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Cerca de 10 águias são resgatadas com problemas respiratórios

Os socorristas da Mission Wildlife Rescue (MARS) em Merville, Canadá, da Mountainaire Avian Rescue Society acolheram cerca de 10 águias doentes. Todas chegaram ao abrigo em um espaço de apenas duas semanas, e muitas estão com dificuldades respiratórias.

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Foto: CHEK News

“Foi sem parar”, disse Kiersten Shyian, técnico de cuidados animais do MARS Wildlife Rescue Center. Ainda não se sabe o que causou os problemas respiratórios nas aves, a organização está investigando o que pode ter sido.

“Infelizmente, temos visto muitos problemas respiratórios nesses pássaros, então isso tem sido bastante frustrante”, disse Shyian. “Pode ser um número de coisas diferentes.”

Uma águia chegou ao abrigo na quinta-feira (17), respirando com extrema dificuldade. As equipes de resgate disseram que sua boca aberta indica que ela está lutando para levar ar para seus pulmões.

“Tivemos vários animais que vieram com problemas respiratórios”, disse Shyian. “Nós recebemos um que morreu ontem. Nós lutamos durante dias para salvar sua vida.”

MARS disse que os pássaros vêm de toda a ilha de Vancouver, Port Hardy e Gold River, e do sul até Hornby Island, o que dificulta a busca pela causa exata desses incidentes.

Os cadáveres das sete águias que morreram nas últimas duas semanas estão sendo examinados para determinar uma causa e os pacientes que ainda estão sob cuidados dos socorristas estão recebendo oxigênio e são alimentados por sonda para mantê-los vivos até que uma resposta seja encontrada.

“Nunca recebemos tantos animais de uma só vez com esses problemas respiratórios”, disse Shyian. “Está sendo um grande desafio.”

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Criação seletiva de buldogues deixa animais doentes e inférteis

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto; Nick Norman
Foto; Nick Norman

O bulldogue pode ser um símbolo de força e tenacidade, mas mais de um século de exploração para a criação seletiva enfraqueceu a raça e causou diversos problemas aos cães em nome da vaidade humana.

Os animais têm problemas respiratórios, esqueléticos, de pele e, pior ainda, muitos não podem acasalar ou dar à luz naturalmente, relata a National Geographic.

Se os cães desenvolverem dificuldades respiratórias cedo, é improvável que eles sobrevivam mais do que cinco anos.

Recentemente, foi publicada a primeira análise completa da genética dos buldogues no veículo Canine Genetics and Epidemiology e ela revela que a raça tem uma diversidade genética muito baixa.

De acordo com o American Kennel Club, os buldogues, também chamados de buldogue inglês, estão em quarto lugar entre as raças mais criadas Estados Unidos.

Os pesquisadores coletaram e analisaram o DNA de 139 bulldogues, incluindo um grupo de controle de filhotes saudáveis que vive na América do Norte, Europa e Argentina e outro grupo de cães admitidos no hospital veterinário UC Davis devido a uma série de doenças.

Os resultados foram surpreendentes. Infelizmente, muitas características físicas que tornam estes animais “desejáveis” também os deixam doentes.

Em uma população saudável, cada indivíduo deveria ter um genoma substancialmente diferente, mas no caso dos buldogues, grandes regiões do genoma foram as mesmas em todos os animais.

Além disso, os pesquisadores descobriram uma preocupante falta de diversidade na região do genoma que regula o sistema imunológico dos cães. Os cientistas observaram diferenças entre os cães saudáveis e os animais domésticos doentes no hospital.

A reprodução de animais que visa às cobiçadas faces enrugadas dos animais resultou em uma forma extrema de braquicefalia, um encurtamento do crânio que é agora a principal causa de morte de buldogues.

Além disso, a condição acarreta vários problemas respiratórios e de superaquecimento.

As cabeças deformadas dos animais também afetam a reprodução porque os cães só podem nascer por meio de cesarianas. O responsável pelo estudo Niels Pedersen, pesquisador de veterinária na Universidade da Califórnia, estima que 80% dos nascimentos de buldogues são por meio de inseminação artificial e cesariana.

Para Adam Boyko, geneticista da Universitdade de Medicina Veterinária de Cornell, a nova pesquisa mostra uma “história clássica de criação de cães.”

“Vejam como eles eram 100 ou 150 anos atrás”, diz Boyko.

As imagens de meados do século 19 mostram buldogues com rostos mais longos, rabos mais retos e o mínimo de rugas.

Infelizmente, com o aumento da popularidade de buldogues, alguns filhotes são vendidos por até 30 mil dólares, diz Pedersen e os criadores têm atendido à demanda do mercado pelos animais considerados “fofos’’.

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Crescer com animais pode proteger de problemas respiratórios no futuro

Crescer ao lado de animais domésticos pode fazer bem às crianças. É o que aponta uma pesquisa da Universidade da Califórnia. Além de ajudar no desenvolvimento emocional e funcional dos jovens, os animais também podem influenciar na saúde. A exposição a cães e gatos, por exemplo, pode proteger os humanos de problemas respiratórios no futuro.

Os cientistas comprovaram que as reações alérgicas têm relação direta com a composição da flora do intestino, que funciona como um órgão do corpo humano ao induzir reações e controlar a função dos demais órgãos.

Fonte: Globo News

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Animais de estimação sofrem com tempo seco

Não são apenas os humanos que sofrem com os males do tempo seco e poluído. A baixa umidade, que atinge 10 Estados e o Distrito Federal e tem levado São Paulo a estados de alerta, é causa de preocupação também para os tutores de animais de estimação.

Em vez de problemas respiratórios, os mais comuns nos seres humanos, entre os bichos os inconvenientes são outros. “O animal sofre menos do que a gente”, explica Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care. Ele alerta, porém, que enquanto os tutores sofrem com problemas relacionados ao pulmão, em cães e gatos, surgem doenças de pele.

Os três principais problemas dos cães e gatos com o tempo seco são a conjuntivite animal, problemas respiratórios alérgicos e o aumento da incidência de gripe canina. Saiba mais sobre eles e como evitá-los.

Conjuntivite animal

O tempo seco e poluído irrita os olhos do animal, que tenta aliviar a coceira com a pata, machucando os olhos e causando infecção. Muitas vezes com secreção purulenta. A conjuntivite é ainda mais comum em animais que tem focinhos curtos e olhos saltados como o spitz alemão e o pequinês. Para evitá-la, o tutor deve administrar soro fisiológico e colírio de uso veterinário.

Carrapatos

O problema não é relacionado diretamente com a baixa umidade, mas sim com a grama seca, ideal para a proliferação de carrapatos. Recomenda-se o tratamento preventivo contra o parasita.

Problemas respiratórios alérgicos

Animais com predisposição a problemas respiratórios e filhotes também podem sofrer com o clima seco. O cão apresenta aumento de secreção nasal e fica mais propenso a contrair gripe canina, a traqueobronquite (causada pela bactéria Bordetella ou outros vírus). É recomendado que o animal tenha água à vontade para beber, umidificação do ambiente e evitar passeios entre 10h e 17h. Animais alérgicos devem ser lavados com mais frequência.

Fonte: Gazetaweb

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Cães também sofrem de rinite

Imagem: Portal da Cinofilia

É na baixa umidade do ar que os problemas respiratórios caninos se agravam, como a rinite, que provoca espirros frequentes, coriza, coceira na garganta e no nariz dos cães afetados.

Rinite é o nome dado à inflamação da membrana do nariz, causada por reações alérgicas. Normalmente surge na infância ou na juventude dos cães.

A secreção nasal é um sinal constante. Esta começa serosa e fina, passa a estágios mucosos e finalmente se torna mucopurulenta. Partículas de sangue podem estar presentes. A secreção pode ser acre, neste caso a escoriação da narina será vista, e quando as secreções mucopurulentas forem persistentes, elas impedirão a respiração por causa da obstrução das narinas.

O processo inflamatório da rinite normalmente se inicia por algum fator de irritação, mas a inflamação secundária logo se instala, o que muda o caráter da secreção. Os organismos estafilococos normalmente estão implicados nestes casos.

Cuidados a serem tomados

Devem-se tomar alguns cuidados com cães que tenham crises de rinites, como: não ter próximo deste cão tapetes e cortinas. E os brinquedos destes cães alérgicos devem ser laváveis.

Na hora da limpeza, é proibido varrer a casa, deve-se preferir o uso de aspirador e do pano úmido.

Cão com rinite tem que beber bastante líquido e não ficar próximo de fumantes. Ele precisa privilegiar de ambientes arejados e deve tomar sol nos horários em que os raios estejam mais fracos.

Fonte: Portal da Cinofilia

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Você é o Repórter

Protetora pede ração para alimentar gatinhos vítimas do frio e do abandono, no RS

Angel Brambilla
adoteumbichoderua@gmail.com

Talvez tu não tenhas percebido, mas quase não se enxergam filhotes de gato pelas ruas durante o inverno, não é mesmo?

Tem gente que fala que é porque “no inverno as gatas não dão cria”, mas isso não é verdade. As gatas dão cria no inverno sim (como em qualquer outra época do ano), mas o frio rigoroso das ruas, nesta estação, se encarrega de dar fim à maioria dos gatinhos…

É sabido que, com o frio, os gatos (mormente os de rua) apresentam, com maior facilidade que os cães, problemas respiratórios diversos.

Pois bem, o frio está aí, se apresentando com tudo. E a gataiada de rua começa a espirrar e tossir… Com o olfato prejudicado pelos sintomas da gripe, esses animais (já fragilizados pela situação de abandono em que se encontram) apresentam dificuldades em se alimentar e beber água… Resultado: inverno é sinônimo de muitos gatinhos de rua doentes.

Assim, quem puder colaborar doando ração para gatos adultos ou filhotes, por favor entre em contato.
A gataiada das ruas não é lá muito exigente… Pode ser ração de qualquer marca, em qualquer quantidade.

Toda ração arrecadada será destinada à alimentação das ‘comunidades felinas’ que vivem tanto na área onde está sendo construído o Condomínio Residencial Clube Vida Moinho (nos fundos do terreno do antigo Moinho Estrela/beco) como nos arredores do Bourbon Shopping Assis Brasil (ambos na zona norte de Porto Alegre, RS).

Por absoluta falta de grana, já faz cerca de 3 meses que não resgatei mais nenhum gatinho de rua para castração – estou lutando para manter, em gatis e clínicas, os muitos já resgatados (e que ainda aguardam adoção), tratando/medicando alguns resGATINHOS doentes e sigo alimentando, uma vez por dia, os que permanecem vivendo ou que são abandonados, infelizmente, nas ruas.

Quem quiser conhecer esses gatinhos, apadrinhar castrações, vacinas e/ou medicamentos pra eles, por favor entre em contato (esses minhaus são alimentados diariamente por mim e minha vizinha Sandra, podemos acompanhar vocês até esses locais na hora da ‘janta’ dessa galerinha de quatro patas).

Para doar ração, escreva ou ligue (não temos carro para carregar grandes quantidades, mas podemos buscar as doações de ônibus ou combinar um local para entrega):

e-mail: adoteumbichoderua@gmail.com
fone: (51) 8446-4649 (com Angel) ou (51) 8506-6103 (com Sandra)

Se não puder ajudar, por favor repassa esse apelo para os teu contatos… Vai que algum amigo teu colabora?

Aos amigos protetores, peço que divulguem este pedido de ajuda em seus sites e blogs.

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Gatos também sofrem de problemas respiratórios

Seu gatinho parece que vai expelir uma bola de pelos, chega a ficar em posição e nada sai? Fique atento, ele pode estar com algum problema respiratório. Segundo a veterinária Cristiane Aguero, da Gatos & Gatos, é comum felinos serem afetados por bronquite e rinotraqueíte, mas também há casos de asma, pneumonia e até tumores. “Indiretamente, o clima predispõe a doenças como a rinotraqueíte. Já a bronquite costuma ser causada por alergias”, explica Cristiane.

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Imagem: Reprodução/GNT

Perceber se o animal está com algum problema respiratório é fácil. Além de ficar como se estivesse tentando expelir uma bola de pelos, sem conseguir, ele diminui consideravelmente suas atividades, passando mais tempo deitado do que saltando e correndo pela casa. No caso de gripe, também sai uma secreção nasal. “Respirar encolhendo a barriga é outro sinal de que algo está errado. É importante o dono procurar um veterinário assim que notar que o gato está com dificuldade para respirar”, diz Cristiane.

Manter o ambiente limpo, evitando o uso de produtos de limpeza muito fortes, aerossóis e perfumes, por exemplo, ajuda a evitar alergias que possam causar uma crise de bronquite. “Há casos em que a crise alérgica é provocada por um tipo de areia sanitária”, alerta a veterinária. Para prevenir a rinotraqueíte existe uma vacina anual, mas se o animal estiver com a imunidade baixa pode ser atacado pelo vírus mesmo estando vacinado. “A pneumonia é mais rara e costuma atingir animais com problemas de imunidade, como os muito jovens ou idosos”, acrescenta Cristiane.

Fonte: GNT

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Tutores são responsáveis por sobrepeso em animais de estimação

Foto: Laílson Santos
Foto: Laílson Santos

Yuri

Idade: 8 anos

Raça: vira-lata

Peso: 11,9 quilos

Peso ideal: 6 quilos

Males atribuídos à obesidade: artrose, problemas respiratórios e triglicérides e colesterol altos

Má alimentação, sedentarismo, castração e predisposição genética são os vilões do sobrepeso. Assim como nos seus tutores, a obesidade é um distúrbio grave em animais: é fator de risco para problemas respiratórios e cardiovasculares e ainda predispõe a dores nas articulações. “O mais difícil é convencer os tutores de que a situação é séria e requer tratamento. Em muitos casos, o animal corre risco de morrer”, diz o veterinário Roberto de Andrade Bordin, especialista em nutrição animal.

“Os tutores são os principais culpados pela obesidade dos seus bichos”, afirma Márcia Jericó, diretora do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi. Uma pesquisa feita pela ONG inglesa The Blue Cross indica que as pessoas que comem demais e se exercitam pouco costumam ter animais de estimação acima do peso. Elas repetem nos bichos seu (mau) comportamento. “Muitas desconhecem que a ração atende às necessidades nutricionais e exageram nos petiscos e nos alimentos de gente”, diz.

Antes de encher a barriga de seu bicho de estimação e se orgulhar das formas arredondadas que ele exibe, saiba o que dizem os especialistas sobre os principais erros cometidos pelos tutores de cães e gatos gordos e como mudar de atitude.

Má alimentação

Em que os tutores erram: petiscos e refeições desbalanceadas estão entre os problemas mais apontados pelos veterinários como causa da obesidade, sobretudo a canina. “Apenas 30% dos guardiões oferecem exclusivamente ração ao animal”, alerta Roberto Bordin. Hoje há cães que comem até salgadinhos e fast-food. Também é comum abusar de biscoitos, bifinhos e ossinhos, como se eles não fossem calóricos (e são).

O que fazer, segundo os especialistas: se for dar petiscos especialmente fabricados para cachorros, o ideal é de um a dois por dia, no máximo. Ao contrário da embalagem das rações, a dos petiscos não informa as calorias de cada unidade. “Um biscoito médio em forma de ossinho, por exemplo, tem cerca de 90 calorias. Isso corresponde a quase um terço das necessidades diárias de um poodle médio”, explica Márcia Jericó. É importante ainda seguir a quantidade de ração recomendada pelo fabricante, no rótulo, ou pelo veterinário antes de despejá-la sem parcimônia. Considere a possibilidade de trocar a ração convencional por uma light – há várias opções menos calóricas no mercado. Com teor de gordura mais baixo e ricas em fibras e substâncias como a l-carnitina, as versões light ajudam a controlar a obesidade.

Sedentarismo

Em que os tutores erram: cada vez mais confinados, os animais acompanham o estilo de vida do tutor. Mal saem de casa – se o fazem, é só no momento das necessidades – e passam praticamente o dia todo deitados ou dormindo. Quanto mais eles engordam, mais sedentários ficam, já que a dificuldade de se locomover aumenta. Entre os gatos, o sedentarismo é o principal fator de risco para a obesidade.

O que fazer, segundo os especialistas: se o tutor não tem tempo de passear com o animal, deve contratar alguém que o faça ao menos duas vezes ao dia. E não conta como passeio aquela andadinha breve até o poste mais próximo. No caso dos cães, existem serviços que oferecem trilhas ecológicas e aulas de natação e esteira de uma a duas vezes por semana. Exercitar o gato doméstico é um pouco mais difícil – ele dorme em média dezesseis horas por dia. O tutor deve criar situações que o estimulem a se deslocar, como espalhar bolinhas, arranhadores e novelos de lã pela casa. Para que ele se movimente em busca de comida, vale esconder a ração dentro de um rolo de papel toalha, em caixas de papelão suspensas ou embaixo do cesto de roupa.

Castração

O que muitos tutores não sabem: cães e cadelas castrados apresentam o dobro da probabilidade de se tornar obesos – o distúrbio é mais frequente entre as fêmeas. Com a castração, elas deixam de produzir hormônios que atuam na inibição do apetite. No caso dos machos, a retirada dos testículos interrompe a produção de hormônios andrógenos, importantes para instigá-los a se movimentar. Nos gatos castrados, o risco de se tornarem obesos é de três a quatro vezes maior. Em geral, os machos são mais afetados, por questões metabólicas.

O que fazer, segundo os especialistas: é importante que o animal siga uma dieta sob medida e seja estimulado a se exercitar. Já existem no mercado rações para animais castrados, com teor calórico mais baixo.

Presdiposição genética

Em que os tutores erram: cães de algumas raças como labrador, golden retriever, collie, cocker spaniel, beagle e dachshund têm predisposição a engordar. Há alterações nos hormônios que controlam a saciedade, como a leptina, produzida pelas células adiposas. Cães e gatos obesos têm resistência à substância. A maioria dos gatos obesos pertence às raças domésticas – especialmente aqueles que têm pelo curto.

O que fazer, segundo os especialistas: a alimentação correta deve começar desde cedo. O filhote que come muito mais do que precisa acaba produzindo mais células adiposas, e isso é um facilitador da obesidade na fase adulta.

Foto: Lailson Santos
Foto: Lailson Santos

Pepita

Idade: 7 anos

Raça: basset hound

Peso: 31kg

Peso ideal: 23 quilos

Males atribuídos à obesidade: dificuldade para se locomover e problemas dermatológicos como assadura nas dobras

Fonte: Veja

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