret Rodrigues

O Abrigo de Anchieta, situado na cidade do Rio de Janeiro, criou uma campanha online para arrecadar fundos para a construção de um novo abrigo e assim poder continuar o trabalho de resgate de animais em situação de abandono e maus-tratos no Rio de Janeiro.

Segundo a advogada e ativista em defesa dos direitos animais Margaret Rodrigues Bahia, 51 anos, o abrigo pretende conseguir aproximadamente de R$ 65 mil reais para construir esse novo espaço de acolhimento de animais. Atualmente, o Abrigo de Anchieta acolhe 84 animais, dos quais são 74 são cachorros e 10 gatos, todos resgatados do abandono.

“O espaço atual é pequeno e precário, fazemos muitos resgates e muitas vezes temos que colocar os filhotes em lar temporário por causa das condições de super lotação”, disse Margaret em um comunicado.

Além do pequeno espaço, o abrigo, localizado no bairro Chapadão, Zona Norte do RJ, encontra mais dois problemas sociais para a continuação do trabalho de resgate de animais em situação de vulnerabilidade: a violência e as enchentes.

“Atualmente, o abrigo se encontra em uma rua onde o tráfico toma de conta, onde a criminalidade é altíssima, o bairro onde estamos localizados é um dos bairros onde tem mais assalto na cidade do Rio de Janeiro”, disse em entrevista à ANDA.

A ativista pontua ainda que os desastres naturais também são um desafio frequente. “Enfrentamos constantes enchentes causadas pelo rio Pavuna, o que já nos causou muitas perdas de rações e muitas vezes, as vidas de nossos cãozinhos”, complementou.

Protetoras criam campanha para construir um novo abrigo para cães e gatos no Rio de Janeiro
Foto: Arquivo Pessoal/ Margaret Rodrigues

Início

Segundo Margaret, o Abrigo de Anchieta foi criado em 2014, com um acumulador de animais que resgatava os cachorros em situação de rua e os abrigava sem controle dentro de casa.

“Quando comecei o trabalho de resgate dos animais em conjunto com esse acumulador, a situação era bem pior. Esse acumulador simplesmente pegava os animais, colocava dentro de sua casa, mas não cuidava. Hoje, com as minhas orientações, a situação está bem melhor”, declarou.

Além de resgatar os animais em situação de abandono e maus-tratos, o abrigo também realiza o trabalho de castração dos animais, além de cuidar da parte médica levando-os ao veterinário para realização de exames que possam detectar alguma doença, além da aplicação de vacinas para proteger os cachorrinhos de possíveis doenças.

Protetoras criam campanha para construir um novo abrigo para cães e gatos no Rio de Janeiro
Foto: Arquivo Pessoal/ Margaret Rodrigues

Após todo o processo de recuperação dos animais, os cachorrinhos e gatinhos são colocados para adoção. “Eu coloco em um site as informações dos cachorrinhos e gatinhos, quando as pessoas se interessam por algum animal eu faço um pré-cadastro com todas as informações e termos necessários para saber se essa pessoa está adequada para adotar o animal”, ressaltou a ativista.

Nova casa

O Abrigo de Anchieta está de mudança. Segundo a organizadora da instituição, o sonho da nova casa própria está para ser realizado. No fim de maio, umas das pessoas que acompanha o trabalho do abrigo doou um terreno 15×35 totalizando uma área de 525 metros quadrados, situado no bairro Prados Verdes, em Nova Iguaçu, na Região Metropolitana no RJ.

Foto: Arquivo Pessoal/ Margaret Rodrigues

“Nós fomos agraciados com esse terreno e para mim o mais importante é a qualidade de vida dos animais. Então, decidi criar uma vaquinha on-line para angariar fundos para construir o abrigo nesse novo espaço”, salientou Margaret.

Foto: Arquivo Pessoal/ Margaret Rodrigues

Segundo a protetora, além da vaquinha online, a doação de materiais de construção como: cimento, areia, tijolos, será de grande valia para a construção da obra. Quem puder doar os os materiais pode entrar em contato com Margaret Rodrigues pelo número (21) 96440-4110.

Já para doar pela vaquinha online, pode clicar aqui. Também é possível fazer doações pela conta bancaria: Agência 2378- C/C: 14854-7 – Banco Bradesco.

E quem quiser acompanhar o trabalho do Abrigo de Anchieta, pode acessar os links abaixo com as redes sociais da entidade.

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Grupo denuncia envenenamento de 11 gatos em conjunto habitacional

Foto: Arquivo Pessoal

Pelo menos 11 gatos foram envenenados no Conjunto Habitacional Edgard Santos, em Salvador (BA), segundo o grupo Cats & Cia Proteção. Três deles sobreviveram, o restante não resistiu ao veneno e morreu. Os crimes foram denunciados à polícia.

“Tem sido muito sério, desde o primeiro gatinho, que foi encontrado morto no dia 2 de julho. Nesse período de um mês, foi um total de 11 envenenamentos, com oito mortes e três salvos. Um, inclusive, eu trouxe para o interior, onde estou agora, para ser adotado”, contou ao G1 a turismóloga e protetora de animais Barbara Duarte.

Aos 46 anos, Barbara integra a causa animal há mais de 30 anos e, apesar de ter se mudado do conjunto habitacional, onde morava até o ano passado, ela segue cuidando dos gatos que vivem no local.

“A gente alimenta, troca águas das vasilhas todos os dias, fazemos castração, principalmente para controle populacional, idas ao veterinário quando tem alguma intercorrência de saúde, vacinação de raiva”, explicou.

Recentemente, um gato foi encontrado morto dentro da direção hidráulica de um carro estacionado no local. O corpo foi levado para a Universidade Federal da Bahia (UFBA) pela protetora e advogada Thays Marques para que a necrópsia seja realizada.

“Eu tive que entrar embaixo de um carro, porque o dono é falecido, eu falei com a família. O gato estava morto, mas estava preso na direção hidráulica do veículo, então não tinha como abrir o capô e tirar por cima”, contou Thays. “Eu tive que colocar um macaco, deitar embaixo do carro, puxar o animal com um braço só, porque eu não tinha como me movimentar”, completou.

No mesmo dia, a protetora resgatou outro gato envenenado no residencial. “No mesmo dia, me chamaram para atender outro caso de envenenamento, o gato já estava agonizando. Eu dei os primeiros socorros e depois a gente correu para a emergência, ele ficou internado 24 horas e com 48 horas ele acabou não sobrevivendo”, lamentou.

Tutora de 18 gatos, Thays revelou ao G1 que convive com gatos no conjunto habitacional desde que “se conhece por gente”. Segundo ela, envenenamentos sempre ocorreram no local, mas agora se intensificaram.

“Nesses últimos dois anos se intensificou a quantidade de mortes dos animais, mas era esporádico, um envenenamento, demorava um tempo gigantesco para ter outro caso, mas nesses últimos quatro, cinco meses aumentou mais ainda”, disse.

O caso foi denunciado à 6ª Delegacia Territorial (6ª DT/Brotas), que informou, através de nota, que investiga os crimes e aguarda a solicitante e um laudo técnico produzido por médico veterinário para que a investigação prossiga.

Envenenar animais é crime e pode ser punido com detenção de até um ano, além de multa.


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Protetoras de animais fazem do resgate de cães e gatos uma missão ‘materna’

O amor materno vai além daquele de quem gerou uma vida humana. As protetoras de animais têm esse mesmo sentimento na luta diária para resgatar cães e gatos abandonados e maltratados. “Não somos apenas mães temporárias dos animais que vêm e vão. Somos eternas mães, e eles, nossos eternos filhos”, afirma Regina Cheida Vieites, vice-presidente da ONG de proteção aos animais Mapan.

A ONG Mapan não tem sede, e todos os animais vivem nas casas de protetoras, como Regina Cheida — Foto: Arquivo pessoal/Regina Cheida

Regina considera essa uma luta consciente, mas admite que os resultados nem sempre são positivos, e que a insegurança quanto ao processo é grande. “Muitas vezes, passamos por apertos e dificuldades para que as necessidades dos animais sejam supridas”, afirma.

Muitas protetoras de animais, segundo ela, fazem sacrifícios para que as necessidades de seus filhos sejam supridas. Regina menciona o caso de uma das protetoras da ONG, que está com 18 cachorros em casa. Vários deles são idosos e impossibilitados de andar.

Há pouco tempo, um dos animais precisou passar por uma cirurgia cara. A protetora recorreu às arrecadações da ONG, mas o total não foi suficiente para cobrir os gastos. Ela passou, então, a comer em restaurantes de 1 real para conseguir economizar e juntar o dinheiro necessário.

Para Regina Cheida, esse tipo de empenho dá resultado. Ela mostra como exemplo o caso de um cachorro que chegou com ferimentos de objetos cortantes, porque o tutor queria se livrar dele. Foram realizadas várias cirurgias, mas o animal foi adotado, e hoje se encontra saudável, e com uma nova família.

Além de ser desumano, abandonar e submeter animais a maus-tratos é crime. O Artigo 32 da Lei 9.605/98 determina detenção de três meses a um ano e multa a quem praticar abuso, ferir ou mutilar animais, ou realizar experiência dolorosa, ou cruel, em animal vivo. Além disso, a punição é aumentada de um sexto a um terço, caso o animal morra.

Patrícia França diz que ter pets ajuda no combate à depressão: “Passei a me sentir feliz” — Foto: Arquivo pessoa/Társila Maciel

A jornalista e protetora Társila David Maciel considera a adoção uma das maiores provas de amor. “Adotar é se tornar responsável por uma vida. É preciso cuidar. Minha família é muito mais completa com eles”.

Társila acredita que resgatar animas é uma “ótima política de redução de danos”. Ela argumenta que, quando as ONGs tiram cães e gatos da rua, contribuem para evitar que eles gerem filhotes que também ficarão abandonados.

A jornalista já adotou dez animais, cada um com uma história diferente. Alguns passaram por problemas de saúde que fizeram com que fosse preciso investir dinheiro em tratamentos de alto custo. “Mas, isso não importa”, comenta. Afinal, para ela, são seus filhos.

Ter animais em casa ajuda a combater a depressão e o estresse, de acordo com estudos realizados pela Universidade Estadual de Nova York, nos Estados Unidos. A administradora hospitalar Patricia França está entre os que concordam com essa avaliação. “Adotei meus filhotes quando estava passando por um momento um pouco triste e, desde então, passei a me sentir melhor e mais feliz”.

Patrícia diz que é frequente deixar de comprar coisas para ela mesma, e gastar com seus animais. “Tiro de mim para dar para os meus filhos. Se isso não é ser mãe, eu, realmente, não sei o que é”, afirma.

“Questão financeira”

Regina Cheida diz que é comum pessoas pegarem animais nas ruas e levarem até as casas das protetoras, com a ideia de que elas sempre podem pegar mais um para cuidar. “O pensamento é sempre o mesmo. Elas dizem ‘esse vai ser o último, não vou pegar mais nenhum’, mas o ciclo sempre se repete”.

Uma das protetoras, conta Regina, mora numa comunidade de baixa renda com vários cães e gatos. Frequentemente, diversos outros animais são deixados para ela cuidar. Na maioria das vezes, eles chegam em condições precárias, doentes e precisando de remédios, que costumam ser caros. Tudo isso envolve dinheiro, e faz com que seja necessário arcar com as despesas do próprio bolso.

A questão financeira é um grande problema, tendo em vista que todos os animais precisam se alimentar, receber medicações e, algumas vezes, passar por cirurgias. A Mapan realiza feiras de adoção de 15 em 15 dias. Nelas, é solicitado aos adotantes que façam donativos, mas nem todos compreendem que o dinheiro se destina a pagar pelos cuidados com os animais.

As doações não são poucas, admite Regina, mas estão longe de ser suficientes. As protetoras acabam ajudando da maneira que podem. Veterinários também ajudam, dando desconto em consultas, procedimentos e cirurgias. Uma cirurgia que custaria R$ 1.500, por exemplo, pode sair por R$ 800 com esse suporte. É quase metade do valor, mas ainda elevado e o dinheiro disponível, quase sempre insuficiente para manter um nível alto de qualidade nos cuidados.

A jornalista Társila Maciel considera necessários os gastos, mesmo que sejam altos, com os animais — Foto: Arquivo pessoal/Patrícia França

Para que a Mapan pudesse se manter da melhor maneira, Regina estima que seria preciso entrar R$ 10 mil na conta todos os meses, mas a ONG obtém só metade desse valor. “O restante sai do nosso bolso. Não conseguimos deixar de nos comover e não pegar os animais, por isso acabamos passando por apuros”.

Ser protetor de animais não é fácil, diz Regina Cheida, mas a sensação após o resgate compensa. “É quando podemos olhar nos olhos dos animais e dizer que a luta deles acabou. É extremamente gratificante”, avalia. Apesar de a gratidão ser grande, os problemas para as protetoras de animais surgem na mesma proporção. É comum elas terem, por exemplo, de lidar com a rejeição dos adotantes após algum tempo.

“Amor não se compra”

A estudante de Administração Victória Oliveira possui quatro cachorros. Um deles foi adotado e os outros três, resgatados. Ela acredita que deveria haver a conscientização de que, por trás de um filhote que custa R$ 3 mil, existe uma mãe que gera crias durante todo o ano, e muitas vezes em condições precárias. “É um mercado terrível que poderia ter fim se a população parasse de comprar uma vida. Sem demanda, nenhum comércio de mantém”, desabafa.

Victória conta que teve uma história diferente com cada um de seus cães. Uma delas foi marcante. A estudante trabalhava numa loja de shopping, quando saiu para o almoço e viu um homem em situação de rua com diversos cães. Ela gostou muito deles, mas seguiu seu caminho. Na volta, ao entrar na loja, notou um cachorro pelos corredores do shopping. Era justamente um dos que havia visto pouco antes, e acabou entrando na loja. Daí em diante, não se separaram mais.

“Costumo dizer que não fui eu quem escolhi, ele que me escolheu”, diz Victória. Por isso, ela acredita que “amor não se compra”. Mãe de verdade, argumenta, é quem cria. Assim, se considera mãe de seus animais. “Não consigo entender o que leva alguém a comprar, enquanto há tantos que custam exatamente zero real, mas valem milhões”.

Fonte: G1

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Cães são resgatados e tutor registra ocorrência contra protetoras

Dois cachorros da raça dálmata, vítimas de maus-tratos, foram resgatados por protetoras de animais no bairro Monte Líbano, em Campo Grande (MS), na última segunda-feira (21). Devido ao resgate, o tutor dos animais registrou um Boletim de Ocorrência contra as protetoras, alegando que elas arrombaram o portão de uma propriedade dele e levaram os cães sem autorização.

Cadela foi encontrada bastante debilitada (Foto: Reprodução / Correio do Estado)

O homem afirma que a cadela está um pouco magra porque teve filhotes. No entanto, segundo as protetoras, o animal está com magreza severa e apresenta sinais visíveis de maus-tratos. O tutor, de 47 anos, contou à polícia que trabalha como taxista e que, ao chegar em casa, encontrou o portão danificado e sentiu falta dos cães. O taxista descobriu o paradeiro dos animais ao ver uma publicação sobre os cachorros em rede social.

As protetoras contam que haviam ido até o bairro para resgatar outro animal, mas que ao passarem pela rua Pilates encontraram os dois dálmatas bastante debilitados. As informações são do Correio do Estado.

Os animais foram devolvidos ao tutor. O caso, entretanto, será levado à Justiça, já que, segundo a ONG, os animais estão em péssimas condições.

Crime recorrente

Dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) dão conta de que 211 casos de maus-tratos contra animais foram registrados em boletins de ocorrência em 2018. O número, porém, não reflete a realidade, já que, de acordo com o órgão, muitos casos não chegam ao conhecimento da polícia. Em janeiro de 2019, 9 casos já foram registrados.

A rinha de galo foi o crime de maus-tratos mais frequente no ano passado, segundo a Polícia Militar Ambiental. Foram resgatados 215 galos e 65 infratores foram autuados, em seis ocorrências. As multas alcançaram a quantia de R$ 1.573.500,00, sendo R$ 1,542 milhão apenas no município de Campo Grande.

No aspecto geral, foram aplicadas multas no valor total de R$ 1.595.700,00 para punir casos de maus-tratos a animais em 2017 no Mato Grosso do Sul, com a autuação de 75 pessoas.

Crimes ambientais devem ser denunciados à polícia, com registro de ocorrência em delegacias.

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Cães são devolvidos por CCZ após denúncia de captura ilegal

Protetoras de animais de Manaus, no Amazonas, denunciaram o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município por condições precárias e pela captura ilegal de cães comunitários, que foi registrada em vídeo. Eles estiveram na frente da unidade para reivindicar a devolução dos cachorros, que foram retirados do local horas depois após pressão da vereadora Joana D’Arc.

Protetora e vereadora abraçam a cadela Priscila após ser devolvida pelo CCZ (Foto: Divulgação / Joana D’Arc)

“Recebemos essa denúncia pelas redes sociais. Quando vi o vídeo fiquei surpresa pela captura desses animais comunitários. Existe uma liminar na Vara Ambiental para que o Centro apresente os documentos da captura desses animais. Tentei pegar com a diretora essas informações, mas não quiseram repassar. Queremos levar os animais, porque estão em situações precárias”, afirmou a vereadora, que após conseguir retirar os cães do local, afirmou que a devolução da cadela Priscila à protetora responsável por ela foi emocionante. “O animal não merece pagar com a vida, é um inocente que não tem culpa de nada”, escreveu.

Para retirar cachorros comunitários do local onde vivem é preciso, segundo a vereadora, atender a exigências determinadas pela Lei 170 de 2013. “Para capturar os animais comunitários, deve ser verificado se existe alguém responsável por eles. No vídeo que temos acesso, do momento da captura, uma moradora afirma que é a cuidadora dos animais, e mesmo assim o Centro de Zoonose continuou com a captura”, relatou Joana.

De acordo com a vereadora, no Centro de Controle de Zoonoses os animais corriam risco de contaminação por doenças. As informações são do portal A Crítica.

Cadela Priscila, capturada ilegalmente pelo CCZ, foi devolvida à protetora (Foto: Divulgação / Joana D’Arc)

A responsável pelo vídeo que registra o momento em que os cachorros são levados pelo CCZ, identificada como Érica, afirma que eles estão castrados, vacinados, vermifugados e recebem cuidados da comunidade, o que torna ilegal a ação dos funcionários do órgão municipal, de acordo com a lei.

Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que o Centro de Controle de Zoonoses atua em conformidade com as diretrizes da Lei n.1.590, de 26 de setembro de 2011, as quais afirma ter obedecido ao ter retirado das ruas um dos cachorros comunitários para análise clínica e observação após denúncias de maus-tratos.

Denúncias contra a Prefeitura

Uma ação civil pública sobre denúncias feitas pelas ONGs Pata e Compaixão Animal contra a Prefeitura de Manaus tramita, desde 2014, na Vara de Meio Ambiente da Justiça Estadual.

Segundo as entidades, o município cometeu arbitrariedades contra os animais. Atualmente, através de autorização obtida por medida liminar, as ONGs fiscalizam as ações do CCZ.

Confira o vídeo do momento em que o CCZ captura os cães comunitários:

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Cão resgatado é adotado por protetoras após inúmeros abandonos

Após mobilização, o cão foi resgatado por um grupo de protetores de animais. Hoje ele vive com as protetores Bruna Rajão e Márcia Loza e está um cão forte, lindo e feliz. Mas suas salvadoras contam que muita coisa aconteceu durante esse tempo.

Cão magro e debilitado após resgate, e cão saudável e lindo hoje
Bolt quando foi resgatado pela primeira vez e hoje, lindo e saudável (Foto: Acervo Pessoal)

Durante a reabilitação de Bolt, descobriram que ele era surdo, o que causa um comportamento diferente no animal, e acabou gerando muita rejeição por parte de vários adotantes.

Logo após o resgate, muitas pessoas quiseram adotar Bolt por conta da repercussão do caso. Ele rapidamente ganhou uma nova família. Contudo, não passou muito tempo até que o a animal sofresse novamente.

Em janeiro este ano, o cão foi encontrado novamente nas ruas, sendo levado por um mulher para o Centro de Controle de Zoonoses, tão desnutrido e debilitado quanto da última vez. “Uma amiga minha reconheceu o Bolt, parou a mulher e descobriu que era a irmã do antigo tutor. Ele tinha sido abandonado pelo responsável e ela estava levando para o CCZ, disse que era impossível cuidar dele”, conta a protetora Bruna.

Indignadas com a situação, as protetoras o  resgataram novamente. Com cuidados e amor, ele logo ficou lindo e gordinho novamente, pronto para ser adotado. “Umas três pessoas pegaram o Bolt, mas todas devolveram. Diziam que ele é muito agitado, não queriam mais”, diz Bruna. “Teve uma mulher que pegou ele às 10h, quando foi 10h15 me ligou de volta, pedindo pra devolver”, lamenta.

Bruna abraçando e beijando o cão, que sorri
Após inúmeras rejeições, Bruna decidiu adotar o cão Bolt (Foto: Acervo Pessoal)

Sem entender o porquê  de tal rejeição sofrido pelo animal, Bruna decidiu adotar Bolt definitivamente. Contudo, ela não tinha espaço em sua casa para abrigar o cão. Mas com a ajuda da amiga Márcia Louza, ambas se tornaram as tutoras de Bolt, que hoje se chama Thor. “Um nome mais forte, por tudo o que ele passou”, conta Bruna, que banca os gastos do cão que mora com Márcia.

Bruna reforça que não quer mais encontrar novos tutores para o cão. “Tenho medo, depois de tudo o que ele sofreu. Tenho bastante gastos, mas prefiro que ele fique com a gente”, afirma.

Thor vive também com seu melhor amigo, o pastor alemão Tony, e finalmente, após tanto sofrimento, ele conseguiu seu merecido “final feliz”.

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Protetoras lutam por animais abandonados nas rua de Franca (SP)

Foto de: Divaldo Moreira/Comércio da Franca

Cego, com sarna e muito magro. Foi assim que, com 15 anos de vida, o poodle Juquinha foi deixado na porta da casa da protetora Aleni Papasídero, em julho do ano passado. Na véspera do último Natal foi a vez do pinscher Joãozinho, com o maxilar quebrado e muito desnutrido, ele foi abandonado nas proximidades da casa da protetora. Há 16 anos realizando o trabalho de resgatar animais nas ruas e em situação de maus-tratos em Franca (SP), a “cachorreira”, termo como são conhecidas as mulheres que trabalham com a proteção de animais, afirma ter recuperado cães e gatos em situações bem piores.

“Encontramos pelo caminho casos horríveis. Muitos abandonam, cansam de cuidar e provocam maus-tratos. É um trabalho árduo, que nunca tem fim, mas que mexe com o coração e é maravilhoso quando conseguimos recuperar um deles, como aconteceu no caso do Juquinha e do Joãozinho”, disse Aleni.

Com a Associação “É o bicho”, a protetora consegue manter os cuidados dos cerca de 20 animais que estão sob a sua proteção neste momento, mesmo sem a ajuda de terceiros. “Eu consigo, com o serviço de castrações, manter meus animais, mas vejo a dificuldade enfrentada por todas as protetoras”, completou.

“Ninguém vira protetor, a pessoa nasce protetor.” Foi assim que a protetora Lindsay Cardoso, de 30 anos, começou a conversa com a equipe de reportagem do Comércio. Há três anos resgatando cães e gatos, a integrante do grupo “Só patinhas de rua” afirma que já se deparou com situações desafiadoras. “Por mês, somente com ração gasto R$ 1,5 mil. Hoje 68 animais estão sob os cuidados do meu grupo, que conta com quatro colaboradores”, disse. “O mais triste é ver como algumas pessoas simplesmente fecham os olhos para o problema que se multiplica diariamente. Não somos depósito de animais, é preciso um trabalho efetivo por parte dos governantes para mudar essa realidade”, completou.

Solução

Para as protetoras, a única solução para diminuir os animais abandonados é a intensificação nas castrações. Atualmente, a Prefeitura fornece gratuitamente 225 cirurgias dessa natureza por mês. O número, porém, está bem longe do ideal.

“O mínimo que deveria ser oferecido hoje para ajudar a controlar o problema seriam 2 mil castrações mensais. Um macho pode cruzar com várias fêmeas e o número de filhotes que podem fazer é imensa. Enquanto uma ação eficiente de castração não for realizada, continuaremos vendo o problema crescer”, disse Aleni.

Outro lado

Em nota, a assessoria de imprensa da Prefeitura informou que aguarda a abertura de edital de recebimento de propostas de projetos do Fundo Municipal do Meio Ambiente para solicitar recursos financeiros para o Projeto de Controle de Natalidade de Cães e Gatos, porém, não informou o prazo para que a medida seja efetivada.

Fonte: GCN

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Protetoras pedem ajuda para manter animais resgatados de áreas desapropriadas em Arujá (SP)

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Com mais de 40 animais, entre cães e gatos, resgatados em duas áreas que foram desapropriadas em Arujá, na região metropolitana de São Paulo, o grupo Proteção Animal precisa de ajuda. Rações, vermífugos e vacinas são as maiores necessidades no momento.

Segundo a protetora Iraci Rodrigues, há cerca de uma semana ela foi acionada à Avenida Mário Covas onde haveria uma desapropriação e lá existiam vários animais. “Com a ajuda de outros protetores e da ONG Quatro Patas, de Santa Isabel, nós conseguimos lares temporários para alguns animais. Por meio de um trabalho de conscientização com os moradores, nós conseguimos fazer com que eles levassem alguns animais, mas muitos não tinham condições de levar”, explica Iraci.

A protetora conta que os animais resgatados estão em casas temporárias, mas que precisam ser mantidos, por isso a necessidade da doação de ração. “Eu não consigo levar todos para minha casa, que já está com superlotação”, enfatizou.

Feirinha
Animais resgatados pelo grupo Proteção Animal são colocados semanalmente para adoção. A feirinha acontece aos sábados, das 10h às 16h, no canteiro central da Avenida João Manoel. Interessados em ajudar o grupo Proteção Animal de Arujá podem entrar em contato pelo número de telefone (11) 99867-9277.

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Fonte: Jornal Cidade de Ajurá

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Fotógrafa doa dinheiro de ensaios para ONGs protetoras de animais

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Fotos: Myka Fotografia

Cada vez mais as pessoas querem fazer ensaios fotográficos com os animais domésticos. A fotógrafa Mykaella Carbonera, do Rio de Janeiro, é especialista nesse tipo de fotografia.

E, o melhor, o dinheiro dos ensaios é doado para associações e ONGs protetoras de animais. No primeiro mês, ela arrecadou 580 reais e doou o valor integralmente.

Recentemente, ela distribuiu mais de 1000 cartões em pet shops cariocas para divulgar o seu trabalho e ajudar mais animais. Ela publica todos os comprovantes das doações na sua página no Facebook. Veja algumas fotos:

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Fotos: Myka Fotografia
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Fotos: Myka Fotografia
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Fotos: Myka Fotografia
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Fotos: Myka Fotografia
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Fotos: Myka Fotografia
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Fotos: Myka Fotografia
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Fotos: Myka Fotografia
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Fotos: Myka Fotografia
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Fotos: Myka Fotografia
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Fotos: Myka Fotografia

Fonte: Razões para Acreditar

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Você é o Repórter

Protetoras fazem apelo por ajuda para cão resgatado em Itaquera, zona Leste de São Paulo

Rodrigo Sitta
rodrigositta@hotmail.com

O cãozinho das imagens foi encontrado em situação de abandono em Itaquera, na zona Leste de São Paulo. O cão estava em condições precárias, muito magro, com o pelo muito sujo e embaraçado. Vivia em um matagal e tentava constantemente atravessar uma avenida movimentada.

Felizmente, ele foi resgatado por uma protetora e recebeu lar temporário, mas por estar muito assustado e arisco não permite a aproximação para receber os cuidados que necessita. E também não convivei bem com outros cães. Agora, o cãozinho está em um hotelzinho, para observarem seu comportamento e tentar fazê-lo esquecer o passado cruel que viveu.

Porém as despesas com o hotelzinho são altas e como o cachorrinho não se deu bem com outros animais, não teria mais para onde ir. Ele precisa de ajuda para recuperar a confiança nos humanos, caso alguém possa ajudar de alguma forma, entre em contato com Roseli ou Neide.

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Contato: Roseli
(11) 98672-8033
Ou Neide
(11) 95989-3587

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Protetoras de 100 animais pedem ajuda por doação de ração, em Catanduva (SP)

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Protetoras de mais de 100 animais, dentre cães e gatos, pedem a ajuda da população para doação de ração. O amor pelos animais fez que mãe e filha não os abandonassem nem na hora da dificuldade. Há um ano e meio desempregadas, Valnete dos Santos Mascioli e Lívia Luiza dos Santos Mascioli (mãe e filha) continuam tratando dos animais que são domésticos.

Durante esse tempo, elas foram vendendo os bens materiais, mas não desfizeram dos animais. “Faz 20 anos que eu e minha mãe resgatamos e cuidamos de animais em situação de abandono. Sempre custeamos tudo sozinha, mas agora nós ficamos desempregadas, perdemos os carros, e aí nos deparamos sem nada e com 110 animais para cuidarmos”, conta Lívia.

Além de venderem os carros, também venderam aparelhos eletrônicos, móveis e acessórios. “Neste tempo que estamos desempregadas fomos vendendo tudo, televisores, sofás, geladeiras, mesas tudo que tínhamos dentro de casa e hoje ficamos somente com o necessário. Uma televisão e uma geladeira e com demais itens necessários, o resto que tínhamos mais de um vendemos para comprar ração para eles, durante esse um ano e meio”, relata Valnete.

Elas já chegaram a ter mais de 200 animais durante esses 20 anos se dedicando com cuidado e amor aos caninos e felinos. “Com o tempo, muitos foram morrendo de velhice outros doamos e agora estamos com esses 110”, aponta Lívia.

Após perderem os empregos, familiares falaram para elas abandarem os animais e viver uma vida mais tranquila. “Acha de jeito nenhum vamos abandonar eles. Sempre cuidamos deles sozinhas. Jamais faríamos isso. Então começamos a vender tudo que tínhamos dentro de casa. Agora que estamos pedindo a ajuda da população. Pelas redes sociais já conseguimos três anjos que estão nos ajudando, mas como são muitos precisamos da ajuda da população nem que se for com um quilo ou menos de ração. Com certeza já estará nos ajudando e muito”, frisam Valnete e Lívia.

Os cachorros gastam por dia um saco de ração de 25 quilos e os gatos um saco de 10 quilos. Por mês, mãe e filha já chegaram a gastar R$ 12 mil, com gastos de veterinários e alimentos.

“Todos os nossos animais são castrados e vermifugados. Todos são bem tratados e mesmo com a dificuldade não deixamos faltar nada para ele”, diz Lívia.

Nos últimos meses elas passaram a ganhar quirera e misturavam junto ao farelo de pão, mas os gatos não comiam. “Fiquei desesperada quando vi que os gatos não comiam a quirera, os cachorros comiam. Foi então que comecei a pedir pelas redes sociais a ajuda da população. Às vezes ganhamos frango ou outro tipo de carne e salsicha para nós comermos, de familiares, mas nós damos para os animais. Eu prefiro ficar sem comer a deixar eles sem comer. Quando alguns familiares falaram para nós abandonar eles eu pensei: eu morro, eu não vou dormir, vou ficar pensando – onde eles estão, como estão. Meus Deus do céu não tem jeito – nós amamos eles e não queremos desfazer deles e não vamos abandoná-los”, desabafa Lívia.

De acordo com Lívia, a ração pode ser de qualquer marca e sem corante. Para os gatos a única exigência que a ração não seja do sabor de peixe. “O engraçado que os gatos não comem ração do sabor peixe, mas comem de qualquer outro sabor e até com corante. Porque que a gente pede sem corante para os cachorros, porque com corante eles acabam tendo outros problemas, como alergia e problemas intestinais então para evitar que eles passem mal pedimos sem corante, só isso. Qualquer quantidade já será de grande ajuda”, informa Lívia.

As pessoas interessadas em ajudar Valnete e Lívia, devem entrar em contato pelo telefone (17) 99206-4496. Ou levar na residência delas na Rua Gino Merighi, 373, no bairro Morada dos Executivos que fica atrás do Reboliche. As doações também podem ser deixadas na Casa do Chacareiro com a Beth.

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Outro exemplo
Assim como Valnete e Lívia, dona Jorilda também dedica sua vida aos animais. A pensionista Jorilda França Nunes, 67 anos cuida de 15 cachorros e de mais de 40 gatos. Recentemente uma reportagem local fez matéria com ela, que no momento também precisava da ajuda da população para doação de ração.

Após a reportagem, dona Jorilda conseguiu protetores que atualmente a ajudam com rações e despesas com veterinários. “O nosso amor com os animais é muito grande. Nunca tive gato em minha vida e hoje eu os amo. Também não quero abandoná-los. Deste montante apenas duas cachorrinhas já eram minhas. O resto dos animais foi abandonado na minha residência. Os animais estão em minha casa há aproximadamente dois anos”, frisa.

Conforme informações da protetora, as pessoas sabem que ela gosta de animais e os abandonam em seu quintal. “Era um dia de chuva e eu escutei o barulho do carro, mas não imaginei que fossem jogar uma cachorra em meu quintal. Quando a chuva passou fui abrir a porta de casa e vi cinco cadelinhas bebê. Estavam até com o umbigo. Cuide dela e dei até leite na seringa e assim foi crescendo a quantidade de animais em minha casa”, diz dona Jorilda.

No caso de dona Jorilda, os vizinhos ficam incomodados com a quantidade de animais. “A vizinhança reclama muito do barulho e a proprietária da casa pediu que eu deixasse o imóvel”, conta Jorilda.

Além da reclamação, a residência de dona Jorilda fica ao lado de um terreno abandonado e frequentemente gatos aparecem mortos. “Eu vi outro dia uma pessoa vindo margeando o murro e jogou veneno para os meus cachorros. Corri para o quintal e dois gatos comeram e amanheceram mortos. A minha cachorra também foi envenenada, mas graças a Deus sobreviveu. Cheia de sequelas, mas sobreviveu e eu gasto muito com seu tratamento. Infelizmente existem muitas pessoas ruins e não compreendem nosso amor pelos animais”, conclui dona Jorilda.

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Fonte: O Regional

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Protetoras salvam cão envenenado após ser acusado de atacar criança em Ponta Grossa (PR)

DF - DILMA ROUSSEFF/BEM MAIS SIMPLES - POLÕTICA - A presidente Dilma Rousseff e o   ministro-chefe da Casa Civil, AloÌzio   Mercadante, durante o lanÁamento do   Programa Bem Mais Simples Brasil e do   Sistema Nacional de Baixa Integrada de   Empresas, no Pal·cio do Planalto, em   BrasÌlia. Dilma considerou como   "difÌcil" a execuÁ„o de uma reforma   tribut·ria no PaÌs.    26/02/2015 - Foto: ED FERREIRA/ESTAD√O CONTE⁄DO
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Na última segunda-feira (14),  sites de informações de Ponta Grossa, no Paraná, noticiaram que um menino teria sido atacado por um cachorro, no terminal do bairro Oficinas. Mas protetoras dos direitos animais contestaram e alegaram que a informação é falsa e “desmentiram” o caso através de redes sociais.

A criança teria caído na calçada e batido a cabeça enquanto caminhava, e não sido atacado pelo cachorro como várias mídias noticiaram. Após o ocorrido, o cão teria sido envenenado, mas protetoras conseguiram salvar a vida do animal, indevidamente condenado antes de quaisquer explicações mais apuradas.

Protetoras envolvidas no resgate do cão apresentaram repúdio ao ato como “tentativa de matar e incentivo à matança de animais abandonados”. Muitos animais em situação de rua acabam vivendo próximos aos terminais, mas sem apresentar risco para as pessoas que transitam e utilizam os locais. “É um absurdo a mentira que publicaram nos sites sensacionalistas e fofoqueiros de Ponta Grossa”, disse uma protetora.

DF - DILMA ROUSSEFF/BEM MAIS SIMPLES - POLÕTICA - A presidente Dilma Rousseff e o   ministro-chefe da Casa Civil, AloÌzio   Mercadante, durante o lanÁamento do   Programa Bem Mais Simples Brasil e do   Sistema Nacional de Baixa Integrada de   Empresas, no Pal·cio do Planalto, em   BrasÌlia. Dilma considerou como   "difÌcil" a execuÁ„o de uma reforma   tribut·ria no PaÌs.    26/02/2015 - Foto: ED FERREIRA/ESTAD√O CONTE⁄DO
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Outra protetora desabou em seu perfil no Facebook: “O que tem na cabeça ou na alma de um infeliz que inventa uma história cabulosa, terrível e que atenta contra a razão, a moral, a lei, enfim? E ainda tem uns profissionais que se dizem jornalistas. Dá para ver que tipo de jornalistas são esses sujeitos?”.

Uma internauta pede por justiça e que os responsáveis por envenenar o cão sejam penalizadas. “E as pessoas, se é que podem ser chamadas de pessoas, que fizeram isso, envenenar o animalzinho, devem ser identificadas, denunciadas e rigorosamente punidas. Absurdo demais o que fizeram”, ressalta.

Veja alguns canais que noticiaram o ocorrido.

“Criança é atacada por cão de rua dentro do terminal de Oficinas” – Mais UOL
“Criança é atacada por cachorros no Terminal Oficinas” – ARede
“Criança é atacada por cão dentro do Terminal de Oficinas” – Diário dos Campos

Fonte: Folha Centro Sul

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