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Príncipe Harry lança iniciativa de viagem sustentável Travalyst

Foto: Gareth Fuller/PA
Foto: Gareth Fuller/PA

O projeto mais recente do príncipe Harry terá um impacto global. Na terça-feira última (3), o duque de Sussex anunciou que está lançando uma nova iniciativa chamada Travalyst, que incentivará a indústria de viagens a repensar como as pessoas exploram o mundo. Ao trabalhar com empresas como Booking.com, Ctrip, Skyscanner, TripAdvisor e Visa, o príncipe Harry espera encontrar soluções para questões ambientais e culturais causadas por excesso de turismo. Isso inclui a ameaça à vida selvagem, danos ao ecossistema e aquecimento global.

“Nosso mundo enfrenta desafios ambientais de escopo e escala sem precedentes”, disse ele em 3 de setembro, segundo o New York Times. “Desde o desmatamento e a perda de biodiversidade, até o plástico que polui o oceano e a caça, os problemas às vezes podem parecer grandes demais para serem resolvidos. Esses desafios causados por seres humanos geralmente precisam de uma mudança gigantesca no sistema para causar um impacto suficientemente significativo”.

Grande parte do foco do Travalyst estará em educar os viajantes sobre o que significa estar atento às suas viagens e que aspectos de suas próprias viagens estão prejudicando o meio ambiente e o planeta – por exemplo, voos internacionais longos, plástico descartável ou empresas aéreas e empresas de apoio que não estão prestando atenção à sustentabilidade.

A Travalyst também pretende trabalhar com restaurantes e hotéis para garantir que as empresas estejam adotando práticas mais ecológicas. Empresas de hotéis como IHG e Marriott já anunciaram a proibição de pequenas garrafas plásticas de produtos para banho e pele, e companhias aéreas como a KLM (uma empresa holandesa) veiculam anúncios pedindo aos clientes que pensem mais criticamente sobre seus planos de viagem e considerem descartar o avião e viajar de trem ou outros meios.

Além disso, o príncipe Harry espera enfatizar a importância de retribuir às comunidades locais visitadas pelos viajantes para garantir que o turismo seja cultural e economicamente sustentável. “Às vezes, quando apreciamos a beleza do mundo, aumentamos sua fragilidade”, disse ele. “É um paradoxo. Mas, com nosso entusiasmo, podemos colocar uma grande pressão sobre as maravilhas naturais que viajamos para ver, assim como sobre as comunidades que chamam esses lugares de lar”.

O duque de Sussex viajará em seguida com sua família para a África do Sul, onde ele e a duquesa Meghan visitarão Malawi, Botsuana e Angola.

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Príncipe Harry e Meghan Markle declaram apoio a ONG de proteção aos leões

Foto: AFP Getty Images
Foto: AFP Getty Images

O Duque e a Duquesa de Sussex revelaram que estão apoiando a ONG Lion Guardians por meio de sua conta no Instagram.

Em um post na mídia social publicado no sábado, o príncipe Harry, 34, e sua esposa Meghan, 38, postaram uma foto de um leão atravessando a grama ao lado da legenda: “Hoje é #WorldLionDay (Dia do Leão) e neste mês pedimos que você sugerisse organizações que você acha que “fazem a diferença”.

Eles passaram a explicar que agora estão seguindo e apoiando a organização, que visa incentivar uma coexistência sustentável entre pessoas e leões em toda a África.

Foto: Daniel Fisher/Rex
Foto: Daniel Fisher/Rex

O casal real também incentivou seus seguidores a patrocinar um leão ou a se envolver em trabalhos de conservação.

O post, que desde então foi curtido 246 mil vezes e é acompanhado por seis fotos de uma entidade de conservação da vida selvagem, dizia: “Trabalhando de perto para entender o contexto cultural na África, esta organização ajudou a transformar ex-matadores de leão em rastreadores qualificados e em 2018 eles foram responsáveis por impedir 24 caças de leões”.

“Lion Guardians entendem a importância da conexão entre os animais e a comunidade e trabalham incansavelmente para criar uma relação harmoniosa na base entre o homem e o leão, a comunidade e a vida selvagem”.

Foto: @Cory Richards e John Hilton
Foto: @Cory Richards e John Hilton

O príncipe Harry e Meghan acrescentaram que estão “honrando” o trabalho da organização no Dia Mundial do Leão e “todos os dias” em uma tentativa de proteger as “belas espécies” – antes de adicionar detalhes sobre como os outros também podem patrocinar um leão ou se envolver na causa.

O casal real demonstrou um profundo interesse pela vida selvagem nos últimos meses – com o Palácio de Buckingham confirmando em junho que o casal viajará para a África do Sul em uma excursão real neste outono – com o bebê Archie.

Autoridades revelaram anteriormente que o príncipe Harry fará visitas adicionais a outros três países africanos como parte da mesma viagem.

Foto: PA Wire/PA Images
Foto: PA Wire/PA Images

Viajando sozinho, o príncipe visitará Angola, Malawi e Botswana, enquanto acredita-se que o bebê Archie, que terá cerca de cinco meses, permanecerá na África do Sul com Meghan, enquanto seu pai realiza tarefas reais em outros lugares.

Sussex Royal também confirmou que o menino vai se juntar aos seus pais na turnê, escrevendo em um post de Harry e Meghan: “Esta será sua primeira turnê oficial como uma família!”.

A região é um lugar querido do coração do casal que após seu casamento em maio de 2018, o duque e a duquesa passaram a lua de mel na África Oriental.

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Meghan Markle quer que seu filho cresça na companhia de um cachorro

Foto: PA
Foto: PA

A duquesa de Sussex está planejando adotar um cão resgatado para que seu filho Archie tenha a oportunidade de crescer na companhia de um animal.

Meghan estaria procurando em centros de resgate para encontrar um animal doméstico para seu filho de dois meses.

A ex-atriz de 37 anos é patrona do The Mayhew Animal Home, em Londres, e falou anteriormente sobre a “mudança de vida” que a adoção de um animal doméstico pode trazer.

Foto: PA
Foto: PA

O duque e a duquesa de Sussex já têm dois cachorros em Frogmore Cottage, em Windsor, na Inglaterra, incluindo o beagle resgatado de Meghan: Guy.

Meghan ficou muito chateada quando foi forçada a deixar seu outro cão resgatado (já idoso) em Bogart, em Toronto, no Canadá quando se mudou para o Reino Unido para viver com o príncipe Harry.

Agora, a duquesa “realmente quer um cachorro com quem Archie possa associar sua infância”, disse uma fonte ao The Sun.

Cães adotados por Meghan, Guy e Bogart | Foto: Instagram Meghan Markle
Cães adotados por Meghan, Guy e Bogart | Foto: Instagram Meghan Markle

Em janeiro, Meghan visitou o The Mayhew Animal Home e foi especialmente cativada por uma cachorrinha de um ano da raça jack russell, chamada Minnie, que ia para adoção.

Ela queria levá-la para casa, mas disse aos espectadores na época: “Não podemos levar outro cachorro antes do bebê, pois nossas mãos estão lotadas!”

Meghan pediu aos seus seguidores que apoiassem a ONG de bem-estar animal da maneira que pudessem – seja adotando um animal, como voluntario, doando ou conscientizando as pessoas sobre os animais necessitados.

A duquesa não é a única amante de cães da família real.

Rainha Elizabeth IIFoto: PA
Rainha Elizabeth IIFoto: PA

A rainha é famosa por seu amor aos cães da raça corgi, que remonta a 1944, quando ela recebeu Susan, seu primeiro cão da raça pembroke corgi dado a ela em seu aniversário de 18 anos por seu pai, o rei George VI.

Ela possuía cerca de 30 corgis naquela época e todos – com exceção de um – são descendentes de Susan, e a rainha tornou-se uma especialista na raça.

Seu último cachorro, Whisper, morreu aos 12 anos no ano passado.

A princesa Anne tornou-se o primeiro membro da Família Real a adquirir um registro criminal quando foi multada em 500 libras depois que sua cachorra da raça bull terrier chamada Dotty mordeu uma criança em Windsor Great Park em 2002.

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

O Duque e a Duquesa de Cambridge possuem um cocker spaniel chamado Lupo que foi dado a eles como um presente de casamento em 2011 do irmão de Kate, James.

A Duquesa da Cornualha, Camila, Bowles, adotou os cães terriers da raça jack russell Beth e Bluebell do abrigo Battersea Dogs and Cats Home em 2012.

No final de semana Harry e Meghan compartilharam duas fotos do batizado de Archie com seus quase 9 milhões de seguidores, postando que se sentiam “tão felizes em compartilhar a alegria deste dia com os membros do público” e agradecendo aos apoiadores por sua gentileza.

Duquesa da Cornualha | Foto: Getty Images
Duquesa da Cornualha | Foto: Getty Images

Mas seguiu-se uma reação à insistência de que a cerimônia permanecesse privada e que as identidades dos padrinhos de Archie não fossem reveladas.

Na imagem compartilhada, Meghan foi vista olhando nos olhos de Harry enquanto o pai orgulhoso olhava para Archie, e colocava a mão no braço de sua esposa.

Apenas 25 convidados estiveram presentes no batismo, onde Archie Harrison Mountbatten Windsor foi batizado em uma capela privada no Castelo de Windsor.

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Príncipe Harry é acusado de editar foto tirada de elefante

Foto Original publicada em 2016 | Foto: Royal.uk
Foto Original publicada em 2016 | Foto: Royal.uk

O príncipe Harry foi acusado de cortar uma foto que ele tirou ao lado de um elefante, registrada em uma visita ao Malawi, na África, para esconder a corda que prendia o animal amarrada em torno de sua perna, ao postar a imagem no Instagram.

A imagem foi compartilhada na conta da rede social, @sussexroyal, que pertence ao Duque e à Duquesa de Sussex, para celebrar o Dia da Terra.

A imagem mostra um homem tocando a presa de um elefante, o animal esta visível, exceto por suas patas traseiras.

A fotografia original, que apareceu anteriormente em um press release de 2016 do Palácio de Kensington sobre a viagem de Harry ao Malawi, mostra uma imagem mais ampla com a pata traseira do elefante amarrada por cordas.

Foto editada postada no Instagram | @sussexroyal/Instagram
Foto editada postada no Instagram | @sussexroyal/Instagram

No Instagram, a legenda refere-se ao projeto em que Harry estava trabalhando, que pretendia transferir centenas de elefantes para parques de conservação, mas não o fato de que os animais estavam sob o efeito de tranquilizantes e amarrados, como afirma o comunicado de imprensa.

A legenda dizia: “Quando uma área cercada ultrapassa sua capacidade de elefantes por perímetro, eles começam a invadir terras agrícolas causando estragos nas comunidades. Aqui, a @AfricanParksNetwork transferiu 500 Elefantes para outro parque no Malauí para reduzir a pressão sobre o conflito da vida selvagem com humanos e criar um turismo mais dispersado”.

O Duque de Sussex tem sido criticado por esconder toda a verdade sobre a imagem na plataforma de mídia social, já que ele escolheu cortar a corda do seu post no Dia da Terra.

O fotógrafo da vida selvagem, Christiaan Kotze, disse ao Mail Online: “Ele [Harry] está na linha de frente e tem acesso a imagens que pouquíssimas pessoas, incluindo fotógrafos profissionais, sonham em ter”.

“Se estas são realmente suas melhores imagens, então ele não usou a rara oportunidade a que teve acesso em toda a sua extensão.”

Uma fonte real disse que a imagem “não foi cortada deliberadamente, existe desde 2016 e é amplamente compartilhada”.

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Príncipe William terá opção vegana em banquete de Natal

Este ano, o príncipe William e Kate Middleton terão a opção de celebrar o Natal com uma refeição vegana.

O casal real deve participar do jantar de Natal oferecido por Carole Middleton, a mãe da duquesa de Cambridge.

O príncipe William e Kate Middleton poderão desfrutar de uma opção vegana no Natal (Foto: VegNews)

“Recentemente me tornei vegana”, disse Carole Middleton à revista Stella. “Ou talvez podemos chamar de flexitarianismo”.

“Se eu for à casa de alguém para jantar, eu não vou fazer uma confusão. Para o Natal, eu provavelmente teria duas opções – algo bem tradicional e algo vegano”.

Na semana passada, a rede de supermercados Tesco publicou seu primeiro relatório de Natal de 2018, no qual constatou que um em cada cinco ingleses desfrutará de comidas veganas neste Natal.

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Foto do príncipe da Arábia Saudita
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Príncipe vegano da Arábia Saudita é nomeado como o investidor tecnológico do ano

O príncipe da Arábia Saudita, Khaled bin Alwaleed bin Talal, foi nomeado o “Investidor Tecnológico do Ano” durante o CEO Middle East Awards na semana passada. O príncipe vegano fundou a KBW Ventures, uma empresa voltada ao veganismo e sustentabilidade.

Além dos investimentos na marca vegana Beyond Meat e na inovação do conceito de Imagens Geradas por Computador (CGI, sigla em inglês), com aquários sem peixes da National Geographic Encounter: Ocean Odyssey.

Foto do príncipe da Arábia Saudita
Príncipe Khaled bin Alwaleed bin Talal (Foto: Reprodução/VegNews)

Khaled planeja expandir suas inovações para mais 10 regiões no meio leste, do Oriente Médio, utilizando de sua influência para acabar com a exploração animal que tem como propósito o entretenimento humano. Além de seus investimentos através da KBW, o príncipe também empreendeu com várias iniciativas em sua luta pelos direitos dos animais.

O príncipe também fez uma parceria com o chef vegano, Matthew Kenney, para lançar um cardápio inovador baseado em vegetais. Esse cardápio se chama “Folia”, lançado pela rede de hotéis Four Seasons Hotel, em Beverly Hills.

Outro conceito defendido pelo príncipe Khaled é quando ele se diz fazer parte de uma iniciativa maior. O príncipe também planeja combater o crescimento da obesidade no Oriente Médio, abrindo 10 restaurantes veganos na região até 2020.

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Príncipe Charles aprova sopa vegana em visita a loja de produtos orgânicos

Príncipe Charles visitou a primeira loja de alimentos orgânicos com zero desperdício do País de Gales, a Natural Weigh. A passagem pelo estabelecimento é parte da excursão do Príncipe de Gales à cidade de Crickhowell, localizada no sudeste do país.

Príncipe Charles, visitou a primeira loja de alimentos orgânicos com zero desperdício do País de Gales, a Natural Weigh, localizada no sudeste do país.
Foto: Reprodução

Durante a visita, o membro da realeza recusou uma degustação de chocolate, observando: “É minha querida esposa que gosta de chocolate!” Em vez disso, Charles optou por provar feijão branco orgânico. Ele também aceitou uma sopa vegana, feita por um fornecedor do coletivo comunitário de pequenas empresas, Corn Exchange.

De acordo com a revista People, Charles aprovou a receita e declarou: “É realmente bom!”

O recente interesse do príncipe em sustentabilidade animou os moradores locais. “Nós temos conhecimento do interesse do príncipe em um comércio sustentável ​​e estamos felizes por ele estar aqui hoje e decidimos inaugurá-lo”, disse Tim Jones, um dos líderes locais do projeto Corn Exchange.

A dieta do príncipe Charles não é totalmente livre de animais, entretanto, a sustentabilidade tem sido um de seus grandes focos. No ano passado, ele lançou uma iniciativa para reintroduzir históricos alimentos à base de plantas ao sistema alimentar britânico.

A ação tinha como objetivo incentivar os agricultores a afastarem-se da uma dependência de monoculturas insustentáveis ​​e ser uma solução viável para alimentar a crescente população global. “Precisamos ir além da abordagem de ‘negócios normais’ que dependem de monoculturas e investir na diversidade agrícola”, disse Charles na época.

Também no ano passado, a realeza se posicionou sobre a magnitude da poluição plástica, que já afeta a produção de alimentos. “O plástico está no cardápio”, declarou o príncipe Charles, referindo-se aos microplásticos ingeridos pelos peixes.

O príncipe Charles não está sozinho na missão de promover um planeta mais sustentável. Sua mãe, a rainha da Inglaterra, posicionou-se à favor da vida marinha com uma recente proibição de plástico nos estabelecimentos reais.

Além disso, seu filho, o príncipe Harry, não compareceu a um evento tradicional de caça no ano passado devido à preocupação de sua esposa Meghan Markle com o bem-estar animal.

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Ativistas pedem a príncipe Charles para adotar o veganismo

Um grupo de ativistas pressionou Charles, o príncipe de Gales, para a adoção do veganismo em sua recente viagem à Grécia com sua parceira Camilla.

Após a crescente aderência do Reino Unido ao veganismo, não é surpresa que as exigências à autoridades para uma vida mais saudável, consciente e livre de crueldade tenham se tornado comuns.

Príncipe Charles foi recebido na Grécia com pedidos de manifestantes para aderir ao veganismo (Foto: Andrew Matthews/AP)
Príncipe Charles foi recebido na Grécia com pedidos de manifestantes para aderir ao veganismo (Foto: Andrew Matthews/AP)

Enquanto a principal causa da viagem real parecia ser a visita à Commonwealth War Graves, em Atenas, a dupla teve um inesperado encontro com um grupo de ativistas. Enquanto o casal acenava de um balcão na vista real, uma bandeira foi estendida, dizendo, em tradução literal: ‘”Charles, torne-se vegano! Aja com compaixão”.

O pedido também incluiu um canto, no qual os ativistas disseram: “Por favor, Charles, por favor, seja vegano”.

Durante a viagem do príncipe Charles teria recusado um canudinho como parte de seu esforço para reduzir o uso de plástico enquanto tomou café com moradores locais. Charles não é a única realeza que mostra sinais de consciência ambiental – Meghan Markle e o príncipe Harry têm demonstrado aderência ao movimento vegano.

Em adaptação ao estilo de vida consciente da amada, Harry já adere uma dieta livre de carnes. Meghan já é símbolo de ativismo, pois já se manifestou a favor da adoção de animais, já ‘se recusou’ a utilizar peles de animais em roupas e, além disso, já admitiu fazer uma dieta vegana durante os dias da semana. A consciência está chegando para a realeza também.

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Sauditas se tornam veganos para inibir epidemia de obesidade

O veículo de imprensa local Arab News revelou que residentes da Arábia Saudita têm adotando dietas à base de vegetais. A publicação destacou várias pessoas que optaram pelo veganismo por razões éticas e de saúde no país, onde as taxas de obesidade estão em alta.

Foto: Reprodução, VegNews

“Recomendamos que aqueles com níveis elevados de colesterol e pressão arterial, indivíduos que lutam contra a obesidade e até mesmo pacientes com câncer se afastem da carne vermelha e branca e comam mais vegetais”, afirmou a especialista em obesidade Vivian Wehbe.

Segundo a VegNews, Ahmad Abdulsalam explicou se tornou vegano por uma escolha moral. “Eu me tornei vegetariano porque não conseguia entender o pensamento de mastigar uma criatura viva e que respira. O defensor dos direitos animais em mim acordou e eu decidi que nunca mais iria colocar qualquer tipo de carne no meu corpo”, contou.

Em janeiro, o príncipe vegano da Arábia Saudita Khaled Alwaleed bin Talal Al Saud anunciou que abrirá 10 restaurantes veganos no Oriente Médio até 2020 para ajudar a população local a ter acesso à alimentação sem produtos animais.

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Príncipe saudita abrirá 10 restaurantes veganos no Oriente Médio

Em uma publicação no Facebook, o príncipe compartilhou sua visão: “Até 2020, pretendemos ter um mínimo de 10 restaurantes/cafés. Nossa região ocupa partes dos 10 melhores municípios mais obesos do mundo. Isso é uma loucura e, realmente, uma piada que tenhamos atingido este nível”, escreveu Khaled, de 38 anos.

Foto: TriplePundit

“Não estou dizendo que abrir 10 restaurantes solucionará este problema, mas é melhor acreditar que é um passo na direção correta”, acrescentou.

Com o que denominou de “compromisso pessoal com o golfo para o golfo”, ele disse que sua equipe abrirá restaurantes vegetarianos em oito cidades no Oriente Médio, sendo que 10 estabelecimentos serão abertos até 2020.

O post no Facebook mostrou um mapa que expõe locais marcados na Arábia Saudita, Jordânia, Líbano, Kuwait e  nos Emirados Árabes Unidos, segundo o Livekindly.

O príncipe Khaled é o filho de uma das pessoas mais ricas do mundo, o investidor bilionário e o filantropo príncipe Alwaleed bin Talal. Após ser diagnosticado com colesterol alto, ele começou a fazer mudanças drásticas na alimentou. Além disso, investiu em empresas de energia limpa e veganas, incluindo a Breakthrough Energy Ventures e os restaurantes veganos do chef Matthew Kenney.

Khaled ressaltou que os efeitos colaterais da alimentação convencional nos estados, na sociedade, na economia e na saúde “são um desastre “que deve ser combatido”.

“Temos que boicotar restaurantes de fast food e nos concentrar em nossa saúde e na saúde de nossos filhos antes que este desastre aumente”, afirmou.

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Príncipe vegano e conectado à sustentabilidade está transformando a Arábia Saudita

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Reprodução/ National Observer

A Arábia Saudita produz hoje mais petróleo do que qualquer outro país do mundo e é também o sexto maior consumidor, mesmo com uma população de apenas 31 milhões de pessoas. Em 2015, o setor petrolífero foi responsável por 90% das receitas fiscais e 80% dos ganhos com exportação. O combustível é tão barato lá que as rodovias estão lotadas de SUVs e cadillacs.

Apesar de tanta abundância, a elite do país desértico está começando a perceber que esse estilo de vida, explorando e utilizando o combustível fóssil não é nada sustentável.

Khaled bin Alwaleed tem contribuído muito para isso. O príncipe saudita é filho do investidor e filantropo Alwaleed bin Talal bin Abdulaziz al Saud. Ele cresceu rodeado de opulência e glamour no palácio de 136 milhões de dólares de seu pai. Até os dezenove anos era visto com roupas de grife, circulando em iates e exibindo uma coleção luxuosa de 200 carros.

Mas em 2016, mudou de estilo. Começou a usar tênis, jeans e até mesmo um gorro cinza. Apesar de ainda ser chamado de “Sua Alteza Real”, hoje com 38 anos, Bin Alwaleed faz parte da primeira geração que passou a reconhecer as mudanças climáticas como uma grande ameaça. Trocou toda a sua coleção de carros de luxo por um único modelo eco-friendly. Além disso, adotou a compra de compensações de carbono para todos os seus voos. Nos últimos dois anos, ele vendeu suas participações no setor de petróleo e gás e mudou para operações mais leves e sustentáveis.

Foto: Reprodução/ National Observer

Outra coisa que chama atenção em relação ao príncipe é o seu engajamento em relação à causa animal. Ainda jovem ele se lembra de ter realizado um safári pela África do Sul, hobby comum e controverso entre os membros da realeza. Essa expedição é algo que ele nunca superou bem. Mas o motivou a começar uma campanha pelos direitos animais através de organizações como Mercy For Animals.

Foto: Reprodução/ National Observer

O príncipe se tornou um ativista vegano, questionando nas mídias sociais temas como se comer carne e possuir bolsas de pele de crocodilo valem o sofrimento causado aos animais.

Há cinco anos ele não consome nada de origem animal e recentemente investiu em trazer restaurantes famosos vegetarianos para o Oriente Médio. Um de seus orgulhos particulares é ter feito o pai mudar a sua dieta: ele também se tornou vegano, influenciado pelo príncipe que está mexendo com o modo de pensar do  país e mudando algumas tradições em busca de mais sustentabilidade.

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Organização do Príncipe William pressiona Reino Unido a proibir comércio de marfim

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/AP
Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/AP

A secretária do Meio Ambiente do Reino Unido, Andrea Leadsom, está sob uma crescente pressão para cumprir o compromisso de proibir o comércio de marfim no país depois que a China anunciou que proibirá o mercado interno de marfim.

Organizações de conservação, incluindo uma instituição de caridade defendida pelo príncipe William, explicam que permitir que a indústria continue no Reino Unido alimenta a matança anual de milhares de rinocerontes e elefantes. Um estudo recente sugeriu que o Reino Unido é agora o terceiro maior fornecedor de itens de marfim para os EUA.

O secretário de Relações Exteriores, William Haye e um ex-secretário do Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais, Owen Paterson, apoiam uma proibição total, que foi um compromisso assumido pelo Partido Conservador entre 2010 e 2015.

Mas, depois de ser pressionada por casas de leilão e antiquários, que montaram uma poderosa campanha de lobby contra uma proibição total, Leadsom não mostrou que irá endossar a medida.

De acordo com os planos anunciados em setembro, a Defra pretende proibir a venda de itens contendo marfim produzidos entre 1947 e os dias atuais. No entanto, o comércio de obras de arte e antiguidades de marfim produzidas antes de 1947 será permitido para grande consternação de instituições de proteção da vida selvagem.

Em uma carta aberta ao primeiro-ministro, a Action for Elephants disse que as leis feitas para regulamentar o comércio de marfim no Reino Unido se mostraram ineficazes e inviáveis.

A organização alertou que a polícia e os tribunais não dispunham de recursos para monitorar o comércio ou processar os casos em que a legislação foi infligida e que a nova lei só complicaria as questões. Segundo a Action for Elephants, o comércio legalizado do marfim deixaria que os criminosos transportassem o marfim por meio do Reino Unido.

No entanto, o anúncio da China, maior mercado de marfim do mundo, de que planeja encerrar todo o processamento comercial e venda de marfim até o final de março e fechar seu mercado interno até o final do ano, colocou o Reino Unido sob intenso escrutínio.

Will Travers, presidente da Born Free Foundation, ressaltou que dezenas de milhares de elefantes em toda a África são mortas por caçadores. “A forte ação da China é crucial para o futuro dos elefantes”, afirmou.

Uma petição online pedindo que o governo proíba o comércio responsável pela morte de 30 mil elefantes africanos por ano está se aproximando de 90 mil assinaturas, quase o número necessário para que o parlamento realize um debate sobre o assunto, segundo o The Guardian.

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