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Cientistas fizeram alerta sobre agravamento de incêndios na Austrália há 13 anos

Em 2007, cientistas publicaram um documento que afirmava que ondas de calor e incêndios aumentariam em intensidade e frequência


Cientistas previram o agravamento de incêndios florestais na Austrália há 13 anos. O alerta foi feito em 2007, quando foi divulgado o quarto relatório de avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC).

“Existe virtualmente certeza de que ondas de calor e incêndios vão aumentar em intensidade e frequência”, afirmava o capítulo sobre a Oceania do relatório de avaliação publicado pelo painel em 2007. O climatologista da Universidade de Potsdam, na Alemanha, Stefan Rahmstorf, relembrou o trecho em publicação feita no Twitter na segunda-feira (6).

Foto: Saeed Khan / AFP

“O que o mundo pode aprender com a crise dos incêndios florestais na Austrália: mais tarde você paga caro por entregar a mídia e o governo aos negacionistas da ciência”, afirmou o alemão, que é um dos cientistas mais influentes na área em todo o mundo.

Diante do cenário alarmante registrado na Austrália, o primeiro ministro do país, Scott Morrison, começou a mudar seu discurso. Se no passado ele era hostil a políticas de redução do CO2, atualmente Morrison afirmou que a Austrália pretende cumprir seu compromisso de cortar voluntariamente as emissões de CO2. As informações são do jornal O Globo.

“Eu sempre reconheci a conexão entre esses eventos climáticos extremos e os eventos de fogo mais amplos como o impacto global da mudança climática”, afirmou o premiê em dezembro, durante entrevista coletiva. “Mas tenho certeza que as pessoas igualmente não reconheceriam uma conexão direta com nenhuma ocorrência individual de incêndio”, completou.

Apesar da mudança de discurso, Morrison apoiou a indústria australiana de carvão mesmo após a crise dos incêndios se iniciar e defendeu reduções de emissões que “não sigam em direções extremas” e não interfiram na economia do país.

Os cientistas, por sua vez, chegaram a prever a data em que os incêndios se agravariam. O alerta foi feito em um documento encomendado pelo governo australiano em 2008 – o Garnaut Climate Change Review.

“Projeções meteorológicas recentes sobre incêndios sugerem que a estação do fogo vai se iniciar antes, terminar um pouco depois e geralmente será mais intensa”, dizia o documento. “Esse efeito crescerá com o tempo, mas deve ser diretamente observável por volta de 2020”, concluía.

O documento se baseia em dados de um relatório de consultoria liderado pelo cientista Christopher Lucas, do Centro Australiano para Pesquisa de Clima e Tempo, para o estado de Vitória, emitido também em 2007.

O assunto também foi comentado pelo cientista Michael E. Mann, da Universidade do Estado da Pensilvânia (EUA), autor de um estudo que prova como o aquecimento global é um evento sem precedentes nas últimas centenas de milhares de anos.

Mann escreveu um artigo para o jornal The Guardian, no qual relata o que observou quando subiu nas Montanhas Azuis, na Austrália, e explica de que forma a crise atual é consequência do aquecimento global.

“Pegue temperaturas recordes e combine-as com uma seca sem precedentes em regiões que já são secas, e você obtém incêndios florestais nunca vistos, como aqueles que cercam as Montanhas Azuis e se espalham pelo continente”, disse Mann. “Não é complicado”, acrescentou.

Austrália antes e depois dos incêndios

Imagens de satélite divulgadas nesta terça-feira (7) pela Nasa mostram a Ilha Kangaroo, terceira maior ilha da Austrália, antes e depois dos incêndios. Um terço do território da região foi devastado pelo fogo.

A primeira imagem foi feita em 16 de dezembro de 2019 e a segunda em 07 de janeiro de 2020. A devastação causada na ilha foi classificada pela Nasa como “cicatrizes de queimadas e áreas que ainda estão pegando fogo”, representadas pelas manchas em vermelho claro e escuro.

Aproximadamente um terço da ilha é composto por reservas ambientais, onde vivem animais silvestres, alguns deles ameaçados de extinção. Segundo informações do G1, no local vive também uma colônia de abelhas da Ligúria, que é a única população de raça pura do mundo e sem doenças deste tipo de abelha.


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Autoridades temem que óleo possa chegar ao RJ nos próximos dias

Diante deste cenário, um grupo de trabalho foi criado pelo governo do estado para monitorar a costa fluminense


As autoridades temem que o óleo que atingiu o Nordeste e sete praias do Espírito Santo chegue ao Rio de Janeiro nos próximos dias.

(Diego Nigro/Reuters)

O coordenador do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélite (Lapis) da Universidade Federal de Alagoas, Humberto Barbosa, explicou que a direção e a intensidade das correntes marítimas e ventos na superfície do mar serão determinantes para levar o óleo até o Rio de Janeiro. As informações são do jornal Estadão.

Um grupo de trabalho foi criado pelo governo do Estado para monitorar a costa fluminense e obter uma resposta rápida caso o óleo chegue à região. Coordenado pela secretária estadual do Ambiente e Sustentabilidade, Ana Lúcia Santoro, o grupo é composto por técnicos da secretaria e do Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

“Na última semana, o Inea realizou a capacitação de 80 pessoas, entre técnicos da Defesa Civil estadual, do Corpo de Bombeiros e do próprio órgão ambiental, além de militares do Exército para atuação em caso de surgimento de óleo na costa”, informou o Inea em nota. “O treinamento incluiu atividade prática na praia, onde o grupo simulou atendimento de emergência”, completou.

A capacitação dos 25 municípios costeiros do estado começou a ser feita pelo Inea na segunda-feira (11). O foco inicial será nos municípios do noroeste fluminense e na região dos lagos. Na próxima semana, serão atendidas as cidades do sul fluminense e da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.


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Setor de carne vegana na Austrália crescerá nos próximos anos

Uma previsão indica que o setor de carne vegana na Austrália aumentará muito nos próximos anos, de acordo com a Food Frontier (Fronteira Alimentar). Uma pesquisa indica que os produtos vegetais gerarão 150 milhões de dólares (mais de 560 milhões de reais) com os gastos anuais do consumidor até 2030 e criará até 6 mil empregos.

A bandeira da Austrália e uma pessoa na frente segurando uma cesta de produtos vegetais
Foto: Positiffy

Atualmente, o setor australiano de carne vegana gera 30 milhões de dólares (mais de 110 milhões de reais) para a economia e suporta 265 empregos. O crescimento projetado indica um valor entre 398 milhões de dólares (mais de 420 milhões de reais) e quase 3 bilhões de dólares (mais de 11 bilhões de reais) anuais em valor econômico.

“Estamos com uma oportunidade de bilhões de dólares para a Austrália se tornar uma potência global em proteínas vegetais”, declarou o diretor da Food Frontier, Thomas King, à Vegconomist.

Segundo ele, a Austrália precisa agir para reivindicar sua posição no setor mundial de carne vegana, para que não corra o risco de ser ultrapassada por seus concorrentes. “O apoio do governo e investimento de empresas são urgentemente necessários para impulsionar o crescimento do emprego em todo o país e os benefícios econômicos projetados”, concluiu.


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Mercado de carne vegana crescerá na próxima década

Por Rafaela Damasceno

O UBS Group AG, um banco de investimento multinacional e empresa de serviços financeiros, previu que o mercado de proteína de origem vegetal valerá 85 bilhões de dólares (mais de 318 bilhões de reais) em 2030.

Uma cesta de compras de mercado com carne vegana
Foto: Beyond Meat

O novo relatório, de 67 páginas, é quase o dobro da previsão feita por analistas em maio, que disse que o mercado valeria 41 bilhões de dólares na próxima década. Atualmente, o valor estipulado para o setor é de 4,6 bilhões de dólares.

“A carne fabricada foi quase uma piada há 20 anos”, afirma Wayne Gordon, estrategista da UBS Global Wealth Management. “Não é motivo de riso hoje, considerando a ascensão enorme da indústria nesses últimos anos.

Opções de carne vegana estão sendo incluídas nos restaurantes e mercados de todo o mundo. Até mesmo as redes de fast-food não querem perder espaço: o Burger King da Suécia lançou recentemente uma linha de hambúrgueres veganos.

A popularidade do alimento se deve a várias razões. As pessoas estão se tornando conscientes do impacto ético e ambiental do consumo de produtos de origem animal, além de estarem se preocupando mais com a saúde.

No ano passado, a Nações Unidas (ONU) revelou que a liberação de gases de efeito estufa da agricultura animal rivaliza com a de todos os carros, ônibus, aviões e foguetes juntos. Segundo ela, combater o consumo da carne se tornou o problema mais urgente do mundo.

Segundo a Bloomberg, a capacidade de criar alimentos que imitam carnes, ovos e produtos lácteos (liberando menos gás carbônico e sem a necessidade de matar animais) se tornará mais financeiramente viável na próxima década.


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Cão ajuda pais a prever convulsões de garotinha que sofre de epilepsia

Charlie é muito mais do que o animal doméstico da família Lynch, que vive em Clare, na Irlanda. O cão gigante, da raça dogue alemão, ajuda os pais de Brianna Lynch, de apenas 3 anos, a prever as crises de epilepsia da menina.

O animal, que está com dois anos de idade, passa 24 horas do dia ao lado da garota. Muito sensível, ele percebe que a criança terá uma convulsão com cerca de 20 minutos de antecedência.

A previsão, que jamais falhou, faz com que Charlie fique com o comportamento estranho e encoste Brianna contra a parede do cômodo onde estiver a dupla. A atitude do cachorro é um sinal para os pais, para que mediquem a menina antes que ela manifeste os sintomas da convulsão.

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Arabella Scanlan, mãe de Brianna, disse em entrevista ao jornal local Independent que a sensibilidade do cachorro salva sua filha diariamente. “Antes de Charlie tentamos o tratamento indicado por oito médicos diferentes e nada deu certo”, afirmou a irlandesa.

De acordo com Arabella, a criança deverá passar por uma cirurgia no cérebro em breve.

Fonte: Globo Rural

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Animais preveem tremores por mudanças na água, dizem cientistas

Cientistas dizem que animais podem ser capazes de perceber mudanças químicas que ocorrem na água quando um terremoto está prestes a ocorrer. Este fenômeno poderia explicar os estranhos comportamentos apresentados por animais em períodos que antecedem um tremor de terra.

A equipe de cientistas, integrada por pesquisadores da Nasa, nos Estados Unidos, e da Open University da Grã-Bretanha, começou a investigar os efeitos químicos dos terremotos após observar uma colônia de sapos que abandonou a lagoa em que vivia na cidade de L’Aquila, na Itália, dias antes de um terremoto, em abril de 2009. Os especialistas sugerem que as mudanças no comportamento dos animais passem a ser observadas e integradas aos mecanismos de previsão de terremotos.

As conclusões dos cientistas foram publicadas na revista científica International Journal of Environmental Research and Public Health. O artigo descreve um processo pelo qual rochas sob estresse na crosta terrestre liberam partículas carregadas eletricamente que reagem com a água no solo.

Animais que vivem na água ou perto dela são altamente sensíveis a mudanças na sua composição química, então é possível que eles sejam capazes de sentir essas alterações dias antes de as rochas finalmente se moverem, provocando o terremoto. A equipe, liderada por Friedemann Freund, da Nasa, e Rachel Grant, da Open University, espera que sua hipótese inspire biólogos e geólogos a trabalhar juntos para descobrir exatamente como os animais poderiam nos ajudar a reconhecer alguns dos sinais sutis de um terremoto iminente.

Comportamento estranho

Os sapos de L’Aquila não são o primeiro exemplo de comportamento animal estranho antes de um grande abalo sísmico. Ao longo da história, houve muitos relatos de répteis, anfíbios e peixes se comportando de maneira pouco usual nesses períodos.

Em julho de 2009, horas após um grande terremoto na cidade de San Diego, na Califórnia, Estados Unidos, residentes encontraram dezenas de lulas Humboldt nas praias da região. Essas lulas são normalmente encontradas no fundo do mar, a profundidades de entre 200 a 600 metros.

Em 1975, em Haicheng, na China, muitos moradores relataram ter visto cobras saindo de suas tocas um mês antes de a cidade ser sacudida por um grande tremor. O comportamento das cobras era particularmente estranho por ter ocorrido no inverno, período em que elas deveriam estar hibernando. Em temperaturas próximas de 0ºC, sair da toca era praticamente suicídio para répteis, que dependem de fontes externas de calor para aquecer seus corpos.

Cada um dos exemplos de comportamento animal anômalo citados é único. Terremotos de grandes magnitudes são tão raros que fica quase impossível estudar detalhadamente os eventos associados a eles. E é nesse aspecto que o caso dos sapos de L’Aquila se diferencia.

Êxodo de sapos

A bióloga britânica Grant estava monitorando a colônia de sapos como parte de um projeto de PhD. “Foi muito dramático”, ela lembrou. “(O número de sapos) foi de 96 sapos para quase zero em três dias”.

As observações de Grant foram publicadas na revista científica Journal of Zoology. “Depois disso, fui contatada pela Nasa”, ela disse à BBC. Cientistas da agência espacial americana vinham estudando as mudanças químicas que ocorrem quando as rochas estão sob extremo estresse. Eles se perguntaram se essas alterações estariam associadas ao êxodo em massa dos sapos.

Agora, exames laboratoriais feitos pela equipe revelaram que a crosta da Terra pode afetar diretamente a composição química da água dentro do lago onde os sapos viviam e se reproduziam naquele momento. O geofísico americano Friedemann Freund demonstrou que quando rochas estão sob níveis muito altos de estresse – provocado, por exemplo, por imensas forças tectônicas logo antes de um terremoto – elas liberam partículas carregadas eletricamente.

Essas partículas se espalham pelas rochas nas imediações, explicou Freund. E quando chegam à superfície da Terra, reagem com o ar, convertendo moléculas de ar em partículas carregadas eletricamente.

“Íons positivos presentes no ar são conhecidos na comunidade médica por provocar dores de cabeça e náusea em seres humanos e por aumentar o nível de serotonina, um hormônio associado ao estresse, no sangue de animais”, disse Freund. Essa reação química em cadeia poderia afetar matéria orgânica dissolvida na água do lago, transformando substâncias orgânicas inofensivas em materiais tóxicos para animais aquáticos.

Trata-se de um mecanismo complicado e os cientistas enfatizaram que a teoria precisa ser testada. Grant disse, no entanto, que esta é a primeira descrição convincente de um possível mecanismo que funcionaria como um “sinal pré-terremoto” que animais aquáticos, semi-aquáticos ou que vivem em tocas seriam capazes de perceber, reagindo a ele.

“Quando você pensa em todas as coisas que estão acontecendo com essas rochas, seria estranho se os animais não fossem afetados de alguma forma”, ela disse. Freund afirmou que o comportamento de animais poderia ser um entre vários acontecimentos interligados que poderiam prever um terremoto.

Fonte: Terra

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Animais alertam tutores sobre chegada de tornado no Alabama

Por Natalia Cesana  (da Redação)

Na foto, Gene Moore com o cão Shadow (Foto: The Birmingham News / Joe Songer)

Carolyn Moore atribui o salvamento de sua própria vida, durante o tornado que passou pelo Alabama em 27 de abril, ao poodle Shadow, ainda que ele estivesse a milhas de distância dela.

O marido de Carolyn, Gene Moore, contou que estava dormindo em casa quando Shadow começou a latir e a pular em cima dele, comportamento que o cachorro nunca havia tido antes. Moore ligou a televisão e viu que um tornado estava se aproximando da região. Ele ligou para Carolyn para avisá-la que fechasse a loja de pneus do casal. O comércio foi atingido 15 minutos depois que ela e outros dois funcionários deixaram o local.

“Um cachorro pode prever coisas”, disse Gene Moore.

Histórias de cachorros e outros animais que, aparentemente, sentem a aproximação de uma tempestade não são novidade para os veterinários e tutores. Embora seja difícil encontrar estudos sobre a capacidade de previsão dos animais, especialistas atribuem tal habilidade porque eles têm a sensibilidade mais apurada ou porque simplesmente prestam mais atenção a sinais de alerta.

Erin Jones, que mora em Tuscaloosa, próximo de onde o tornado passou, disse que a família dela tem dois cachorros e muitos gatos. “Todos nos alertaram que o tornado estava vindo”, escreveu ela em um e-mail. “Todos ficaram em alerta, os gatos mais velhos agruparam os gatos mais novos em um pequeno cômodo enquanto os cachorros latiam, rosnavam e se protegeram nos fundos da casa.”

Kelly Sumerel, que mora em uma comunidade de Danville, disse acreditar que a cachorra Lady Bugs sentiu que algo estava errado no dia 27 de abril. “Foi a coisa mais estranha que eu já vi, porque ela estava totalmente atormentada com algo. Ela não conseguia ficar quieta e gania sem parar, quando normalmente ela é muito silenciosa”, disse Kelly.

Autopreservação

Muitos veterinários de Birmingham dizem que de fato os animais, particularmente os cachorros, os que vivem em fazendas ou naturalmente conseguem sentir a aproximação de tempestades antes dos humanos.

“Eles têm um senso de preservação muito forte e estão muito mais em sintonia com a Mãe Natureza”, disse o veterinário Larry Chasteen.

Na clínica de Chasteen há um beagle que começa a uivar 20, 25 minutos antes que os funcionários possam ouvir o temporal. “Nós sabemos quando uma tempestade está para chegar”, disse.

Katie Stubblefield, reabilitadora de animais à vida natural do Alabama Wildlife Center, diz que antes de uma chuva forte os funcionários percebem que os pássaros param de ir aos alimentadores, os filhotes param de pedir por comida e que os adultos se sentam nas árvores ou perto delas e esperam. “Os animais adultos se curvam para baixo e aguardam”, explicou Katie.

Pesquisadores do Laboratório de Mote Marine, em Sarasota, na Flórida, notam pelos equipamentos de monitoramento que, quando um temporal se aproxima da costa, os tubarões deixam as baías e transferem-se para águas mais profundas.

Como os animais fazem isso?

De acordo com o veterinário Jerome B. Williams, cachorros têm sido reconhecidos por esta capacidade, particularmente por causa do faro apurado. Entretanto, ele não sabe afirmar se os cães detectam a mudança da pressão. “Mas eles podem sentir que algo está vindo”, disse.

Por enquanto, Williams e outros especialistas em animais dizem que essas hipóteses são apenas especulações porque eles não têm conhecimento de nenhuma pesquisa científica sobre sistema de alerta precoce dos animais.

Larry Myers, professor de Anatomia, Fisiologia e Farmacologia da Universidade de Auburn, afirma que mesmo não existindo evidências científicas, é possível dizer que alguns animais tenham sensibilidade mais aguçada que os humanos e sejam capazes de prever a chegada de tornados e temporais mais severos. “Mais eu não gostaria de depender de um cão como sistema de alerta. Prefiro acreditar nos radares e nos meteorologistas”, disse Myers.

As habilidades dos animais para captar sons, vibrações e cheiros estão entre os motivos pelos quais os cães, por exemplo, pressentem a aproximação de uma tempestade antes que os humanos, completou Myers.

Cachorros conseguem definitivamente ouvir sons mais agudos e mais baixos melhor que os humanos. Elefantes também ouvem sons baixos e agudos, o que poderia explicar porque algumas pessoas que estavam na área do Oceano Índico quando um terremoto e um tsunami passaram pelo local em 2004 relataram que viram elefantes fugindo da zona costeira antes que o acidente acontecesse.

Também é possível, acredita Myers, que animais de quatro patas sejam mais sensíveis às vibrações, porque eles são mais baixos e mais ligado à terra que os humanos.

O olfato apurado poderia ter a ver também. Os animais captariam o cheiro que os fungos exalam ao crescerem rapidamente quando a umidade aumenta. Simplesmente pode ser que alguns animais prestem mais atenção ao que ocorre ao redor deles por necessidade. “Eles precisam estar atentos, senão morrem.”

Animais ansiosos

Veterinários dizem que cães têm tanto medo de tempestades que precisam ser medicados para se acalmarem. “Nesta época do ano temos prescrito muitos calmantes”, disse o veterinário Andy Sokol.

Cães não nascem com ansiedade a tempestades, disse Sokol. É algo que é desenvolvido ao longo do tempo. “Os filhotes normalmente são muito excitados para prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor. À medida que envelhecem, eles ficam mais suscetíveis ou sensíveis às coisas em volta.”

Patricia Daniels, que vive perto de Birmingham, diz que o cão Taz salvou sua vida no ano de 1998, quando um tornado destruiu sua casa. Patricia contou que viu o alerta de tornado naquele dia; chegou em casa e não ouviu nenhuma sirene. O sinal foi Taz, que começou a latir. “Levantei, fui para a porta da frente e ouvi um barulho alto. Parecia um trem”, disse ela. Patricia correu para o banheiro. “Se não fosse pelos latidos de Taz, eu nunca teria me levantado.”

Carolyn Moore não sabe porque Shadow alertou o marido sobre a tempestade que se aproximava, mas o gesto do cão fez a diferença. “Se eu não tivesse morrido, teria ficado gravemente ferida”, falou.

As informações são do Al.com.

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Comportamento dos animais pode prever catástrofes

Quem lida com a natureza sabe que os animais têm uma sensibilidade que ultrapassa em muito a do ser humano quando se trata de prever acontecimentos meteorológicos ou climáticos. De geração em geração o homem antigamente ensinava aos seus descendentes tudo que sabia sobre o comportamento dos animais. Todo movimento continha um significado oculto e essa observação era entendida e traduzida em alguma estratégia de sobrevivência.

Sapo Bufo-Bufo comum em toda Europa

Assim, as revoadas de pássaros antecediam ventanias ou tempestades, cantos de aves ou mugidos de animais antecediam um tempo de calor ou de frio, a tonalidade e textura das nuvens anunciavam a chuva, animais em posição de dormência anunciavam que estava por vir uma grande seca, e assim por diante.

O homem moderno com suas máquinas, aparelhos e computadores, sistemas matemáticos de previsão do clima e alta tecnologia foi deixando de lado essa experiência empírica de “ver” e “sentir” a natureza e os animais. Hoje apenas faz-se a constatação após os eventos, mas dificilmente acredita nos sinais como forma de prever e prevenir, como acontecia no passado.

Na região de Laquila na Itália é comum um tipo de sapo chamado Bufo-Bufo. Um pouco antes do terremoto que aconteceu na região, em 6 de abril de 2009, os sapos desapareceram. Começaram a desaparecer 5 dias antes do terremoto.

Outro evento interessante aconteceu no sul da Ásia por ocasião do maremoto de 2004. As autoridades que cuidam da fauna no Sri Lanka anunciaram que, apesar da perda de milhares de vidas humanas no maremoto que atingiu o sul da Ásia, não há registro de mortes entre animais. Ondas gigantescas entraram até 3,5 quilômetros terra adentro na maior reserva ecológica da ilha, onde existem milhares de animais. Vários turistas se afogaram na reserva, mas, para surpresa das autoridades, não foi encontrado nenhum animal morto. O fato ressaltaria teorias de que os animais podem ter um “sexto sentido” em relação ao perigo.

Oarfish ou Mensageiro de Deus

Outro fato interessante aconteceu recentemente pouco antes do terremoto no Japão. Foi veiculada uma notícia na imprensa local no dia 4 de março, portanto 7 dias antes da tragédia, dando conta de que um tipo de peixe que vive em zonas abissais tradicionalmente conhecido como “Mensageiro de Deus – Palácio do Mar” estaria sendo pescado nas praias japonesas. Segundo o Jornal Telegraph de Londres, dezenas desses peixes gigantes raros foram pescados nas redes dos pescadores ou aparecerem junto à costa. Na sabedoria popular, o aparecimento desse tipo de peixe antecede um terremoto.

O peixe gigante pode crescer até 5 metros de comprimento e é encontrado normalmente em profundidades de 1.000 metros e, muito raramente, a 200 metros da superfície. Longo e fino com uma barbatana dorsal o comprimento do seu corpo se assemelha a uma serpente. Dias antes do terremoto, 10 espécimes foram encontrados junto à costa ou em redes de pesca ao largo da província de Ishikawa. Outros foram pescados em Kyoto, Shimane e Nagasaki, todos no norte da costa.

Segundo a sabedoria tradicional japonesa, a subida dos peixes para a superfície e praia são para avisar de um terremoto iminente, e há teorias científicas que peixes do fundo do mar podem muito bem ser suscetíveis a movimentos de falhas sísmicas e agir de forma inabitual antes de um terremoto, mas os especialistas japoneses colocaram mais fé em sua alta tecnologia de monitoramento constante das placas tectônicas sob a superfície.

“Nos tempos antigos, os japoneses acreditavam que peixes alertavam sobre terremotos, principalmente o “Oarfish” (o peixe que se vê na foto), disse Hiroshi Tajihi, vice-diretor do Centro de terremotos Kobe Centre na ocasião ao Daily Telegraph, “Mas são apenas velhas superstições e não existe nenhuma relação científica entre estes avistamentos e um terremoto”, disse ele.

Fonte: Portal Taguatiba

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Gata prevê ataque epilético e salva vida do tutor na Inglaterra

Foto: Reprodução

Um jovem britânico deve sua vida ao seu animal. Segundo divulgado pelo Uol, foi graças à sua gata, que ele sobreviveu a um ataque epilético.

A gata é altamente sensível e consegue sentir o momento em que seu tutor vai ter um ataque, alertando os pais e colegas de Nathan Cooper, de 19 anos, noticiou o jornal britânico Dail Mail.

“Normalmente, ela é muito tranquila, mas quando Nathan tem uma crise, ela começa a subir e descer as escadas e sua voz fica diferente”, disse Tracey Cooper, mãe do adolescente, ao jornal britânico.

Alguns especialistas na questão, a percepção aguda do sentido do olfato por gatos e os cães podem ajudar a detectar mudanças químicas pouco perceptíveis dentro do corpo humano.

Fonte: Diário de Canoas

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Terremotos podem ser previstos pelos animais

Diante de grandes tragédias como a que abalou o Japão onde se perderam centenas de vidas, fica novamente a pergunta: os animais conseguem mesmo prever terremotos? Os fatos comprovam que realmente isso é possível e tem acontecido, mas o que acontece é que os humanos não ligam muito para esse fato. De toda maneira, para aqueles que ainda tem dúvidas, um vídeo mostra o momento exato em que um cão labrador sai em disparada momentos antes de um tremor.

É impressionante como o cão chamado K9 que estava sossegado deitado no meio do escritório, de repente, sente que algo vai acontecer e sai em disparada. Segundos depois começa o tremor e pessoas saem correndo em busca das saídas. Logo as coisas começam a cair por todos os lados. O fato aconteceu nos Estados Unidos comprovando essa incrível capacidade que tem os animais para prever as catástrofes naturais.

Vídeo incrível mostra que momentos antes do tremor o cão percebe o que vai acontecer:

Na verdade, o histórico de catástrofes anunciadas pelos animais é extensa e freqüente, vem desde a antiguidade até nossos dias. Vista por uns como coincidência, por outros como instinto animal e explicado de várias maneiras pela ciência. De toda maneira um fato é certo; os animais sabem o que vai acontecer antes de nós.

O que dizem os cientistas

Os cientistas podem detectar alguns sinais que mostram as possibilidades de um terremoto, como as pressões sísmicas, modificações dos campos magnéticos, inclinação do solo, etc. Mas todas estas técnicas não permitem prever com exatidão se acontecerá e quando o terremoto.

Os animais, além de saber o que vai acontecer, sabem quando e dão o aviso com horas de antecedência. Pesquisadores estudam como os cães parecem saber dos terremotos horas antes dos primeiros tremores. Mas não estão bem certos de como isso acontece. Horas antes os cães começam a andar de um lado para o outro, ficam inquietos e latem para o vazio. Em alguns casos tentam fugir do lugar.

Segundo o veterinário PhD Robert Eckstein, estudioso do comportamento animal no departamento de biologia da Warren Wilson College, em Asheville, Estados Unidos, “Eles sentem aspectos do mundo real que nós não temos conhecimento.” O incrível é que mesmo diante de tantas comprovações as autoridades ainda permitem que pessoas morram simplesmente porque não querem acreditar nos animais.

Pequeno histórico do aviso dos animais

Em 28 de fevereiro de 2001, um grupo numeroso de gatos se escondeu sem motivo aparente 12 horas antes de um terremoto – que chegou a 6.8 na escala Richter – atingir a área de Seattle. Uma ou duas horas antes, outros animais se comportaram de forma ansiosa ou “enlouquecida”, enquanto alguns cães latiram desesperados antes do terremoto chegar. Até mesmo cabritos e outros animais demonstraram sinais de temor.

No grande terremoto de Lisboa em 1755, o filósofo alemão Immanuel Kant observou que uma multidão de minhocas foi vista sair do subsolo perto de Cadiz, ao Sul da Espanha, oito dias antes do desastre atingir a cidade portuguesa.

Em 25 de junho de 1966, os moradores da cidade de Parkfield, na Califórnia, Estados Unidos, foram invadidos por cobras cascavéis. Eles não entendiam por que os répteis fugiram das colinas. A resposta chegou dois dias depois quando a área foi atingida por um terremoto.

Na noite anterior ao terremoto de Sylmar, em 9 de fevereiro de 1971, diversas patrulhas policiais descreveram haver visto um grande número de ratos correndo pelas ruas de San Fernando, na Califórnia, Estados Unidos. A polícia também recebeu numerosas reclamações de cachorros latindo e uivando durante várias horas antes que o terremoto acontecesse às 6h01min.

Em 22 de fevereiro de 1999, pequenos antílopes fugiram da região montanhosa austríaca do Tyrol para os vales, algo que eles não costumavam fazer. No dia seguinte, uma avalanche devastou a vila austríaca de Galtur no Tyrol, matando dezenas de pessoas.

Durante a Segunda Guerra Mundial, muitas famílias na Grã Bretanha e Alemanha se preveniam dos ataques aéreos observando o comportamento dos seus animais de estimação. Estes sinais de alerta aconteciam quando os aviões inimigos ainda estavam a centenas de quilômetros de distância, muito antes que os animais pudessem ouvi-los. Em Londres, alguns cães podiam até prever a explosão dos foguetes alemães V-2. Estes mísseis eram supersônicos e não podiam ser escutados com antecedência. Leonardo Bezerra

Escala Richter: Efeitos do terremoto

De 0,0 a 1,9: Não é sentido. O tremor de terra pode ser detectado apenas por sismógrafos
De 2,0 a 2,9: Não é sentido, no entanto objetos pendurados podem balançar
De 3,0 a 3,9: Comparável à vibração de um caminhão passando próximo
De 4,0 a 4,9: Pode quebrar janelas e derrubar objetos pequenos ou desequilibrados
De 5,0 a 5,9: Ocasiona pequenos danos em edificações. A mobília se move reboco da parede cai.
De 6,0 a 6,9: Dano a construções fortes, dano severo a construções fracas
De 7,0 a 7,9: Terremoto de grande proporção. Prédios saem das fundações; rachaduras surgem na terra, tubulações subterrâneas se quebram
De 8,0 a 8,9: Terremoto muito forte. Pontes se rompem; poucas construções resistem de pé. Não há um limite para a escala, mas, de 8 graus em diante, os efeitos devastadores são sentidos em um raio de centenas de quilômetros.
Acima de 9,0: Destruição quase total; ondas se movendo pela terra são visíveis a olho nú. Os efeitos de cada abalo sísmico variam bastante devido à distância, às condições do terreno, às condições das edificações e de outros fatores.

Fonte: Jornal Defesa dos Animais

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Animais veem extinção em massa se aproximar

Corais, mamíferos e espécies tropicais podem ser extintos em futuro próximo, segundo cientistas que estudam o que ocorreram com estes animais no passado para prever seu futuro. As informações são da Discovery News.

Um fator que complica a previsão dos cientistas é que nenhuma extinção em massa ocorrida previamente na Terra foi causada por apenas uma espécie. Em período de mais de 500 milhões de anos, apenas três extinções deste gênero ocorreram e nenhuma foi tão devastadora como a que está para acontecer por culpa dos humanos.

Pesquisadores do Departamento de Ciências biológicas da Universidade Macquarie, nos Estados Unidos, pesquisaram dados de mais de 100 mil fósseis coletados por todo o mundo, para chegar à maior extinção em massa já ocorrida na Terra, no período Permiano-Triássico, há 250 milhões de anos.

Nesta época, um dos mais importantes grupos de animais eram os corais, que quase foram extintos no período. Há pouquíssimos fósseis de corais datando desta época. Portanto, entende-se que eles recuperaram sua diversidade com o passar dos anos. Mamíferos de grande porte e plantas tropicais também podem sumir em futuro próximo, graças à ação humana.

Fonte: Terra

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Animais conseguem perceber desastres com antecedência

O resgate de animais nos bairros atingidos pela tragédia da chuva no Rio de Janeiro tem sido emocionante. No Morro do Bumba, na comunidade de Viçoso Jardim e no Bairro de Fátima, vários cãezinhos escaparam com vida de deslizamentos de terras. Todos abandonados por tutores que fugiram às pressas ou morreram soterrados. Casos como os de Niterói se espalham pelo mundo. As autoridades do Sri Lanka, por exemplo, não registraram nenhuma morte entre animais depois da tsunami que atingiu o país em 2004. Na época, milhares de seres humanos perderam a vida por causa das ondas gigantes.

Foto: Reprodução/Extra

Ao contrário dos homens, os bichos são capazes de perceber fenômenos naturais com antecedência e buscar locais seguros. Muitos acreditam, inclusive, que eles são dotados de um sexto sentido. Mas, para o veterinário Marcos Makoto Ishizaki, o que os animais têm, na verdade, são olfato, audição e instinto de sobrevivência mais aguçados que nós.

De acordo com Ishizaki, “não existe nenhum estudo a respeito de sexto sentido. O que é comprovado é que eles têm audição e olfato mais sensíveis. Quando acontecem tremores, com microabalos, os animais podem captá-los. Eles nem sabem o que é, mas sentem, por instinto, que correm perigo. Cães e gatos, por exemplo, podem captar odores e ter acesso a ondas sonoras que nós não captamos”.

Animais domésticos são um caso à parte. Por estarem dentro de casa, muitas vezes, ficam presos e não conseguem escapar. Mesmo assim, as chances de eles sobreviverem quando soterrados é maior do que a dos seres humanos. “A maioria dos animais é mais resistente à dor que os seres humanos. Isso pode explicar em caso de sobrevivência de algum cão soterrado, por exemplo”, afirma o veterinário.

As doações para os animais abandonados após a tragédia de Niterói podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h, na Secretaria municipal de Projetos Especiais (Praça Fonseca Ramos s/nº, Terminal Rodoviário Roberto Silveira, 4º andar, Centro de Niterói).

Cão percebe tremor na Califórnia

O Parque Nacional Yala, no Sri Lanka, que abriga elefantes, leopardos e crodilos, entre outras centenas de espécies, foi fechado após a tsunami que inundou a reserva ambiental e matou turistas e funcionários. O fato de nenhum animal ter morrido depois das ondas gigantes, provocadas por um terremoto no oceano, tem explicação. “Os terremotos emitem sons de seus epicentros que, muitas vezes, são percebidos antes do tremor por animais” garante o veterinário.

A prova de que os cachorros são mesmo mais sensíveis está nas imagens captadas por uma câmera de segurança durante um terremoto em Humboldt County, na Califórnia, nos Estados Unidos, em janeiro de 2009. O cão Sophie, uma mistura das raças labrador e golden retriever, percebe o tremor segundos antes das pessoas que estão no prédio. Confira no link a seguir:

httpv://www.youtube.com/watch?v=1MFzcl-kZHo&feature=player_embedded

Fonte: Extra OnLine

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