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Jane Fonda e Joaquin Phoenix participam de protesto contra a crise climática

Os eventos Fire Drill vem sendo realizados para convencer os políticos a lidarem com os problemas das mudanças climáticas


WireImage

Jane Fonda trouxe seu protesto climático Fire Drill Friday para Los Angeles (EUA) pela primeira vez no dia 7 de fevereiro. Além dela, os atores Joaquin Phoenix e Marisa Tomei e o escritor e diretor Norman Lear, também participaram do evento.

Os eventos Fire Drill (Simulação de Incêndio) vêm sendo realizados todas às sextas-feiras desde outubro, e são projetados para convencer os políticos a lidarem com os problemas das mudanças climáticas

A atriz veterana (82), é figura marcante no evento e já realizou mais de 10 manifestações em Washington, capital dos Estados Unidos, levando mais de 200 manifestantes a marcharem na prefeitura e exigirem um Green New Deal (Novo Acordo Verde). Além do mais, a estrela já foi detida em quatro comícios.

Atualmente Fonda está filmando a série da Netflix “Grace & Frankie”, no entanto, tem feito o possível para comparecer em protestos climáticos: “Nós marchamos juntos, protestamos juntos, cantamos juntos e somos presos juntos”, disse ela à multidão sobre os comícios em Washington.

A atriz também acrescentou que é importante levar os protestos semanais para Los Angeles, já que o estado da Califórnia “está na linha de frente da crise climática”, depois de ser devastado pela seca e incêndios florestais.

Joaquin Phoenix (45) marchou lado a lado com Fonda, e juntos seguraram uma grande faixa com o nome do evento, Fire Drill (Simulação de Incêndio), para alertar sobre os incêndios que estão ocorrendo no mundo, como os da Amazônia e Austrália. 

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Phoenix é vegano desde os três anos e estava vestindo uma blusa com o nome da instituição de ajuda animal, Animal Equality (Igualdade Animal).


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Cachorro se torna símbolo de manifestações no Chile

Na região central da cidade de Santiago, ativistas instalaram uma estátua de papelão em homenagem ao cão


Um cachorro preto, sem raça definida, tornou-se símbolo dos protestos no Chile após, em 2011, se unir a estudantes que foram às ruas para reivindicar a gratuidade da educação. O animal latia para os policiais e até tentava mordê-los.

Foto: RFI/Justine Fontaine

Apesar de ter morrido em 2017, ele ficou bastante famoso e foi transformado num ícone dos movimentos sociais de 18 de outubro de 2019. As informações são da agência RFI.

Atualmente, “Matapacos”, como foi batizado, estampa camisetas, bolsas, chaveiros, cartazes e grafites que podem ser encontrados em Santiago.

“Esse cão é um símbolo de resistência, sendo um cachorro perdido, simboliza o povo e as classes populares”, diz Paula, de 23 anos.

Na região central da cidade, ativistas instalaram uma estátua de papelão em homenagem ao cão. O objeto já foi queimado e destruído várias vezes e no dia 17 de janeiro foi reconstruído.

O cachorro recebia abrigo e comida de María Campos, que conta que ele saía correndo sempre que via uma manifestação. “Ele não conseguia se segurar e saia correndo atrás. Ele tinha uma casa, é verdade, mas na essência continuava sendo um cachorro em situação de rua, bem típico daqui”, disse.

“Os cães pretos têm menos chance de serem adotados, ninguém quer saber deles”, afirmou Carolina, manifestante de 32 anos. “Nos bairros chiques, ninguém liga para eles”, completou Diana, que também participou dos protestos.

Dados oficiais indicam que há mais de 250 mil cachorros abandonados no Chile e que eles aparecem com frequência em protestos.


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Ativistas saem às ruas em manifestação contra a inação do governo frente à crise do clima

Foto: Adobe
Foto: Adobe

Infelizes com a situação do país, os ativistas tomaram as ruas em uma manifestação na Austrália na sexta-feira (10), para protestar contra a falta de ação do governo em relação aos incêndios devastadores que mataram mais de um bilhão de animais e 27 pessoas até agora.

Com cartazes, faixas  e discursos, os manifestantes criticaram principalmente o primeiro-ministro do país Scott Morrison, acusando-o de piorar a crise por sua inação frente às mudanças climáticas.

A ação, organizada pelo grupo nacional Uni Students for Climate Justice, aconteceu nas maiores cidades em todo o país – incluindo Sydney, Perth e Melbourne, indicando descontentamento público generalizado após meses de incêndios cada vez mais mortais.

A polícia de Nova Gales do Sul disse à CNN que mais de 30 mil pessoas participaram do protesto contra as mudanças climáticas em Sydney. Os organizadores colocam o número entre 50 e 60 mil pessoas.

Scott Morrison

Morrison já foi criticado antes por seu ceticismo climático.Ele não compareceu à reunião climática das Nações Unidas em setembro em Nova York no ano passado.

Além disso, na semana passada, ele negou a ligação entre a mudança climática e os incêndios, dizendo: “Eles são desastres naturais. Esses eventos causam esse tipo de confusão quando afetam nosso país e há muito tempo”.

“Indignado”

Agora, os ativistas dizem que estão “indignados” com essa atitude – e vão às ruas para tornar sua fúria conhecida para o mundo todo.

Estamos protestando nesta sexta-feira porque estamos indignados com a negligência criminal do nosso governo sobre a crise do incêndio florestal, exacerbada pelas mudanças climáticas “, disse Uni Students for Climate Justice em sua página no Facebook.

“Estamos protestando para dar voz às dezenas de milhares de pessoas que querem uma ação real sobre as mudanças climáticas e financiamento real para serviços de assistência contra os incêndios”. As informações são do Plant Based News.

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Lei que prevê sacrifício de cães com leishmaniose é sancionada em Quixelô (CE)

A nova legislação foi recebida com críticas pela população, que não apoia que os cães sejam mortos


A lei nº 288/2019, que prevê que cachorros com leishmaniose sejam submetidos ao procedimento de morte induzida, está sendo alvo de repúdio em Quixelô, no Ceará. A medida foi sancionada recentemente pela prefeita Fátima Gomes (PT), após ser aprovada pela Câmara.

Reprodução/Pixabay

A legislação estabelece que seja firmado convênio de cooperação técnica e financeira com a administração municipal da cidade de Cariús para o procedimento de morte induzida de animais com leishmaniose, doença também conhecida como calazar. As informações são do portal Iguatu Notícias.

A medida autoriza a Prefeitura de Quixelô a repassar a quantia mensal de um salário mínimo para que até 12 animais sejam sacrificados mensalmente. Se mais animais forem mortos, a administração municipal pagará R$ 35 por cachorro.

A decisão da prefeitura de sancionar a lei, no entanto, não agradou a população, que tem criticado a medida. Isso porque existe tratamento para a leishmaniose que garante qualidade de vida ao animal, não havendo justificativa para o sacrifício.


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Ativistas organizam manifestações para pedir justiça para cães explorados em rinha

Manifestações serão realizadas na cidade de São Paulo e em Curitiba, no Paraná


O caso dos cachorros explorados em uma rinha em Mairiporã, no interior de São Paulo, revoltou o país e levou ativistas pelos direitos animais a organizarem manifestações para pedir justiça.

Foto: Marcelo Assunção/ TV Globo

Na cidade de São Paulo, os manifestantes vão se reunir no próximo domingo (22), no vão livre do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), na Avenida Paulista. O protesto se iniciará às 14h.

Em Curitiba, a manifestação será realizada neste sábado (21). Os ativistas vão se manifestar na Praça Santos Andrade, às 10h.

Há atos confirmados para o sábado (21), às 10h, também em Brasília, na Feira da Torre, no Rio de Janeiro, no posto 5 de Copacabana, e em Recife (PE), no II Jardim de Boa Viagem.

O pedido por justiça dos manifestantes, no entanto, dificilmente será atendido. Conforme explica o advogado Sérgio Tarcha, as pessoas envolvidas na rinha de cães foram enquadradas na lei 9.605/98, cuja pena é de 3 meses a 1 ano de detenção. “É um crime de menor potencial ofensivo. Eles vão responder um processo, mas, cabe, inclusive, a transação penal (cumprimento de pena alternativa), eles podem ser beneficiados pela lei 9.099/95. Podem nem ser processados, eles vão optar por uma transação penal, por uma cesta básica e está resolvido”, disse.

“A pena, hoje, é de 3 meses a 1 ano de detenção, ou seja, é nada. A lei que regula a matéria é a lei de crimes ambientais, 9.605/98, a nova lei, que já foi aprovada pelo senado eleva para 1 a 4 anos de detenção, mais a multa. Ainda continua muito branda a legislação, em outros países é muito mais severo”, completou.

Entenda o caso

A Polícia Civil desarticulou uma rinha de cachorros em Mairiporã (SP) neste sábado (14). Quarenta e uma pessoas foram presas e 19 cães foram resgatados, todos da raça pit bull. Um cão foi encontrado morto e outro assado para consumo.

Dois apostadores peruanos, dois mexicanos e um norte-americano foram presos. Um policial militar também foi detido. Todos foram encaminhados à Delegacia de Crimes Contra o Meio Ambiente.

A Justiça, no entanto, determinou a soltura de 40 dos 41 presos, mantendo a prisão apenas do suspeito de organizar a rinha. Eles irão responder pelos crimes de maus-tratos a animais com agravante de morte, prática de jogos de azar e associação criminosa.

Os cachorros resgatados foram encaminhados para entidades de proteção animal. Além deles, animais silvestres também foram retirados do local.


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Ator Woody Harrelson e cantora Billie Eilish se unem em vídeo sobre as mudanças climáticas

A dupla de celebridades explica de que forma a mudança climática está arruinando muitas vidas no planeta e postando as medidas que as pessoas podem tomar para ajudar a combatê-la


 

Foto: YouTube/Greenpeace
Foto: YouTube/Greenpeace

As celebridades veganas Billie Eilish e Woody Harrelson gravaram um vídeo juntos pedindo aos fãs que façam a sua parte para salvar o planeta.

No vídeo intitulado “Our House Is On Fire” (Nossa casa está em chamas), criado pela organização ambiental Greenpeace, os dois listam algumas maneiras pelas quais as pessoas podem ajudar o meio ambiente.

A mudança inclui a retirada de carne e laticínios da alimentação e a adesão aos protestos contra as mudanças climáticas em todo o mundo.

“Ação imediata”

“Nossa Terra está se aquecendo e nossos oceanos estão subindo de nível. A mudança climática está ameaçando milhões de vidas”, diz Eilish no vídeo, ressaltando que “não podemos permitir” que essa emergência climática “aconteça diante de nossos olhos sem fazer nada”.

“Até 1.000.000 de espécies estão se extinguindo por causa das ações da humanidade e o tempo está acabando”, acrescenta ela.

Harrelson diz: “A história nos mostra que quando um número suficiente de pessoas se levanta e exige mudanças, os que estão no poder não têm escolha a não ser agir”.

‘Vá para as ruas’

A dupla aponta como milhões de pessoas estão saindo às ruas para exigir que os líderes mundiais escutem a ciência e façam algo em relação às mudanças climáticas.

Os artistas então listam algumas das maneiras de “retomar o poder” – que incluem “votar em líderes que se preocupam com o futuro do nosso planeta”, além de se juntar a movimentos ambientais como o Greenpeace ou a iniciativas como a Fridays for Future (Sextas-feiras pelo Futuro), movimento iniciado por Greta Thunberg ano passado.

O movimento começou depois que a estudante e ativista sueca protestou em frente ao parlamento de seu país por três semanas em 2018 para chamar a atenção para a emergência climática. Inspirados por seu exemplo, outros estudantes de todo o mundo começaram a organizar seus próprios protestos.

“E fazendo o que podemos para viver em um estilo de vida mais verde”, acrescenta Eilish. “Como cortar carne e laticínios em sua alimentação e reduzir o uso de plástico”.

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Dia Mundial dos Animais de Criação oferece oportunidade para reflexão e mudança de hábitos

Foto: collective-evolution.com
Foto: collective-evolution.com

O Dia Mundial dos Animais de Criação foi criado em 1983 pelo Movimento dos Direitos dos Animais Agrícolas (FARM, na sigla em inglês), e vem sendo lembrado desde então todos os anos, com protestos pelo mundo todo em defesa dos animais que são criados em condições horríveis pela indústria de alimentos apenas para serem explorados e mortos.

A escolha da data não foi por acaso, 2 de outubro, é o aniversário de Mahatma Gandhi, líder indiano defensor da não-violência e do respeito à todas as formas de vida, ressaltando a igualdade entre os animais humanos e não-humanos. A data oferece às pessoas conscientes uma excelente oportunidade para lembrar, protestar e lamentar a perda dessas vidas inocentes. Esta é uma chance também para pedir aos familiares, amigos e vizinhos que parem de subsidiar atrocidades sem sentido consumindo animais. Centenas de grupos e indivíduos em todo o mundo participam todos os anos de manifestações em defesa desses animais que já nascem condenados.

A cada ano, cerca de 70 bilhões de vacas, porcos, galinhas, perus e outros animais sencientes são enjaulados, amontoados, privados, drogados, mutilados e macerados nas fazendas industriais de criação de animais do mundo todo, os dados são da ONG FARM. Como se isso não fosse sofrimento o bastante, eles são brutalmente mortos para servir de alimento aos humanos. Inúmeros animais aquáticos são capturados e sufocados por imensas redes de arrasto, para que os mercados possam vender e os restaurantes possam servir filé de peixe ou atum.

Esses números significam que muito mais animais são mortos por seres humanos para alimentação do que por todas as outras razões combinadas, incluindo caça, experimentação (testes em animais) e abrigos que praticam eutanásia.

A maioria desses animais é criada em fazendas industriais, onde passam a maior parte de suas vidas confinados, mutilados e alimentados artificialmente para crescerem tanto e tão depressa, que muitos deles literalmente sofrem até a morte. Mesmo os animais criados em pequenas fazendas familiares sofrem muitos desses abusos, e todos os animais criados para alimentação enfrentam uma morte horrível.

Galinhas criadas em granjas são alimentadas com hormônios químicos tão potentes que suas articulações não suportam o peso que essas aves atingem. Por isso muitas ficam paraplégicas ou se arrastam para andar. Elas mal podem se mover, tornando os 20 dias que dura em média sua curta visa, de puro sofrimento e tortura.

Porcos e porcas são confinados em espaços mínimos, onde quase não conseguem se mover. Inseminadas artificialmente, essas mães mal podem ver seus filhos que mamam entre grades afastados do corpo da mãe.

Vacas exploradas até a exaustão para produzir leite, vivem grávidas, passando o dia com máquinas de sucção instaladas em suas mamas e quando dão a luz, caso sejam bezerros fêmeas serão condenadas a uma vida de exploração e no caso de machos o final é pior ainda, pois são mortos por não poderem gerar lucro (leite) ou mortos pela indústria de vitela (carne de bezerro).

Cada um desses animais, torturados e assassinados, é capaz de experimentar prazer, afeto e alegria, além de tristeza, solidão e dor. Eles compreendem o mundo ao seu redor e sentem todo o peso se uma existência condenada ao sofrimento.

Portanto, a pergunta que o Dia Mundial dos Animais de Criação faz deixa no ar é: “Se não criaríamos um cachorro ou gato para comer, por que o faríamos com um porco, galinha ou peixe?”.

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Em meio a queimadas, Dia da Amazônia alerta para necessidade de preservar a floresta

Em agosto, as queimadas na Amazônia aumentaram 196% quando comparadas ao mesmo período de 2018


Celebrado em 5 de setembro, o Dia da Amazônia foi criado para conscientizar a sociedade a respeito da necessidade de preservar a maior floresta tropical do mundo. A data, no entanto, não tem recebido o respeito devido, assim como a Amazônia, que segue sendo destruída.

Queimada na floresta amazônica na cidade de Boca do Acre (AM) (Lula Sampaio/AFP)

Dados recentes, compilados pelo Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), concluíram que as queimadas quase triplicaram no mês de agosto, em comparação com o mesmo período do ano passado, e superaram a média histórica para o mês.

O cenário alarmante preocupa não só ambientalistas, como a sociedade em geral. Artistas do Brasil e do mundo têm se pronunciado contra as queimadas e a demora do presidente Jair Bolsonaro para agir contra os incêndios florestais – muitos, inclusive, reforçam que o aumento do desmatamento e das queimadas na Amazônia são de responsabilidade do presidente e de sua política contrária à preservação do meio ambiente.

A coordenação do Observatório do Clima, grupo que reúne aproximadamente 50 ONGs que lutam contra as mudanças climáticas, afirmou à revista Exame que o recorde de queimadas registrado em 2019 é “o sintoma mais visível da antipolítica ambiental do governo de Jair Bolsonaro”.

Protestos foram realizados em todo o Brasil e até em cidades de outros países. Nas ruas, manifestantes pediram pela preservação da floresta.

Responsabilizar o governo e exigir que ações sejam tomadas para preservar a floresta, embora necessário, não é a solução. Isso porque manter a Amazônia protegida vai além de promover políticas públicas, que de fato são importantes. É preciso, também, que as pessoas não se esqueçam que a maior responsável pelo desmatamento de florestas no Brasil, inclusive da Amazônia, é a agropecuária. E, estando cientes disso, mudem seus hábitos.

Seja através de desmate e queimadas para criação de pastos onde serão colocados bois explorados para consumo humano ou para plantio de grãos que alimentarão esses animais, a agropecuária é extremamente nociva à preservação das florestas. Considerando que, além disso, o consumo de produtos de origem animal também causa doenças e submete animais a extremo sofrimento, não há justificativa para mantê-lo.

No Dia da Amazônia, portanto, é urgente que se faça uma reflexão sobre o estrago causado pela agropecuária e a responsabilidade individual de cada um que, ao consumir produtos de origem animal, acaba incentivando a destruição da natureza.


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Protestos pela Amazônia são realizados em cidades brasileiras e nos EUA

Manifestações contra as queimadas e o desmatamento na Amazônia foram realizados, neste sábado (24), em cidades brasileiras e também em Nova York, nos Estados Unidos.

Centenas de pessoas foram às ruas de Belém (PA) para lutar pela Amazônia (Foto: Carolina de Oliveira)

Os protestos foram realizados em pelos 22 municípios, de acordo com o G1.

“Holocausto Amazônico” e “Salve a Amazônia” eram alguns dos dizeres presentes nos cartazes dos manifestantes no centro de Belém, no Pará.

“Hoje, Belém fez ecoar o seu grito de resistência em defesa da Amazônia. Não passarão os que destroem a floresta por ódio e ganância!”, escreveu em rede social o deputado federal Edmilson Rodrigues (PSOL-PA), que participou da manifestação em Belém. As informações são da revista Veja.

Manifestantes também caminharam em protesto pelas ruas de Manaus (AM) e de Natal (RN), onde um grupo de índios de uma aldeia do sul do estado esteve. “Hoje em Natal nos manifestamos em defesa da Amazônia e contra a política de destruição do ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro, Ricardo Salles. Estamos juntos na defesa do meio ambiente, pois lutar por nossas florestas é lutar a favor da vida!”, publicou no Twitter a advogada e deputada federal Natália Bonavides (PT-RN).

Índios participaram do protesto em Natal (RN) (Foto: Reprodução/Twitter/@natbonavides)

O protesto em Salvador (BA) contou com a entrada de manifestantes no Shopping Barra. Eles gritavam palavras de ordem e carregavam cartazes. No sul e sudeste, cidades como Belo Horizonte, Florianópolis e Porto Alegre registraram manifestações.

“O povo de Florianópolis foi pra rua em defesa da Amazônia e do meio ambiente e contra as políticas destrutivas do governo de Jair Bolsonaro”, disse o professor e deputado federal Pedro Uczai (PT/SC).

Nos Estados Unidos, um protesto foi realizado em Nova York. Cerca de 200 pessoas estiveram no Bryant Park, em Manhattan, para se posicionar contra as queimadas e o desmonte da agenda ambiental promovido pelo governo brasileiro. Os manifestantes pediram que as Nações Unidas cancelem a ida de Jair Bolsonaro à Assembleia-Geral da ONU, marcada para setembro.

Protesto pela Amazônia nos EUA (Twitter @JoshuaPotash/Reprodução)

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‘Bolsonaro, mude suas políticas’, diz Madonna sobre queimadas na Amazônia

A cantora Madonna se uniu aos artistas que estão protestando através das redes sociais contra a destruição da Amazônia causada pelas queimadas.

Foto: Reprodução/Instagram

Ao se posicionar, Madonna fez um alerta sobre a necessidade do presidente mudar suas políticas para preservar a Amazônia. O governo Bolsonaro ficou marcado desde o seu início pelos retrocessos ambientais – dentre eles, o corte de R$ 187 milhões do orçamento do Ministério do Meio Ambiente, que gerou uma perda de 95% nas verbas destinadas ao combate a incêndios e outras ações, e a assinatura da Medida Provisória da Liberdade Econômica, que inclui autorização automática para desmatamento por empreendedores quando órgãos ambientais atrasarem emissão de licenças. Aprovada pela Câmara e pelo Senado, a MP segue agora para sanção do presidente.

“Os incêndios estão furiosos e a Amazônia continua a arder. Isso é uma devastação para o Brasil – para os povos indígenas que vivem lá e para as espécies de plantas e animais que fazem dela a floresta biológica mais importante! Presidente Bolsonaro, por favor, mude suas políticas e ajude não só o seu país, mas o mundo inteiro. Nenhum desenvolvimento econômico é mais importante do que proteger esta terra. Precisamos acordar! O futuro da floresta tropical afeta o futuro do mundo”, escreveu a cantora.


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Protestos pela Amazônia são convocados em mais de 40 cidades do mundo

Mais de 40 cidades do Brasil e de outros países convocaram protestos em prol da Amazônia após a floresta ser destruída por um incêndio de grandes proporções. Dados indicam que a região amazônica tem sofrido com o aumento das queimadas e do desmatamento.

Foto: Araquém Alcântara

Em São Paulo, segundo informações do Observatório do Clima, a manifestação será realizada nesta sexta-feira (23), às 18h, no MASP. No mesmo dia tem protesto marcado no Rio de Janeiro, às 17h, na Cinelândia. A cidade carioca também convocou um ato para o domingo (25), às 14h, na Praia de Ipanema.

Cidades do interior dos estados também convocaram manifestações, como Juiz de Fora e Uberlândia, em Minas Gerais, que irão às ruas no sábado (24), às 16h, no Parque Halfeld e na Praça Ismene Mendes, respectivamente.

No estado de São Paulo, pelo menos nove cidades, incluindo a capital, realizarão protestos. Dentre os municípios do interior estão Campinas, com ato no sábado (24), às 16h, na avenida Francisco Glicério; Marília, com protesto também no sábado (24), às 10h, na Represa Cascata; e Bauru, que convoca manifestação na mesma data, às 15h, no Bosque da Comunidade.

Fora do Brasil, segundo informações da UNE, há manifestações marcadas nos seguintes locais: Cidade do México, no domingo (25), às 11h, no Monumento Angel de Lá Independência; Salamanca, na Espanha, nesta sexta-feira (23), às 19h, na Plaza Mayor; Sidney, na Austrália, no domingo (25), às 11h, na Sidney City; Cologne, na Alemanha, no domingo (25), às 13h, na Kölder Dom; Madrid, na Espanha, nesta sexta-feira (23), às 12h, na Embaixada do Brasil; Quito, no Equador, nesta sexta-feira (23), às 14h, na Embaixada do Brasil; Lima, no Peru, nesta sexta-feira (23), às 14h30, no Consulado do Brasil; Kempten, na Alemanha, nesta sexta-feira (23), às 13h, no St. George’s Hall; Pamplona, na Espanha, nesta sexta-feira (23), às 17h30, na Plaza Del Castillo; Turim, na Itália, nesta sexta-feira (23), às 17h, na Piazza Castello; Montevideo, no Uruguay, nesta sexta-feira (23), na Embaixada do Brasil; Guate, na Guatelama, nesta sexta-feira (23), às 12h30, na Embaixada do Brasil.

Confira, abaixo, o calendário de manifestações das cidades brasileiras.

ALAGOAS

Maceió: 24 de agosto, às 14h, Orla

AMAZONAS

Manaus: 24 de agosto, às 15h, na Praça do Congresso

BAHIA

Salvador: 23 de agosto, às 14h, em frente ao Elevador Lacerda, no Pelourinho

Arraial D’Ajuda: 25 de agosto, às 15h, na praça da Igreja Nossa Senhora D’Ajuda

CEARÁ

Fortaleza: 24 de agosto, às 14h, Gentilândia

Juazeiro do Norte: 23 de agosto, às 17h, Praça do Giradouro

DISTRITO FEDERAL

Brasília: 23 de agosto, às 17h, na Rodoviária do Plano com marcha para a Esplanada até o Ministério do Meio Ambiente

ESPÍRITO SANTO

Vitória: 23 de agosto, às 15h, Praça do Papa

GOIÁS

Goiânia: 24 de agosto, às 14h, Vaca Brava

MARANHÃO

São Luís: 24 de agosto, às 15h, Praça Deodoro

MATO GROSSO DO SUL

Campo Grande: 24 de agosto, às 13h, avenida Afonso Pena

MATO GROSSO

Cuiabá: 24 de agosto, às 16h, na Praça Alencastro

MINAS GERAIS

Belo Horizonte: 25 de agosto, às 10h, na Praça do Papa

Juiz de Fora: 24 de agosto, às 16h, no Parque Halfeld

Uberlândia: 24 de agosto, às 16h, na Praça Ismene Mendes

Montes Claros: 24 de agosto, às 13h, na Praça Dr. Carlos Versiani

PARÁ

Belém: 24 de agosto, às 8h, na Praça do Congresso

Santarém: 31 de agosto, às 17h, Praça São Sebastião

PARAÍBA

Campina Grande: 25 de agosto, às 10h, na Praça da Bandeira

João Pessoa: 24 de agosto, às 15h, na Praia do Cabo Branco

PARANÁ

Foz do Iguaçu: 24 de agosto, às 15h, avenida Araucária

Curitiba: 23 de agosto, às 17h30, Praça da Mulher Nua

Londrina: 23 de agosto, às 15h, Calçadão de Londrina

PIAUÍ

Teresina: 24 de agosto, às 16h, na Ponte Estaiada

PERNAMBUCO

Recife: 24 de agosto, às 14h, na rua da Aurora

RIO DE JANEIRO

Rio de Janeiro, em duas datas:

23 de agosto, às 17h, na Cinelândia

25 de agosto, às 14h, na Praia de Ipanema

RIO GRANDE DO NORTE

Mossoró: 24 de agosto, às 16h, no Memorial da Resistência

Natal: dia 24 de agosto, às 15h, Midway

RIO GRANDE DO SUL

Porto Alegre: 24 de agosto, às 15h, no Parque Farroupilha

Caxias do Sul: 24 de agosto, às 16, Praça Dante Alighieri

Santa Maria: 25 de agosto, às 16h, na Praça Saldanha Marinho

RONDÔNIA

Porto Velho: 25 de agosto, às 15h, Três Caixas d’Água

SANTA CATARINA

Atalanta: 23 de agosto, às 9h, no Colégio Dr. Frederico Rolla

Florianópolis: 25 de agosto, às 15h, no Largo da Catedral

Joinville: 24 de agosto, às 15h, na Praça da Bandeira

Chapecó: 24 de agosto, às 15h, Praça Coronel Bertaso

SÃO PAULO

São Paulo: 23 de agosto, às 18h, no MASP

Ribeirão Preto: 24 de agosto, às 14h, em frente à Esplanada do Theatro Pedro II

São Carlos: 24 de agosto, às 15h, na Praça São Benedito

Campinas: 24 de agosto, às 16h, na avenida Francisco Glicério

Marília: 24 de agosto, às 10h, Represa Cascata

Bauru: 24 de agosto, às 15h, Bosque da Comunidade

Santos: 23 de agosto, às 17h30, na Praça das Bandeiras

Sorocaba: 24 de agosto, às 15h, Praça Coronel F. Prestes

Santo André: 31 de agosto, às 12h, Prefeitura

SERGIPE

Aracaju: 24 de agosto, às 14h, Praça General Valadão

TOCANTINS

Palmas: 24 de agosto, Praça Girassóis


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Urso escala muro de 4 m e passa por três cercas elétricas para fugir de cativeiro

Foto: Province of Trento Press Office
Foto: Province of Trento Press Office

Um urso escapou de um cativeiro para animais selvagens onde era mantido e fugiu dos guardas florestais italianos após escalar três cercas elétricas e uma parede de quatro metros de altura.

O urso pardo, que foi apelidado de “gênio”, havia sido capturado anteriormente pelas autoridades, que usaram uma armadilha para ursos para prendê-lo, na região italiana de Trentino, no domingo.

O animal de 140 kg, fugiu de seu recinto em Val Rendena poucas horas depois de ser pego, e está em fuga desde então.

Foto: Province of Trento Press Office
Foto: Province of Trento Press Office

O presidente de Trentino, desde então, deu permissão às autoridades para matar o urso, provocando indignação de grupos de direitos animais, bem como a oposição pública do Ministério do Meio Ambiente.

O presidente de Trentino, Maurizio Fugatti, emitiu uma ordem para que o animal fosse preso há mais de um mês, depois do urso ter sido visto perto de áreas habitadas e consideradas perigosa para humanos e animais selvagens.

Fugatti deu aos guardas do parque a ordem de matar o animal, depois que ele escapou de seu cercado na segunda-feira. Guardas florestais com cães farejadores estão caçando o animal.

Foto: Province of Trento Press Office
Foto: Province of Trento Press Office

“Se o urso se aproximar de áreas habitadas, os guardas florestais têm permissão para matá-la”, disse Fugatti.

“O fato de o urso ter conseguido escalar uma cerca elétrica com sete fios a 7 mil volts demonstra que esse espécime é perigoso e um problema de segurança pública”, disse o presidente, claramente desconsiderando toda e qualquer ótica do ponto de vista do animal, que provavelmente desesperado e aflito por estar preso após uma vida inteira livre, apostou tudo em sua fuga, arriscando a própria vida.

O desprezo pelo animal é tão notável que ele ganhou um número e uma letra como idetificação: M49

A ordem para matar o animal provocou indignação de grupos de direitos animais no país, incluindo a WWF Itália.

Foto: Province of Trento Press Office
Foto: Province of Trento Press Office

O ministro do Meio Ambiente, Sérgio Costa, não se mostrou impressionado com a forma como a perseguição ao animal foi tratada, criticando os envolvidos. Ele acrescentou que a ordem para matar o urso era “absurda”.

Fotos divulgadas pela assessoria de imprensa da província de Trento confirmaram que o urso está vivo e circula pelos bosques perto da cidade de Trento, na região de Trentino-Alto Adige, no norte da Itália.

Uma foto tirada às 22:54 da noite passada por uma câmera de vigilância armada na natureza e mostra o urso vivo e bem, espreitando em uma área não muito distante de onde foi capturado.

Foto: Province of Trento Press Office
Foto: Province of Trento Press Office

Outra foto mostrou o urso às 09:29 desta manhã.

Muitos usaram as mídias sociais para mostrar seu apoio ao animal, sob a hashtag #fugaperlaliberta, significando #escapeforlreedom.

“Vamos lá M49”, uma pessoa twittou.

Foto: Province of Trento Press Office
Foto: Province of Trento Press Office

“M49 é meu herói”, disse outro.

A Liga da Itália para a Abolição da Caça (LAC) descreveu o urso, que desafiou 7 mil volts elétricos, como se realmente possuísse superpoderes.

“Evidentemente, o urso é um gênio da fuga, dotado de superpoderes parecido com um herói da Marvel Comics”, disse em um comunicado.

Foto: Province of Trento Press Office
Foto: Province of Trento Press Office

Life for Urses, um grupo de vida selvagem local para a preservação de ursos em Trentino, comparou a situação ao filme King Kong.

Todos sabemos como King Kong termina: o gorila se defende, mas no final sucumbe. O mesmo roteiro já foi escrito para este urso corajoso”, disse o grupo em um comunicado.

A WWF Itália twittou seu apoio ao animal, dizendo: “Viva M49 e com ele todos os ursos”.

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