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Itália é o primeiro país a tornar obrigatório o estudo das mudanças climáticas nas escolas

Incêndio na Floresta Amazônica, setembro de 2019 | Foto: The Telegraph
Incêndio na Floresta Amazônica, setembro de 2019 | Foto: The Telegraph

O ministro da Educação da Itália anunciou na terça-feira última (05), que uma nova legislação faz do país o primeiro do mundo a tornar obrigatório o estudo das mudanças climáticas nas escolas.

Segundo uma nova lei, todas as escolas estaduais dedicarão cerca de uma hora por semana às questões de sustentabilidade e mudança climática a partir do início do próximo ano acadêmico, disse o ministro Lorenzo Fioramonti. Isso equivaleria a cerca de 33 horas por ano.

“Este é um novo modelo de educação cívica centrado no desenvolvimento sustentável e nas mudanças climáticas”, disse o ministro ao jornal The Telegraph.

“É uma nova matéria que será ensinada do primeiro ao 13º ano, dos seis aos 19 anos”.

O plano de estudos será baseado nas 17 metas de desenvolvimento sustentável da ONU, incluindo como viver de forma mais sustentável, como combater a poluição dos oceanos e como lidar com a pobreza e a injustiça social.

“A Itália será o primeiro país do mundo a adotar esse quadro de disciplinas”, disse Fioramonti.

“Existem países como o Butão que se concentram na felicidade e no bem-estar, e não no PIB, mas é a primeira vez que um país toma a agenda da ONU e a transforma em modelo de ensino”, disse o ministro, membro do Movimento Cinco Estrelas, que está em coalizão com o Partido Democrata, de centro-esquerda.

Ele foi nomeado ministro da Educação há dois meses, quando a nova coalizão foi formada após o colapso do governo anterior, precipitado por Matteo Salvini, da Liga, ao retirar seu apoio.

Em setembro, quando milhões de crianças em todo o mundo participaram das marchas da Fridays for Future (Sextas-feiras para o Futuro), ele condenou os críticos dizendo que as crianças italianas deveriam ter permissão de faltar à escola por um dia.

A coalizão tem apenas dois meses, mas os dois partidos já estão em desacordo com o orçamento de 2020 e tiveram uma derrota humilhante em uma eleição regional na Umbria.

A Liga da Direita, apesar de estar em oposição, continua sendo de longe o partido mais popular da Itália, com mais de 30% de apoio dos eleitores.

Fioramonti disse estar confiante de que a coalizão durará o resto da legislatura, mas que, mesmo que não o faça, sua iniciativa sobreviverá.

“A lei foi aprovada. Portanto, a menos que exista um novo governo que realmente odeie a lei e a destrua, ela será implementada. Isso envolve questões muto além deste governo”.

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Primeiro supermercado vegano da Irlanda é inaugurado em Dublin

Com o objetivo oferecer aos clientes opções mais sustentáveis o Veganic oferece produtos veganos 100% orgânicos, carne à base de vegetais, cosméticos livres de crueldade e ração para cães vegana


 

Foto: Veganic
Foto: Veganic

O primeiro supermercado vegano 100% orgânico da Irlanda abriu suas portas em Dublin.

Chamado de Veganic, a nova loja está localizada no Green Shopping Center de Santo Estêvão. O estabelecimento vende carne vegana – incluindo bifes à base de vegetais, bacon, peixe e chouriço -, além de frutas e legumes frescos. Também são oferecidos cosméticos livres de crueldade e produtos de limpeza sem toxinas. Os clientes podem até comprar alimentos para cães à base de vegetais.

De acordo com o site da loja, um “grupo misto de pessoas” (de onívoros a praticantes do desperdício zero) administra a Veganic. Todos os seus funcionários estão unidos por um objetivo comum: ajudar as pessoas a consumir produtos melhores para eles e para o planeta.

Irlanda adota alimentos à base de vegetais para o planeta

Os produtos feitos de carne de origem animal têm um impacto prejudicial ao meio ambiente. De acordo com a maior análise de produção de alimentos já realizada – feita pela Universidade de Oxford em 2018 -, a atitude mais efetiva que uma pessoa pode adotar para reduzir seu impacto no planeta é mudar sua alimentação para uma dieta baseada em vegetais.

O principal pesquisador do estudo, Joseph Poore, disse na época: “uma dieta vegana é provavelmente a melhor maneira de reduzir seu impacto no planeta Terra”. Ele acrescentou: “não apenas os gases de efeito estufa, mas a acidificação global, eutrofização, uso da terra e uso da água”.

Foto: Veganic
Foto: Veganic

Na Irlanda, as pessoas estão se conscientizando do impacto negativo de comer carne. Uma pesquisa recente da Vitabiotics descobriu que quase metade da população irlandesa está pronta para se tornar vegana por razões ambientais e éticas.

A ex-presidente do país, Mary Robinson – que também é a fundadora da Fundação Mary Robinson – Justiça Climática – falou em várias ocasiões sobre o vínculo entre produtos de origem animal e a crise climática. Ela incentivou os consumidores a considerar adicionar mais alimentos à base de vegetais em sua alimentação.

No encontro do One World Summit em Ottawa, Canadá, em 2016, ela disse: “não precisamos consumir tudo que esta a nossa disposição no mundo, precisamos que cada um de nós pense em nossa pegada de carbono. Coma menos carne, ou nenhuma carne. Torne-se vegetariano ou vegano, pelo bem do planeta”.

Os moradores de Dublin que desejarem comprar mais produtos veganos, tem no Veganic uma opção aberta diariamente que oferece variedade de escolha e opções mais saudáveis de alimentação.

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Primeiro dhrive-thru vegano 24h do mundo abre filial no Canadá

Foto: Happy Cow
Foto: Happy Cow

Globally Local, a cadeia de fast-food por trás do primeiro drive-tru vegano que funciona 24 horas do mundo, está abrindo sua primeira loja em Toronto. O menu todo à base de vegetais inclui pratos veganos clássicos como o Big Mac, o Whopper e o menu de café da manhã disponível durante todo o dia.

A cadeia vegana de fast-food revelou sua mais nova localização no Instagram na semana passada. “TORONTO AQUI VAMOS NÓS”, dizia o anúncio. “Estamos muito animados em anunciar que a nossa loja em Toronto está abrindo neste verão – localizada na 492 College St (perto de Bathurst).”

A Globally Local está por trás do primeiro drive-thru vegano de 24 horas, aberto em Londres, em junho de 2017, após o sucesso de seu restaurante. O local mais recente acomodará 35 pessoas e, embora não seja de 24 horas, ficará aberto até tarde.

A revolução de fast food vegana

O apelo da dieta “flexitária” cresceu muito nos últimos anos. Mais consumidores estão procurando incorporar alimentos à base de vegetais em sua alimentação, muitas vezes por razões de saúde e sustentabilidade, de acordo com uma pesquisa recente. Os especialistas observam que a mudança nos hábitos alimentares ajudou a comida vegana a se tornar mais popular.

Foto: Globally Local
Foto: Globally Local

O fundador da Globally Local James McInnes abriu a cadeia vegana de fast-food para o sistema de franquias em todo o Canadá e nos EUA em junho de 2018. “Não estamos apenas tentando ser um restaurante. Queremos ser uma cadeia global de fast-food ”, disse McInnes em entrevista à London Free Press.

Sua filosofia em relação à comida vegana é simples: torná-la conveniente e familiar – “É exatamente isso que as pessoas acham que você não pode ter quando é vegano” – então dessa forma mais pessoas estarão dispostas a experimentá-la.

Os restaurantes tradicionais também desejam capitalizar o interesse das pessoas por alimentos convenientes à base de vegetais. Tim Hortons introduziu recentemente sanduíches de café da manhã sem carne, com salsicha vegana Beyond Meat no café da manhã e uma empada de JUST Egg. A rede também adicionou dois novos sanduíches com o Beyond Burger ao seu cardápio no início deste mês.

A expansão do cardápio da Tim Hortons seguiu o sucesso do Beyond Burger na A & W Canada, que impulsionou as vendas em 10% após ser adicionado ao menu do restaurante em junho de 2018. A cadeia de fast-food lançou sanduíches de café da manhã do Beyond Meat em março passado.

A primeira loja de Toronto da Globally Local esta marcado para abrir no final deste verão.

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Tubarão-baleia se desvia mais de 40 km do oceano e é filmado nadando em um rio

Em um caso único, relatado por especialistas como o primeiro do mundo, o tubarão-baleia, que é descrito como “saudável e dócil” e considerado o maior peixe do oceano, passou a viver no rio


 

Imagem ilustrativa | Foto: BRIAN J. SKERRY, NAT GEO
Imagem ilustrativa | Foto: BRIAN J. SKERRY, NAT GEO

Um tubarão-baleia se afastou mais de 40 quilômetros do oceano e nadou por um rio em Queensland, na Austrália no que os especialistas dizem ser o primeiro caso no mundo.

O animal de seis metros de comprimento nadou ao longo do rio Hey, ao sul de Weipa, na semana passada.

O pesquisador do CSIRO, Richard Pillans, disse que esses animais são oceânicos e encontrados em águas marítimas.

Pillans disse que o aparecimento do tubarão em um sistema fluvial pode ser o primeiro de seu tipo já registrado na história.

“Eu não conseguia acreditar”, disse o pesquisador ao Courier Mail.

“É certamente a primeira vez, que eu saiba, que um tubarão-baleia foi encontrado tão distante do oceano, em qualquer lugar do mundo.”

Os tubarões-baleia são a maior raça de peixes que são comumente encontrados em águas quentes e são conhecidos por se encontrarem na Grande Barreira de Corais e Ningaloo, na Austrália Ocidental.

Eles podem crescer até 10 metros de comprimento e se alimentar de crustáceos menores.

Pillans sugeriu que o animal aquático pode estar perdido ou doente, mas que não parecia estar preso.

Foto: Sportfisher Hire Boats Weipa/Facebook
Foto: Sportfisher Hire Boats Weipa/Facebook

Os habitantes locais viram o tubarão-baleia pela primeira vez cerca de uma semana atrás, mas inicialmente pensaram que era um grande peixe-serra (espécies de peixes que chegam a medir 7 metros de comprimento e são encontradas em áreas tropicais e subtropicais).

Embora a cauda grande e a cabeça larga do animal fossem uma oferta inoperante para o operador da Sportfisher Hire Boats Weipa, Josh Lyon.

Ele disse ainda que o animal parecia saudável e feliz, apesar de estar “estranhamente” no sistema fluvial.

Foto: Sportfisher Hire Boats Weipa/Facebook
Foto: Sportfisher Hire Boats Weipa/Facebook

“Eu moro em Weipa há 17 anos e nunca vi um tubarão-baleia em um rio antes”, disse ele.

Lyon apontou que o tubarão-baleia estava nadando em águas infestadas de crocodilos, mas disse que essa era a menor das preocupações do animal.

Devido ao seu grande tamanho, o tubarão-baleia é vulnerável a poucos predadores no oceano.

A maior ameaça pode vir de orcas ou grandes tubarões brancos.

Foto: Sportfisher Hire Boats Weipa/Facebook
Foto: Sportfisher Hire Boats Weipa/Facebook

Tubarão-baleia

Embora o tubarão-baleia seja o maior peixe do mundo, ainda não se sabe muito sobre ele. Pesquisas apontam que o comprimento de um tubarão-baleia está diretamente relacionado à sua idade, pesquisadores estão usando essas medidas para aprender mais sobre a vida útil desses animais – acredita-se que a maioria vive mais de 50 a 60 anos, segundo informações do National Geographic.

Embora os tubarões-baleia sejam uma espécie protegida, eles ainda enfrentam muitas ameaças ambientais. De acordo com o Conservation Internacional seus padrões de migração geralmente se sobrepõem às linhas de navegação e às principais rotas de pescarias, resultando em mortes acidentalmente ou diretamente causadas por pescadores.

As pesquisas sobre a espécie rastrearam seus movimentos e mostram como eles interagem com esses navios de pesca em massa, o que os cientistas acreditam ser útil para orientar estratégias de conservação, incluindo onde montar áreas marinhas protegidas.

Embora imensos, os tubarões-baleia são peixes dóceis e às vezes permitem que os nadadores peguem carona neles. Eles estão atualmente listados como uma espécie vulnerável; no entanto, eles continuam sendo caçados em partes da Ásia, como as Filipinas.

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Maior restaurante vegano do mundo abre em Dubai

Foto: Livenkindly/Reprodução
Foto: Livenkindly/Reprodução

Se você quiser jantar no “maior restaurante vegano” do mundo, precisará ir para a cidade que adora bater recordes mundiais: Dubai.

A maior cidade dos Emirados Árabes Unidos, que já abriga o prédio mais alto do mundo (o Burj Khalifa) e o maior shopping center do mundo (The Dubai Mall, por área total), dará as boas-vindas ao novo restaurante vegano chamado Veganity, em 16 de agosto.

A empresa Veganity ganhou fama em Dubai em 2017. Foi quando seu fundador, o chef Sky Sommers, começou a suprir a crescente demanda por alimentos veganos no Oriente Médio com o lançamento de um serviço de entrega de refeições. A companhia diz que planeja manter o serviço de refeições e o restaurante expandirá suas ofertas.

“Dando um passo à frente, o proprietário e chefe de cozinha Sky Sommers queria criar algo que nunca foi feito antes, abrindo o restaurante Veganity no coração de Dubai, na rua principal de City Walk, oferecendo um refúgio para veganos e não veganos que poderão desfrutar de uma comida gourmet saudável, mas com alma, que seja tão original quanto agradável”, disse um porta-voz do restaurante ao National.

Segundo a empresa, a Veganity deverá expandir-se para Abu Dhabi a seguir, com outras cidades na rota de expansão.

O restaurante possui mais de 200 pratos internacionais. O menu inclui gnocchi, almôndegas e massas veganas, frango frito vegano e diversas sobremesas veganas.

Demanda vegana no Oriente Médio

A poucas horas de distância de Dubai, a Arábia Saudita também está sentindo um rápido aumento do interesse pela alimentação vegana.

“Preocupações com a saúde, os direitos animais e o meio ambiente estão sendo fatores-chave para motivar os sauditas a mudar suas alimentações e parar de usar produtos de origem animal”, relata Arab News.

“Com um número crescente de lojas e restaurantes no Reino oferecendo agora uma gama mais ampla de produtos vegetarianos e veganos, a mudança da carne está se tornando ainda mais palatável para muitos jovens sauditas.”

Foto: Livenkindly/Reprodução
Foto: Livenkindly/Reprodução

Israel tem sido considerada uma “capital vegana” do mundo, com uma população vegana forte e imensa, incluindo uma base crescente de militares do país aderindo ao estilo de vida vegano. O McDonald’s recentemente adicionou um hambúrguer vegano aos seus restaurantes israelenses. Uma organização sem fins lucrativos Vegan Friendly teve sucesso na transição das padarias israelenses para ovos e produtos lácteos veganos acompanhando a demanda crescente.

“No momento, estamos nos concentrando nas padarias. Quando chegamos a um ponto em que 60% a 70% dos doces em Israel sejam veganos, passamos para os outros produtos”, disse o fundador da Vegan Friendly, Omri Paz, em uma entrevista recente.

Quanto a Dubai, os produtos de origem animal ainda estão em alta demanda, mas a comida vegana continua a ser consumida por novos consumidores diariamente.

“As pessoas acham que comemos como coelhos, mas a alimentação vegana é realmente mais saudável”, disse ele. “Minha esperança é que o movimento vegano se torne um movimento de massa”.

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Estudo revela que os gatos estão mais gordos agora que no passado

Foto: Getty Images/Stockphoto
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A popularidade de gatos “gorduchos e fofinhos” nas mídias sociais apontam para um fenômeno confirmado por um novo estudo que comprova que os companheiros felinos de tantos humanos, estão de fato, mais gordos agora do que no passado.

No que foi considerado como o primeiro estudo em grande escala sobre a mudança de peso dos gatos ao longo do tempo, os pesquisadores descobriram que o peso médio dos gatos castrados, esterilizados e adultos nos últimos anos permaneceu mais alto do que há 20 anos.

Os gatos continuam a acumular os quilos a mais na idade adulta, revelam as descobertas da equipe, com os números subindo em média até os oito anos de idade.

“Como seres humanos, sabemos que precisamos nos esforçar para manter um peso saudável, mas para os gatos, não há uma definição clara do que é isso”, diz a professora Theresa Bernardo, da Universidade de Guelph.

“Nós simplesmente não tínhamos os dados. Estabelecer o padrão de pesos de gatos ao longo de suas vidas nos fornece importantes pistas sobre sua saúde”.

Foto: Getty Images/Stockphoto
Foto: Getty Images/Stockphoto

No novo estudo publicado no Journal of American Veterinary Medical Association, pesquisadores da University Veterinary College de Ontário analisaram 54 milhões de medições de peso de um total de 19 milhões de gatos.

Isso revelou diferenças que variam conforme o sexo, raça e status de esterilização.

Os gatos machos, por exemplo, tendem a pesar mais do que os gatos fêmeas, e os gatos castrados e esterilizados são geralmente mais pesados do que os seus homólogos inalterados.

Para a maioria dos gatos domésticos, os pesquisadores descobriram picos de peso em cerca de oito anos. Este ponto se alinha com o início da meia-idade, a equipe observa, significando que certos riscos para a saúde devem ser considerados.

“Nós temos preocupações com a obesidade na meia-idade, porque sabemos que isso pode levar a doenças em gatos, como diabetes, doenças cardíacas, osteoartrite e câncer”, disse o principal autor do estudo, Adam Campigotto.

Foto: Getty Images/Stockphoto
Foto: Getty Images/Stockphoto

“Agora que temos esses dados, podemos ver que os pesos dos gatos tendem a seguir uma curva. Ainda não sabemos a trajetória de peso ideal, mas é pelo menos um ponto de partida para começarmos mais estudos”.

Segundo os pesquisadores, o peso médio dos gatos de oito anos parece ter aumentado entre 1995 e 2005, e estabilizou nos dez anos subsequentes.

Existem alguns desafios relacionados aos dados, no entanto.

Mais da metade dos gatos do grupo de estudo (52%) tinha apenas uma medição de peso corporal no arquivo, sugerindo que os tutores não estão trazendo seus animais omésticos para check-ups regulares ou trocaram de veterinário.

Mas a equipe observa também, que as flutuações no peso de um gato podem ser um importante indicador de um problema de saúde subjacente.

“Os gatos tendem a ser ignorados porque escondem seus problemas de saúde e não vêem um veterinário com tanta frequência quanto os cães”, disse Bernardo.

“Então, um dos nossos objetivos é entender isso para que possamos ver se há intervenções que possam proporcionar mais anos de vida saudável aos gatos”.

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Porquinha resgatada ganha seu primeiro cobertor e não se separa mais dele

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary
Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

Anna, uma porquinha de 11 anos – havia sido comprada como animal doméstico por uma família quando era bebê e depois deixada para trás quando a mesma família se mudou – ela foi encontrada em uma propriedade abandonada em Ontário, Canadá, em um estado lastimável.

“As pessoas com quem ela vivia colocaram a casa em um leilão online”, disse Carla Reilly Moore, fundadora do Santuário de Fazendas Happy Tails em Kingston, Ontário, ao The Dodo. “Eles não levaram Anna e não disseram a ninguém que havia um animal na propriedade. Quando o novo dono foi para a propriedade, mais de duas semanas já haviam se passado”.

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary
Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

Por mais de duas semanas, a porquinha já negligenciada ficou sem comida ou água até que funcionários de uma empresa de sucata, enviada para limpar a propriedade, encontraram Anna encolhida e assustada em um galpão abandonado.

“Eles entraram em contato com o ONG de resgate OSPCA, mas eles não vieram por mais de três dias”, disse Moore. “Enquanto isso, o funcionário da empresa de sucata e sua namorada deram comida e água a Anna. A OSPCA disse que, se eles não tivessem feito isso, Anna teria morrido na primeira noite, de tão próxima da morte que a porquinha estava”.

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary
Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

Quando Anna chegou ao santuário, ela ainda estava com medo e com dor. Os cascos das patas da porquinha estavam tão crescidos que ela não conseguia ficar de pé sem gritar. Era difícil imaginar que ela alguma vez deixaria alguém se aproximar dela novamente.

Mas Anna surpreendeu a todos. Desde que foi acolhida pelo santuário recebeu amor e conforto, Anna melhorou, física e emocionalmente.

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary
Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

“Acontece que Anna adora ser mimada”, disse Moore. “Eu sento com ela pelo menos duas vezes por dia e falo com ela e canto para ela. Ela realmente gosta da música ‘You Are My Sunshine!'”

A porquinha também está inspirando os outros. “Anna tocou a vida de tantas pessoas, e uma dessas pessoas é Jeni”, disse Moore. Jeni vinha acompanhando o progresso de Anna e estava tão inspirada pela resistência da porca que decidiu fazer algo especial e exclusivo para ela.

“Ela tricotou um cobertor feito à mão. Enrolou-o e colocou uma bela nota dizendo que era do Papai Noel”, disse Moore. “Anna adorou o presente! Ela adora se aconchegar sob seu cobertor em seu cantinho, sob seu novíssimo aquecedor radiante, e que cantem e acariciem ela”.

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary
Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

Anna também está se abrindo para outros porcos no santuário. “Ontem à noite, quando fui ver as duas outras porquinhas mais velhas, elas estavam em sua barraca com ela”, disse Moore. “Ela está começando a fazer amigos e já fica mais confortável saindo para a área principal do celeiro.”

Mas há algo um pouco agridoce sobre todo esse progresso positivo. “Ver ela gostar do amor que está recebendo é uma faca de dois gumes. É difícil imaginar o que ela deve ter sentido ao ser negligenciada por 11 anos sem amor”, acrescentou Moore.

Foto: Happy Tails Farm Sanctuary
Foto: Happy Tails Farm Sanctuary

Ainda assim, Anna parece feliz em olhar para frente, em vez de para trás.

“Agora ela grunhe alegremente quando me viu”, disse Moore. “Depois da refeição ela se acostumou a se aconchegar ao meu lado enquanto eu a esfrego e coço atrás das orelhas dela e canto para ela. Ela é um verdadeiro testemunho de resiliência, e todo dia me mostra que não importa o quão difícil as coisas possam ser, tudo pode ser superado com um pouco de tempo e amor”.

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Canadá anuncia proibição de plásticos de uso único a partir de 2021

Foto: Greenpeace
Foto: Greenpeace

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, anunciou que o país vai proibir os plásticos de uso único “nocivos ao meio ambiente” até 2021 para enfrentar o “desafio global” da poluição por plásticos, segundo a BBC.

O governo não revelou quais itens de plástico serão proibidos, no entanto, foi relatado que o país – que é o segundo maior do mundo, cobrindo 9,98 milhões de quilômetros quadrados – redigiu sua legislação baseando-se em proibições semelhantes no mundo todo, muitas dos quais proíbem canudos de plástico, sacolas, sacos de lixo e talheres (utensílios descartáveis).

As Nações Unidas revelaram em maio que 180 países se comprometeram a ajudar a reduzir a quantidade de plástico no oceano para o bem do ecossistema e dos animais marinhos.

Segundo o Centro para a Diversidade Biológica, bilhões de quilos de plástico estão agora no mar, cobrindo cerca de 40% das superfícies oceânicas do mundo. Milhares de animais – incluindo tartarugas marinhas, focas, baleias, golfinhos, aves marinhas e peixes – são mortos todos os anos depois de acidentalmente consumirem plástico ou se enredarem (enroscarem) nele.

A proibição do plástico no Canadá também delineará metas para empresas que produzem ou vendem plásticos para torná-los mais sustentáveis. Menos de 10% do plástico no país é atualmente reciclado e o Canadá descarta cerca de 3 milhões de toneladas de resíduos plásticos a cada ano.

Trudeau disse em um comunicado: “Como pais, estamos em um momento em que levamos nossos filhos para a praia e temos que procurar um pedaço de areia que não esteja cheio de canudos, isopor ou garrafas plásticas”.

“Isso é um problema, sobre o qual temos que fazer alguma coisa”, acrescentou o primeiro-ministro.

Alguns municípios e províncias do Canadá já proibiram alguns plásticos de uso único, como sacolas plásticas. Trudeau concordou com as proibições, mas afirmou que “uma solução real precisa ser nacional”.

O anúncio foi feito alguns meses antes das eleições gerais, que acontecerão no outono. Espera-se que questões ambientais como poluição e mudança climática dominem a campanha.

Esforços éticos do Canadá

No início deste mês, um projeto de lei que proíbe que aquários e parques temáticos mantenham baleias, golfinhos e botos em cativeiro passou pela Câmara dos Comuns (Câmara dos Deputados) do Canadá. A legislação foi inspirada pelo interesse público no bem-estar animal.

“Os canadenses têm sido claros, eles querem que a prática cruel de manter baleias e golfinhos em cativeiro termine. Com a aprovação do Bill S-203, garantimos que isso acontecerá ”, disse Elizabeth May, líder do Partido Verde e Saanich – em um comunicado.

Em maio, o país proibiu a importação e exportação de barbatanas de tubarão devido a preocupações com a crueldade contra os animais.

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Primeiro ministro nomeia ativista vegana como conselheira de direitos animais em Israel

Foto: Supplied
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A prolífica ativista vegana, Tal Gilboa, foi oficialmente nomeada pelo primeiro-ministro israelense como conselheiro para assessorá-lo em questões de direitos animais.

Tal, que é mais conhecida por ter vencido o reality show Big Brother Israel, é o co-fundadora da Total Liberation Israel e Glass Walls. Ela documentou o que acontece em 95% das fazendas leiteiras de Israel.

A ativista diz que quer usar seu novo papel para conscientizar a população e as autoridades sobre o sofrimento dos animais.

Assessora para direitos animais

“Eu pedi a Tal Gilboa para ser minha conselheiro em questões de direitos animais”, disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em um comunicado enviado ao Plant Based News. “Este é um assunto que gradualmente se tornou mais e mais caro ao meu coração”.

“Fui influenciado pela minha família, pelos livros que li, pela própria Tal e devo acrescentar, pelo minha cachorra Kaya. Minha conexão com Kaya, vendo como ela entende as coisas, testemunhando seus sentimentos e movimentos, tudo isso teve um efeito profundo em mim”, diz o primeiro ministro israelense.

“Por isso, começamos a implementar mudanças nas políticas do governo meio de vários caminhos, sentidos e medidas nos últimos anos e continuaremos a fazer isso com maior intensidade no próximo governo“.

Sensibilização

“Eu gostaria de aumentar a conscientização para o sofrimento dos animais”, acrescentou Gilboa. “Animais que estão em fazendas, animais que estão em abrigos e muitos mais”.

Quando perguntada se ela gostaria de ver Israel como o primeiro país vegano, ela disse: “Absolutamente, mas isso depende da vontade das pessoas. A coisa mais importante para a qual eu trabalharia seria tomar a jurisdição em questões relativas à crueldade contra os animais das mãos do Ministério da Agricultura”.

“É um absurdo que o mesmo ministério, que trabalha de perto com produtores de leite e avicultura, também supervisione questões de crueldade contra os animais. Isso deve mudar urgentemente”.

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Nova Jersey está perto de aprovar lei que proíbe animais selvagens em circos

Uma lei que proíbe o uso de animais selvagens em circos está prestes a ser aprovada no estado de Nova Jersey. Se for concretizada, o estado será o primeiro dos Estados Unidos a colocar um fim nessa prática exploratória.

No dia 29 de outubro de 2018, a “Lei de Nosey” foi aprovada pela Assembléia com um voto de 71 a 3 e pelo Senado no mesmo dia com uma votação de 36 a 0. Agora, faltaria apenas o governador Phil Murphy aprová-la para entrar em vigor – e ele já manifestou apoio à lei.

A Lei de Nosey foi batizada em homenagem a um elefante que foi mantido em cativeiro e usado em shows itinerantes por mais de 30 anos. Nosey foi confiscado e transferido para um santuário no ano passado, e seu ex-treinador agora enfrenta acusações de crueldade.

Embora os elefantes sejam frequentemente retratados na luta pela libertação de animais selvagens de exploração em circos, a lei protegeria não apenas esta espécie, mas também camelos, felinos, primatas, focas e muitos outros animais comumente usados ​​para entretenimento humano.

O projeto foi defendido pela Animal Defenders International (ADI), que trabalhou com os defensores e patrocinadores locais, como a senadora Nilsa Cruz-Pérez e o parlamentar Raj Mukherji para avançar na legislação.

Elefantes, camelos, felinos, primatas, focas e muitos outros animais podem não ser mais utilizados em circos no estado de Nova Jersey (Foto: Pixabay)

Animais usados ​​em circos são forçados a viver em condições completamente inadequadas e sofrem profundamente devido ao confinamento e ao ritmo de vida artificial em que são forçados. Sua saúde, tanto física como mental, é comprometida por viver em pequenos recintos, longas jornadas de um lugar para outro, uma quantidade excessiva de tempo gasto em transportadores e muito mais.

Além disso, os métodos de treinamento usados ​​nos animais geralmente são nada menos que brutais e abusivos, o que foi revelado, por exemplo, pelas investigações de circo da ADI.

“Os elefantes, tigres, macacos e outros animais selvagens usados ​​em performances são privados de quase tudo o que é importante para eles”, explicou Cathy Liss, presidente do The Animal Welfare Institute.

“Eles estão confinados em pequenas gaiolas, e lhes é negada a oportunidade de satisfazer suas necessidades físicas e sociais e submetidas a intermináveis ​​horas de trânsito. Ao contrário dos artistas humanos, os animais exóticos não escolhem se juntar ao circo e não devem ser forçados a suportar essas condições abusivas”, ela completa.

O uso de elefantes em shows itinerantes já foi proibido em Nova York e Illinois, enquanto Rhode Island e Califórnia proibiram o uso de garras para controlar elefantes. Mas a Lei de Nosey é a primeira a proibir o uso de muitas espécies diferentes de animais selvagens em atos de circo.

Atualmente, mais de 135 municípios aprovaram legislação para enfrentar a crueldade que os animais de circo têm de suportar ou proibir atos de animais. Esses números e as recentes leis do caso mostram que a maré está definitivamente se voltando contra o uso de animais em circos, à medida que mais e mais pessoas estão conscientes do sofrimento envolvido nas performances e na vida cotidiana desses preciosos animais.

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Califórnia é o primeiro estado dos EUA a proibir testes em animais para cosméticos

A Califórnia decidiu banir testes em animais para cosméticos. O estado é o primeiro dos Estados Unidos a tomar a medida, que entrará em vigor a partir de 1º de janeiro de 2020.

Chamada de Lei de Cosméticos Sem Crueldade da Califórnia (SB 1249), ela estabeleceu que é ilegal um fabricante importar ou vender qualquer produto cosmético se eles, ou os produtos usados ​​para produzi-los, forem testados em animais.

Animal Defenders International (ADI) comemorou a vitória histórica, com o presidente da organização, Jan Creamer, afirmando: “A ADI está entusiasmada em ver a Califórnia assumir a liderança e proibir a importação e venda de cosméticos testados em animais”.

“Outros estados dos EUA precisam agora seguir o exemplo e fazer desses testes desatualizados e desnecessários uma coisa do passado. Com alternativas avançadas disponíveis, não há desculpa para que experimentos animais dolorosos continuem”.

O teste em animais é ineficiente, já que os corpos de outros animais são muito diferentes dos humanos. Existem métodos alternativos de teste e as empresas de cosméticos precisam se ajustar aos tempos se quiserem vender e lucrar na Califórnia.

Lei que proíbe produtos de cosméticos testados em animais na Califórnia será colocada em 2020 (Foto: Pixabay)

A senadora Cathleen Galgiani, patrocinadora do projeto de lei, observou: “A Califórnia é há muito tempo líder na promoção de alternativas modernas para testes em animais”.

“A inação no nível federal obriga a Califórnia a liderar o caminho para garantir um mercado de cosméticos livre de crueldade para seus cidadãos, impedindo que novos ingredientes ou cosméticos sejam testados em animais”.

A ADI observa que quase 40 países baniram o uso de testes em animais para cosméticos, começando com o Reino Unido em 1998, mas os Estados Unidos não são um deles.

No entanto, uma pesquisa da Nielsen de 2015 revelou que os americanos estão conscientes e são contra testes em animais, com 43 por cento dizendo que eles estão dispostos a gastar mais em produtos livres de crueldade.

Em maio deste ano, o Parlamento Europeu adotou uma resolução pedindo a proibição mundial de testes em animais para cosméticos até 2023.

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Notícias

Pequim realiza primeiro festival vegano e aguarda 10 mil participantes

Pequim terá seu primeiro evento vegano neste final de semana. O Festival Pop Plant-Based de Pequim tem uma estimativa de 10 mil participantes, e reflete o crescimento do veganismo na China.

O evento contará com um grande mercado de vegetais, festival de ginástica ao ar livre, música ao vivo e festa noturna. Além disso, ele conta com 100 fornecedores e 100 parceiros de mídia, que promoverão o estilo de vida vegano para os jovens.

“Este é o primeiro festival do gênero na China, e esperamos que ele encoraje os jovens a explorar o estilo de vida baseado em vegetais”, disse Kelly Chen, uma das organizadoras, ao Plant Based News.

O festival será dividido em três segmentos principais, como o Pop Market (mercado de alimentos), FitFest (fitness expo) e Rock Moon Night (festa noturna).

Beijing terá primeiro festival de veganismo (Foto: Pixabay)

O Pop Market consistirá de marcas internacionais de alimentos e bebidas que produzem alimentos no local. A seção de produtos de marca contará com marcas saudáveis, orgânicas e verdes nas categorias de esportes, vestuário, cultura, arte, beleza e muito mais.

O FitFest é o primeiro evento esportivo ao ar livre ‘Everyone Sweat’ em Pequim, com vários exercícios e aulas ministradas por importantes treinadores de ginástica de Pequim e Xangai. Ioga, Zumba, ginástica aeróbica, TRX e CrossFit são algumas das modalidades.

Os participantes podem experimentar diferentes exercícios ao longo do dia, enquanto exploram opções de alimentação saudável e roupas da moda. As marcas de esqui seco Summer Air e No Baday se juntarão para a performance principal.

O Rock Moon Night é inspirado nos famosos eventos ‘Vegan Nights’ de Londres. Os participantes poderão desfrutar de uma festa em um local badalado com DJs ao vivo, comida saborosa baseada em vegetais, cerveja artesanal, vinho orgânico e deliciosos coquetéis.

O evento contará com um grande mercado de vegetais, festival de ginástica ao ar livre, música ao vivo e festa noturna (Foto: Plant Based News)

“A China é um mercado enorme para produtos baseados em vegetais, e este festival é uma maneira de demonstrar isso”, acrescentou o organizador Jack Kleinman.

Organizado pela Dao Foods, RootPop, Veg Radar, Veganos de Pequim e outros, já se espera lançar festivais semelhantes em todo o país, começando por Shenzhen no final do ano.

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