Notícias

Incêndios criminosos trazem sérios riscos para a fauna pantaneira

Pixabay

A temporada de queimadas mais intensa das últimas décadas tem atingido a região do Pantanal, localizada nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, no centro-oeste do país. Os números levantados pelo Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) apontam que uma área de 2,34 milhões de hectares já foi consumida pelas chamas, cerca de 15% do bioma foi devastado pelo fogo.

E as consequências não param por aí, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe), o número de queimadas na região ultrapassou em 20% comparado ao ano de 2019, tornando-se, ainda em agosto, maior que o volume dos últimos seis anos somados. Estima-se que os incêndios em 2020 ultrapassam 14.400 focos, contra 4.660 no ano passado.

Grande parte desses focos são causados por queimadas ilegais, feitas por proprietários da região ao preparar o solo para plantações e pastagem, somando-se ao período de estiagem, que diminui o volume dos rios e eleva a temperatura.

Um exemplo recente foi o incêndio que atingiu a Reserva Particular do Patrimônio Natural Sesc Pantanal, localizado em Barão de Melgaço (MT), a maior reserva do país. O governo do estado comprovou, por meio de investigações, que a queimada foi motivada pela abertura de pastos para a criação de gado, devastando um terço da área. Segundo relatos da Polícia Federal, um incêndio que destruiu 25 mil hectares na região da Serra Amolar, no Mato Grosso do Sul, pode ter sido causado pela mesma prática.

Em relação ao ano passado, a fiscalização dessas investidas de produtores locais contra o ambiente vem diminuindo, havendo uma queda de 48% no número de multas ambientais relacionadas ao desmatamento ou queimadas na região.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Estudo revela que 80% dos maiores produtores de carne estão investindo em alimentos veganos

Foto: Livekindly/Reprodução
Foto: Livekindly/Reprodução

A mudança ocorreu primeiro com a empresa brasileira JBS. A decisão de lançar o produto vegano (carne à base de vegetais) é notável; o país exportou 1,64 milhão de toneladas de carne bovina no ano passado, tornando-se o principal exportador mundial de carne bovina.

A Tyson Foods ficou em segundo lugar na lista dos 10 maiores empresas produtoras de carne que estão comercializando produtos veganos. A Tyson investiu na marca de carne à base de vegetais Beyond Meat e nas marcas de carne cultivada em laboratório Memphis Meats e Future Meat Technologies. Nesta última, Tyson investiu 2,2 milhões de dólares. Justin Whitmore – vice-presidente executivo de estratégia corporativa e diretor de sustentabilidade da Tyson Foods – comentou que a empresa está “empolgada com esta oportunidade de ampliar a disposição de investir em novas e inovadoras maneiras de produzir proteína”.

“Continuamos a investir significativamente em nosso negócio tradicional de carne, mas também acreditamos em explorar oportunidades adicionais de crescimento que oferecem mais opções aos consumidores”, acrescentou.

A Tyson está indo além dos investimentos. A empresa líder no comércio de carnes planeja lançar uma linha de produtos veganos ainda este ano. A medida é um esforço para acompanhar as “mudanças na demanda dos consumidores”, afirmou a empresa. O ex-CEO da Tyson disse uma vez sobre o movimento vegano: “Se você não pode vencê-los, junte-se a eles, certo?”

A Cargill Meat Solutions ficou em terceiro lugar na lista de produtores de carne. A Cargill controla mais de 20% do mercado doméstico de carne da América e é o maior produtor de aves da Tailândia. No início deste ano, a Cargill investiu na empresa de agricultura celular Aleph Farms, que fabrica carne limpa sem morte de animais. A empresa também investiu na Memphis Meats e na empresa de proteínas veganas Puris.

Proteína Vegana Premium

A Sysco – classificada em quarto lugar – é o maior distribuidor de serviços de alimentos do mundo. Produz carne “in a box” (processada), carne moída, carne de porco fresca, vitela e cordeiro, para citar alguns. Mas em maio, a Sysco anunciou um novo empreendimento: uma linha baseada em vegetais chamada Sysco Simply. A linha inclui almôndegas veganas, leite de amêndoa, salsicha vegana além da massa de pizza de couve-flor.

No número cinco, vem a Smithfield Foods que é o maior produtor mundial de carne de porco. Recentemente, lançou sua primeira linha vegana, Pure Farmland. A linha oferece hambúrgueres à base de vegetais, carne moída, almôndegas e hambúrgueres de café da manhã.

A Hormel Foods, classificada como a sexta maior processadora de carne, lançou uma linha de carnes veganas chamada Happy Little Plants. Seu principal produto é a carne moída à base de soja que possui 20 gramas de proteína por porção. Jim Splinter – vice-presidente de estratégia corporativa da Hormel Foods – disse que o lançamento foi um esforço para “alinhar-se ao mercado dinâmico de hoje”.

A Perdue Farms, que ocupa o oitavo lugar, tem o objetivo de adicionar proteína vegana a sua linha de produção. “Nossa visão é ser o nome mais confiável em proteínas premium. Não estamos dizendo proteína premium ‘de carne’, apenas proteína premium. É para onde os consumidores estão indo”, disse o presidente da empresa, Jim Perdue, à IndustryWeek. A empresa de carne, com 98 anos de idade, está “explorando várias opções” dentro do cenário vegetal.

O número 10 é o ConAgra, especializado em salsichas frescas e curadas. Em 2000, a ConAgra comprou a marca Lightlife de carne à base de vegetais antes de vendê-la alguns anos depois. Em 2018, a ConAgra adquiriu a Gardein, produtora de frango vegano, frutos do mar, carne de porco e carne bovina. A ConAgra também possui a empresa de alimentos congelados Birds Eye. No início deste ano, a Birds Eye lançou sua primeira linha de carnes veganas no Reino Unido. A linha, chamada Green Cuisine, oferece hambúrgueres, almôndegas e salsichas à base de vegetais. Em julho, a Birds Eye lançou uma campanha publicitária de carne vegana de 2 milhões de libras.

Momento da carne vegana

As duas empresas entre as 10 principais que ainda não se interessaram em carne vegana são a National Beef Packing, no número sete, e o OSI Group, no número nove. No entanto, até eles podem mudar em breve. O Grupo OSI – que produz há muito tempo hambúrgueres de carne para grandes redes de fast-food como o McDonald’s – fez parceria com a Impossible Foods (do Impossible Burguer) em julho.

Falando sobre carne à base de vegetais, Kevin Scott – vice-presidente executivo sênior da OSI América do Norte – disse à Reuters: “A hora e o lugar da carne vegana são agora”. As informações são do Livekindly.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

The Game Changers é o documentário mais baixado de todos tempos no Itunes

Foto: SUNDANCE FILM FESTIVAL
Foto: SUNDANCE FILM FESTIVAL

O filme, que será lançado na Netflix ainda este mês, estava inicialmente disponível na plataforma da Apple (Itunes).

Documentário vegano The Game Changers se tornou o documentário mais vendido de todos os tempos no iTunes – dentro de apenas uma semana.

O filme, dirigido por Louie Psihoyos, vencedor do Oscar, e produzido por James Cameron, também vencedor do Oscar, “documenta a ascensão explosiva da alimentação baseada em vegetais nos esportes profissionais”.
Atletas veganos

Apresentando alguns dos melhores atletas veganos do mundo, incluindo o campeão da Fórmula 1, Lewis Hamilton, e o tenista Novak Djokovic, o filme procura “expor mitos ultrapassados sobre alimentos que não apenas afetam o desempenho humano, mas também a saúde de toda a população global”.

O documentário foi exibido nos cinemas do mundo inteiro no mês passado, por uma noite, antes de ser disponibilizado no iTunes – onde, segundo os produtores, atingiu os espectadores em cheio.

Agradecimento

“The Game Changers é o documentário mais vendido de todos os tempos no iTunes e levou menos de uma semana para acontecer”, revelou a equipe.

Foto: Instagram/@gamechangersmovie
Foto: Instagram/@gamechangersmovie

“Obrigado a todos que assistiram ao filme e compartilharam seu entusiasmo conosco!”.

Netflix

E em breve o filme se tornará mais acessível para os espectadores em todo o mundo, através do serviço de streaming da Netflix.

De acordo com a equipe de produção: “Os fãs do Reino Unido ouviram pela primeira vez – The Game Changers estará disponível na Netflix no dia 16 de outubro”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Proposta de rotulação de laticínios preocupa produtores no Canadá

A Health Canada, uma organização governamental responsável pelo guia alimentar do país – está propondo uma rotulação de advertência em alimentos inibidores de saúde, e a iniciativa preocupa produtores de leite.

Acordos comerciais recentes no Canadá fizeram com que produtores de leite no país se preocupassem com a perda de participação no mercado interno. Uma nova proposta para inserir advertências na rotulagem de pacotes de alimentos poderia ser prejudicial para a indústria.

A Health Canada disse que os símbolos propostos na nova rotulação ainda não estão nos regulamentos propostos como publicados, mas serão incluídos no regulamento final. (Foto: Sean Kilpatrick/The Canadian Press)
A Health Canada disse que os símbolos propostos na nova rotulação ainda não estão nos regulamentos propostos como publicados, mas serão incluídos no regulamento final. (Foto: Sean Kilpatrick/The Canadian Press)

Em fevereiro de 2018, a Health Canada lançou uma proposta nova de rotulação, que incluiria novas advertências na parte da frente dos rótulos dos produtos vendidos no Canadá. Os alimentos ricos em gorduras saturadas, açúcar e sódio deveriam constar tal informação na embalagem, devido ao risco que representam para a saúde do consumidor.

Isso preocupa os produtores de leite por conta de vários produtos lácteos se enquadrarem nessa categoria, e tais advertências podem fazer com que os consumidores não comprem seus produtos, ou prefiram realizar a troca por outros itens mais saudáveis.

Essas preocupações da indústria de leite vieram à tona após manifestação do Ministério da Saúde do Canadá, por David Wiens, da Dairy Farmers of Manitoba (DFM) (Agricultores Leiteiros de Manitoba, em tradução literal). O presidente da DFM disse estar preocupado que a indústria de lácteos sofra com a perda mais de 800 milhões de dólares em vendas com a implementação da nova proposta.

Em entrevista ao Country Guide Canada, David comenta que a “preocupação é que muitos canadenses realmente colocariam o produto de volta [na prateleira] se eles virem uma etiqueta de advertência. Isso impactaria nossos mercados internamente”.

Alimentos ricos em gorduras saturadas, açúcar e sódio deveriam constar tal informação na rotulação da embalagem, devido ao risco que representam para a saúde do consumidor. (Foto: Divulgação)
Alimentos ricos em gorduras saturadas, açúcar e sódio deveriam constar tal informação na rotulação da embalagem, devido ao risco que representam para a saúde do consumidor. (Foto: Divulgação)

Recentemente, a Health Canada citou pesquisas que diziam que os canadenses consomem “muito” sódio, açúcar e gordura saturada. Conforme citado no Plant Based News, salientar na embalagem dos produtos a quantidade desses ingredientes em cada item possibilitaria uma compra mais informada, gerando escolhas mais saudáveis e uma evidente melhoria na saúde de muitas pessoas.

Os membros da DFM estão se manifestando contra o plano de rotulação proposto, e a elaboração da proposta da Health Canada vai até 26 de abril.

​Read More
Notícias

Produtores de leite mentem sobre legislação referente à rotulagem de alimentos vegetais

Na última semana, a Federação Nacional dos Produtores de Leite (NMPF, na sigla em inglês) alegou erroneamente que um parágrafo do texto contido no projeto de lei orçamentária, recentemente assinado, seria uma vitória para as empresas de laticínios.

Foto: VegNews

A NMPF divulgou um comunicado de imprensa intitulado “Projeto de lei orçamentária do Congresso inclui termos da Lei do Orgulho Lácteo em uma vitória para os padrões de rotulagem do leite” afirmando que o Congresso havia aprovado uma linguagem que proibiria as empresas de alimentos vegetais de usar termos como “leite”, “queijo” e “iogurte” na rotulagem de seus produtos.

De acordo com a VegNews, a linguagem à qual a NMPF se referia estava contida em uma subseção inexequível do projeto de lei que foi elaborado em 2017 e que se refere ao desenvolvimento de padrões de identidade para termos referentes a laticínios pela Federal Drug Association- FDA (Associação Federal de Drogas, em tradução literal).

“O texto referido não é obrigatório, mas, mesmo que isso fosse aplicável, não muda nada. A FDA seria responsável por desenvolver padrões de identidade para termos lácteos? Eles fizeram isso há décadas. Caso seja totalmente implementada, essa disposição não terá efeito algum”, disse Jessica Almy, diretora de políticas da The Good Food Institute, empresa que promove alimentos sustentáveis.

A lei do Orgulho ao Láteo foi introduzida em 2016 por um grupo de congressistas representantes dos estados produtores de laticínios, em um esforço para eliminar a concorrência das empresas que oferecem alimentos de origem vegetal. “A lei do Orgulho Lácteo está perdendo forças e os consumidores estão optando por alternativas mais conscientes, comprando cada vez mais leite à base de vegetais e menos leite de vaca. No entanto, o NMPF está usando uma passagem do projeto de lei orçamentário para se vangloriar de um texto do verão passado”, disse Almy.

​Read More
Você é o Repórter

O coelho que já não pula mais

Por Aleluia Heringer Lisboa Teixeira

Lá estão eles novamente invadindo meus pensamentos. Por detrás das grades de uma das centenas de celas de um galpão industrial lançam um olhar cinza e sem alegria. Apesar de se apresentarem nessas condições, eles são, paradoxalmente, o foco das atenções e ocupam todo o caderno Agropecuário do jornal Estado de Minas, do dia 18 de abril deste ano. Com o título “Coelhos vedetes da Páscoa”, é anunciado que “o preço do coelho vivo chega a triplicar nesta semana”.

No Mercado Central, em Belo Horizonte, um animal custa, normalmente, cerca de R$10. De hoje até domingo, esse valor pode saltar para até R$30. Festa para os pequenos produtores, responsáveis por grande parte das vendas dos coelhinhos de companhia nas lojas de animais.

Apossaram-se do coelho e o transformaram em mercadoria. Dentre as vantagens de se investir nesse “negócio”, está a possibilidade do “confinamento”, ou seja, acomodar muitos animais no mínimo de espaço. “Uma população grande pode ser criada em espaço pequeno e com necessidade de poucos funcionários”.

Coelhos apertados em pequenas gaiolas, sem a mínima condição de correr ou pular. Essa é uma imagem bem diferente daquela que cantava quando criança: “o coelhinho pula, sim pula, sim pula”. Quem pula agora é o lucro financeiro daqueles que investem nesse “negócio”.

O produto ou a mercadoria “coelho” vem dividido em subprodutos. Vivo ou morto, aproveita-se tudo.

O mercado de coelhos vai bem além do nicho voltado para a negociação dos animais vivos (de companhia). A produção e a venda da carne e pele voltam a despontar como alternativa de negócio rentável e com forte potencial.

Como “animal de companhia”, o coelhinho é o “fofinho”, inspiração para inúmeros bichinhos de pelúcia. Este é um dos motivos apontados na reportagem para a pouca tradição do brasileiro em comer a carne de coelho: “a maioria das pessoas tem dó de consumi-la”. Nesse ponto fica em evidência outra forma de classificar os animais, agora como “animal de carne”.

Segundo o criador de coelhos, Maurício Alves Moreira, os animais são criados em galpões, confinados em gaiolas suspensas. Com 80 dias de vida vão para o abate, com peso médio de 2,3 quilos. Chamo a atenção aqui para o fato de que um coelho saudável pode viver entre 5 e 10 anos. Comercializamos só a cabeça, coração, fígado e rim’’, afirma Moreira, proprietário do Sítio Fonte Galega, que conta com um abatedouro e toda a produção é vendida para frigoríficos do Mercado Central, em Belo Horizonte.

“Até o fim do ano quero abater 1 mil animais por mês e entrar também nas vendas dos supermercados’’, diz Moreira. O quilo do coelho é vendido pelo valor médio de R$14 aos frigoríficos. A pele do animal é congelada e comercializada para uma produtora de casacos. Cada unidade é vendida por R$2”.

Na sequência do ciclo que aproveita tudo do coelho, entra em cena Aloíse Lima, comerciante de peles de coelho há 25 anos e que, mensalmente, compra cerca de 2.000 unidades de fornecedores de Minas e São Paulo. Seus produtos incluem casacos, bolsas e cachecóis, e são vendidos em lojas de bairros sofisticados da capital e em shoppings, como o Diamond Mall.

Entre os seus clientes, grifes de peso, como Alphorria e Basic Blue. A comerciante fala da dificuldade em conseguir mão de obra qualificada para trabalhar a “mercadoria”: “a pele precisa ser cortada com estilete, no ar; não podemos apoiar na mesa. Se isso acontece, cortamos o pelo”.

A reportagem não trata de outra grande “utilidade” dos coelhos para os “humanos”, que consiste em usá-los em testes que medem a ação nociva dos ingredientes químicos, encontrados em produtos de limpeza e cosméticos. Tais ingredientes são aplicados diretamente nos olhos dos animais conscientes. Por ironia, seus olhos grandes facilitam a observação dos resultados.

Para evitar que arranquem seus próprios olhos (automutilação), os coelhos são imobilizados em suportes, de onde somente as suas cabeças se projetam. É comum seus olhos serem mantidos abertos permanentemente através de clipes de metal que seguram suas pálpebras. Durante o período do teste, os animais sofrem dor extrema uma vez que não estão anestesiados. A sessão de tortura não para por aí. Embora 72 horas geralmente sejam suficientes para a obtenção de resultados, a prova pode durar até 18 dias. Muitas vezes, usam-se os dois olhos de um mesmo coelho para diminuir custos. As reações observadas incluem processos inflamatórios das pálpebras e íris, úlceras, hemorragias ou mesmo cegueira. No final do teste os animais são mortos para que sejam averiguados, internamente, demais efeitos das substâncias experimentadas.

É o fim! Termino aqui estarrecida com tantos “exemplos” de humanidade e entendendo porque “a natureza geme com dores de parto”.

Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da Criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante”. Albert Schweitzer (Prêmio Nobel da Paz – 1958)

​Read More
Notícias

Chineses poderão ser proibidos de comer gato e cão

Os chineses poderão ficar privados de consumir carne de gato ou de cão, caso os deputados aprovem um projeto de lei considerando os maus tratos sofridos pelos animais, informou hoje um jornal regional.

Foto: D.R.
Foto: D.R.

O consumo de carne de gato e cão é uma prática ancestral no país já que a população acredita que a ingestão mantêm uma boa temperatura corporal. Mas a prática poderá implicar uma multa de 5 mil yuans (500 euros) e até 15 dias de prisão, informou o “Chongqing Evening News”.

Cães e gatos são armazenados em jaulas nos mercados até que um freguês decida comprar um para comer: entidades lutam para vetar esse hábito de consumo (Foto: Reprodução/Época)
Cães e gatos são armazenados em jaulas nos mercados até que um freguês decida comprar um para comer: entidades lutam para vetar esse hábito de consumo (Foto: Reprodução/Época)

Já os produtores poderão ser multados em 10 mil a 50 mil yuans se a lei, em estudo há um ano, for aprovada. A carne de cão é popular em todo o país e o gato, mais consumido no sul da China.

Fonte: i Online

​Read More