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Ararinhas-azuis nascem em programa dando novas esperanças à espécie

Espécie, considerada extinta na natureza, ganha seis filhotes em cativeiro no Qatar. Aves serão soltas em habitat natural

Foto: Gustavo Faleiros/ O Eco

Nativa da caatinga brasileira, a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) pode ser considerada uma espécie extinta na natureza. Mas três países, entre os quais o Qatar, têm criadouros controlados pelo Programa Internacional para Reprodução do governo brasileiro. E foi justamente lá, neste mês, que aconteceu o anúncio de que seis filhotes (um macho e cinco fêmeas) nasceram com sucesso, dentro do programa da organização da Al Wabra Wildlife Preservation (AWWP).

Atualmente o criadouro da Al Wabra conta com 56 indivíduos. Ao todo, entre os outros criadouros, são 73. Das seis ararinhas nascidas este ano, duas trazem grandes esperanças quanto à preservação da espécie. São os primeiros indivíduos reproduzidos por uma ave da segunda geração da espécie (no caso, a mãe). Além disso, o pai dos filhotes possui 36 anos e é uma das poucas aves no programa proveniente da natureza.

A organização AWWP, patrocinada pela fortuna do Sheik Saoud Bin Mohammed Bin Ali Al-Thani, pretende ainda reintroduzir a ararinha-azul na caatinga brasileira, o seu habitat natural. Para tanto, uma área com 2,2 mil hectares já foi adquirida em Curaça, na Bahia.

Fonte: EPTV

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