Notícias

Estudantes fazem prótese de material de lego para ganso que perdeu parte do bico

Foto: WZDX News

Um ganso recebeu uma prótese feita de lego para substituir parte de seu bico que havia sido arrancado por um guaxinim em Utah, nos Estados Unidos. A prótese foi imprimida em uma impressora 3D por estudantes da Bridgerland Technical College.

O simpático animalzinho chamado Bruce, sofreu o ataque de um guaxinim na residência onde vivia e logo em seguida foi levado para um abrigo local que se dispôs a ajudar o animal a se recuperar e através de uma parceria com o colégio técnico Bridgerland Technical College, começaram a estudar e desenvolver uma prótese em 3D que pudesse substituir a parte que faltava do bico do animal.

Enquanto esteve no abrigo, os voluntários tinham que hidrata-lo constantemente com óleo de coco, já que parte da sua língua estava exposta pelo ferimento, o que o impossibilitava de se alimentar e beber água, além de fazer com que outros gansos passassem a evitá-lo.

Foto: WZDX News

Quando finalmente recebeu sua prótese, Bruce se sentiu um pouco desconfortável e tentou por diversas vezes arrancá-la: “No início, ele balançou a cabeça, como se estivesse rejeitando-a. Mas então ele começou a mover a boca para cima e para baixo, começando a usar o bico, e foi muito legal”, disse um dos estudantes.

De acordo com a diretora da equipe de alunos que criou a prótese para Bruce, o projeto foi inspirador para os estudantes e também para o ganso que além de recuperar sua saúde, também recuperou sua autoconfiança para sociabilizar com outros de sua espécie: “É a primeira prótese que já fizemos aqui. As crianças ficaram mais empolgadas com os projetos que podem fazer”, concluiu a diretora.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Tucano com prótese 3D no bico se torna símbolo da luta pelos animais na Costa Rica

A repercussão da história da ave levou à aprovação de uma lei que protege a vida selvagem no país


Um tucano resgatado na Costa Rica em 2015, após ter seu bico esmagado, se tornou símbolo da luta pela proteção dos animais no país. A história inspiradora  comoveu a população e, graças à repercussão alcançada, inspirou manifestações e levou à aprovação de uma lei que hoje protege a vida selvagem na Costa Rica.

BBC

A ave, que recebeu o nome de Grecia, teve que ser submetida a uma cirurgia de amputação do bico devido à gravidade do ferimento. As informações são da BBC.

O animal teve uma nova chance na vida graças ao especialista em resgate de animais Ronald Sibaja, que estava determinado a salvá-lo e, para isso, contou com a ajuda de empresas de impressão em 3D.

A ave recebeu, então, um bico feito através de uma prótese 3D e retomou sua qualidade de vida, tendo até encontrado uma companheira


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Cachorrinha que teve o focinho amputado sobrevive e encontra família amorosa

Foto: Caters News Agency
Foto: Caters News Agency

Uma cachorrinha que teve o focinho decepado foi resgatada quando já estava à beira da morte, sobreviveu, curou-se e finalmente encontrou uma família amorosa.

Bonnie, uma cachorrinha mista de border collie, perdeu o focinho, parte da perna esquerda dianteira e a cauda enquanto vivia como um cão de rua na Romênia.

Ainda não se sabe como os ferimentos foram infligidos ao pobre animal, mas suspeita-se que eles possam ter sido causados por um humano.

A cadelinha estava prestes a ser morta (sacrificada) devido à gravidade de seus ferimentos, quando foi resgatada e trazida para o Reino Unido pela ONG d eproteção animal Beacon Animal Rescue Centre, localizada em Canterbury, na Inglaterra.

Quando os responsáveis pelo centro postaram uma foto Bonnie em sua página do Facebook, pela funcionária pública Kate Comfort se encantou imediatamente ao vê-la.

Kate disse ao Metro UK: “Foi amor à primeira vista, adotamos Bonnie do abrigo Beacon Animal Rescue Center, que é administrado por minha melhor amiga Rebecca. Becca, como é conhecida, colocou um post dela com seus lindos e imensos olhos e orelhas enormes, eu podia sentir que ela era especial, eu simplesmente me apaixonei”.

“Tive dificuldade para convencer meu marido a princípio – pois já tínhamos três cachorros – mas ninguém queria Bonnie, então eu disse que a adotaria até que pudéssemos encontrar o lar perfeito para ela”, confessou ela.

“O fato de ninguém a querer me fez amá-la mais ainda, ela era vulnerável e precisava de amor”, disse Kate, “Aconteceu que a casa perfeita para ela era justamente a nossa casa e acabamos adotando Bonnie!”.

Foto: Caters News Agency
Foto: Caters News Agency

Kate admitiu que se sentiu penalizada pela aparência de Bonnie no início, mas disse também que quanto mais tempo passava com a cachorrinha, mais se acostumava.

Depois de adotar a peluda, Kate e seu marido Ross, 31, começaram a arrecadar fundos para Bonnie conseguir uma perna protética.

No entanto, a ferida no toco da amputação dela continuou reabrindo e o casal percebeu que estava pensando em submeter Bonnie a uma cirurgia por razões “puramente cosméticas” e tomou a decisão de remover o toco definitivamente.

Kate disse: “Pensamos que submeter Bonnie a uma operação para tentar fazê-la parecer mais ‘normal’ seria cruel e desnecessário. Nossa Bonnie é perfeitamente imperfeita, nós a amamos exatamente como ela é e se alguém se ofende com a aparência dela, isso é problema deles e não nosso”.

A tutora de Bonnie contou que pessoas já chegaram a gritar com ela na rua e uma pessoa tentou até chutá-la: “As pessoas se referem a ela como ‘isso’ ou uma ‘coisa’ e esse tipo de termo magoa meus sentimentos, pois ela merece o mesmo amor e respeito que qualquer outro cachorro”.

Foto: Caters News Agency
Foto: Caters News Agency

No entanto, embora a aparência de Bonnie às vezes ainda provoque reações negativas, ela tem quase 14 mil fãs no Instagram que adoram ver novas fotos dela.

Kate disse: “Eu criei uma conta no Instagram para ela quando estávamos tentando arrecadar dinheiro para fazer a cirurgia, mas, mesmo que a cirurgia nunca tenha ocorrido, seus seguidores cresceram tanto que fomos surpreendidos por quanto impacto a vida Bonnie está tendo nas pessoas.

“Ela é embaixadora dos cães ‘únicos’ e recebemos tanta gentileza e positividade das pessoas que isso mexeu muito conosco, é simplesmente incrível”.

Apesar dos maus-tratos que sofreu na vida, Kate diz que Bonnie não é desconfiada dos humanos e que a cachorrinha é uma das “melhores coisas” que já lhe aconteceram: “Bonnie não é cautelosa com as pessoas, portanto, ela demonstra uma capacidade enorme de perdão. Os animais são criaturas que perdoam – eles nunca deixam de me surpreender com o quão tolerantes e resilientes eles são quando, submetidos a crueldade e abuso”.

A tutora orgulhosa admite que prefere animais a humanos: “Gostaria que fôssemos mais parecidos com eles, e talvez por isso me cerco de animais e não de pessoas. Bonnie é a razão da minha vida e estou muito feliz por termos dado a ela a casa e a família que ela merece”.

Para acompanhar as aventuras de Bonnie, siga a cachorrinha no Instagram em @bravebonbon

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Potro ganha prótese após perder a perna em explosão de mina

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Um jovem cavalo que vive na Síria voltou a andar depois de ter recebido um membro protético especialmente produzido para ele. O potro perdeu a perna direita dianteira na explosão de uma granada.

O potro, chamado Sham al-Agha, foi atingido pela granada há vários meses, quando o regime do presidente Bashar al-Assad bombardeou a cidade de Aleppo como resultado da guerra civil que ocorre na região.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Os veterinários sírios conseguiram recuperar o animal com uma perna substituta, que foi colocada no animal graças a uma operação de risco pois a clínica fica em uma região controlada pelos rebeldes perto da fronteira com a Turquia.

O membro foi inteiramente projetado e fabricado localmente por um centro médico que produz membros protéticos na área.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

A perna substituta é removível e, em algumas fotos tiradas ontem, o potro é visto descansando no chão sem a prótese.

Aleppo passou por alguns dos piores episódios de violência e destruição na guerra civil na Síria, que matou mais de 400 mil pessoas no total e deslocou centenas de milhares de outras.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

A instituição de caridade de resgate de animais, a SPCA, diz que “inúmeros animais perderam suas vidas” na guerra da Síria, que ocorre desde 2011.

Próteses

Felizmente desenvolvimento tecnológico na área de próteses tem crescido a cada dia, segundo a Mosaic Science. Isso é uma ótima notícia, e não apenas para os amantes dos animais, visto que os conhecimentos obtidos nas pesquisas veterinárias podem também servir para incrementar as próteses humanas, tornando-as cada vez mais bem adaptadas à nossa fisiologia.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Para que o animal se acostume com as próteses, é necessário que ele entenda para que elas servem e que veja o benefício que trazem, caso contrário o novo membro pode mais atrapalhar do que ajudar. Além de patas, diversas outras partes dos corpos dos bichos vêm ganhando substitutos quando preciso. É o caso de bicos de aves, cascos e nadadeiras de tartarugas e até mesmo revestimentos protetivos para evitar que animais com alguma deficiência causem ferimentos em si mesmos.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

A ciência pode dar uma assistência cada vez maior tanto ao ser humano quanto a outros seres vivos que dividem os ambientes conosco. A área da prostética animal é bastante ampla, e está apta a dar ótimos frutos para quem se aventurar por ela e, principalmente, para os bichos que um dia possam precisar desse tipo de apoio. E nessa onda, todos nós também nos beneficiamos.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Cachorro que teve duas patas cortadas por antigo tutor ganha novo lar

Por Rafaela Damasceno

Um cachorro que foi cruelmente maltratado por um tutor abusivo teve uma segunda chance de encontrar carinho e amor. Seu antigo guardião, que deveria cuidar dele, amputou suas duas patas como forma de castigo por ter cavado um buraco no quintal.

True, que era apenas um filhote na época, conseguiu se arrastar até a casa vizinha, onde o morador chocado rapidamente o levou até um abrigo. Lá, True começou seu tratamento e sua recuperação. As coisas foram muito difíceis, mas o bravo cachorrinho enfrentou tudo com determinação, e sobreviveu. Aos dois anos de idade, ele se curou fisicamente. Seu antigo tutor, que era usuário de drogas, morreu de overdose.

O abrigo, então, compartilhou sua história nas redes sociais e pediu ajuda a uma ONG parceira do Canadá (Cause 4 Paws), para receber ajuda nas contas médicas de True. Foi assim que Erin Blaak e Romain Avril conheceram a história do cachorrinho e se apaixonaram por ele.

True deitado em um sofá
Foto: MDWfeatures

True foi levado para Toronto, no Canadá, onde encontrou a nova família. O casal já possuía outro cachorro, então True ganhou, da noite para o dia, uma mãe, um pai, um irmão e amor. Muito amor.

Na maior parte do tempo, o cachorrinho precisa ser carregado e se cansa rapidamente, mas o casal se certifica que ele faça exercícios regularmente para se manter forte e saudável. Em seu novo lar, ele até mesmo aprendeu a andar se apoiando somente nas patas traseiras e a pular no sofá e na cama. Mas quando sai, ele se locomove com a ajuda de uma cadeira de rodas projetada para ele.

True usando as rodas para se locomover ao lado de sua nova família
Foto: MDWfeatures

“True se encaixou muito bem na nossa família e ama todas as pessoas e cachorros. Ele só quer ser amado de volta”, declarou Erin ao Daily Mail.

Erine e Romain tiveram um triste exemplo de maus-tratos aos animais, que os motivou a ajudá-los ainda mais. Hoje em dia, se esforçam para arrecadar fundos que ajudem cachorros que sofreram abuso no passado.

True fazendo fisioterapia
Foto: MDWfeatures

A aquisição da cadeira de rodas foi feita recentemente, no começo de 2019, e ainda é um desafio para True. Mesmo assim, ele demonstra gostar dela e se esforça para aprender a usá-la. Ele também está testando próteses temporárias para usar futuramente.

Erin demonstrou preocupação com a falta de punições para os maus-tratos aos animais. “Matar por esporte, crueldade ou entretenimento deveria ser acabar. Deveria haver mais consequências”, disse ela. “É triste o quanto de abuso e crueldade contra os animais existe. Há uma falta de leis em relação a isso”.

“Temos muita sorte de ter cachorros em nossas vidas e não merecemos o amor incondicional deles”, concluiu.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Tartaruga ganha prótese feita de Lego após perder patinhas

Reprodução

Pedro é uma tartarugas-de-caixa aventureira. Ele foi adotado por uma família sem ter uma das patinha traseiras e vivia feliz assim, mas um dia, ele resolveu ir dar um passeio e só retorno após meses desaparecido. Ele estava saudável, mas havia perdido mais uma patinha traseira. Agora, Pedro contava apenas com as patinhas dianteiras para se locomover.

A tutora da tartaruga ficou muito preocupada com as limitações de Pedro e o levou até o departamento de Medicina Veterinária da Universidade do Estado da Luisiana, nos Estados Unidos, onde após uma avaliação criteriosa, a tartaruga ganhou uma prótese feita de Lego e rodinhas construída especialmente para ele. Os tutores de Pedro ficaram muito felizes e entusiasmados com o resultado.

Segundo a estudante de veterinária Kelly Rockwell, o problema da mobilidade está resolvido, agora, o mais importante é manter Pedro em segurança. “A ferida já tinha cicatrizado bem e ele conseguiu voltar pra casa só com as patas da frente. Sem as patas traseiras, ele fica com menos mobilidade. Como Pedro é uma tartaruga-de-caixa, ele ainda pode se esconder dentro do casco e se proteger, mas os donos teriam que deixar ele sempre dentro de casa”, disse.

A tutora da tartaruga, Sandra Taylor, se diz otimista com o futuro de Pedro. “Ele se mexe com as rodas sem nenhum problema. Se adaptou imediatamente. Ele faz as necessidades, se vira, vai para frente e para trás”, contou.

O uso de peças de Lego para ajudar na mobilidade de tartarugas não é inédito. No Brasil, uma equipe da Universidade de Uberaba, em Minas Gerais, utilizou os blocos de plástico para ajudar o pequeno cágado Michelangelo, que não possuía as patas traseiras devido à uma má formação embrionária. O resultado foi surpreendente.

 

​Read More
Notícias

Cágado ganha prótese feita com peças de brinquedo e volta a andar

Um cágado chamado Michelangelo ganhou uma prótese feita de peças de brinquedo e pôde voltar a andar. O caso aconteceu em Uberaba, no estado de Minas Gerais, e só foi possível graças a criatividade de um médico veterinário.

Foto: Reprodução / Revista Cláudia

Resgatado pela Polícia Militar Ambiental, o cágado foi levado para o Hospital Veterinário de Uberaba (HVU). O veterinário Cláudio Yudi acredita que o animal já nasceu sem as patas traseiras. As informações são da revista Cláudia.

Para conseguir que Michelangelo voltasse a andar, o veterinário e alunos do curso de Medicina Veterinária da Universidade de Uberaba (Uniube) decidiram usar peças de brinquedos resistentes para fazer uma prótese.

“Adaptamos oito peças, que foram coladas na carapaça dele. Foi um sucesso. Hoje, o animal anda muito bem e consegue se movimentar com as rodinhas”, explica Cláudio. “As peças não substituiriam as patas, mas serviriam de apoio”, completa.

Para que as próteses aderissem ao corpo do animal, uma resina especial foi utilizada. “É uma cola que se adapta a materiais orgânicos e tecidos vivos”, pontua o especialista. O material costuma ser usado por dentistas.

Apesar da adaptação de Michelangelo à prótese ter sido um sucesso, ele não poderá retornar à natureza e permanecerá no hospital. “As tartarugas, em especial, conseguem se adaptar muito bem a próteses. Mas ela não vai poder voltar à natureza, porque a falta das patas pode dificultar na hora de nadar e nas mudanças de ambiente”, diz Cláudio.

​Read More
Notícias

Cão ganha prótese adaptada em snowboard para brincar na neve

Reprodução

Podendo mexer apenas as patas traseiras, o cãozinho Gus ganhou um snowboard adaptado para poder brincar na neve e acompanhar a tutora, a norte-americana Melody Rezzonico, nas viagens às montanhas nevadas do Colorado, nos Estados Unidos.

Moradora da pequena cidade de Laramie, no estado de Wyoming, Melody adotou Gus há cerca de um ano. “Eu vi uma foto dele e decidi que seria meu próximo cachorro”, disse ao jornal Laramie Boomerang.

Gus nasceu com uma má formação das patas dianteiras. Uma delas precisou ser amputada. Apesar disso, a tutora conta que o cachorro demonstrava bom humor desde o primeiro dia. “É o cachorro mais de bem com a vida que eu já vi”, descreveu Melody.

Para fazer a prótese de snowboard, a tutora encontrou uma empresa na Virgínia – a mais de 2,7 mil quilômetros da casa dela – para adaptar a prancha do Gus.

No começo, relatou a tutora, foi difícil até o cachorro se adaptar. Ele depois se adaptou e passou a brincar também com outros cães, inclusive os “irmãos” Gertie e Gunner, ambos adotado por Melody.

Gus espera ficar pronta a adaptação do snowboard com rodas para usar dentro de casa – a cadeirinha de rodas que ele usa atualmente é um tanto quanto grande. Enquanto isso, mesmo em plena primavera, o cãozinho pode esperar se divertir deslizando: a previsão do tempo diz que uma frente fria vai levar muita neve ao Wyoming nesta semana.

Fonte: G1

​Read More
Home [Destaque N2], Notícias

Elefante que perdeu a perna em explosão de mina terrestre ganha prótese sob medida

Mosha no santuário na Tailândia, onde também funciona o primeiro hospital para elefantes do mundo | Foto: Friends of the Asian Elephant Foundation
Mosha no santuário na Tailândia, onde também funciona o primeiro hospital para elefantes do mundo | Foto: Friends of the Asian Elephant Foundation

Quando Mosha, um elefante asiático, tinha apenas sete meses de idade, pisou em uma mina terrestre perto da fronteira entre a Tailândia e a Birmânia.

O bebê elefante foi levado imediatamente para o hospital veterinário e entrou às pressas em cirurgia. Os veterinários conseguiram salvar a vida dela, mas infelizmente grande parte de sua perna teve que ser amputada.

Os veterinários sabiam que Mosha não sobreviveria na natureza com três pernas, e por isso trouxeram-na para a Friends of the Asian Elephant Foundation (Fundação Amigos do Elefante Asiático, na tradução livre), onde também funciona o primeiro hospital para elefantes do mundo. A elefoa rapidamente se instalou no santuário e fez amizade com os outros elefantes.

Conforme Mosha crescia, ficava evidente que ela estava pendendo para um dos lados de seu corpo. Ela estava colocando dois terços de seu peso na pata dianteira esquerda, e estava começando a se inclinar anormalmente para este lado o que levou os funcionários do santuário a ficarem preocupados com ela.

Quando Mosha fez dois anos de idade, o santuário decidiu chamar o cirurgião ortopedista Therdchai Jivacate. O dr. Therdchai é um mestre em próteses, tendi produzido mais de 20.000 membros para humanos e pequenos animais como cães e gatos. Porem, o especialista nunca havia feito um membro protético para um elefante antes, mas isso não o intimidou e ele decidiu que estava pronto para o desafio.

“A maneira como ela andava era desequilibrada e sua coluna ia se curvar”, disse o dr. Therdchai. “Ela teria morrido”, conclui ele.

O cirurgião-ortopedista dirigiu-se ao santuário e iniciou o processo de criação do primeiro membro protético de elefantes. Foram necessárias muitas tentativas e também erros, mas Therdchai conseguiu criar uma perna confortável e que aguentasse o peso de Mosha.

Quando o especialista colocou a prótese pela primeira vez em Mosha, ela ficou confusa e tentou arrancá-la de si com a tromba. Demorou em torno de doze horas para que Mosha aprendesse a andar com a perna protética, mas logo ficou evidente que ela adorava sua nova perna.

Havia apenas um problema: Mosha rapidamente superou o peso que seu membro protético poderia suportar.

Em poucos anos, ela passou de 1300 libras (cerca de 589 kg) para mais de 4000 libras (aproximadamente 1.800 kg). Mas isso não se tornou um problema pois Therdchai ficou feliz em fazer outro membro para ela. E quando ela superou esse membro, ele fez outra.

Nos últimos quinze anos, Mosha passou por mais de nove membros em prótese. Therdchai faz melhorias cada vez que cria um novo membro. Agora, os membros protéticos são muito mais resistentes e conseguem manter o peso de Mosha equilibrado.

“Mosha parece se lembrar de Therdchai. Ela fica animada toda vez que ele vem nos visitar”, conta a equipe do santuário

“Os animais não tem como pedir que façamos próteses de pernas para eles, mas eu realmente queria presentear Mosha com uma”, disse o dr. Therdchai. “Eu acho que ela sabe que sou eu que faço suas próteses, pois cada vez que eu vou ao hospital de elefantes ela faz uma pequena saudação levantando a tromba no ar.”

Em abril de 2018, Mosha recebeu sua mais nova perna protética. Ela agora já é capaz de andar sobre a perna nova como uma profissional.

Mosha e dr. Therdchai juntos: "ela procura pelos doces nos meus bolsos", confessa ele
Mosha e dr. Therdchai juntos: “Ela procura pelos doces nos meus bolsos”, confessa ele

O dr. Therdchai é um cirurgião ortopédico excelente e um ser humano cheio de compaixão, ele deu a Mosha a chance de correr e brincar com todos os outros elefantes. Muitos teriam se calado, se omitido ou fingido que não era com eles, mas o poder de uma simples atitude positiva, pode mudar o rumo de várias vidas.

“Eu acho que isso significa muito para ela, pois agora ela pode ter uma vida normal, como deveria ser”, finaliza ele.

Para saber mais sobre o dr. Therdchai e Mosha, confira o vídeo abaixo:

​Read More
Notícias

Ave ganha prótese feita com impressora 3D após perder parte do bico

Foto: Wildlife Reserves Singapore

Jary, um calau que é mantido em cativeiro em Singapura, recebeu uma prótese após ter parte de seu bico destruída por um tumor e removida cirurgicamente.

Em julho, funcionários do Jurong Bird Park notaram um rasgo de 8cm no bico do calau bicórnio macho e suspeitaram que ele poderia ter câncer.

O tumor estava atacando uma parte do bico chamada de “capacete”. Grande parte do tecido sob o capacete de Jary havia sido destruído pela doença.

As perspectivas eram sombrias: dois calaus já haviam tido câncer no mesmo parque – um deles morreu após fazer quimioterapia, e, no segundo caso, o câncer já estava em estágio avançado demais para qualquer tipo de tratamento.

Jary foi submetido a exames…

… e foi feita uma biópsia do tecido afetado.

Foto: Wildlife Reserves Singapore

Uma análise confirmou que era câncer, e cirurgiões veterinários decidiram remover o tumor.

Uma prótese do capacete para Jary foi fabricada com uma impressora 3D. O capacete comprometido foi removido.

Depois, resina dental foi aplicada ao novo capacete para selar quaisquer aberturas. O calau recebeu o nome Jary porque significa “guerreiro de capacete” no idioma nórdico antigo. Jary recebeu alta em setembro. Ele usará a prótese até que seu capacete natural cresça novamente.

Fonte: G1

​Read More
Notícias

Crânio de cão com tumor cerebral é reconstituído através de peça em 3D

Uma cadela da raça dachshund ganhou uma segunda chance graças à impressão em 3D. Patches, como é chamada, sofria com um tumor cerebral que crescia em velocidade acelerada. Os tutores da cadela foram orientados a procurar uma especialista e a recomendação permitiu que a vida de Patches fosse salva. O caso aconteceu na cidade de Williamsport, na Pensilvânia, nos Estados Unidos.

(Foto: Michelle Oblak)

O tumor já estava se aproximando ao tamanho de uma laranja quando os tutores levaram a cadela para uma consulta com Michelle Oblak, cirurgiã-veterinária especialista em oncologia da Universidade de Guelph, em Ontario, no Canadá. A profissional já era conhecida por utilizar impressão em 3D para auxiliar o tratamento de cachorros. As informações são do portal Gizmodo.

Com isso, o procedimento padrão – no qual parte do crânio retirado junto do tumor durante cirurgia é substituído por malha de titânio – deu lugar à impressão em 3D. Uma tomografia computadorizada da cabeça e do tumor da cadela foi realizada e, em seguida, um softaware simulou a cirurgia de remoção do crânio virtual.

(Foto: Michelle Oblak)

Na sequência, um mapeamento das dimensões da calota craniana em 3D foi executado, incluindo a localização de furos e parafusos. Uma peça, como uma espécie de tampa, do tamanho correto para o encaixe, foi impressa. O método, segundo os pesquisadores, é mais preciso e barato que o convencional.

A cirurgia de Patches teve duração de quatro horas. Dois terços do crânio foram removidos e a peça em 3D foi encaixada.

Cerca de 30 minutos após o final do procedimento, a cadela já estava acordada, caminhando e fazendo as necessidades fisiológicas. De acordo com a médica veterinária, Patches está livre do câncer.

(Foto: Dan Lopez)
​Read More
Histórias Felizes

Jacaré perde cauda em briga e ganha prótese para voltar a viver normalmente

Em 2005, durante um resgate de 32 jacarés em uma tentativa de contrabando através de uma fronteira na cidade de Phoenix, no estado norte-americano do Arizona, um pequeno animal se destacou do resto. Ele não tinha a cauda, e parecia ter muita dificuldade para realizar atividades cotidianas. Veterinários acreditam que ele perdeu em uma briga com outro jacaré.

Reprodução | Daily Mail

O pobre animal, muito aflito, logo foi levado para os cuidados da Sociedade Herpetológica de Phoenix, para conviver com outros jacarés. O problema é que pela falta da cauda, Mr. Stubbs – como foi chamado pela equipe do local – não era capaz de nadar ou andar corretamente. Era praticamente impossível que ele conseguisse conviver em harmonia com seus colegas répteis.

Foi então que o Dr. Justin Georgi, professor associado da Universidade do Meio-Oeste, no Arizona, entrou em cena para ajudar. Com a ajuda de uma impressora 3D, ele resolveu criar uma prótese para permitir que Stubbs pudesse agir como qualquer outro jacaré. Para que isso fosse possível, ele primeiro fez os moldes e em seguida a impressora foi usada para criar o resto.

Reprodução | Daily Mail

Em pouco tempo, o animal se acostumou com a nova cauda e pode ser visto fazendo tudo o que acreditava que não faria mais, como nadar tranquilamente, e andar com equilíbrio.

Graças a iniciativa de pessoas bondosas, que enxergaram naquele pobre animal uma chance de recuperação, Stubbs pode hoje nadar entre sua espécie mais uma vez.

​Read More