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Estudantes produzem cordel como forma de protesto contra a vaquejada

Divulgação

Estudantes de Mobilização Pública e Direitos Animais produziram uma obra de cordel para manifestar contra a vaquejada, defendendo em forma de versos que a prática não é cultura.

Os alunos fazem parte do Grupo de Estudos Sobre Direitos Animais e Interseccionalidades (Gedai), localizado em Brasília (DF).

Com o apoio de voluntários e ativistas dos direitos animais, já foram impressos 500 exemplares do cordel “A Tortura da Vaquejada”, para ser distribuído em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), apoiando a Ação Direta de Inconstitucionalidade (AD 5728) que questiona a Emenda Constitucional (EC), mais conhecida como a PEC da Vaquejada, prevista para julgamento pelo STF em 5 de novembro.

“Entidades que lutam pelos direitos animais em todo o país pedem que a emenda seja declarada inconstitucional, pois a prática da vaquejada é extremamente cruel com os animais, conforme julgados anteriores no STF”, menciona o Gedai.


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Ativistas organizam protesto para pedir prisão para crimes de maus-tratos a animais

Reprodução

Ativistas pela causa animal irão realizar um protesto na manhã da próxima terça-feira (8) para pedir a aprovação do Projeto de Lei 1.095/2019, que prevê prisão para crimes de maus-tratos. O objetivo é reverter o cenário atual, no qual criminosos que maltratam animais respondem pelos seus atos em liberdade.

Adicionada à pauta de votação do Senado de terça-feira, a proposta pode aumentar a punição para maus-tratos para 2 a 5 anos de prisão. Atualmente, o período de detenção é de três meses a um ano, além de multa. Branda, a legislação atual trata os maus-tratos como crime de menor potencial ofensivo e, por isso, permite que os agressores respondam em liberdade, tendo a pena convertida em prestação de serviços à comunidade.

O PL 1.095/2019, de autoria do deputado federal Fred Costa (Patriotas), é defendido pela advogada Ana Paula Vasconcelos, membro do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal e do Projeto São Francisco. Em entrevista ao Correio Braziliense, Ana Paula afirmou que a mudança na lei é importante para coibir os crimes.

“Atualmente, no Brasil, quem maltrata algum animal é enquadrado no artigo 32 da Lei 9.605/98, com pena de 3 meses a 1 ano de reclusão. Mas, na prática, a impunidade é a regra. Ninguém fica preso e os casos de cumprimento de penas alternativas são bem poucos”, afirmou.

“Se o projeto de lei for aprovado, será um grande avanço, pois aumenta a pena para o crime de maus-tratos para até cinco anos. Este é um anseio da sociedade e um passo importante no reconhecimento dos direitos animais”, completou.

A impunidade citada pela advogada leva a outros problemas, como a banalização dos maus-tratos, conforme alerta a coordenadora do Grupo de Estudos sobre Direitos Animais e Interseccionalidades (Gedai), Vanessa Negrini, defensora de punições mais rigorosas para quem maltrata animais.

“Pesquisas revelam que, entre 70% a 80% dos casos, quem maltrata animais também é violento com as pessoas. Com penas mais duras, quem for condenado por maus-tratos a animais, ficaria impedido de fazer transação penal em outros crimes”, disse.

Aumentar a pena para os crimes de maus-tratos, segundo o advogado Arthur Regis, presidente da Comissão de Direito dos Animais da OAB-Taguatinga/DF, seria uma evolução jurídica que sinalizaria “um claro reconhecimento da família multiespécie, da senciência animal e de que animal não é coisa”.

Esses argumentos serão defendidos na manifestação, realizada por diversas entidades e instituições. São elas: Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, Gedai, Observatório de Direitos Animais e Ecológicos (Odae), Projeto Adoção São Francisco, Clube do Gato, Apran, Gaeda-PE, Resgates Noroeste, GAPA, Abrigo Flora e Fauna, NBPA – Bagé, GAAV, Comissão de Direito dos Animais OAB/GO, Comissão de Direito dos Animais OAB Taguatinga/DF, Toca Segura, Corrente do Bem, Lar Vitório, Atevi, Comissão da Família Multiespécie (IBDFAM/DF), ProAnima, Garra/RJ, Santuário das Fadas-RJ, Delegado Matheus Laiola, Rede de Mobilização pela Causa Animal (REMCA/BA), União Defensora dos Animais – Bicho Feliz, Comissão de Proteção e defesa dos animais da OAB/PI, Associação Piauiense de Proteção e Amor aos animais (APIPA), Comissão Especial de Defesa dos Animais da OAB/BA, Ong Os Doguinhos, Comissão de Proteção e Defesa Animal da OAB de Franca/SP, Comissão de Direito Animal da OAB/SP – Seccional Marília, Projeto Amor sem Raça/DF e Projeto Acalanto.


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Grupo protesta contra casos de agressão e envenenamento de cães em Teresina (PI)

Foto: Arquivo Pessoal

Após serem registrados casos de envenenamento e agressão de cachorros em Teresina, no Piauí, um grupo organizou um protesto para pedir justiça. A manifestação foi realizada na manhã do último domingo (19) no bairro Dirceu Arcoverde, em frente à casa de uma mulher apontada como responsável pelas mortes.

Vizinha da tutora dos cães, a mulher já foi indiciada pela morte de alguns deles. No último sábado (18), mais um cachorro foi morto. A suspeita é de que ela também tenha tirado a vida do animal.

Tutora de duas cadelas, Thanandra Stefany informou ao G1 que os animais foram envenenados no último final de semana. Apesar de ter recebido socorro, uma delas não resistiu. A outra segue internada em estado grave em uma clínica veterinária.

“Uma morreu porque eu não consegui chegar a tempo na clínica. Quando eu cheguei em casa, vi que a outra também estava morrendo. Saí correndo e graças a Deus cheguei a tempo, mas eu não sei se ela vai sobreviver”, afirmou.

A tutora suspeita que os envenenamentos sejam de responsabilidade da vizinha, que já foi indiciada pela morte de outros dois cães tutelados por Thanandra. Segundo ela, a casa dela é separada da residência da mulher por uma cerca de arame, que os cães conseguiam ultrapassar, entrando na casa da vazia – o que seria o motivo dos envenenamentos.

A manifestação foi organizada por Thanandra numa tentativa de pedir justiça. Uma caminhada, iniciada no Centro de Teresina, foi realizada até a casa da suspeita. Um dos filhos da mulher apontada como responsável pelos crimes acionou a Polícia Militar, que enviou uma equipe ao local.

Foto: Arquivo Pessoal

Após os primeiros cães serem mortos, a tutora denunciou o crime na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente. Na época, um áudio que seria da suspeita mostrava uma confissão. “Matei. Vou negar que matei? Não vou negar nem para a polícia o que eu fiz”, dizia a gravação.

Ao G1, a delegada Edenilza Viana, titular da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, explicou que a vizinha foi indiciada, no caso das primeiras mortes, por zoocídio – isso é, assassinato de animais. O inquérito foi concluído e encaminhado ao Juizado Especial.

A morte registrada no sábado (18) ainda não foi informada à delegada, que orientou a tutora a registrar novo boletim de ocorrência, com laudo veterinário anexado.


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Ativistas acorrentados em protesto pelos animais são detidos em Portugal

Os ativistas exigem, entre outras questões, que os animais tenham direito à representação legal, não sejam tratados como propriedade e não sejam mortos


Ativistas que faziam um protesto em prol dos animais em frente à Assembleia da República, em Lisboa, Portugal, foram detidos pela Polícia de Segurança Pública (PSP) nesta segunda-feira (2).

Foto: Lusa

Os manifestantes estavam acorrentados uns aos outros para pedir mudanças na legislação que garantam, entre outras questões, que os animais tenham direito à representação legal, não sejam tratados como propriedade, não sejam mortos, tenham um habitat próprio e sejam resgatados em caso de necessidade.

A manifestação foi organizada pela Direct Action International. “Nós temos de incluir todos os animais e acabar com este preconceito que nos diz que alguns são merecedores de direitos e do nosso amor e outros não”, disse à agência Lusa a ativista Iolanda Santos.

Segundo ela, “como não é aceitável ter cães dentro de uma casa onde ninguém lhes dá de comer, o que gera furor nas redes sociais, também não devia ser aceitável que vacas, porcos, patos e outros explorados para consumo sejam tratados desta forma”.

A ativista afirmou que o protesto não tem o objetivo de pedir que sejam promovidas ações que visem aumentar o bem-estar dos animais explorados, mas sim uma “total abolição do seu sofrimento”.

Foto: Lusa

“Temos milhares de animais presos em propriedades que são forçados a engravidar, que são levados para matadores em condições deprimentes ou são obrigados a fazerem viagens de barco sem qualquer assistência”, afirmou.

Iolanda Santos lembrou que “os direitos animais que existem não são suficientes, porque não abrangem todas as espécies” e disse que “a ação direta de desobediência civil não violenta está começando agora em Portugal”, mas vai se firmar, porque outras formas de ação não estão resultando em nada.

“Temos que passar para a fase seguinte, que é desobedecer. Se olharmos para trás na história, todos os movimentos sociais conseguiram mudanças apenas quando os ativistas começaram a desobedecer”, reforçou.

Foto: Lusa

Os ativistas foram detidos por cerca de 20 agentes da Unidade Especial de Polícia aproximadamente duas horas após iniciarem o protesto. Os oito manifestantes foram algemados e levados para duas delegacias, em Lapa e Belém.

Enquanto o grupo era levado pelos policiais, cerca de 20 pessoas que estavam no local cantaram e entoaram palavras de ordem em apoio aos ativistas.


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Jessica Simpson é confrontada por ativistas por usar pele animal

“Deus abençoe vocês! É lindo vocês defenderem o que acreditam, de forma democrática e não pelo ódio”, disse a cantora


 

BACKGRID

Jessica Simpson (39), foi interrompida por manifestantes dos direitos animais durante a sessão de autógrafos de seu livro, que aconteceu em Los Angeles (9).

A cantora estava participando de uma conversa com Katherine Schwarzenegger quando os  ativistas começaram um protesto e pediram que ela não usasse mais roupas e acessórios com pelos de animais.

BACKGRID

Dirigindo-se ao grupo, Jessica disse: “Deus abençoe vocês! É lindo vocês defenderem o que acreditam, de forma democrática e não pelo ódio”.

BACKGRID

Apesar da resposta de Jessica, outro manifestante se levantou e gritou: “Existem muitas outras opções. Por favor, pare de usar peles, Jessica. Os animais são eletrocutados!”, após o episódio, o manifestante foi retirado do local por seguranças.

Esta não é a primeira vez que Jessica é confrontada por manifestantes, recentemente,  ativistas invadiram o edifício Union Square Barnes & Noble em Nova York para confrontar Jessica por usar peles.

O momento foi caótico e os manifestantes seguravam cartazes enquanto a segurança escoltava a cantora que estava participando de um evento no local.

 Jessica foi levada para trás de uma faixa e foi vista sendo consolada por sua comitiva e guarda-costas. Mais tarde, ela e o marido Eric Johnson foram jantar no restaurante Il Mulino, onde se encontraram com mais ativistas. Lá, os defensores de peles não se contiveram, chamando Jessica de ‘abusadora de animais’, ‘assassina’ e dizendo que tinham vergonha dela.

Confira o vídeo do momento:


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Ativistas se reúnem para protestar contra a exploração de animais em circo

Os manifestantes disseram que organizaram o evento a fim de promover conscientização sobre as práticas terríveis de treinamento de animais como elefantes


Free-Photos/Pixabay

Vários membros da comunidade de McAllen, no Condado de Hidalgo (EUA), se reuniram  para protestar contra o uso de animais em circos. O protesto ocorreu em frente ao circo, Carson & Barnes Circus, no sábado (8).

Segundo o site Valley Central (9), os  manifestantes disseram que organizaram o evento a fim de promover conscientização sobre as terríveis práticas de treinamento de animais do circo como os elefantes, uma vez que são cruéis aos animais, como a criação em cativeiro e as punições quando os animais não correspondem as expectativas dos treinadores.

“É desanimador porque podemos ver que os animais ficam presos por correntes”, disse Jacquline Reed, ativista dos direitos dos animais.

Os ativistas estão planejando uma reunião com a cidade de McAllen para discutir a situação dos animais, a fim de adquirirem a proibição dos circos com animais.

Confira o vídeo do protesto:


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Jane Fonda e Joaquin Phoenix participam de protesto contra a crise climática

Os eventos Fire Drill vem sendo realizados para convencer os políticos a lidarem com os problemas das mudanças climáticas


WireImage

Jane Fonda trouxe seu protesto climático Fire Drill Friday para Los Angeles (EUA) pela primeira vez no dia 7 de fevereiro. Além dela, os atores Joaquin Phoenix e Marisa Tomei e o escritor e diretor Norman Lear, também participaram do evento.

Os eventos Fire Drill (Simulação de Incêndio) vêm sendo realizados todas às sextas-feiras desde outubro, e são projetados para convencer os políticos a lidarem com os problemas das mudanças climáticas

A atriz veterana (82), é figura marcante no evento e já realizou mais de 10 manifestações em Washington, capital dos Estados Unidos, levando mais de 200 manifestantes a marcharem na prefeitura e exigirem um Green New Deal (Novo Acordo Verde). Além do mais, a estrela já foi detida em quatro comícios.

Atualmente Fonda está filmando a série da Netflix “Grace & Frankie”, no entanto, tem feito o possível para comparecer em protestos climáticos: “Nós marchamos juntos, protestamos juntos, cantamos juntos e somos presos juntos”, disse ela à multidão sobre os comícios em Washington.

A atriz também acrescentou que é importante levar os protestos semanais para Los Angeles, já que o estado da Califórnia “está na linha de frente da crise climática”, depois de ser devastado pela seca e incêndios florestais.

Joaquin Phoenix (45) marchou lado a lado com Fonda, e juntos seguraram uma grande faixa com o nome do evento, Fire Drill (Simulação de Incêndio), para alertar sobre os incêndios que estão ocorrendo no mundo, como os da Amazônia e Austrália. 

BackGrid

Phoenix é vegano desde os três anos e estava vestindo uma blusa com o nome da instituição de ajuda animal, Animal Equality (Igualdade Animal).


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Cofundador do Beach Boys pede que o grupo não se apresente em convenção de apoio à caça de animais

Brian Wilson pediu a ajuda de fãs na elaboração de uma petição de protesto


Richard Shotwell / Invision, via Associated Press

Brian Wilson, cofundador e ex-integrante da banda Beach Boys pediu aos fãs nesta segunda-feira, 03/02, que se juntassem a ele na elaboração de uma petição de protesto contra a apresentação do grupo em um evento nacional de caça. A atração estava programada para esta quarta-feira, 05, na Convenção Internacional Safari Club em Reno, Nevada.

Utilizando a sua conta pessoal em uma rede social, Wilson afirmou ser “enfaticamente contrário” à caça e divulgou a petição que já consta com 90 mil assinaturas. A petição leva a seguinte provocação: “Não seria legal se todos os Beach Boys ficassem longe daqueles que matam por diversão?” Wilson também pediu aos fãs que boicotem as músicas e os shows da banda até que o grupo se retire da convenção e se oponham, publicamente, à prática da caça.

A petição menciona que Donald Trump Jr. é um dos palestrantes da convenção e inclui uma foto dele com o irmão, Eric Trump. Ambos são notoriamente caçadores ávidos. Donald Trump Jr. falará no sábado, de acordo com a programação divulgada pela organização do evento. Ainda segundo a organização, a participação de Jr. faz parte de um leilão para uma caçada de veados de cauda preta no Alasca.

O porta-voz de Jr. disse que ele “está ansioso por ser discurso e que teria orgulho em adicionar o nome de Brian Wilson à lista de elites liberais de Hollywood”. A Sociedade Humana dos Estados Unidos se manifestou a respeito da convenção e descreveu o evento como “uma reunião de pessoas que comemoram o assassinato, a compra e a venda de animais mortos para se gabar”.

Brian Wilson participou da primeira formação do grupo Beach Boys, criado em 1961, ao lado dos irmãos, Carl e Dennis Wilson, do primo Mr. Love e de um amigo, Al Jardine. Wilson deixou a banda ainda na década de 1980. O único do grupo a se manifestar sobre o assunto foi Mr. Love. Ele afirmou que “todos estão ansiosos por uma noite de boa música e, como sempre, apoiamos a liberdade de pensamento e expressão como princípios fundamentais americanos”.


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Voluntários denunciam caso de cachorro comunitário estuprado em Bom Jesus (RS)

O animal conhecido como “Cristão”, porque frequentava até a igreja da cidade, foi examinado por um veterinário e a lesão anal foi confirmada


Voluntários do grupo Bicho de Rua protestaram contra a crueldade animal na terça-feira (28) em frente à delegacia de Bom Jesus (RS) e denunciaram o estupro de um cachorro.

Pixabay/Timur85

De acordo com Naiara Bortolloto, Cristão, como é chamado o cachorro, é conhecido na cidade e vive na área central de Bom Jesus. As informações são do GaúchaZH.

“O Cristão é o primeiro a entrar na igreja assim que o padre abre as portas. Ele fica nas missas e é muito dócil e querido. Achamos que ele foi estuprado em função dos ferimentos encontrados. É revoltante porque pelo menos uma vez por mês temos suspeitas de casos parecidos. Não vamos nos calar. Queremos providências das autoridades porque sabemos quem cometeu esses crimes, mas o processo sempre esbarra na falta de provas. Por isso precisamos da ajuda da polícia. Algo precisa ser feito. Isso não pode ficar assim!”, disse.

Gelson Barbosa dos Santos, dono de uma padaria, contou que encontrou o cão momentos antes do estupro. “Ele está sempre aqui me esperando. Eu dei comida e água para ele como todos os dias e ele saiu em direção à praça. Uns 20 minutos depois ele voltou chorando e com muito sangue escorrendo pelas patinhas. Levamos ele no veterinário, estava com a respiração ofegante. Amamos os animais e cuidamos dos que ficam aqui pelo Centro. É inaceitável o que fizeram com ele”, relatou.

O padre Lindomar Santos também busca justiça para o caso. “Cristão foi carinhosamente `batizado` e adotado pela comunidade católica da Paroquia do Senhor Bom Jesus. Há mais de dois anos ele frequenta regularmente as missas na Igreja Matriz. É um cão em situação de rua que é conhecido e amado por todos”, disse.

“As agressões sofridas por ele deixaram a comunidade perplexa e indignada. Há um sentimento de revolta e, ao mesmo tempo, de tristeza. O Cristão não é agressivo, ele busca e aceita o carinho de todos, não percebe a maldade que há no coração de alguns humanos”, completou.

De acordo com o veterinário Nicolas Boschi Vianna, que atendeu Cristão, o animal sofreu lesão anal que pode ter sido causada por zoofilia.

“Não há prova clínica de que a lesão tenha sido provocada pela penetração de um pênis. Teria que ser feito um exame para comprovar se havia esperma. O ferimento pode ter sido provocado por um pedaço de madeira ou outro objeto, por exemplo, o que não minimiza a violência contra o cão”, disse.

“O cão teve lesão anal e sentia dor na região do ânus. Ele foi medicado e está em um local seguro para se recuperar. Para o animal, um ato assim é sempre uma agressão e uma violência”, acrescentou.

O caso será investigado pela polícia. “Sobre esse caso mais recente, já determinei que fosse efetuado o registro, antes mesmo que o boletim fosse feito pelos voluntários, já que há elementos para serem verificados a respeito dessa violência contra o animal”, explicou o delegado Vítor Fernando Boff.

“Vamos buscar testemunhas e colher declarações dessas pessoas apontadas como suspeitos para encaminhar o processo à Justiça”, concluiu.

Estupro de animais é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais e tem como punição detenção de até um ano, além de multa. A penalidade pode aumentar se o animal morrer.


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Projeto de lei que condena ativismo por direitos animais pode ser aprovado no Canadá

As multas para flagrantes de ativistas invadindo propriedades agropecuárias podem chegar em até US$25.000


HO-Elli Garlin / CP

Alguns grupos de direitos animais começaram a protestar contra o projeto de lei 156 de Ontário, no Canadá – uma vez que a lei é destinada a conter o ativismo contra fazendas e práticas agropecuárias.

Segundo informações do ministro da Agricultura, Ernie Hardeman, para o site Yahoo, o projeto vem como resposta aos agricultores que reclamam quando os ativistas invadem suas propriedades e ele também chama o projeto de medida de “biossegurança”, com o argumento de que o projeto visa a segurança alimentar dos cidadãos.

O projeto, que no momento encontra-se em segunda leitura, se efetivado, penalizará com multas maiores quem for pego em terras alheias e também punirá as filmagens secretas nas propriedades.

Ainda segundo informações do site deste sábado (25), um grupo de aproximadamente 20 ativistas dos direitos animais apareceu no Parque Lansdowne, com cartazes e folhetos, incentivando o público a assinar uma petição contra a lei.

 “Isso impedirá que as pessoas vejam o sofrimento dos animais”, disse Lucie Tsi, integrante do grupo Animal Rebellion, entidade de proteção animal de Ottawa. Ela teme que o projeto interrompa o ativismo animal.

As multas para flagrantes de ativistas invadindo propriedades agrícolas podem chegar em até US$25.000.


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Joaquin Phoenix participa de protesto em matadouro após festa do SAG Awards

Além de participar do ato para conscientizar a sociedade, o ator e os demais ativistas ofereceram água aos animais


Após sair da festa do SAG Awards, onde foi premiado na categoria Melhor Ator, Joaquin Phoenix participou de um protesto em um matadouro de porcos em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução/Facebook

Vestindo o terno usado no evento de domingo (18), Phoenix se juntou a outros ativistas e ofereceu água aos animais.”A maioria das pessoas não conhece realmente a tortura e o assassinato na indústria de carnes e laticínios”, afirmou o ator em um vídeo divulgado nas redes sociais por Jane Velez-Mitchell. As informações são do G1.

“Temos a obrigação moral de falar sobre e expor. Somos tão doutrinados com essas imagens de animais felizes em fazendas, nas embalagens de carnes, em restaurantes, mas é tudo mentira. Acho que as pessoas precisam saber a verdade e temos a obrigação de fazer isso. Nós que já vimos a realidade temos a obrigação de expor isso”, completou.

Conhecido por seu ativismo, o ator já havia sido visto em uma manifestação no dia 10 de janeiro, quando foi detido após abordar o impacto negativo da produção de carne e de leite nas mudanças climáticas – tema também citado por ele durante seu agradecimento no Globo de Ouro.


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Joaquin Phoenix e Martin Sheen são presos em protesto contra mudanças climáticas

Phoenix, que é vegano, falou na manifestação sobre o impacto da produção de carne e de leite nas mudanças climáticas


Os atores Joaquin Phoenix e Martin Sheen foram presos na sexta-feira (10) enquanto protestavam contra as mudanças climáticas em Washington, nos Estados Unidos. Mais de cem ativistas foram presos na manifestação organizada pela atriz Jane Fonda.

Foto: Joshua Roberts/Reuters

Embora não tenha sido levada pela polícia, Jane Fonda já foi presa em outras ocasiões por se manifestar a favor do meio ambiente. As informações são do G1.

Phoenix, que é vegano, falou na manifestação sobre o impacto da produção de carne e de leite nas mudanças climáticas, segundo o site Deadline. O tema também foi abordado pelo ator no Globo de Ouro.

“Às vezes nos perguntamos o que podemos fazer nesta luta contra as mudanças climáticas. Há algo que vocês podem fazer hoje e amanhã, ao escolher o que vocês consomem”, disse o ator na manifestação. “Há coisas que não posso evitar. Peguei um voo para cá hoje, ou melhor, ontem, mas uma coisa que posso fazer é mudar meus hábitos de alimentação”, completou.

Com a prisão de Sheen, todos os atores do elenco principal da série “Grace & Frankie” já foi levado pela polícia durante os protestos em prol do meio ambiente. O ator, Fonda, Lily Tomlin e Sam Waterson já foram detidos.

Determinada em lutar pela causa ambiental, Fonda se mudou para Washington para ajudar na organização dos protestos, que receberam o nome de “Fire Drill Fridays”.


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