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Mulher morre após ser agredida por denunciar maus-tratos a cachorro

Reprodução/RPC Maringá

Viviane Andrea dos Santos, de 33 anos, foi morta por defender um cachorro agredido a pauladas em Campo Mourão, no Paraná. Após ser denunciado pela protetora de animais, o agressor do cachorro usou um pedaço de tijolo para ferir Viviane, que foi internada em estado grave e morreu quase um mês depois do crime.

A presidente da Associação dos Protetores de Animais Independente (PAIS), Amanda Tonet, lamentou o caso e contou que os animais que eram cuidados por Viviane estão sentindo a falta dela. Na casa da protetora, cerca de 10 a 12 cães e gatos viviam em lar temporário.

“Estamos desolados. A Viviane oferecia lar temporário a animais e desde que foi internada esses animais já estavam sentindo a sua falta. Estamos prestando assistência, ajudamos até a pagar o aluguel, mas agora será muito triste tirar esses animais da casa e levar para um abrigo. Eles até dormiam com ela. Estamos arrasados”, lamentou Amanda em entrevista ao portal Catve.

No dia 19 de setembro, Viviane presenciou o vizinho espancando um cachorro no Jardim Paulista e acionou a Associação de Defesa dos Animais e a Polícia Militar. Os policiais, no entanto, não encontraram o acusado, que retornou ao bairro quando os agentes foram embora e se dirigiu à casa de Viviane, onde a agrediu a tijoladas.

Após a agressão, a PM foi novamente acionada e, desta vez, localizou o homem, que foi levado à delegacia. Depois de prestar depoimento à polícia, o agressor foi liberado.

Socorrida pelo Samu, Viviane foi levada à Santa Casa de Campo Mourão, onde permaneceu internada em estado grave até a madrugada desta quarta-feira (14), quando morreu em decorrência dos ferimentos.

Os crimes são investigados pela Polícia Civil, que deve indiciar o agressor por homicídio e maus-tratos a animais.


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Protetora de animais troca máscara por ração no Rio de Janeiro

Arquivo Pessoal

A enfermeira Beatriz Marinho, de 26 anos, está trocando máscaras por ração no Rio de Janeiro. O objetivo é alimentar animais em situação de vulnerabilidade. Com a ação, no entanto, ela beneficia também humanos, ao aumentar a proteção de cada um deles, através das máscaras, contra o coronavírus.

Com a campanha, a enfermeira consegue manter a alimentação de cerca de 50 cães e gatos, que vivem na rua ou abrigados em sua casa e em lares temporários. As máscaras entregues a quem oferece a ração e outros insumos para animais são doadas por terceiros.

“Como alimento alguns animais na rua, tenho outros aguardando adoção/tratamento na minha casa e na casa de voluntários, preciso ter sempre ração, sachês e vermífugos. Como não consigo arcar com tudo sozinha, crio sempre estratégias para arrecadar mais. Com o atual cenário, pedi doação de máscaras, pois não sei fazer e trocar por itens essenciais no meu trabalho voluntário”, explicou Beatriz ao portal Grande Tijuca.

“No começo, consegui uma pessoa que decidiu ajudar e me doar o que ele arrecadou. Foram 10 sachês e 3 kg de ração. Recentemente ganhei 24 máscaras para eu mesma realizar a campanha e iniciei neste domingo. Por ora, foram 08 máscaras e 15 sachês, 3 kg de ração e uma que combinei a troca nesta segunda e não sei o que virá”, completou.

Interessados em ajudar, doando máscaras ou ração e insumos para animais, devem entrar em contato com Beatriz pelo telefone 22 980225943. As entregas são feitas na Praça Sete, na Vila Isabel, Verdun, no Grajaú e Praça Vanhagem, na Tijuca.


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Cachorros procuram novos lares após morte de protetora em Campinas (SP)

Além de precisarem de novos lares, os cães também necessitam de doações de ração


Onze cães que eram tutelados pela protetora de animais Simone Regina Pires estão à procura de novos lares em Campinas, no interior de São Paulo. A aposentada, de 51 anos, morreu há uma semana em decorrência de uma parada cardíaca.

Reprodução/A Cidade ON

Com problemas de saúde, Simone se locomovia através de uma cadeira de rodas, mas mesmo assim se dedicava aos animais que resgatou das ruas. O medo da protetora era morrer e deixar os animais sozinhos.

Comovida com a situação, a protetora Paty Romero está tentando doar os cães. “Simone amava os animais de uma forma que eu desacreditava. Sempre pediu que, se um dia ela viesse a falecer, que eu não os desamparasse. E eu irei cumprir minha promessa até o fim”, disse Paty, em entrevista ao portal A Cidade ON.

De acordo com a protetora, “Simone era uma pessoa maravilhosa, guerreira, que amava os animais. Não sabia dizer não. Sempre batiam na porta da casa dela com um animalzinho no colo, e ela sempre acolhia com todas as limitações que ela tinha”.

Os cachorros tomaram banho e foram vacinados. Todos são castrados e estão sendo alimentados com ração doada pela Pet Legal, que deve durar mais uma semana.

Paty pede às pessoas que, além de ajudarem a encontrar lares para os cães, façam doações. “Você não pode adotar um cachorro? Então, adote um protetor… Doe um saco de ração, um vermífugo, uma castração, uma vacina, um cobertor velho. Assim, você adota muitos cães”, disse.

Interessados em ajudar devem entrar em contato com a protetora pelo WhatsApp: (19) 9-9834-4400.

Veja fotos de alguns dos cães que aguardam um lar:

Reprodução/A Cidade ON
Reprodução/A Cidade ON
Reprodução/A Cidade ON
Reprodução/A Cidade ON
Reprodução/A Cidade ON

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Ex-bancária abandona emprego para se dedicar a animais abandonados

Atualmente, Luciana Viana Carvalho mantém 300 animais, sendo 110 cachorros e 80 gatos. Para cuidar deles, ela precisa da ajuda da sociedade


A ex-bancária Luciana Viana Carvalho, de 48 anos, abandonou seu antigo emprego em um banco para cuidar de animais em situação de vulnerabilidade. Tudo começou quando, em 2011, uma tia dela morreu e deixou de herança para ela uma casa. No entanto, para que ela ficasse com o imóvel havia a condição de que cuidasse dos cinco cães que viviam no local.

Foto: Guilherme Pinto / Extra

Tutora de 12 gatos, Luciana saiu do apartamento no qual vivia em Madureira, no Rio de Janeiro, se mudou para a casa na Vila Valqueire. Com o passar do tempo, o amor pelos animais falou mais alto e a ex-bancária passou a resgatar animais abandonados. Hoje, 110 cachorros e 80 gatos vivem com ela no imóvel que se tornou a Casa Angelus Amigo Bicho.

Para sustentar o abrigo, Luciana depende de doações e dos recursos advindos de um brechó, rifas e do serviço de hospedagem de animais. Atualmente, ela gasta mensalmente cerca de R$ 6 mil com ração para os cães e R$ 1,8 mil com o alimento dos gatos. Outros R$ 1,8 mil são investidos nos custos com água. Há despesas, também, com os três funcionários do abrigo, energia elétrica, veterinário e pet shop.

Atualmente, Luciana tem uma dívida de R$ 24 mil em uma clínica veterinária e de R$ 5 mil em uma pet shop. Para tentar quitá-las, ela iniciou uma campanha de arrecadação de fundos através das redes sociais.

“O lado bom é quando consigo tirar da rua um animal em situação de sofrimento e vejo a transformação deles”, afirmou Luciana ao jornal Extra.

Feira de adoção

No dia 15 de setembro, uma feira de adoção de animais será organizada no Centro de Convivência da Vila Valqueire, na Avenida Jambeiro, 908. Interessados em adotar um cão ou gato do abrigo de Luciana ou ajudar financeiramente por meio de doações são bem-vindos ao evento.


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Mulher abriga 97 cães em sua casa para protegê-los de furacão nas Bahamas

A protetora de animais Chella Phillips postou fotos dos cães em sua casa e lamentou por aqueles que ela não pôde salvar.


Chella Phillips, moradora de New Providence, nas Bahamas, abrigou 97 cachorros em sua casa para mantê-los seguros durante a passagem do Furacão Dorian.

Foto: Reprodução/Facebook/Chella Phillips

O furacão chegou à categoria 5, com ventos de 295 km/h, o que fatalmente tiraria a vida desses animais se eles não tivessem um abrigo. Responsável pelo grupo “The Voiceless Dogs of Nassau, Bahamas” que resgata animais em situação de vulnerabilidade, Chella decidiu agir para proteger esses cães.

No Facebook, a protetora de animais publicou fotos que mostram os cachorros em sua casa. “97 cães estão dentro da minha casa e 79 deles estão dentro do meu quarto principal. Tem sido uma loucura desde à noite passada, com cocô e xixi sem parar, mas pelo menos eles estão respeitando a minha cama e ninguém se atreveu a saltar nela”, escreveu.

Foto: Reprodução/Facebook/Chella Phillips

“Podemos não ser atingidos com tanta força como outras ilhas e a parte mais triste é que depois do furacão sair das Bahamas, algumas ilhas vão demorar muito para se recuperar.. cada ilha tem uma abundância de cães abandonados, meu coração está partido por aqueles sem um lugar para se esconder um furacão de categoria 5 e só Deus pode protegê-los agora”, completou.

Desde que o abrigo foi fundado, há quatro anos, quase mil animais já foram resgatados.
“Estamos muito orgulhosos por termos conseguido dar-lhes esperança para que todos eles pudessem finalmente ser felizes”, afirmou Chella, que terminou a publicação pedindo ajuda. “Por favor, orem pelas Bahamas! Se você deseja ajudar financeiramente, o nosso paypal é: Pawtcake.Refuge.Inc@gmail.com”, concluiu.

Foto: Reprodução/Facebook/Chella Phillips
Foto: Reprodução/Facebook/Chella Phillips

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Mulher usa pneus e cobertores fazer caminhas para cães abandonados

Uma cuidadora de animais, que há 12 anos acorda cedo pra cuidar dos amigos caninos que passam frio no Terminal de Barreirinha, em Curitiba (PR), improvisa camas com pneus velhos e cobertores para os cães.

Foto: Arquivo Pessoal

Cansada de ver diariamente os cachorros abandonados, ao relento, a vigilante Neusa dos Santos decidiu agir.

“Eu tinha que fazer alguma coisa. Alguém tinha que tomar uma atitude. E eu acho que essa missão era realmente minha. Hoje eu sou outra pessoa”, diz Neusa.

Os cachorros (Pitoco, Max e Zóinho) no início formavam uma turma de 10 amigos, mas com o tempo, o grupo foi diminuindo.

“Quando eu comecei a acolher, os animais eram dez. Agora, estamos só com três. Alguns foram adotados, outros morreram atropelados, infelizmente” conta.

“O Pitoco, por exemplo, perdeu a visão do lado esquerdo porque levou um chute de um passageiro. Muito triste”.

Foto: Arquivo Pessoal

Elogios

Funcionários do terminal e passageiros elogiam o trabalho dela. “Eu admiro demais o gesto da Neusa com os cães. Hoje em dia a gente não vê esse amor e essa atenção com os animais em qualquer lugar. Em diversos terminais de Curitiba o que se vê são animais largados, maltratados. Então, quando a gente se depara com uma cena dessa, dela trazendo todos os dias pela manhã o alimento, é uma coisa que não tem preço. Ela é um exemplo”, disse o vigilante Robson Santos Guimarães.

Além de cuidar dos cães no terminal, Neusa também leva alguns pra casa, para dar banho e faz passeios diários com eles.

Foto: Arquivo Pessoal

“Eu cuido porque eu amo os animais. Eu acho que quem não gosta de animal, sinceramente, não tem coração. Ainda mais os cães, que são fiéis com a gente”.

Mas a relação dela com os animais vai além. “Esses três aqui, por exemplo, sentem quando eu não estou bem. E eu também sinto quando alguma coisa ruim acontece com eles. A gente se ajuda. Enquanto eu estiver viva, eu vou cuidar deles”, disse Neusa.

Fonte: Portal Paraná Praia


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ONG pede ajuda para construir abrigo após receber ordem de despejo

Após receber uma ordem de despejo, a vendedora Mônica Aquino, fundadora da ONG Lar dos Animais, iniciou uma campanha para arrecadar, em menos de um mês, R$ 55 mil para construir um novo abrigo para 230 animais, entre cães e gatos. Mônica tem até o dia 28 para desocupar o imóvel, que será vendido pelo proprietário, em Goiânia (GO).

Quarenta e um cães da entidade já foram levados para uma chácara, que foi alugado por Mônica. O local, no entanto, não tem estrutura para abrigar todos os animais. Se não conseguir concluir a construção das baias, ela terá que manter os animais amarrados a árvores, sem proteção contra o sol e a chuva.

Foto: Paula Resende/ G1

“Preciso de R$ 55 mil, mas não consigo. Não sei o que fazer, nem dormir eu durmo e de dia corro atrás de ajuda. Eu não sei o que vai acontecer, não vou deixá-los na rua”, lamentou Mônica ao G1.

A protetora de animais recebeu a ordem de despejo no início do ano e, desde então, tem realizado uma campanha em uma rede social para a conseguir fundos para a construção da nova sede da entidade. Até o momento, porém, ela não conseguiu recursos nem para pagar o material para terminar a obra na chácara localizada no município de Aparecida de Goiânia.

Mônica conta que precisa construir um espaço coberto para que os animais fiquem protegidos das mudanças climáticas. “Precisamos de areia lavada, brita, telha de amianto, metalon, canos para fazer tubulação e cimento para a parte de alvenaria. Também precisamos de alambrado para poder fechar a chácara”, disse.

Além de construir o novo abrigo, a protetora terá que reformar a casa na qual os animais vivem atualmente, de onde os animais precisam sair até 24 de junho para que haja tempo hábil para a realização das obras.

Por não ter previsão de quando as obras da chácara serão concluídas, Mônica passou a pedir a doação de coleiras, correntes e cabos de aço para prender os animais, já que essa seria a única alternativa que impediria que eles ficassem soltos na rua e corressem riscos.

Foto: Paula Resende/ G1

Além do espaço coberto, o projeto do novo abrigo contempla uma área para atendimentos de emergência e berçários para os filhotes. Para conseguir executar os planos, a protetora precisa de doação de materiais, mão de obra e dinheiro.

Além dos gastos que surgiram devido à necessidade de transferência dos animais da sede atual da ONG, Mônica gasta ainda aproximadamente R$ 20 mil mensais para cuidar dos cães e gatos resgatados. Ela iniciou os resgates em 2016. No começo, cuidava dos animais na rua, já que morava em apartamento e não dispunha de espaço para abrigá-los. A ONG foi fundada quando Mônica decidiu alugar uma casa para abrigar os animais.

A protetora conta que é comum que pessoas resgatem animais, levem-os até o abrigo da ONG com a promessa de arcar com os custos de alimentação e tratamento, e depois sumam, deixando a responsabilidade do animal inteiramente sobre ela. Sem receber ajuda, a entidade sofre com o acúmulo de dívidas, o que já fez, inclusive, com que Mônica vendesse seu carro em 2017 para arcar com as despesas dos animais.

Interessados em ajudar com doações devem entrar em contato com Mônica através das redes sociais da ONG.


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Protetora de animais é emboscada e morta por morador de rua

Foto: Cidade Alerta/Facebook
Foto: Cidade Alerta/Facebook

Laura Hissai Ishicava, 56 anos, era conhecida na região onde morava, em Guaianases na zona leste de São Paulo, por alimentar e cuidar de cães em situação de rua.

Considerada por todos uma pessoa de bom coração, que só procurava fazer o bem, ela circulava pelas ruas do bairro diariamente, colocando comida para os animais e tratando daqueles que estivessem feridos ou doentes.

Edna Ishicava, irmã da Vítima diz que ela “tirava da própria boca para dar para os animais”. Ela conta que ao ser demitida do emprego de digitadora, a irmã gastou toda a rescisão com os cães e passou a se dedicar integralmente à causa animal.

Desde jovem, Laura se dedicava a alimentar os cães de rua da região, ela se mudou para o bairro ainda criança e por isso era muito conhecida na vizinhança.

Além de alimentar os animais, a protetora também ajudava os moradores de rua com cobertores e comida.

Passava da uma da manhã quando Laura saiu para alimentar os cães do bairro aquele dia, levando no carrinho de feira a comida preparada por ela mesma: arroz com fígado de frango.

Desempregada, ela não tinha dinheiro para gastar com ração, mesmo assim, a protetora não deixava de alimentar os cães de rua.

Foi a câmera de segurança que Laura instalou do lado de fora de sua casa que filmou o momento em que ela saiu. O equipamento foi instalado para monitorar os cães que ficavam do lado de fora da residência, pois ela tinha medo que eles sofressem maus-tratos.

Além dos cães que criava dentro de sua casa, ainda haviam os que dormiam em casinhas do lado de fora, na rua, cães que a vizinhança também ajudava a cuidar.

Laura saiu de madrugada pois só nessa hora ficava pronta a comida, eram quilos de alimento e ela utilizava o carrinho para conseguir carregar tudo e sair para distribuir os alimentos aos animais.

A protetora comentava com a família que podia sair tranquila, mesmo sendo de madrugada pois era querida e conhecida por todos os moradores de rua da região que reconheciam seu trabalho social.

O morador de rua, identificado como Rafael, conhecido como Alagoas, de 26 anos, atraiu Laura até um posto de gasolina abandonado, onde ele dormia regularmente dizendo que seu cão, o Pretinho, passava fome. O posto de gasolina ficava a menos de um km da casa da protetora, conforme informações do portal R7.

Foto: Cidade Alerta/Facebook
Foto: Cidade Alerta/Facebook

Rafael já conhecia Laura, pois ela sempre passava pela região carregando seu carrinho de feira com os alimentos para os animais.

Laura entrou na construção abandonada, levando um pote de comida para o cãozinho, quando foi atingida com um pedaço de pau na cabeça e desmaiou, com a vítima já desacordada, o morador de rua colocou fogo no local e saiu dizendo que tudo havia sido um atentado.

A família não consegue entender o que teria motivado o criminoso a agir dessa forma violenta e cruel com a protetora. A sobrinha de Laura foi quem viu o corpo carbonizado após a polícia encontrar o local do crime. Porém, só foi possível saber que era realmente Laura, após o próprio assassino se apresentar como testemunha à polícia.

Rafael, se apresentou inventando que a protetora tinha sido atacada por vários homens e que ele mesmo tinha sido vítima do ataque, mas conseguiu escapar. Após cair em contradição várias vezes e ser pressionando pela polícia o criminoso acabou confessando o crime.

O motivo permanece desconhecido.

Rafael encontra-se detido pela polícia e responderá pela morte de Laura.

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Cadela é morta por protetora de animais após pegar um gato

Uma cadela da raça pit bull foi morta a facadas após escapar e pegar um gato na Vila Santana, em Itapeva, no interior de São Paulo. A responsável por matar a cadela é uma protetora de animais.

Foto: Arquivo Pessoal

O caso aconteceu no último sábado (9). Um boletim de ocorrência foi registrado pelo tutor da pit bull, segundo a Polícia Civil. O homem cobra justiça. As informações são do portal G1.

A polícia informou que a mulher não foi presa. Se for condenada, ela poderá ser punida com detenção de três meses a um ano, além de multa. A condenação, porém, também não leva o agressor à prisão, isso porque o crime, por ser considerado de menor potencial ofensivo, costuma ser ter a pena revertida em punições alternativas, como prestação de serviços comunitários.

Ainda segundo a polícia, a cadela foi ferida por três golpes de faca. Ela foi levada a uma clínica veterinária, mas não resistiu ao ferimentos e morreu. O gato que teria sido pego pela pit bull não sofreu ferimentos.

O tutor da cadela, Leandro Michel, conta que Mel tinha três anos e era dócil, brincalhona e nunca havia feito mal a ninguém.

“Ela era como minha filha. Minha esposa está grávida e eu queria que ela crescesse com a Mel. Só quero que essa mulher pague pelo que fez”, diz Leandro.

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Protetora resgata e cuida de 80 animais abandonados na Cracolândia (SP)

Além da Dona Graça, sua neta e uma bisneta também vivem na casa, acompanhadas de 50 cães e 30 gatos, aproximadamente. São tantos animais vivendo juntos que muito acabam tendo o mesmo novo. Dentre os cinco cães-recepcionistas da pensão, três são chamados de Neguinha.

Dona Graça acariciando os cães na porta de casa
Pensão abriga cerca de 80 animais na Cracolândia (Foto: Paulo Toledo Piza / G1)

Dona Graça conta que a maioria dos animais que cuida foram resgatados na região onde mora. “Eram do pessoal que ficava por aqui [usuários de drogas]. Mas como muitos foram presos, os cachorros ficaram sem ninguém. Muitos eu dei comida e água, outros que estavam doentes ou machucados eu tratei. Depois que saravam, não queriam sair daqui e ficavam”, explica.

Cerca de 80 animais domésticos vivem na pensão
A idosa cuida de cães resgatados no bairro da Cracolândia, em SP (Foto: Paulo Toledo Piza / G1)

Ela conta que o amor pelos animais começou mais ou menos há cinco anos, quando uma amiga protetora a levou para ajudar a resgatar cães abandonados nas ruas. Naquele dia, ela levou seus dois primeiros cães para casa. E, a partir disso, a vontade ajudar os animais só cresceu, assim como as dívidas.

Dona Graça estima gastos mensais de R$ 3 mil só para alimentar os animais. “Tudo o que eu ganho vai para eles. Queria conseguir um terreninho para levar eles, mas o dinheiro não sobra”, conta.

Ela diz que sempre morou na região central de São Paulo, principalmente nos Campos Elísios. Por isso, ela viu aos poucos o bairro se transformar em uma terra dominada pelo crack. “Antes era só família. Depois que esse pessoal veio para aqui, as famílias tudo saíram. Foram tudo embora. Não tive alternativa a não ser alugar para as pessoas que ficavam aqui na rua. Mas eles não moravam aqui. Eles vinham para tomar banho, dormir, descansar algumas horas. Agora foram todos embora. Agora só tem os cães e os gatos e minha neta e bisneta”, afirma.

Gatos e cães são beneficiados pela ação da idosa
Gatinho descansa dentro de vaso de flores na pensão da Dona Graça (Foto: Paulo Toledo Piza / G1)

Após a megaoperação policial que prendeu mais de 50 pessoas e tirou os usuários de drogas da região, a vizinhança ficou mais segura, mas também afastou os hóspedes. “Não sei nem como irei pagas as minhas contas. Mas o que mais me preocupa mesmo são as comidas dos animais. Porque o aluguel espera, as contas esperam, eles [cães e gatos], não”, lamenta.

Contudo, apesar dos gastos altos para manter e da dificuldade em conseguir hóspedes para a pensão, Dona Graça não desiste de ajudar os animais que tanto precisam. “Se eles me colocarem na rua, não tenho para onde ir. Eu vou ficar na rua com todos eles. Mas abandonar, eu não abandono”, diz.

Dona Graça ajuda animais abandonados na Cracolândia
A protetora Graça com o filhote de cão Willy no colo (Foto: Paulo Toledo Piza / G1)

 

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Você é o Repórter

Protetora pede ajuda para continuar cuidando de animais resgatados em SP

Cármen Guaresemin
ca.guaresemin@gmail.com

Gatinha tem pelagem preta e olhos grandes, usando colar de pérolas
Gatinha precisa passar por sessões de quimioterapia (Foto: Divulgação)

Uma protetora que cuida de mais de 80 animais resgatados precisa de ajuda para continuar salvando cães e gatos. Isso porque a dívida nas clínicas veterinárias da região da Zona Leste de São Paulo vem aumentando cada vez mais. E agora, os profissionais se recusam a entender os animais, a não ser que ela quite as dívidas.

Tem uma gatinha com câncer, outra que teve que passar por procedimento cirúrgico de amputação da pata, uma cadela, da raça cocker spaniel, que também teve que ser operada, entre outros. São muitos animais doentes que precisam de ajuda.

Quem puder ajudar pode entrar em contato com a protetora Francinete pelo telefone (11) 2038-1552.

 

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Protetora faz apelo para continuar cuidando de 30 animais em Manaus (AM)

Daniele Saturnino é uma protetora de animais que cuida de 17 cães e 12 gatos de um casal de idosos. Contudo, a sua única fonte de renda dos tutores é o comércio da família, que foi assaltado mais de cinco vezes por bandidos que agrediram e até ameaçaram a família. Agora, os animais correm risco de voltar às ruas.

Protetora acaricia cães com um gato no colo
Protetora cuida dos animais com a ajuda da comunidade local (Foto: Reprodução / A Crítica)

Isso porque após receberem ameaças, o casal foi obrigado a se mudar de Manaus, Amazonas. Por isso, eles deixaram os animais sob os cuidados da jovem, que agora mantêm os animais graças ao apoio da comunidade local para comprar ração.

Quando os tutores se mudaram, incumbiram à protetora a responsabilidade de cuidar dos animais e conseguir vender a casa onde os cães e gatos vivem. Contudo, apesar dos esforços, a estudante vem enfrentando sérios problemas financeiros para manter os animais.

“Eles ficaram desesperados, adoeceram, mas não cogitaram, em nenhum momento, abandonar esses animais nas ruas, seria desumano. Há um ano eles estão comigo, agora são meus, eu também nunca os abandonarei, mas a situação está muito difícil”, contou.

Mas no acordo inicial com os antigos tutores, ficou combinado que o casal mandaria uma quantia semanal para bancar a alimentação dos animais e o transporte de Daniele até a casa para cuidar dos cães e gatos. Todavia, eles também afirmam estar passando por dificuldades financeiras e, por isso, não estão conseguindo mandar o dinheiro com a regularidade necessária.

“A dona Maria Betânia manda um dinheiro para manter o fornecimento de água e luz, ração e a minha condução, mas eles também não estão conseguindo. Esse mês eles não mandaram nada ainda, estou me virando para os animais não passarem fome. O comércio deles lá está bem devagar”, contou.

Daniele explica que tem que vender a casa para que os antigos tutores tenham condições de comprar um terreno que será o novo abrigo dos animais de Manaus.

A maioria dos animais que recebem os cuidados da protetora são idosos
Animais consomem 12 sacos de ração por mês (Foto: Reprodução / A Crítica)

Além disso, ela explica que a distância entre a sua casa, no bairro Cidade de Deus, na Zona Leste da cidade, e a casa onde os animais estão abrigados, na Cidade Nova, Zona Norte, é muito grande. Ela diz que quando não tem dinheiro para pagar a passagem de ônibus, ela vai andando até o outro endereço para cuidar dos animais.

“Estamos há um ano nessa luta para vender a casa. Só assim eles vão ter dinheiro para comprar uma casa lá e também um terreno aqui para eu continuar cuidando dos animais porque eu não tenho coragem de abandonar e ninguém vai querer eles. São cachorros idosos e doentes, que já foram abandonados nas ruas”, disse.

Doações

Sem trabalho, a estudante apela para quem puder doar a quantia que for para ajudar a manter os animais até que a casa seja vendida. Ela conta que por mês, eles consomem aproximadamente 12 sacos de ração de 15 quilos.

“São 10 sacas de ração para cachorro e 2 para os gatos. Estou com dificuldades, mas, mesmo assim, tenho ajuda de anjos que me ligam, me mandam mensagem no Facebook e colaboram”, disse.

Quem puder ajudar pode contatar a estudante pelo seu perfil no Facebook ou pelo telefone: (92) 99253-2518. Daniele também convida as pessoas a visitar os animais.

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